sábado, dezembro 3, 2022

Saab RBS 70NG

O conflito fronteiriço entre a Quirguistão e Tadjiquistão

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Rodolfo Queiroz Laterza[1]

Ricardo Cabral[2]

INTRODUÇÃO

Quirguistão e Tadjiquistão são duas repúblicas oriundas da desintegração da União Soviética em 1991, com sociedades predominantemente islâmicas, economia agroextrativista e com um baixo nível de industrialização, envoltas em diversas turbulências econômicas, políticas e sociais.

As tensões sobre o acesso aos recursos na região têm uma história. Durante a União Soviética, a distribuição de terras, água e pastagens foi disputada pelas repúblicas. A controvérsia se intensificou após o colapso da URSS em 1991. Até mesmo fazendas e terrenos nas terras fronteiriças do Quirguistão e do Tadjiquistão tornaram-se territórios disputados. Segundo dados oficiais, a extensão total da fronteira entre os dois países é superior a 970 km. Até agora, de acordo com as autoridades, apenas 504 km da fronteira foram descritos.

As tensões sociais aumentaram particularmente na região de Isfara, no norte do Tajiquistão, e Vorukh, um enclave de tadjiques com uma população de 30 mil habitantes na fronteira com o Quirguistão. Quando a propriedade privada da terra foi introduzida no Quirguistão, parte das pastagens arrendadas do Tajiquistão foram registradas como propriedade privada dos cidadãos do Quirguistão.

Sob a URSS, as fronteiras administrativas não eram levadas em consideração, pois as necessidades regionais estavam acima das considerações fronteiriças. As obras de infraestrutura buscavam integrar as diversas regiões do país e reforçar a dependência mútua dentro do país. Com o fim da URSS, os sistemas de abastecimento de água e infraestrutura, com muitos canais e sistemas de irrigação cruzam fronteiras entre os países, passaram a ser um problema, pois criaram uma situação de insegurança jurídica e transfronteiriça, principalmente nas regiões onde a fronteira não estava demarcada.

Durante a Era Soviética os projetos de infraestrutura hídricos e as relações intraestatais se desenvolveram ao longo de muitas décadas e tinham como objetivo comum a distribuição equitativa dos recursos de uma bacia hidrográfica criando uma rede de interdependência e reforçando a identidade soviética. Cumpre ressaltar que as relações eram mediadas por Moscou, sem espaço para as peculiaridades regionais. Alguns anos após a dissolução da URSS em 1991, os acordos que regulavam o compartilhamento dos recursos hídricos deixaram de ser respeitados. A situação degenerou-se nos anos de seca e com a intensificação das consequências das mudanças climáticas. O problema de redução/irregularidade dos volumes de precipitação, agravou-se com a deterioração da infraestrutura hídrica e da utilização de técnicas de irrigação desatualizadas, que causam desperdício dos recursos hídricos.

https://cybershafarat.com/2022/09/18/clashes-on-the-border-of-kyrgyzstan-and-tajikistan/

A corrupção, os problemas de infraestrutura, o forte fluxo imigratório para a Rússia e outros países da Ásia Central, tráfico de opiáceos, altos níveis de pobreza com baixo índice de desenvolvimento humano e as fragilidades institucionais são fatores que agravam as limitadas capacidades governamentais de ambos os países e são geradores de crises internas de diversos matizes que eventualmente transbordam para os vizinhos.

A mais recente crise eclodiu em setembro deste ano (2022), na instável fronteira entre os dois estados, culminando em confrontos armados de alta intensidade com reflexos geopolíticos na Ásia Central e abrindo uma crise na estrutura da Collective Security Treatry Organization (CSTO), Organização do Tratado de Segurança Coletiva, bloco militar composto por Rússia, Cazaquistão, Armênia, Quirguistão e Tadjiquistão que reúne as antigas repúblicas soviéticas na Ásia Central.

As causas e os desdobramentos geopolíticos e militares desse novo conflito do espaço pós-soviético serão analisadas no presente artigo, bem como suas possíveis implicações para a arquitetura de segurança da Ásia Central, lastreada na influência da China e Rússia como potências dominantes.

DESENVOLVIMENTO DA CRISE MILITAR

Os embates na fronteira Tajik-Kyrgyz tiveram forte escalada no início da manhã de 14 de setembro de 2022, com um conflito armado que eclodiu entre os guardas de fronteira quirguizes e tadjiques. A causa exata não esta clara, já que os dois países deram versões diferentes:

  • De acordo com o Ministério da Defesa do Quirguistão, militares tadjiques assumiram posições de combate na fronteira. Em resposta às exigências dos militares do Quirguistão para deixar o território, eles abriram fogo, inclusive com emprego de morteiros.
  • De acordo com o serviço de imprensa tadjique, por volta dàs 7h00, militares do posto Bulakboshi do destacamento fronteiriço de Batken, no Quirguistão, dispararam quatro morteiros no posto avançado Kekh do destacamento fronteiriço de Isfara, no Tajiquistão, que responderam ao fogo contraguardas de fronteira tadjiques.
https://eurasianet.org/kyrgyzstan-tajikistan-border-clash-resumes-and-spreads

Poucas horas depois, ocorreu outro confronto nas proximidades de Kak-Sai, distrito de Batken, no Quirguistão. De acordo com a declaração do Serviço de Fronteiras do Comitê Estadual de Segurança Nacional do Quirguistão, os soldados tadjiques abriram fogo contra o posto avançado do Quirguistão intitulado “Dostuk”. Os militares tadjiques, por sua vez, estão transferindo a responsabilidade do confronto para seus respectivos vizinhos. Depois de algum tempo, um conflito semelhante surgiu perto de Paska-Aryk, também na região de Batken, no Quirguistão, perto do posto fronteiriço intitulado “Samarkandek”.

Segundo dados oficiais, no dia 14 de setembro de 2022, dois militares das Forças Armadas do Tajiquistão foram mortos durante o tiroteio e pelo menos sete, incluindo civis ficaram feridos. Do lado do Quirguistão, pelo menos dois militares e quatro civis da região de Batken ficaram feridos.

Para estabilizar a situação e esclarecer os motivos da atuação das tropas fronteiriças dos dois países, foram realizadas negociações entre representantes dos dois lados.

Os chefes da região de Batken , no Quirguistão, e da região de Sughd , no Tadjiquistão, concordaram em patrulhar conjuntamente a seção fronteiriça de Tort-Kocho , que liga o enclave tadjique de Vorukh com a parte principal do país.

Em janeiro de 2022, ocorreu uma nova escaramuça fronteiriça, o combate resultou na morte de duas pessoas. O último grande conflito envolvendo armas pesadas ocorreu na primavera de 2021. O confronto armado entre os dois países tinha como objetivo estabelecer o controle sobre o acesso à água, recurso natural bastante escasso para ambos os países. No total, 49 pessoas morreram e mais de 260 ficaram feridas.

https://thediplomat.com/2022/09/more-than-a-border-skirmish-between-kyrgyzstan-and-tajikistan/

Após uma breve trégua, mediada pela Organização de Cooperação de Shangai – SCO, bloco militar, político e econômico liderado pela China e Rússia, em que o Tadjiquistão e do Quiguistão fazem parte. Na noite de 15 para 16 de setembro de 2022, os combates recomeçaram em toda a fronteira com o emprego de armas leves. As autoridades de ambos os países anunciaram a evacuação das aldeias na região da fronteira. O quadro de desestabilização estava escalando para uma crise militar e com alta probabilidade de se tornar um conflito militar de alta intensidade.

A INFLUÊNCIA DO TRÁFICO DE DROGAS NA ESCALADA DA CRISE

É importante registrar que conflitos fronteiriços entre militares tadjiques e quirguizes ocorrem com certa regularidade desde o colapso da URSS. Ambos os países compartilham mais de 900 quilômetros de fronteira, mas apenas metade foi totalmente demarcada. Até hoje, permanecem cerca de 70 áreas disputadas, com ambos os países se recusando a buscar um compromisso para a demarcação de suas fronteiras. O atrito na fronteira é intensificado nas áreas disputadas, por conflitos étnicos e disputas por recursos hídricos.

Uma das principais causas de conflito, como nos referimos acima, é a falta de acordo com a demarcação da fronteira entre os dois países. As regiões “Batken” e “Sughd” dos dois países, que compreendem a região do Vale Ferghana, que há muito são usadas como rota para o tráfico de drogas (heroína e ópio) vindo do Afeganistão, o maior produtor mundial de papoula.

https://www.nbcnews.com/news/amp/wbna18041720

O Vale de Ferghana é uma área montanhosa e de difícil acesso, que é utilizada por traficantes e contrabandistas pela quase ausência de instituições estatais de ambos os países. Na ponta sudoeste desta região, fica a rodovia Batken-Isfana, onde as principais escaramuças entre o Quirguistão e o Tadjiquistão ocorrem.

Diante da pobreza extrema e fragilidade institucional, a maioria da população local (independentemente do país de residência) coopera estreitamente com os vários grupos ligados ao tráfico de drogas, sendo considerada pelos locais como a única maneira de sobreviver de alguma forma por parte de tais comunidades agrárias e sem perspectivas de ascensão social. Ademais, os nativos da região conhecem profundamente a área, incluindo as rotas pelas montanhas usadas para transportar drogas e várias mercadorias contrabandeadas ao norte para o Cazaquistão e a Rússia.

Entretanto, a rota do narcotráfico naquela região de fronteira, apesar da utilização da rede trilhas nas áreas montanhosas, que não poderiam ser utilizadas sem a conivência e/ou omissão das autoridades dos dois países, fortemente envoltas em corrupção.

A ausência de uma linha fronteira clara entre os respectivos Estados, acaba sendo um facilitador da continuidade desse esquema criminoso transacional, constituindo-se um sério obstáculo para a demarcação efetiva da fronteira e a normalização das relações entre os dois países. Mesmo algumas dezenas de metros a favor de um país ou outro, aumentaria significativamente o custo das tarifas para “viagens de trânsito”, ou seja, pagamentos de suborno por parte de traficantes de opiáceos e contrabandistas aos guardas de fronteira e militares tadjques e quiguizes.

https://eurasianet.org/kyrgyzstan-tajikistan-border-clash-resumes-and-spreads

Apesar das declarações do Talibã sobre a luta contra a produção de drogas no Afeganistão, os volumes de exportação aumentaram várias vezes desde que assumiu o controle político do país. Neste contexto, vale ressaltar que o diretor da agência de controle de drogas no Tajiquistão, Khabibullo Vohidzoda, afirma que desde que o Talibã chegou ao poder, a quantidade de drogas apreendidas do Afeganistão triplicou (em torno três toneladas contra uma tonelada no ano passado).

A província mais ativa no cultivo de opiáceos é de Badakhshan, de onde se origina a rota para a Rússia, grande mercado consumidor.

A principal e mais arriscada rota do narcotráfico é o trânsito do Ishkashim afegão pela região da capital do Tajiquistão, Ravat, na região de Sughd e pelo Quirguistão, nas áreas de Batken e Osh, em direção ao Cazaquistão.

Apesar das forças de segurança tadjiques e quirguizes já estarem fortemente corrompidas pelos “subsídios” dos traficantes e contrabandistas, existe a possibilidade de confiscar a carga. Por esta razão, há outra rota alternativa de movimento.

A segunda rota atravessa o Corredor Wakhan do Afeganistão e a Rodovia Pamir na região de Gorno-Badakhshan (GBAO) do Tajiquistão e, posteriormente a região Osh, já próxima ao território do Cazaquistão.

No entanto, o terreno difícil a região Gbao, faz com que seja impossível transportar uma grande quantidade de carga ao longo desta rota, por isso é menos rentável do que a rota através do Vale de Ferghana.

Depois de entrar no território cazaque, as caravanas atravessam as regiões desérticas escassamente povoadas do país para se deslocarem despercebidas para a fronteira russa. Lá, nestas áreas mal vigiadas ou através de suborno de autoridades alfandegárias e de fronteira, as mercadorias contrabandeadas e os entorpecentes chegam ao seu destino nas regiões de Chelyabinsk (Troitsk) ou Orenburg (Novotroitsk) e depois são distribuídas por toda a Rússia.

Mapa mostrando áreas onde os confrontos eclodiram em 14/9/22 – https://pt.wikipedia.org/wiki/Confrontos_entre_Quirguist%C3%A3o_e_Tajiquist%C3%A3o_em_2022#/media/Ficheiro:Attack_of_Tajikistan_on_the_population_of_Kyrgyzstan_2022.png

CONSIDERAÇÕES FINAIS: RISCOS GEOPOLÍTICOS

As negociações para a solução do conflito no nível bilateral há muito estão paralisadas. As lideranças políticas tadjques e quiguizes, ao que parece, não estão interessadas em concessões, sendo o componente nacionalista um fator que contribui para ocultar os problemas econômico decorrentes da pandemia da COVID-19.

Nos últimos anos, as escaramuças se tornaram comuns. Desentendimentos entre guardas de fronteira na fronteira acontecem quase todos os dias, ocasionando por vezes confrontações armadas.

As negociações bilaterais entre Quiguistão e Tadjiquistão há muito se esgotaram. Para uma solução real da questão, é necessário um fiador, como de um terceiro interessado na estabilidade na Ásia Central, que poderia ser a Rússia ou a China. A Organização de Cooperação de Xangai ou a CSTO poderiam figurar como uma das instituições mediadores.

Nem Tadjiquistão, nem Quirguistão, muito menos seus maiores parceiros comerciais, Rússia e China, parecem estar interessados ​​em uma guerra em grande escala nas atuais condições econômicas em que os estados se encontram devido as consequências da pandemia e agora agravada pela guerra na Ucrânia, crise energética europeia e de Taiwan.

A dificuldade de se conseguir uma solução negociada para a questão dos limites fronteiriços, leva com que os conflitos na fronteira tendem a continuar, com possibilidade de agravamento ou a deflagração de uma guerra. A eclosão de uma guerra afetaria a credibilidade da CSTO como organização internacional responsável pela segurança regional tendo em vistas os beligerantes serem signatários. Além disso, existe uma grande probabilidade do conflito gerar crises humanitárias e/ou envolver outros países.

O cenário de segurança regional está se tornando mais complexo devido ao recentemente alinhamento político-militar estabelecido entre Tadjiquistão e o Irã, que resultou na construção de uma fábrica de produção sob licença de drones iranianos, e o aprofundamento de relações entre os Estados Unidos e o Quiguistão. Estes dois acontecimentos tornam o contexto regional mais complexo, na medida em que emergem poderosos atores estatais rivais extraregionais em lados opostos.

Levando em conta o que está acontecendo no Afeganistão, os exercícios conjuntos dos Estados Unidos e do Tadjiquistão e o significado desses eventos para a situação da segurança na Ásia Central, verifica-se que o cenário é de alta probabilidade de escalada do conflito na região. Este cenário instável se soma a outros que estão ocorrendo no Leste europeu e no Cáucaso, como a guerra na Ucrânia, crise política e social na Moldávia, os constantes embates entre Armênia e Azerbaijão, à instabilidade interna na Geórgia, decorrente da guerra de 2008, envolvendo as províncias da Ossétia do Sul e Abkhazia. A ocorrência desses conflitos próximos as fronteiras da Federação Russa e da China criam um cenário de instabilidade e insegurança para esses países com efeito potencialmente desestabilizador e consequências imprevisíveis.

Fontes consultadas:


[1] Delegado de Polícia, historiador, pesquisador de temas ligados a conflitos armados e geopolítica, Mestre em Segurança Pública

[2] Mestre e Doutor em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) da UFRJ, professor-colaborador e do Programa de Pós-Graduação em História Militar Brasileira (PPGHMB – lato sensu), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO e Editor-chefe do site História Militar em Debate e da Revista Brasileira de História Militar. Website: https://historiamilitaremdebate.com.br

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Claudio Moreno
Claudio Moreno
2 meses atrás

E aí? Aonde está a OTAN/USA para enviar armas, fazer pressão política e econômica? Aonde está os voluntários de Santa Catarina, Rio Grande do Sul?

Tem gente morrendo! Não será feito nada? Estes aí não são brancos de olhos azuis por isso valem menos?

Neste caso, NATO /USA dirão o que eu falo sobre o conflito russo /ucraniano:” não temos nada que ver com isso”!

Sgt Moreno (CM)

Hcosta
Hcosta
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Então faça pressão política para a ONU enviar forças de manutenção da paz…

E assim vemos quem está interessado na guerra ou na paz…

Patrício
Patrício
Reply to  Hcosta
2 meses atrás

Deixe que os EUA apliquem sanções.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Boa. Mas, quais sanções!?
Não poderão mais comprar havaianas. Sofrerão “embargos internacionais!”
Oremos, prezado Patrício.

Last edited 2 meses atrás by Ivanmc
Patrício
Patrício
Reply to  Ivanmc
2 meses atrás

Pior se aplicarem sanções sobre a venda de ópio.
Aí, teremos uma revolução nos EUA.
Kkkkk

Só como curiosidade.
Mês passado foi publicada uma pesquisa dizendo que quase metade dos americanos acreditam que o País entrará em guerra civil nos próximos anos.
Para isso, muitos estão construindo bunkers e comprando armas.
Se aplicarem essas sanções, estoura no dia seguinte.
Kkkkk

Saudações!

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Patrício
2 meses atrás

É isso aí.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Olá Patrício

Valendo-me apenas no final de teu comentário, o cantor Ozzy Osborne está voltando para o UK e note que as palavras dele vou a seguinte:” Não quero morrer na América, aqui já não existe mais unidade a décadas é uma nação decadente, sem valores morais e desunida…sem rumo”

Segue um dos muitos links na net.

https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2022/08/29/ozzy-osbourne-violencia-eua/

Sgt Moreno (CM)

Antonio Cançado
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Se é mesmo por aí, alguém já parou pra perguntar por quê, como isso aconteceu?

Patrício
Patrício
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Prezado Cláudio.
Assino embaixo.

Saudações!

Antonio Cançado
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Onde essa pesquisa foi publicada, além de na tua cabeça?

Patrício
Patrício
Reply to  Antonio Cançado
2 meses atrás

Não custa nada vc dar uma pesquisada no Google.
Mas, vou te ajudar

G1 – Globo 30/08/22

Nos EUA, 43% consideram guerra civil provável em dez anos

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Aqui no Sul estamos preparados para esmagar vermes igual a você .

Hcosta
Hcosta
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Mas, mais uma vez, lembro-lhe que trouxe os números das previsões da OCDE mas esqueceu de referir os valores previstos para a Rússia…

Deve ser sempre a crescer já que conseguiram uma aliança económica “extremamente benéfica” com a China…

William Duarte
William Duarte
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Lista de sanções: 1- Todo viciado do mundo não pode mais usar heriona provinda do opio da região; 2- Todo traficante fica proibido de comprar opio da região; 3- Todos os laboratórios escondidos para o trafico não podem mais produzir heroína. 4 – Remédios como Meperidina e Demero entre outros deverão ser substituídos por outros remédios que não utilizem opio. 5 – Fica proibida a execução da música Jardim das Acácias do Zé Ramaho. Posto em votação o Brasil se absteve de votar! O Psol protestou e ficou solidários aos trabalhadores da região a qual eles alegam ser o Vale… Read more »

Realista
Realista
Reply to  Hcosta
2 meses atrás

A ONU vai enviar forças de manutenção da paz igual mandou pra Ucrânia ..

ONU nunca resolveu nada

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Realista
2 meses atrás

E, o medo!? Prezado, Realista.
Eles não tem essa coragem.
Enfrentar homens de sandálias e ak47 nas montanhas é fácil.
Porém, enfrentar os russos com os seus materiais (sucateados), como a impressa ocidental diz, é outra coisa.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Ivanmc
2 meses atrás

Enfrentar quem? Esses homens de sandálias devem ter mais coragem do que a maior parte dos voluntários Russos e sabe porquê? Porque ninguém os obrigou a estar lá e lutavam por aquilo que achavam estar certo.

Apesar de achar que deviam estar todos presos no caso dos Talibãs e semelhantes.

Mas o que o senhor diria se a OTAN entrasse na guerra?

Patrício
Patrício
Reply to  Hcosta
2 meses atrás

Os americanos de Butes correram mais rápido que os afegãos de sandália e conseguiram fugir.

Hcosta
Hcosta
Reply to  Realista
2 meses atrás

E isso é culpa de quem? Dos EUA?

Já ouvi o Putin a dizer muitos disparates sobre as causas da guerra mas nunca o ouvi a pedir uma força de manutenção de paz. E numa guerra, até fev 2022, em que, supostamente, não havia intervenção da Rússia…
E ainda dizem que Putin pretendia proteger as minorias, seja lá o que isso for…

E a ONU faz muito mais do que pensa…

Last edited 2 meses atrás by Hcosta
Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Acho que você não leu o texto ou é só um comentarista aleatório com ranço da OTAN. A briga dos 2 países é problemas de demarcação de fronteiras e não de um país querendo anexar o territorio do outro, é algo que a Russia e China que são as potencias da Região deveriam ter já enviado para discussão no CS ou até mesmo intermediado a solução.
Sem querer lhe ofender, mas espero que seja sargento da PM pois se for do EB temo muito pela qualidade de nossos militares em fazer analises goepoliticas e estratégicas.

Patrício
Patrício
Reply to  Wellington jr
2 meses atrás

Mas, se existe briga de território de fronteira é porque um ocupa território do outro, não?
Um tem de ter razão e o outro é invasor ou está querendo ser.
Concorda?

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Não, as fronteiras desses 2 paises como dito no texto nunca houve uma demarcação oficial estabelecida de comum acordo, se ver a demarcação do mapa é uma grande confusão, o correto seria unificação de ambos. Diferente de quando se há uma demarcação oficial e outro vem e invade violando o acordo feito anteriormente.

Patrício
Patrício
Reply to  Wellington jr
2 meses atrás

Não há como se as fronteiras são estabelecidas por direito.
Mesmo que não tenham sido demarcadas, um tem direito e o outro não.
Obrigatoriamente.

Guilherme Leite
Guilherme Leite
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Para eles funciona assim ?

Entendi kkkk

Francisco
Francisco
Reply to  Wellington jr
2 meses atrás

Caro Wellington se problemas de demarcação de divisas/fronteiras não tiverem nada a ver com anexação de território seria o que então? não estou entendendo mais nada mesmo, exemplificando de forma simples/sucinta se o seu vizinho mudasse o muro dele uns 2 metros para dentro da sua propriedade sem a sua autorização isso seria o que?

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Francisco
2 meses atrás

invasão (anexação) de propriedade uma vez que minha prpriedade é previamente demarcada.

Jubert
Jubert
Reply to  Wellington jr
2 meses atrás

Não conheço o sujeito que você criticou pelo comentário e inclusive discordo do que ele falou. Mas e se ele for Sgt da PM, justifica teu comentário depreciativo? Mostra teu nível de despreparo e mentalidade, aliás um sujeito frustrado como vc não teria capacidade sequer de passar em qualquer concurso para PM de qualquer Estado ou para as Forças Armadas. Deprimente teu comentário. Mas vindo de quem fala asneira sempre nesse site, não é de esperar outra coisa.

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Jubert
2 meses atrás

Depreciativo? So disse que esperava que ele fosse da PM e não seria um membro de uma força de defesa nacional e sim da força auxiliar e suas decisões apaixonadas não condenaria a vida de jovens soldados. Julgar o comentário dele jocoso e totalmente cheio de vícios com uma comparação aleatoria de 2 teatros de guerra diferentes,com motivações e razões diferentes. Meu caro devido a problemas de saude não posso servir ou prestar concursos militares, mas frente a varios candidatos e até a você eu seria um militar bem melhor.

Jubert
Jubert
Reply to  Wellington jr
2 meses atrás

Você é nitidamente despreparado e vive depreciando os outros aqui justamente porque é fraco em conhecimento. Para dizer que teria capacidade de aprovação em concurso para PM com esse nível vergonhoso de discussão verifica-se que nem noção de como é um certame assim vc tem. Eu discordo da opinião do cidadão, mas daí a querer rebaixar a opinião dele pela profissão é deprimente.

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Jubert
2 meses atrás

EU? Ah faça o favor não me julgue pela sua métrica. Se quer me refutar use algo logico.

Underground
Underground
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Putin não vai mandar tropas para desnazificar ambos os países, fazer um plebiscito e anexar os territorios?
O que vale para um, vale para outro.

Patrício
Patrício
Reply to  Underground
2 meses atrás

O que sabemos é que os EUA não vão mandar tropas pra lá.
A experiência recente deles na Ásia Central foi desastrosa.
E didática, creio eu.

Underground
Underground
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Os russos, idem. Embora esses, ao que parece, não aprenderam nada!!!
🙂

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Underground
2 meses atrás

Uma hora eles aprendem …tratado de Brest-Litoviski não foi o suficiente .

Bruno Moura
Bruno Moura
Reply to  Underground
2 meses atrás

Tudo ao seu devido tempo , Putin , já tem problemas demais , enfrentando sozinho os 30 países da Otan. Não tenho duvidas que a Rússia, deseja a reunificação de boa parte das ex republicas , muitas das quais , aliciadas, enganadas e posteriormente abandonadas, pelo ocidente a sua própria sorte , como nos mostra bem, a reportagem acima . Infelizmente por questões geopolíticas, ambos os países ,estão no fim da fila das prioridades do momento

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Bruno Moura
2 meses atrás

tem 30 exercitos lutando lá? engraçado não vi F22 e F35 lutando lá.

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Wellington jr
2 meses atrás

Kkkkkk boa

Hcosta
Hcosta
Reply to  Bruno Moura
2 meses atrás

O “Ocidente”?
Rússia também é Ocidente e de certeza que não leu o artigo…

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Bruno Moura
2 meses atrás

Kkkkk. Só 30 ? A Alemanha enfrentou 15 da URSS e mais 70 do mundo inteiro …teu baixinho tem armas nucleares , agora quero ver o CU pra usar …

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Bruno Moura
2 meses atrás

Fique tranquilo , existem submarinos franceses, ingleses ,alemães ,israelenses e norte americanos etc só esperando o vacilo de Erick”

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Bruno Moura
2 meses atrás

E sabe que esse povo não brinca em serviço como teu baixinho QUE queria ocupar a Ucrânia em uma semana…

Last edited 2 meses atrás by Alan Santos
Jagdv#44
Jagdv#44
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Vai lá você, seja um voluntário.
Mas falando sério, quem deve resolver isso é a China. É esfera dela.

WSilva
WSilva
Reply to  Jagdv#44
2 meses atrás

Rússia*

Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  WSilva
2 meses atrás

Russia is over.

Patrício
Patrício
Reply to  Jagdverband#44
2 meses atrás

Sim
Conte isso para as Repúblicas e província que voltará para a Rússia
E isso é só o começo.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Jagdv#44
2 meses atrás

Salve Jagd! Rs, rs, rs essa foi boa e entendi tua colocação meu amigo. Mas vou nada meu camarada, aquilo não é problema meu e do exército que sirvo. Essa é a essência do meu comentário que abriu o debate, mas infelizmente os floristas em sua grande parte, ainda são pessoas apaixonadas, pessoas Hollywoodianas no estilo Capitão América ou coisa assim. Aquela bagunça em que a Ucrânia está envolvida por ato agressivo da Rússia, não é problema de nossa nação, de nosso povo, seja quem for o vencedor neste conflito, a Ucrânia sempre será a perdedora e as razões todos… Read more »

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Ali é responsabilidade da Rússia, são membros da CSTO. Perderam o controle da região e depois não querem que os outros se metam.

Patrício
Patrício
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

Perderam?
Para quem?
Para os EUA .
Que eu saiba, os americanos saíram de lá correndo.
Literalmente.

Frederickson Petersen
Frederickson Petersen
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Mas se a ONU / Otan fossem lá tentar estabilizar a região então você ficaria revoltadinho também acusando interferência do ocidente e imperialismo dos estadunidenses depravados morais.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Moreno, não é a Rússia que clama a restauração das áreas de influência?
Entendo, não é fácil, se não conseguem cuidar do próprio quintal podem chamar a cavalaria OTAN para ajudar.

Mais que uma Nova Ordem, está parecendo a velha zona caótica pós-soviética.

Thiago A.
Thiago A.
Reply to  Thiago A.
2 meses atrás

P.S.- Ficaram devendo a proteção da Armênia(um país cristão , fronteiriço, atacado por infiéis mulçumanos), um verdadeiro absurdo para o reluzente guardião da fé .

Patrício
Patrício
Reply to  Thiago A.
2 meses atrás

À Rússia não interessa intervir
Só interessa que os americanos não cheguem lá.
E isso está funcionando perfeitamente.

Patrício
Patrício
Reply to  Thiago A.
2 meses atrás

OTAN?

Dirceu
Dirceu
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Não interessa se tudo isto é da época da antiga URSS, a culpa é dos malvados americanos e ponto final, falei e tá falado… kkkkkkkk como é fácil assim…..

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

A pois é… Prezado, Sgt Moreno.
É que alí não tem como explorar.

Last edited 2 meses atrás by Ivanmc
Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Ivanmc
2 meses atrás

Esse é o âmago da questão. Felicitações pela sagacidade.

Sgt Moreno (CM)

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Está zona e cria da união soviética, a Rússia que vá lá resolver.

Marcos Lisboa
Marcos Lisboa
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Desculpe Sr. Sgt Moreno. Sou gaúcho de Porto Alegre. Entendo a conotação do teu comentário. Mas creio que para mim como Sul Rio-grandense ele foi um tanto desprezível!

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Marcos Lisboa
2 meses atrás

Bom dia madrugada de Segunda-Feira camarada MLisboa, inicialmente quero lhe pedir desculpes em público por minha colocação ter parecido ofensiva. Aliás, no momento da postagem do amigo (se você me permitir chamá-lo assim) eu me retratei e a postagem ficou retida pelos moderadores porque acho que tratei de assuntos que poderiam colocar a TRILOGIA e eu em situação de processo civil ou coisa assim. Então estou redigindo mais uma vez meus pedidos de perdão pelo ocorrido. Quanto a minha postagem que abriu a matéria, eu reforço que devemos aprender com os múltiplo erros cometido pela Ucrânia, que acabaram por levá-la… Read more »

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Apenas me recordando de uma banda minha de cabeceira, é possível que muitos nem a conheçam, que outros tantos nem curtam ou suporte ouvir, mas o Sepultura tem uma música chamada Orgasmatron. Por favor ouçam, deem atenção especial aos refrões finais, eles demonstram a futilidade de nós brasileiros querer se meter em uma guerra que não é nossa! O aprendizado para nós é o que importa. Parte do refrão diz: I march before a martired world An army for the fight I speak of great heroic days Of victory and might I hold a banner drenched in blood I urge… Read more »

Marcos Lisboa
Marcos Lisboa
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Plenamente compreendido e entendido!!! Grande abraço!!!!

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Marcos Lisboa
2 meses atrás

Muito obrigado pela sua atenção e respeito em me responder.

Sgt Moreno (CM)

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

e a somália? ninguem que ir lutar pelos Huthis

Mauro Henrique
Mauro Henrique
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Nada a ver com o conflito Ucraniano. Só leia a notícia e tente entender a mensagem. Não precisa responder sempre.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Cláudio,

Não entendi a sua referência aos voluntários de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Algum problema em relação ao povo do sul do Brasil?

Last edited 2 meses atrás by Mercenário
Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Mercenário
2 meses atrás

Olá Mercenário,

De forma alguma, meu juramento é para com a Nação Brasileira e seus interesses internos e no exterior indiferente de credo, raça ou cor.

Se a postagem de desculpas ao camarada MLisboa não for bloqueada (novamente) eu a estendo ao senhor também o meu pedido de perdão pela falsa impressão de preconceito ou algo que seja parecido com isso.

Sgtº Moreno (CM)

Antonio Cançado
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Na boa, é tanta bobagem, que nem vale a pena responder…

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Sim , esse povo tem olho azul ? Nada a ver teu comentário …se você se indentificar SGT. Vá lá tentar apartar a brigar ” na Ucrania tamo fazendo nossa parte . E acredite …até o fim .

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Como você e “eurasiano ” e como sargento já deveria estar na linha de frente nos passando informações do front.

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Nós encontramos em Vladivostok.

Alan Santos
Alan Santos
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Vou resumir pra você sargento.

Colapso da tua “mãe Rússia “…ou só você quer viver sobre as redias do principado de moskovia ? Rsrsrsr teu putinho deveria ter ficado quieto …

sub urbano
sub urbano
2 meses atrás

Mais uma guerra no fim do mundo. Esses aí tem saudade dos tempos sovieticos. Em pensar que Alexandre o grande invadiu e conquistou esse territorio quando ele ainda nem aparecia no mapa mundi. Se ele tivesse vivido mais tempo talvez a Asia não existiria como região etnico cultural, seriam absorvidos culturalmente pelo ocidente.

Nativo
Nativo
Reply to  sub urbano
2 meses atrás

Alexandre “só” até ao norte da índia. “A Ásia não existiria” calma monte! que xandona adorava absorer e ser absorvido pelos estrangeiros.

Ostrogodo
Ostrogodo
Reply to  sub urbano
2 meses atrás

Sim, o irã, o iraque, egito, afeganistão e parte da índia hoje falam grego e cultuam Zeus e Apollo! Confiaaa

Patrício
Patrício
2 meses atrás

Mais uma tentativa de criar desavenças em área de influência russo/chinesa.
Uma espécie de ‘Primavera Democrática’.
Tentaram no Cazaquistão.
Putin pacificou.

Machado
Machado
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Também pensei isso. Claro que não temos provas, é só por dedução mesmo, tendo em vista o histórico da CIA. Criar desestabilidade pra dividir as forças do oponente e deixar mais fraco. Tática bem conhecida pelos que se aprofundam no assunto de geopolítica. Por coincidência a guerra da Ucrânia e Síria, ambas pela Rússia está acontecendo nesse momento TB. Putin deve estar ciente disso.

Last edited 2 meses atrás by Machado
Satyricon
Satyricon
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Bobagem.
Cazaquistão sabe que a palavra de Putin e nada é a mesma coisa. Tanto que condenaram todas as ações russas na Ucrania, principalmente os “referendos” e as falsas anexações. Estão alterando seu alfabeto não é à toa.
Putin não se mete a besta ali (Cazaquistão) porque a China já lhe deu um pito.

Underground
Underground
2 meses atrás

Lyman caiu!

Patrício
Patrício
Reply to  Underground
2 meses atrás

Sim.
Continuem assim.
Ainda faltam outra 300 cidades e 105.000 km2.

Nickless
Nickless
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Quando faltar apenas a Crimeia vc ainda vai estar com a mesma conversa. kkkkkkkkkkkk

Satyricon
Satyricon
Reply to  Underground
2 meses atrás

Outro fantástico avanço para a retaguarda de Putin.
Segue o baile

Alessandro
Alessandro
2 meses atrás

A tendência é aumentar os conflitos fronteiriços nessa região por um motivo óbvio que qualquer um com bom senso já percebeu.

O urso está FRACO e não dá conta do recado nem de manter os territórios “anexados” na Ucrânia, imagine se vão enviar tropas pra resolver problemas dos vizinhos, com a moral baixa como estão os russos é pedir pra ser invadidos, por isso que não vão arriscar passar a VERGONHA EM DOBRO, a Rússia está certa em não se meter em outra guerra na região e ficar quietos na deles, joga essa bomba pra outro mais capaz.

https://img.r7.com/images/2015/09/01/3t0p4rjw6n_2h0i1pmxgb_file?dimensions=771×420&no_crop=true

Last edited 2 meses atrás by Alessandro
Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
2 meses atrás

O patrão está fraco..

O cheiro de sangue está na água..

Aqueles montes de Pqpquistão, unidos a bala vão querer a sua independência ou a desforra com o Pqpquistão vizinho, porque há 5mil anos atrás um rei roubou o camelo ou pegou a mulher de outro.

Esta é a grande área de influência do Putin e do Xi Jinping, meia-dúzia de países que ninguém acha no mapa..

Patrício
Patrício
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
2 meses atrás

Prezado
O país em si não quer dizer muita coisa.
O que interessa é o controle da região como um todo.
Da Ásia Central.
Podem brigar entre eles, contanto que o fluxo de marcadoras continue.
O Afeganistão continua deflagrado, mas continua sendo rota de comércio.
Ninguém mexe nisso.
A Ásia Central é a região mais importante do Mundo.
E ela está sob influência de Rússia e China.
Os EUA não tem nada lá.
Foram simplesmente extirpados.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Patrício
2 meses atrás

Ué, não entendi
Não era tudo culpa da CIA e dusamericanos malvadões?

A verdade seja dita: estamos assistindo o nascer de uma nova ordem mundial, onde a Rússia será mera coadjuvante (pequena, diga-se).
A guerra da Ucrânia é o começo do fim da esfera de influência ex-soviética, que tende a ser repartida entre China e USA, como estamos vendo afinal.
O que sobrar da Rússia se tornará mera expectadora (e olhe lá).

Pode chorar na cama (que é lugar quentinho)

H.Saito
H.Saito
2 meses atrás

Herança soviética, adicione ao caos os muçulmanos e também traficantes de drogas, sério, quem está surpreso com isso?

Maurício.
Maurício.
2 meses atrás

O último país que se meteu num desses países que terminam com “istão” ficou por lá por 20 anos e no fim das contas não resolveu nada, o país continua exatamente o mesmo, e o mentor dos ataques de 11 de setembro estava em outro país que também termina com “istão”…

Felipe Morais
Felipe Morais
2 meses atrás

É, essa região reativou o barril de pólvora que sempre foi.

E um off não off. Parece que a Armênia deu um ultimato ao governo russo. Se não intervirem na questão do Azerbaijão, por meio do CSTO, irão sair do grupo.

A situação não está fácil pra quem em fevereiro achou que chegaria em Berlim em pouco tempo.

Mgtow
Mgtow
2 meses atrás

Dedo dos EUA por trás financiando e incentivando o caos .
Só não vê quem não quer

Antonio Cançado
2 meses atrás

Começou…
Não demora, e Nagorno-Karabakh volta à baila…

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