sábado, dezembro 3, 2022

Saab RBS 70NG

Sete meses da Guerra Russo-Ucraniana

Destaques

Redação Forças de Defesa
Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Rodolfo Queiroz Laterza[1]

Ricardo Cabral [2]

1 – INTRODUÇÃO

O conflito militar entre Rússia e Ucrânia ganha novos desdobramentos em mais de sete meses de combates, com agravamento das hostilidades e desdobramentos críticos que levam a uma perspectiva de seu prolongamento.

Após a ofensiva (até o momento exitosa) desencadeada no eixo de Izium e Kharkhiv a partir de 05 de setembro de 2022, as Forças Armadas da Ucrânia (FAU)  consolidaram as cabeças de ponte na margem esquerda do Rio Oskol, de onde desenvolveram ataques móveis à sua margem direita e retomaram alguns assentamentos na linha de contato, bem como grande parte da estratégica cidade de Kupyansky (notadamente a parte oeste e a zona industrial) faltando retomar o controle total  do setor leste que ainda está sob controle das forças russas.

O rio Oskol, que corre do Norte para o sul da Rússia até o rio Donets, no leste da Ucrânia, é uma barreira defensiva natural. Portanto, fazia sentido que quando uma dúzia de brigadas ucranianas atravessassem as frágeis linhas de defesa russas na área leste de Kharkiv, na primeira semana de setembro, os russos recuassem 30 milhas a leste do outro lado do rio para se reagrupar, reajustar o dispositivo e promover uma possível contraofensiva de inverno.

Porém o fator crítico do baixo efetivo e de meios de combate russo em relação às FAU ainda compromete uma perspectiva de desenvolvimento de contraofensiva. A mobilização parcial decretada em 21/09 pelo presidente Vladimir Putin vai levar pelo menos 60 dias para gerarem efeitos no desenvolvimento da capacidade de combate das forças russas no teatro de operações.

O desenvolvimento militar mais relevante, entretanto, tem ocorrido há semanas ao longo da linha operacional da estratégica cidade de Krasny Liman, um importante centro de distribuição de recursos militares das forças russas que foi tomado no final de maio do corrente ano.

Aproveitando as fracas linhas de defesa russas estabelecidas nas cidades circunvizinhas, as forças de combate ucranianas desenvolveram um controle de fogo da área e promoveram assaltos ligeiros formando uma saliência do tipo “caldeira” similar àquela desenvolvida pelas forças russas em batalhas ocorridas em maio e junho em Donetsk e Luhansk.

O baixo efetivo empregado pelas forças russas na defesa desse setor favoreceu as manobras operacionais ucranianas, as quais enfrentaram pesada resistência na linha de contato dos arredores ao sul de Krasny Liman, defendida predominantemente pela unidade voluntária “BARS -16”, unidades cossacas e por unidades de combate do 20° Exército, que vieram em reforço há 1 semana atrás.

As forças ucranianas empregam em torno de 20 mil combatentes contra 2-3 mil tropas russas, que só receberam reforços em 29/09, com 4 batalhões de voluntários recentemente formados.

Apesar de vários ataques empreendidos pela aviação tática russa às reservas deslocadas no perímetro operacional, as FAU conquistaram na data de 30/09 os importantes assentamentos de Dibrova, Yampil, Dobrysheve e Stavky. Unidades de reconhecimento das FAU chegaram a cortar a estrada que liga Krasny Liman a Torske, mas os reforços russos conseguiram retomar o controle da estrada, ainda que submetida a pesados bombardeios ucranianos.

Nos últimos dias a Força Aérea Russa (VKS), aumentou sua taxa de surtidas no leste em uma tentativa desesperada de salvar as forças terrestres russas sitiadas, mas as rígidas defesas aéreas ucranianas compostas por MANPADS ocidentais e sistemas Buk-MK1 atenuaram o impacto dessas operações aéreas. Os ucranianos reivindicaram a derrubada de quatro caças russos apenas no sábado, dia 24/09, embora evidências indiquem 1 Su-30 e 1 Su-25.

Contornando Krasny Liman do norte, as FAU ocuparam  Kolodezi, Zelenaya Dolina. A estrada da cidade de Svatovo para Liman foi cortada pelas forças ucranianas.

À noite, a ofensiva ucraniana foi interrompida na área de Stavki. No momento, a linha de frente percorre a periferia sul de Stavki até a periferia norte de Zarechnoe. Ao norte de Zarechnoe, os grupos de reconhecimento ucranianos cruzam o rio Zherebets e operam na área da estrada para Svatovo. De acordo com relatos do local, os militares russos enviaram recentemente reforços para a área.

https://twitter.com/JominiW/status/1569506286001070080/photo/1

A última estrada que leva a Krasny Liman de Kremennaya, que foi usada para o abastecimento do agrupamento russo, ficou sob controle de fogo da artilharia ucraniana.

Apesar da ameaça de bloqueio da cidade de Liman, as forças russas defenderam firmemente suas posições. Nenhuma evacuação dos militares russos da cidade foi relatada até 01/10. Na noite de 29 de setembro, a administração local confirmou que as autoridades não deixaram a cidade. Até o final de 30 de setembro, as FAU não conseguiram concluir a operação de cerco de Lyman.

Depois de recuar das localidades de Drobysheve e Yampil, as defesas das Forças Armadas Russas se alinharam ao longo dos arredores de Lyman e do limite avançado da área de defesa ao redor da estrada Lyman – Zarichne – Torske. As forças russas repeliram as tenativas das FAU de bloquear o corredor.

As FAU prosseguiram na ofensiva com pelo menos 6 mil combatentes neste eixo, apoiados por blindados na direção de Drobysheve, Stavok, Dibrova, Yampil e Lyman .

Ao mesmo tempo, a partir da direção de Kolodyazi através de uma barragem através do reservatório, foi feito um avanço ucraniano em direção a Terny. Os veículos blindados das FAU conseguiram penetrar no assentamento por um tempo, sendo depois expulsos pelas forças russas.

Nesta seção da frente, a defesa é conduzida ao longo da margem leste do reservatório, mas dada a cabeça de ponte criada pelas FAU em Ozerne e as eficazes táticas de usar pequenos unidades móveis, permanece significativa a capacidade das forças ucranianas de desbordar, infiltrar ou atacar a retaguarda das forças russas.

Após a chegada dos primeiros reforços, as Forças Armadas russas lançaram uma contra-ofensiva contra Stavky, tentando estender sua zona de controle ao norte de Lyman. No final de 30 de setembro, as tropas russas retomaram essa localidade.

Em 1 de outubro, as FAU concentraram seus principais esforços em três seções das estradas Liman – Zarechnoye, Torskoye – Kremennaya e Torskoye – Svatovo. Distribuindo adequadamente as forças, as formações ucranianas se concentraram em cortar as linhas de comunicação das tropas russas.

Ao mesmo tempo, a pressão sob as posições defensivas russas continuou de Krasny Liman, em Stavki, nos arredores do Norte de Yampol e ao longo da estrada Torskoye-Svatovo.

Ao meio-dia de 1º de outubro, as FAU conseguiram cortar fisicamente a estrada Torskoye-Svatovo e prender as forças das Forças Armadas da RF em uma batalha na região de Ternov

A bandeira ucraniana foi finalmente hasteada na entrada ocidental de Liman, fato evidenciado pela ausência de sons de combate de armas pequenas e ataques de artilharia na entrada oeste da cidade.

A luta então se deslocou para o centro e leste de Krasny Liman, para a periferia sul de Stavki e para a periferia norte de Yampol. As linhas de comunicação entre Torsky e a guarnição de Krany Liman foi bloqueada por barragens de artilharia.

As Forças Armadas Russas tentaram um contra-ataque Zarechnoye (Kirovsk), sendo que é por essa localidade que passa a estrada Liman-Torskoye.

A estrada Torskoye-Kreminnaya está sob fogo constante das FAU, com forças-tarefa ucranianas tentando engajar unidades russas na batalha e buscando assegurar o controle operacional total de Krasny Liman e superar a resiliente defesa empreendida pelas unidades de combate de voluntários russos. As FAU estão deslocaram unidades de combate dos eixos de Seversk e Soledar, enfraquecendo as poderosas linhas de defesa nestas importantes cidades de Donetsk. Os russos reagem com avanços lentos e pontuais lideradas por formações de mercenários da PMC Wagner.

Por volta do meio do dia de 01 de outubro, o comando russo ordenou o recuo das tropas e o abandono de Krasny Liman, focando na defesa de Kreminna a fim de impedir o controle ucraniano da estrada de Liman-Torskoye, via essencial para distribuição de suprimentos e tropas.

2 – Por que Krasny Liman é tão importante para as forças ucranianas?

O controle de Krasny Liman, provavelmente, afetará a capacidade ofensiva futura das forças russas para a tão cobiçada cidade-fortaleza de Slavyansk, pois suprime a logística para o eixo de Izium em definitivo e cria uma cabeça de ponte para uma nova ofensiva ucraniana a Kreminna em Luhansk e à refinaria de Lisichansk.

As forças russas a leste de Kharkiv agora estão voltando para uma nova linha defensiva que atravessa um vale que vai da cidade de Svatove, no Norte, até Kremmina, no Sul, a 40 quilômetros de distância. Este é um vale cercado de ambos os lados por terreno alto, não sendo exatamente uma posição forte para qualquer defensor.

A operação ofensiva ucraniana é realizada por grandes forças, apoiadas por equipamentos militares estrangeiros, incluindo os MLRS HIMARs, os quais serão repostos dentre as perdas ocorridas conforme anunciado em novo pacote militar dos EUA de assistência à Ucrânia de US$ 1,1 bilhão. Os instrutores militares da OTAN fornecem aos militares ucranianos o apoio de inteligência necessário, coordenam as operações e auxiliam os oficiais ucranianos.

O objetivo dos militares ucranianos é cortar a comunicação entre o LPR e as regiões de Belgorod e Voronezh da Rússia. As FAU precisam assumir o controle da cidade de Svatovo e ameaçar ainda mais a cidade de Starobelsk. Se as FAU forem bem-sucedidas, seu avanço destruirá as defesas russas na região norte de Donbass. Como resultado, as forças lideradas pela Rússia podem abandonar a aglomeração de Severodonetsk-Lisichansk, uma séria derrota estratégica.

Com a retomada de Krasny Liman, agora o objetivo imediato das formações ucranianas é bloquear Kremennaya e assumir o controle das represas no rio Zherebets.

Muito provavelmente, a próxima fase ativa da ofensiva das FAU pelo eixo de Kupyansk e Redkodub em Svatovo, por onde passam as rotas de abastecimento para as Forças Armadas Russas.

3 – A estabilização do front de Kherson: perda de iniciativa das forças ucranianas

Em 29 de agosto, as Forças Armadas da Ucrânia desenvolveram no eixo de Kherson, mais precisamente no amplo perímetro operacional de Mikolayev-Krivoy Rog, uma contraofensiva em 5 eixos.

Em 31 de agosto, as FAU conseguiam tomar as ruínas de Sukhyi Stavok e ocupar Kostromka e chegar à vila de Bruskyns’ke. Unidades ucranianas se encontravam em terreno aberto e foram fortemente atingidas pela artilharia e aviação russas, perdendo mais de 30 blindados e recuaram para Sukhyi Stavok.

O comando ucraniano lançou outro ataque em 2 de setembro. Unidades das FAU ocuparam Bezimenne, mas uma ala de caças Su-34 da VKS lançou quase duas dúzias de toneladas de bombas aéreas FAB-500, arrasando a aldeia.

Em 9 de setembro, as FAU reocuparam as ruínas de Kostromka e Bezimenne, com grupos avançados chegando a Chkalove. No entanto, as unidades ucranianas foram forçadas a recuar para as posições iniciais sob os ataques concentrados de artilharia e da VKS.

Em 13 de setembro, as FAU conseguiram manter o controle sobre os arredores de Sukhyi Stavok. As aldeias próximas tornaram-se uma “zona cinzenta” e todas as tentativas dos grupos móveis ucranianos de se infiltrar na retaguarda das Forças Armadas Russas foram reprimidas pelo fogo de artilharia.

Em 26 de setembro, a frente de Kherson havia se estabilizado. Após semanas de contínuos ataques frontais na direção de Kherson, as FAU sofreram em torno de 4 mil baixas, principalmente durante tentativas de ataque na área de Sukhyi Stavok.

Os ganhos táticos iniciais se restringiram a assentamentos localizados na primeira linha de frente, formando-se uma saliência mais profunda no eixo de Andrevvka, diante do cruzamento do Rio Inhulets e formação de cabeça de ponte para ataques de penetração a Sukhyi Stavok.

https://twitter.com/snekotron/status/1565738069336244224

Ataques maciços da artilharia e da aviação russa às unidades ucranianas se aproveitaram do fato do terreno não ter cobertura nem densidade florestal, caracterizando -se como uma área de plantação de trigo e de outras culturas. Nesse teatro de operações, as FAU sofreram pesadas baixas e recuaram de diversos assentamentos que haviam retomado.

Apesar de ainda estarem formando reservas para novos ataques, no eixo de Kherson, os reforços russos (inclusive alguns vindos da região de Kharkiv, recentemente retomada pelas FAU) possibilitam uma composição de linhas de defesa em profundidade com maior densidade neutralizando os ataques ucranianos. Este novo dispositivo permitiu estabilizar a linha de defesa.

Ademais, os ataques de drones kamikaze Gerand-2 (versão russa do drone iraniano Shahed 126) e as unidades de reserva em Mikolayev e Krivoy Rog afetaram a eficiência de combate das forças ucranianas nesse setor da frente.

Na área de Zaporizhzhia, forças ucranianas concentraram recursos e unidades a partir da fortaleza de Ugledar e Nikopol, visando realizar ataques à Volnokhavka e à usina nuclear de Zaporizhzhia (cujos assaltos anfíbios recentes terminaram em fracassos com pesadas baixas ucranianas).

4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

O cerco operacional desenvolvido com manobras táticas ligeiras e apoiadas por eficientes barragens de fogo pelas FAU na região de Krasny Liman foi facilitado pela negligência do alto comando russo. As unidades da linha de defesa e as unidades de  reserva destacadas para defender a área eram insuficientes, eram mal treinadas e estavam mal equipadas em uma área essencial como cabeça de ponte para impedir ataques futuros pelos flancos de Luhansk.

Tal como explicado em artigo anterior, publicado neste site (“Uma análise sobre o baixo efetivo das unidades de combate russas na Guerra da Ucrânia”, link https://historiamilitaremdebate.com.br/uma-analise-sobre-o-baixo-efetivo-das-unidades-de-combate-russas-na-guerra-da-ucrania/ ), o baixo efetivo russo empregado nesse conflito é um fator crítico, pois se mostra insuficiente para manter linhas de defesa em um perímetro operacional de 1200 km, e também se revelou insustentável para fazer frente a um exército adversário com 700.000 mobilizados (estimativa de superioridade de efetivo de 6:1) e provido com apoio maciço da OTAN em reconhecimento, inteligência e 54 bilhões de dólares em armas e munições.

Ademais, a limitação política da operação militar especial por parte do Kremlin na guerra da Ucrânia evidenciou sérias lacunas no planejamento e implementação da mobilização parcial, principalmente quanto ao perfil de cidadãos mobilizados. É surpreendente a carência de recursos empenhados para os reservistas. Tal fato gerou profundas críticas dos especialistas às autoridades governamentais.

Ao contrário do que se pressupõe, a decretação da mobilização parcial só foi feita pelo Kremlin sob muita pressão política e dos militares, em virtude dos revezes no campo de batalha em setembro com a ofensiva ucraniana em Izium-Kharkhiv. Esta ofensiva, há muito esperada, expôs os graves problemas russos na área de inteligência, logística, Comando & Controle e liderança. A implementação das providências necessárias à mobilização foi no mínimo atabalhoada. Verificamos sérias deficiências no planejamento da mobilização e nas medidas para desencadeá-la. As duras críticas dos analistas, muito deles profissionais da guerra, repercutiram com intensidade na sociedade russa.

As guerras não se reduzem a análises simplificadas de causa e efeito. Apesar da força ofensiva e dos sucessos obtidos a Ucrânia está perdendo o ímpeto, provavelmente devido a redução contínua e significativa das suas reservas, diante das pesadas baixas sofridas em sucessivos ataques em diferentes áreas. Lembrando que, ao empenhar suas principais e mais bem treinadas unidades nestas ofensivas, a eficiência em combate pode vir a degradar-se em cenário futuro, revertendo o quadro favorável que se apresenta nesta conjuntura. Ademais, não sabemos ainda quantos soldados russos serão efetivamente mobilizados (estimativas do Ministério da Defesa indicam até 300.000 combatentes arregimentados dentre diversas e especialidades), quando essas forças chegarão ao teatro de operações e como esses novos efetivos vão impactar as operações quando forem empenhados.

Na história militar, não são avanços ou recuos, ainda que substanciais, que definem o destino de uma guerra, mas a vontade política e o apoio popular de continuar o conflito para atingir objetivos políticos estabelecidos para a guerra. Clausewitz ensina que decisor político deve fornecer ao comando militar os meios necessários para se atingir aos objetivos políticos. Neste caso específico, verificamos que, no início da campanha e atualmente as Forças Armadas Russas não possuem os recursos necessários para se atingir a tais objetivos, daí o quadro atual de impasse operacional.

Da mesma forma se mostraram levianas as previsões de derrota da Ucrânia devido à ocupação de vastas porções dos territórios no leste e sul do país por parte de forças russas e em decorrência da perda de importantes cidades como Mariupol e Severodonetsk.

O tempo favorece a defesa, bem como a persistência e a determinação pendem para os dois lados beligerantes. O certo é que o conflito entrou em uma nova fase e ainda é prematuro prever qual será o resultado.

FONTES CONSULTADAS:


[1] Delegado de Polícia, Mestre em Segurança Pública, historiador, pesquisador em geopolítica e conflitos militares. rodolfolaterza@gmail.com

[2]  Mestre e Doutor em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) da UFRJ, professor-colaborador e do Programa de Pós-Graduação em História Militar Brasileira (PPGHMB – lato sensu), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO e Editor-chefe do site História Militar em Debate e da Revista Brasileira de História Militar. Website: https://historiamilitaremdebate.com.br

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Henrique C.O
Henrique C.O
1 mês atrás

A grande questão é por quanto tempo a Rússia vai aguentar esse conflito, não militarmente, mas economicamente. A Ucrânia tem o dinheiro do mundo inteiro por quanto tempo for necessário, já a economia Russa não poderá viver sem vender seu gás pelo resto da eternidade.

luiz carlos
luiz carlos
Reply to  Henrique C.O
1 mês atrás

que a má sorte encoste nesses russos fdp . terão o que merecem. travam guerra sem justa causa. e aos ucranianos a justa defesa contra esses assaltantes criminosos.

Patrício
Patrício
Reply to  Henrique C.O
1 mês atrás

Muito tempo.
As notícias que estão sendo vinculadas neste momento momento é que em duas semanas os russos já incorporaram 200 mil soldados.
Ainda faltam 100 mil.
Estarão operacionais até dezembro.
E segundo analistas russos, serão convocados mais soldados
Ao que parece, a Rússia vai atacar no inverno, coincidindo com uma grave crise energética/econômica na Europa.

HLopes
HLopes
Reply to  Patrício
1 mês atrás

O desespero russo é grande! Pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial tiveram de recorrer à mobilização geral para repor as enormíssimas perdas na Ucrânia. O desespero é tão grande que têm de recorrer às ameaças do nuclear, na esperança de assustar o Ocidente, mas não passa disso mesmo, desespero. A russia pode mobilizar 300 mil a 1,2 milhões já todos sabemos, mas não vai adiantar de nada, vão ser carne para canhão, sem treino adequado, sem armamento adequado, sem fardamento adequado, sem provisões. A tática de colocar massa humana na frente de combate podia resultar na Segunda Guerra… Read more »

Marcelo
Marcelo
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Fonte: vozes que zumbem na sua cabeça.

Patrício
Patrício
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Vc e suas fontes.
Mas, toma lá

O Globo – 04/10/22 – 19:30 h

‘Exército russo recruta mais de 200 mil recrutas em duas semanas’

E parece que a ‘fuga’ de convocados não foi tão grande assim.
Vc gosta dos ucranianos?
Então, comece a rezar por eles.
Vão precisar.

Pablo
Pablo
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Exercito russo recrutou 200 mil, espero, do fundo do meu coração, que tu esteja entre eles. Do contrário tu não passa de um hipócrita de m… que idolatra um marginal no conforto do sofá, degustando o que de melhor o ocidente/democracia oferece.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Patrício
1 mês atrás

“Vc gosta dos ucranianos?
Então, comece a rezar por eles.
Vão precisar.”

A liberdade de expressão tem suas desvantagens.
Mas, ao menos, permitem identificar essa discrepâncias sociais.

Recomendo apenas que o site inclua algum dos plug-ins de validação de e-mail para os comentários.
Assim o mesmo usuário para de ficar criando nicknames diferentes para mostrar seu posicionamento social incoerente.

MAB
MAB
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Esse Sr Patty Reis não consegue acertar nada. Passa o dia comentando baboseiras. E tem muito tempo livre para isto (provavelmente bancado pelo erário brasileiro).

Acho que todos devemos responder em unissomo a gazela que tudo sabe que o plano “segue conforme o planejado”. Agora vão enviar mais carne para moer.

Russos estão tão contentes que quem pode está correndo para a fronteira para fugir do “alistamento voluntario obrigatório”, conforme planejado , é claro.

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Cara esses mobilizados já estão no front! O comando russo está jogando eles como carne no moedor para atrasar o avanço ucraniano até novembro para que até o inverno chegar as reserva de 130 mil do outono já esteja treinada. Eles vão enviar soldados mal treinados até as munições ucranianas acabarem.

A6MZero
A6MZero
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Claro soldados mal equipados e com menos de duas semanas de treinamento serão uma “grande vantagem”…

Se isso for verdade a Rússia está simplesmente mandando 300 mil jovens para o abate, e seus comandantes e generais não tem qualquer ideia do que uma guerra moderna é.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 mês atrás

Só pra contar o que ninguém coloca:

Essa faixa vermelha de terra conquistada russa ai é de no máximo 100km de largura.

Não passa disso.

Eles não conseguiram entrar nem mais de 100km pra dentro do território ucraniano.

Se a Ucrania fizer uns 5-6 ataques de profundidade em alguns pontos dali, eles recuperam rapidinho.

E vão retomar a Crimeia.

Até final de 2023 a Ucrania retoma a Crimeia, ganha a guerra e o Putin ou sai desmoralizado, ou sai com a cabeça arrancada pelos próprios russos.

europeu
europeu
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

Humilhação era os ucranianos cortarem as forças russas ao meio com um ataque a Mariopol. O fantasma do batalhão de Azov!
Como bem referiu a linha da frente é muito extensa mas tem pouca profundidade, isso favorece quem luta na sua terra. Durante o inverno quase todo o território ucraniano ocupado está dentro do alcance dos HIMARS. Agora imaginem o exército russo mal equipado entrincheirado com menos vinte graus negativos. Desde que os russos perderam a vantagem no alcance da artilharia estão sujeitos a ataques em profundidade.
Cortar o acesso à Crimeia através de Kerson era outra machadada enorme

Patrício
Patrício
Reply to  europeu
1 mês atrás

Esqueça o que aconteceu até agora.
Os russos estão quadruplicado seus efetivos na região.
Pode-se imaginar o que vai ocorrer.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Posso sim. As tropas russas estão ficando cada vez mais ao alcance da artilharia guiada ucraniana e, principalmente, dos rockets dos Himars. Mais 4 Himars estão chegando para se juntar aos 16 Himars que estão no campo de batalha. Depois desses já está programado o envio de mais 14 Himars. Os russos serão triturados.

Last edited 1 mês atrás by Marcelo
Patrício
Patrício
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Faça os cálculos.
Se com 100 mil soldados a Rússia incorporou 100 mil km2, com 400 mil incorporará quantos?
E se aumentarem para 700 mil?

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Se fossem soldados profissionais e com uma logística eficiente fariam uma diferença gigante.

Mas por tudo o que se sabe até agora, indica que serão apenas recrutas com um nível bem básico de instrução e não existe indícios de que a logística russa vá melhorar, nesse cenário essas tropas adicionais podem se tornar um tiro no pé do exército russo.

Vale dizer que o sucesso inicial dos russos se deveu ao fator surpresa, mais nada.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Eu imagino perfeitamente, imagino não, prevejo e vai ser muito ruim para o miserável conscrito Russo!
Tic tac tic tac tic tac Tonho, o relógio corre a favor da Ucrânia!

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Até que enfim assumiu que os mobilizados sem treinamento adequado já estão em campo. Já sei o que vai acontecer, uma carnificina com muito jovem russo morrendo por uma guerra inutil!

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Sim dá para imaginar outra retirada em massa do Exercito Russo

Carlos Alceu Gonzaga
Carlos Alceu Gonzaga
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Quadruplicar o número de russo mortos. Simples assim.

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Fala para as 50 mil famílias de russos mortos segundo você para “esquecerem o que aconteceu até agora”

Bruno
Bruno
Reply to  Capa Preta
1 mês atrás

Esse tal e PAtrício é a sequela em pessoa…olha o que esse cara comenta. Meu Deus.

Patrício
Patrício
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

O avanço ucraniano em Kherson foi de 100 km2.
10 km x 10 km.
Essa guerra é assim.
‘Ofensivas’ de poucos quilômetros e menos soldados ainda
A Ucrânia tentou atacar Davidov Brod com 60 soldados e três tanques.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Fonte: Twilight Zone.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Nao era vc que estava minimizando os avanços Ucranianos pq a área ocupada pelos Rússia era de sei lá, 115.000 km2?

Patrício
Patrício
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

Não importa a faixa.
Importa a área.
Foram mais de 100.000 km2.
A Ucrânia recuperou apenas 5.000 km2.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Um mapinha animado. Mas está desatualizado. A Ucrânia já avançou mais. Segue a contra ofensiva ucraniana …

UkraineWarMovements.gif
Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Patrício
1 mês atrás

Se descontar as zona separatistas e Crimeia de 2014, fica só uns 70 mil km² para recuperar dessa guerra agora. Logo a Russia perde a Crimeia e você vem fala que precisa conquistar moscou para vencer kkkk

Guilherme Leite
Guilherme Leite
Reply to  Patrício
1 mês atrás

O problema é que a Rússia começou as portas de Kiev e agora estão lutando em Luhansk, sendo que Donestk eles já possuíam o controle.

De um modo geral, a guerra na visão do atacante vai muito mal.

Putin está provocando estragos enormes na população ucraniana e russa com o claro objetivo de anexação de territórios.

O motivo da guerra é tão ruim quanto os resultados russos dela.

Eu achava que ser brasileiro na mão dos nossos políticos era ruim, mas ser russo na mão do Putin é muito, muito pior!

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Rui Chapéu
1 mês atrás

Como dito em outro posto, a possibilidade da Criméia ser focal antes de Donbass faz sentido, só não acontecerá se faltarem recursos!

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

Parabéns pelo texto. Muito completo e detalhado. Os mapas enriquecem o conteúdo e ajudam a melhorar o entendimento dos últimos desdobramentos do conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia.

Hcosta
Hcosta
1 mês atrás

Qual é a fonte dos ataques anfíbios à central nuclear?

Espero que não seja o vídeo do ataque ao pilar nazista…

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

04/10/2022 – A Rússia não tem mais controle total de nenhuma das quatro províncias que afirma anexar, depois que as tropas ucranianas avançaram dezenas de quilômetros na província de Kherson. Os militares russos reconheceram que as forças de Kiev invadiram a região de Kherson. Ele disse que o exército ucraniano e suas “unidades de tanques superiores” conseguiram “penetrar nas profundezas de nossa defesa” em torno das aldeias de Zoltaya Balka e Alexsandrovka.
https://www.theguardian.com/world/2022/oct/04/russia-ukraine-war-latest-what-we-know-on-day-223-of-the-invasion

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

04/10/2022 – A Ucrânia “eliminou totalmente” as forças russas da importante cidade de Lyman , no leste do país, confirmou Zelenskiy na segunda-feira, um dia depois de Moscou admitir que suas tropas haviam se retirado depois de serem cercadas.
https://www.theguardian.com/world/2022/oct/04/russia-ukraine-war-latest-what-we-know-on-day-223-of-the-invasion

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

04/10/2022 – A recaptura de Lyman pelas tropas ucranianas é a maior perda da Rússia no campo de batalha desde a contra-ofensiva relâmpago da Ucrânia na região nordeste de Kharkiv em setembro.
https://www.theguardian.com/world/2022/oct/04/russia-ukraine-war-latest-what-we-know-on-day-223-of-the-invasion

Agressor's
Agressor's
1 mês atrás

As guerras dizem que ocorrem por nobres razões: A segurança internacional, a dignidade nacional, a democracia, a liberdade, a ordem, o mandato da civilização ou a vontade de Deus. Nenhuma tem a honestidade de confessar: Que cada país defende seus interesses! Absolutamente tudo de relevante que acontece no mundo não é por acaso. Existe uma engenharia social , política e cultural que rege o rumo das coisas e pessoas. O cara ter sido um ator de comédia e aparecer “do nada” como presidente do país, não é coincidência. Claramente, ele está cumprindo uma designação que lhe foi dada, para chegar… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Agressor's
Nickless
Nickless
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Deixa ver s e entendi. um presidente autocrata que envenena ou prende opositores, controla com mão de ferro a mídia, manda e desmanda no congresso, persegue e da um fim em quem ele quiser sem nenhum tipo de consequência. Que em um entrevista se praticamente se auto intitulou um novo Czar, invade um pais soberano e independente que ele mesmo reconheceu suas fronteiras pra roubar seu território e seus recursos naturais. Mas a culpa é do presidente do pais invadido? que diarreia mental essa hein fera.

Agressor's
Agressor's
Reply to  Nickless
1 mês atrás

Volodymyr Zelensky é o palhaço num circo de sangue, fica com o dinheiro e manda o povo se matar. O “presidente” da Ucrânia é um ator, o que vc acha que ele está fazendo nessa guerra? Atuando e fingindo ser o cara que toma as decisões, porém não é…

Last edited 1 mês atrás by Agressor's
Nickless
Nickless
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Ué Ronald Reagan não foi ator também?

Fera, o único culpado pela guerra e o palhaço de circo nessa historia toda se chama Vladimir Putin.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

O Palhaço que está vencendo o grande mestre da KGB

Vocês gostam muito de passar vergonha

dfa
dfa
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Zelensky é tão bom comediante que transformou as forças russas numa piada…

Agressor's
Agressor's
Reply to  dfa
1 mês atrás

Boa, mas eu gostei dessa sua resposta viu….kkkkk.. 😀

dfa
dfa
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Valeu kkkk.
Podemos discordar em vários assuntos, mas é importante manter o respeito entre todos.

Henrique
Henrique
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Putin é o palhaço num circo de sangue, fica com o dinheiro e manda o povo se matar. O “presidente” da Rússia é um ator, o que vc acha que ele está fazendo nessa guerra? Atuando e fingindo ser o cara que toma as decisões, porém não é… . . incrível como se mudar duas palavras teu texto cai certinho pra Rússia até com mias clareza do que pra Ucrânia (na tua visão deturpada) . E parabéns pro Putin por ter caído no truque mias velho do livro DE GRAÇA… ele mesmo deu a guerra de procuração que vale cada… Read more »

Satyricon
Satyricon
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Coitado

Marcelo
Marcelo
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Vamos fazer uma comparação. Winston Churchill foi jornalista antes de ser primeiro ministro da Inglaterra. Volodymyr Zelensky foi comediante antes de ser presidente da Ucrânia. Winston Churchill liderou os ingleses contra a ameaça alemã. Volodymyr Zelensky está liderando a Ucrânia contra a ameaça russa. Wiston Churchill trouxe os EUA para o campo de batalha europeu. Volodymyr Zelensky trouxe o apoio da OTAN e dos EUA para o campo de batalha ucraniano. Moral da estória – não importa o nome ou a profissão para liderar um país contra uma ameaça externa. Em um de seus mais importantes discursos Winston Churchill disse… Read more »

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Zelenski pode até ser um comediante mas a piada está em Moscou!
Ele até pode ser palhaço, mas não é covarde e muito menos um líder inapto, já o enxadrista 5D… esse tem falado por suas ações e seus resultados!

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Agressor's
1 mês atrás

Pelo que o cara fala parece que a Rússia está sendo agredida pela Ucrânia por resistir a uma invasão. E muita doideira, continua o mesmo maluquinho.

Marcelo
Marcelo
1 mês atrás

As forças armadas ucranianas romperam as linhas defensivas russas em Kherson. Segue o mapa.
https://www.theguardian.com/world/2022/oct/03/russia-has-no-full-control-of-any-of-four-annexed-ukrainian-provinces

Screenshot_20221004-131445_Chrome.jpg
Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

5 horas depois seu mapa já está desatualizado, a Ucrânia avançou bem mais, os caras estão perseguindo os russos em seus calcanhares!

PACRF
PACRF
1 mês atrás

“Na história militar, não são avanços ou recuos, ainda que substanciais, que definem o destino de uma guerra, mas a vontade política e o apoio popular de continuar o conflito para atingir objetivos políticos estabelecidos para a guerra.”

Essa parte retirada do texto acima resume muito bem essa guerra.

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás
Nicolas
Nicolas
1 mês atrás

Há 7 meses atrás a conversa era em quantos dias a Rússia tomava Kiev, foi se transformando os “planos” para 1 mês, de 1 mês a 3 meses e hoje… as russetes nem tocam no assunto, mudaram para “quem perdeu território foi a Ucrânia”.

Satyricon
Satyricon
1 mês atrás

O ministério da Defesa Ucraniano acaba de emitir um alerta geral à nação e ao mundo

Os estoques de bandeiras Ucranianas, hasteadas na libertação de territórios ocupados, está em níveis críticos.

A situação é caótica.

Consideram em começar a hastear camisetas e cuecas com as cores da bandeira Ucraniana, na libertação dos próximos povados e vilas

Porque bandeiras Ucranianas já não há. Estão sendo hasteadas em um ritmo alucinante!

Kkkkk, coitado do Kings

Rafael
Rafael
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Soldado russo vai dormir com fome e frio sendo um intendente na retaguarda. Acorda, com fome e frio, sendo infantaria na linha de frente.

Victor Filipe
Victor Filipe
1 mês atrás

O Avanço Ucraniano é tão rápido e o colapso das linhas Russas é tão grande que a matéria está totalmente desatualizada no que se tange a região de Kherson e o fato da Ucrânia já assegurar o outro lado do rio Oskil, não estou falando isso de forma a criticar o autor. De maneira nenhuma é só pra salientar o quão rápido as coisas mudam. É praticamente impossível fazer uma análise assim dos acontecimentos diários. Provavelmente só o ISW consegue manter isso e porque eles são um instituto com várias pessoas trabalhando nisso. O fronte mudou de maneira espetacular e… Read more »

Wellington jr
Wellington jr
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

Em Svatove as forças russas movimentam com equipamentos de engenharia para criar obstáculos e trincheiras. Possivelmente vão tentar defender a cidade a todo custo, porem as defesas nos flancos estão todas enfraquecidas e dentro do raio de ação da artilharia ucraniana. A VKS não consegue dar suporte aereo aproximado devido as defesas AA e o MANPADs. Pode ocorrer um novo cerco igual ao em Lyman.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Wellington jr
1 mês atrás

Os drones de vigilância ucranianos já devem éstar escaneando a região para designação de alvos. Obstáculos e trincheiras podem atrapalhar a cavalaria mecanizada, mas não tem qualquer efeito contra o fogo guiado da artilharia e nem contra os drones de ataque Bayraktar.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Victor Filipe
1 mês atrás

Vai ficar difícil ocupar trincheiras na lama do outono e no gelo do inverno.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
1 mês atrás

O flanco direito de Kherson está aberto e evoluindo rápido a favor dos Ucranianos neste exato momento!
Alguns relatos de recuo russo na cidade mas estes eu não garanto… ainda!

Luiz Floriano alves
Reply to  Carlos Gallani
1 mês atrás

O Javelin e o patriotismo ucraniano fazem a diferença a favos da Ucrania,

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