Míssil Anticarro MSS 1.2 AC

Míssil Anticarro MSS 1.2 AC

O ministro ressaltou a prontidão do país frente a uma hipotética invasão da Guiana por tropas venezuelanas, usando Roraima como rota

Na sexta-feira (15), o Exército Brasileiro deu início ao deslocamento de vários Mísseis Superfície-Superfície 1.2 AntiCarro (MSS 1.2 AC) para a 1ª Brigada de Infantaria de Selva em Roraima. Esta movimentação, que tem como objetivo reforçar a defesa da área, acompanha as recentes declarações do ministro da Defesa, José Múcio, feitas ao Jornal Nacional, sobre a necessidade de preparação do Brasil para um potencial confronto.

O ministro destacou a capacidade de resposta do Brasil diante de uma eventual invasão da Guiana por forças venezuelanas, que poderiam usar Roraima como via de acesso. O MSS 1.2 AC, um projeto da SIATT, uma empresa nacional, mostrou-se eficiente em testes, com capacidade de atingir alvos a uma distância de até 2 mil metros e de penetrar blindagens de até 530 mm. O envio desses mísseis para a região de Roraima é uma ação preventiva, que também incluiu a recente transformação do esquadrão de cavalaria em Boa Vista no 18º Regimento de Cavalaria Mecanizada.

Essas medidas do Exército Brasileiro, que abrangem tanto o envio antecipado dos mísseis quanto a conversão da unidade em Boa Vista, são uma resposta direta à crise de Essequibo. O aumento da tensão entre a Guiana e a Venezuela, apesar de um acordo prévio para evitar conflitos armados, elevou as preocupações com a segurança nacional brasileira.

Testado desde 2018, o MSS 1.2 AC obteve resultados promissores, levando à aquisição de aproximadamente 60 unidades pelo Exército. Há também a expectativa de que o Corpo de Fuzileiros Navais venha a adotar o míssil. Este avanço é considerado um marco estratégico, principalmente devido à escassez global de armamentos similares, como o americano Javelin, e ao decrescente interesse pelo míssil russo Kornet.

Portanto, o fortalecimento das forças militares no norte do Brasil, com a introdução dos mísseis anticarro MSS 1.2 AC e a atualização das unidades em Roraima, ocorre em um contexto de desafios de segurança cada vez maiores na região amazônica.

Míssil MSS 1.2 AC

FONTE: Portal Novo Norte

SAIBA MAIS:

VÍDEO: Teste do sistema de míssil anticarro MSS 1.2 AC executado pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx)

Centro de Avaliações do Exército apoia tiro de míssil anticarro MSS 1.2 AC

SIATT realiza lançamento do Míssil Anticarro MSS 1.2 AC

 

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Fernando
Fernando
2 meses atrás

Quanto pesa tudo e deixa rastro no disparo?

FERNANDO
FERNANDO
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Well, o rastro é só no início.

Fernando
Fernando
Reply to  FERNANDO
2 meses atrás

Perguntei prq lembro no início da guerra da Ucrânia vi um vídeo de um operador de Carl Gustav que errou o disparo ao tentar acertar o primeiro blindado de uma coluna e a infantaria desembarcou e foi atrás dele.

Se esse for pesado e entregar a posição do operador então ele deve ser do tipo Fire, Forget & Run… run Forest, run…

Pelo menos é um começo, melhor do que nada.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Caro Fernando, um possível upgrade seria uma solução de disparo remoto, onde possibilite ao atirador engajar o alvo de local abrigado (emboscada anticarro?)
Acredito que o mais difícil já foi feito, fico feliz que passamos da fase de lote piloto e finalmente entramos em fase de produção e fico triste também em saber que precisou de uma crise para que isso se tornasse realidade.

Paulo Ricardo
Paulo Ricardo
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
2 meses atrás

A crise nos faz crescer!!!!

Bernardo
Bernardo
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Ele é do tipo que tem que “pintar” o alvo até atingir, pq é uma tecnologia mais antiga

Rafa
Rafa
Reply to  Bernardo
2 meses atrás

Achei que teve um tom irônico aí. EB / Pintar. Hahaha

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Bernardo
2 meses atrás

Caro Bernardo

O nome correto é Laser beam riding que significa literalmente, guiado por feixe laser, o que muitos precisam entender que muitos sistemas modernos alertam que a viatura está sendo “iluminada” por laser e outras tecnologias mais modernas ainda já conseguem responder medidas de proteção automáticas (fogo de proteção, fumaça, etc…).
Para driblar esses sistemas defensivos, li em algum lugar que existe uma tecnologia onde o feixe de laser é invertido (laser sai para trás) e o míssil segue a trajetória invertida para chegar ao alvo (não sei se é verdade, os especialistas do grupo sabem melhor descrever isso).

Bosco
Bosco
Reply to  Bernardo
2 meses atrás

Na verdade o sistema LBR (guiamento por feixe laser) não tem que pintar o alvo com o laser mas apenas manter o alvo na cruzeta da mira e emitir um feixe laser amplo de baixa potência. O míssil tem sensores voltados para trás e de forma autônoma consegue manter o míssil no centro de um feixe laser amplo. Geralmente esse tipo de míssil segue num movimento espiralado que demonstra que ele está procurando sempre o centro do feixe. – O sistema SAL (laser semi-ativo) é diferente e tem um míssil com sensor voltado para a frente (seeker laser passivo) que… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Bosco Jr
Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Só complementando, existe diferenças entre uma arma guiada, uma arma de precisão e uma arma inteligente. Uma arma pode ser guiada (mudar de curso após o lançamento de modo a se colocar em direção ao alvo) e não ser inteligente. Ex são os mísseis antitanques de 1ª e 2ª Geração: míssil SS-10, Cobra, Milan, etc. Uma arma pode ser inteligente (tomar decisões de forma autônoma baseada na sua percepção do ambiente externo) e não ser guiada. Ex: munição 3P de 40 mm, mina naval com espoleta magnética/pressão, submunição Skeet. E uma arma pode ser de precisão (atingir diretamente o alvo)… Read more »

Rui Mendes
Rui Mendes
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Nada melhor que os sistemas dispara e olvida, como os Javelin, Spike e Akeron.
Existem também sistemas Chineses.

renzo
renzo
Reply to  Bosco
2 meses atrás

obrigado pelas explicações

Srs
Srs
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Bosco você sabe dizer se o Brasil chegou a fábricar o míssil cobra, tínhamos uma quantidade expressiva deles se não me engano?

Guacamole
Guacamole
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Todo sistema é uns 50 kilos. MIssil e tubo somente pesam uns 22 kg mais ou menos. O resto é o sistema de pontaria.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Guacamole
2 meses atrás

Olá “Abacate”

Errou feio quanto ao peso, no link da matéria menciona o peso total do sistema, míssil + lançador.

Pesquisar é preciso! Falar coisas sem sentido ou conhecimento é esvaziar o fórum e colocar você em descredibilidade. Não vou te dar mastigado, vai lá e veja o portfólio do fabricante.

Sgtº Moreno

IvanF
IvanF
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Se você se refere aos 15,4Kg no primeiro link, você sabe que isso é só o míssil, né?

Pelo documento referenciado na Wikipedia: O EMPREGO DE MÍSSEIS ANTICARRO NO ESQUADRÃO ANTICARRO, elaborado pelo CAP CAV TÚLIO RIBEIRO DE ALMEIDA em 2020, o sistema completo tem o peso de 52Kg.

Claro, especificações podem mudar a toda hora. O alcance informado no referido documento, por exemplo, era 2.000m, hoje no site do fabricante falam de 3.200m.

Last edited 2 meses atrás by IvanF
L G1e
L G1e
Reply to  IvanF
2 meses atrás

Meu amigo vamos tentar te explicar em um pelotão anticarro existe o atirador e mais dois soldados remuniciador… Os que carregam os mísseis… Então são 3 soldados no mínimo nessa função… Não é um soldado sozinho no meio do mato fazendo uma armadilha… Misericórdia..

João
João
Reply to  L G1e
2 meses atrás

E é normalmente uma fração montada, ou seja, vai de veículo0 (1/4 ton) até próximo a sua área de tiro.

L G1e
L G1e
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Vamos tentar explicar melhor a fração mínima de um lançador de mísseis anticarros e formada pôr um cabo lançador do míssil e mais 2 soldados remuniciador que carregam os mísseis e mais um soldado atirador com um fuzil. Todos tem um fuzil também.

O ideal para fazer uma armadilha bem feita contra blindados e tanques MBT é que existia 2 lançadores de mísseis em posição diferente. Fechando todos os ângulos da armadilha. Aí serão 8 efetivos e mais 3 no apoio. Total 11 efetivos na armadilha missão. Não é um soldado sozinho no meio do mato tentando acertar um tiro…

IvanF
IvanF
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Amigo, acho que você respondeu ao comentário errado.

A pergunta original era quanto pesa o sistema todo, que o Sr. Guacamole respondeu de maneira coerente.
O Sgtº Moreno, por sua vez, parece ter se equivocado com as informações, tendo em vista que a única informação de peso nos links da matéria (que eu encontrei) é relativo ao míssil apenas, e não todo o sistema.

De qualquer forma, pesando 52kg (com apenas um disparo), é meio óbvio que o sistema não foi criado pra ser transportado por uma pessoa apenas, e que o auxílio de veículos é mais que bem vindo.

Guacamole
Guacamole
Reply to  IvanF
2 meses atrás

Eu não levo a sério o que o cidadão ali escreveu pois provavelmente leu mas não consiguiu interpretar o texto.
Não se esqueça que o Brasil toma bomba no PISA justamente porque as pessoas não conseguem entender o que está escrito.

Alecs
Alecs
Reply to  Claudio Moreno
2 meses atrás

Não encontrei nenhuma informação relevante no site da SIATT, mas não tive muito tempo de garimpar informações pela internet. Caso o amigo possua algum link e puder compartilhar agradeço.

Alecs
Alecs
Reply to  Guacamole
2 meses atrás

Boa tarde!

15 ou 15,2kg (míssil)
24 kg (míssil + tubo lançador)
28 kg (unidade de tiro)
52 kg (total)
A fonte não é totalmente confiável, mas os valores dever estar bem próximos disso.
https://pt.wikipedia.org/wiki/MSS-1.2

Zero77
Zero77
Reply to  Fernando
2 meses atrás

O MSS 1.2 AC é um míssil pesado, de curto alcance para sua massa, e obsoleto em quase todos os aspectos; mas é nacional!

Que sirva de base para versões cada vez mais melhoradas.

Já muitos preferem Javelin via FMS…

Last edited 2 meses atrás by Zero77
Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Quando MSS 1.2 AC for melhorado, meu caro, imagina em que estágio os EUA estarão?

Tutu
Reply to  Carlos Crispim
2 meses atrás

Javelin tá com fila de espera de 5 anos, melhor carne de segunda no prato do que picanha na imaginação.

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Tutu
2 meses atrás

You Win PERFECT !!!! rs

Maurício.
Maurício.
Reply to  Carlos Crispim
2 meses atrás

Para os EUA não faz muito diferença, já que vão continuar invadindo países que até o atual MSS 1.2 dá conta… Eu aposto que a Ucrânia aceitaria de bom grado um lote de MSS 1.2.

Ander
Ander
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

Na atual situação a Ucrânia aceita até coquetel molotov.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Ander
2 meses atrás

Inclusive eles usam não só o coquetel Molotov como também lança chamas, que foi proibido em algum acordo do passado. No front ucraniano eles úsam de tudo pra matar os inimigos. Mesma coisa em Gaza. Hoje vi um vídeo de um soldado ucraniano usando um pedaço de borracha esticado entre duas astes de madeira, feito um grande estilingue, pra arremessar granadas nos russos. E ele lançou uma na hora, ou seja, o negócio funciona. E assim seguimos. No front os caras improvisam “estilingues” pra lançar granadas o mais longe possível, pra atacar os inimigos a distância. Já aqui nos comentários… Read more »

Rui Mendes
Rui Mendes
Reply to  Ander
2 meses atrás

Achas??
A Ucrânia têm á sua disposição, mísseis anti-tanque, muito melhores que os Russos, como Javelin, Nlaw, MPP Akeron-MR ou Akeron-LR.

Bosco
Bosco
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

Mas quem está invadindo agora é a Rússia.

Lyw
Lyw
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Verdade, a invasão do Iraque já faz tempo…

Maurício.
Maurício.
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Sim, a Rússia está invadindo a Ucrânia e os EUA nesse exato momento são invasores na Síria, inclusive ocupando refinarias sírias, e ainda ficam de mimimi e blá blá blá quando algum drone patrocinado pelo Irã acerta seus militares invasores. Mas, uma coisa invalida a outra? Acho que não né?

Scudafax
Scudafax
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

Muito bom comentário. A mídia americana consegue manipular fortemente a narrativa atual. Por exemplo, do nada a CNN coloca uma reportagem de capa dizendo que a Rússia está avançando. A verdade é que eles buscam apoio para aprovar o pacote de bilhões de dólares em ajuda militar de interferência mundial dos EUA…

Mauro Cambuquira
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Falou o representante do maior invasor e saqueador do planeta.

Scudafax
Scudafax
Reply to  Bosco
2 meses atrás

A base ilegal americana na Síria também conta? Ou a invasão do Afeganistão, Iraque e do Panamá?

Wagner
Wagner
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

Falando nisso. Qual a diferença entre esse e o da Ucrânia em termos de peso, alcance e blindagem?

Maurício.
Maurício.
Reply to  Wagner
2 meses atrás

Wagner, uma vez eu fiz uma pergunta parecida, e o Bosco disse que o ucrâniano era melhor.

Last edited 2 meses atrás by Maurício.
Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Wagner
2 meses atrás

O da Ucrânia é mais leve, tem alcance maior e é menor, além de penetrar bem mais blindagem.

L G1e
L G1e
Reply to  Diego Tarses Cardoso
2 meses atrás

Verdade o top das galáxias tem muito mais… Uma Ferrari e lógico que tem mais que um Gol… Mas infelizmente eu consigo comprar apenas um gol… E consigo viver..

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Wagner
2 meses atrás

E também pode ser usado na função “fire e forget”.

Bosco
Bosco
Reply to  Diego Tarses Cardoso
2 meses atrás

Diego,
Não pode não.
A capacidade fire and forget permite ao míssil atingir o alvo sem interferência da unidade de lançamento e controle.
No caso do míssil ucraniano é mais corretamente denominada de autotracker da unidade lançadora, que possibilita acompanhar o alvo designado de forma automática.
É parecido com um sistema ACLOS (comando automático para a linha de visada) , ainda que o termo “comando” não se aplique a um missil guiado por laser.

Zero77
Zero77
Reply to  Carlos Crispim
2 meses atrás

E assim nunca teremos indústria de defesa viável e só hardware com coleira de diamantes dos EUA…

Leonardo Cardeal
Leonardo Cardeal
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Qual o problema. O carro que você usa hj tem provavelmente coleira de outro país, o celular também., computador nem se fala, e tudo que é bugiganga hoje vem da China.

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Carlos Crispim
2 meses atrás

Santa viralatice Batman !!!

Zero77
Zero77
Reply to  Tomcat4,5
2 meses atrás

Mas é essa a mentalidade… Preferem algo obsoleto ou cheio de coleiras dos EUA, caríssimo (sempre superfaturado) que até para abrir a caixa tem que ter autorização de Washington, do que desenvolver a indústria nacional.

EUA que tem uma enorme lista de vetos, embargos e sanções contra o Brasil em material de defesa.

E qual a primeira opção desse povo? EUA!

Antonio fonteles
Antonio fonteles
Reply to  Zero77
2 meses atrás

O governo tá dando prioridade a base nacional de defesa como sempre fez e vamos ter muitos êxitos que mal tem em começar com um modelo obsoleto? E como se fossem protótipos pra algo melhor no futuro

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Tu tá ligado que o Javelin e um projeto dos anos 80?

Zero77
Zero77
Reply to  Capa Preta
2 meses atrás

Pois então; pra eles se for russo com origem nos anos 1980 ou 70 é obsoleto, velho, sucata…

L G1e
L G1e
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Os Russos estão lutando com o que eles conseguem produzir… E dá década de 80 ok é o que eles conseguem produzir..

Bosco
Bosco
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Se a guerra na Ucrânia continuar mais alguns meses os russos irão ter que tirar a ferrugem dos armamentos utilizados na Guerra do Paraguai. rsss

Velame
Velame
Reply to  Zero77
2 meses atrás

A rapaziada das seções AC do EB com certeza prefeririam o Javelin! Mas pra quem não tem nada, metade é o dobro…

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Velame
2 meses atrás

Exato, para quem tinha só CSR, se vier o MSS 1.2 já é motivo de festa.

Zero77
Zero77
Reply to  Velame
2 meses atrás

Eles não tem que preferirem nada!

Quem determina a Política de Defesa é o Comando-em-Chefe Civil, eleito!

Velame
Velame
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Claro que tem! São os usuários finais. Opinião deles vale muito mais que a de um menino assustado atras do teclado,como você. Agora se serão atendidos ou não, é outra coisa.

Zero77
Zero77
Reply to  Velame
2 meses atrás

Negativo. Quem determina a Política de Defesa é o Comando-em-Chefe Civil, eleito!

Não opinião ideológica de militar.

Santamariense
Santamariense
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Opinião ideológica? Uma opinião técnica, sobre uma arma anticarro é ideológica? Ora, por favor…é a sua opinião é o que? Pura ideologia!

Gerson Carvalho
Gerson Carvalho
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Alem de deixa um rastro, o operador tem que ficar na posição ate ele acertar o alvo já que é guiado a laser. Mais o importante é saber se ele realmente acerta o alvo e se te um bom poder de destruição.

deadeye
deadeye
2 meses atrás

Bom que o operador já treina biceps.

Wagner
Wagner
Reply to  deadeye
2 meses atrás

Pergunta: da para instalar no Guaicurus?

IvanF
IvanF
Reply to  Wagner
2 meses atrás

Do site do fabricante:

• Operação a partir do solo ou veículo

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Wagner
2 meses atrás

Wagner, o problema nem é esse Acho que um sistema fire and forget faz mais sentido de se instalar em uma viatura, se tiver que ficar “iluminando” um alvo você fica exposto por estar em uma viatura relativamente grande (lembrando que projéteis tem uma velocidade maior que um míssil), ou seja, assim que você atirar muito provavelmente você será alvejado… Penso que para o Guaicurus/Guarani AC seria ideal um sistema Fire and Forget que permita que a viatura atire e se evada do local e que de preferencia o sistema possa ser desmontado da viatura permitindo ser instalada em locais… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Rafaelvbv
IvanF
IvanF
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
2 meses atrás

Certamente um sistema “Fire and Forget” me parece melhor, mas lembre-se que o TOW é montado em veículos e também é guiado (e por fios rsrsrs).

Acho que pelo fato da velocidade dele ser próxima a do som faz com que o tempo de reação seja tal que, após atingir o alvo (ou errar), haja tempo suficiente para a evasão do local de disparo.

Bosco
Bosco
Reply to  IvanF
2 meses atrás

Ivan,
Um grande parte dos mísseis TOW utilizados atualmente pelos americanos não tem o “fio”, sendo do tipo wireless.

IvanF
IvanF
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Sim, bem lembrado. Mas estava pensando noutra questão depois de escrever esse comentário. O TOW, por exemplo, seja o controlado por cabo ou por RF, tem seu direcionamento feito de forma passiva ao alvo, o atirador mira e controla o míssil através de uma mira óptica, correto? Não há emissão de sinais ou laser direta ao alvo. Já esse MSS-1.2 o atirador direciona o míssil com um laser IR, então o alvo, tendo um detector apropriado, saberia que está sendo “iluminado” por uma arma, podendo tomar alguma ação evasiva ou ofensiva, ainda mais se tiver uma noção de onde o… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  IvanF
2 meses atrás

Ivan,
Exato!
Isso do MSS-1.2 não poder ser jammeado não é sinônimo de que ele está imune ás contramedidas.
Por exemplo, uma contramedida simples é no caso do alvo ter um detector laser ele lançar granadas fumígenas que bloqueariam a visão do lançador.

RDX
RDX
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Além disso, existem sensores embarcados capazes de detectar o laser e orientar automaticamente as armas do veículo.

Os ucranianos diminuiram o risco de perder a guanição do ATGM Stugna-P por meio do emprego de controle remoto.

Last edited 2 meses atrás by RDX
Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  RDX
2 meses atrás

Os russos adaptaram o Kornet para ser operado remotamente via drone.

Leonardo Cardeal
Leonardo Cardeal
Reply to  Bosco
2 meses atrás

Kkkkk boa

RDX
RDX
2 meses atrás

Curiosamente, o MSS 1.2 AC possui desempenho idêntico ao do antigo Milan (2km de alcance e 530mm de penetração). 530mm de penetração é típico de uma obsoleta ogiva HEAT convencional. Desde a década de 80, a maioria dos ATGMs passou a utilizar ogiva em tandem para fazer frente aos tanques com blindagem ERA. Portanto, o MSS 1.2 AC é inadequado para enfrentar o T-72B1 com Kontakt-1 do exército venezuelano. “Com base nas informações disponíveis, a blindagem seria suficiente contra praticamente todas as armas antitanque portáteis, projéteis HEAT disparados por tanques, bem como a maioria dos mísseis antitanque mais antigos, como… Read more »

Fernando
Fernando
Reply to  RDX
2 meses atrás

Ou seja, o ministro da defesa aqui só tá fazendo propaganda? Isso que dá colocar civil que não entende nada do assunto no comando

Luciano
Luciano
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Olá, Fernando. Um militar no comando diria diferente? Ele iria dizer “Olha, estamos mobilizando os meios que temos, mas eles são inúteis! Positivo, operante!”? O ministro é um político e cumpriu o papel dele: indicar que decisões foram tomadas e meios mobilizados (os possíveis naquele momento), para dissuadir qualquer ação. Juntamente com esse caminho de ação, a diplomacia agiu também para dizer “Cara, não vá por ai, tem outras formas de resolver! se insistir, vai ser ruim pra todos!”. O exército carece de diversos meios modernos e isso não se resolve da noite pro dia, tem q ter uma política… Read more »

André Garcia
André Garcia
Reply to  Fernando
2 meses atrás

A defesa pode e deve ser um assunto civil. Uma sociedade democrática que restringe o universo e as tarefas relacionadas à defesa aos militares, não prospera, nem mesmo as FFAA. O MD é uma estrutura civil de coordenação das FFAA. No caso, em especial, a fala deve ser essa mesma, ou um militar diria algo diferente?

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Cara, é o que temos condições de conseguir agora e de imediato. Os Eua estão mandando tudo o que tem para a Ucrânia e reforçando seus estoques; A Europa idem.
Israel está em guerra e só Deus sabe quando vai exportar. Rússia idem.

Ou compramos nosso próprio mss 1.2 ou ficamos sem nada e tiramos os canhões anti tanque da segunda guerra dos museus, o que não vai resolver nada kkk

André Sávio Craveiro Bueno
André Sávio Craveiro Bueno
Reply to  Fernando
2 meses atrás

O civil é assessorado por militares, não?

Tutu
Reply to  RDX
2 meses atrás

Ainda bem que não é só de T-72B3 que é feito o exército venezuelano.

Bernardo
Bernardo
Reply to  Tutu
2 meses atrás

B1. Apesar do ano da compra e recebimento é B1.

Rui Mendes
Rui Mendes
Reply to  Tutu
2 meses atrás

Exatamente.

Demolidor
Demolidor
Reply to  RDX
2 meses atrás

A Venezuela possui diversos outros tipos de veículos blindados e contra todos os outros MSS 1.2 é eficiente.

Bosco
Bosco
Reply to  RDX
2 meses atrás

RDX, Só no sentido de colaborar. A blindagem tipo ERA tem sua eficiência comparada com a blindagem padrão ( RHA – blindagem de aço homogênea). O fato do MSS-1.2 não ter uma ogiva dupla em tandem tipo HEAT não implica que ele não seja capaz de perfurar a blindagem de um tanque protegido pela blindagem ERA. A blindagem passiva de um veículo de combate determinada pela equivalência RHA se soma à capacidade da blindagem ERA com equivalência RHA. Como exemplo, se a blindagem passiva for equivalente a 300 mm RHA e a blindagem ERA for equivalente a 200 mm a… Read more »

Oráculo
Oráculo
Reply to  RDX
2 meses atrás

Não destrói imediatamente, mas tira de serviço.

E te garanto que se acertar no lugar certo, faz um estrago danado.

Só ver os barbudinhos do Hamas acertando os Merkava judeus com Trophy e tudo mais, com uns RPG do tempo da Guerra do Yom Kippur, deixando o melhor MBT da atualidade fora de combate.

Waldir
Waldir
Reply to  Oráculo
2 meses atrás

Pois é. Quando compra fora é aquela choradeira. Quando faz aqui não serve para nada. Exército devia comprar umas 400 unidades. Aí a empresa ia lucrar e poder desenvolver uma nova versão mais eficiente. Mas fala baixinho “lucrar” porque senão ofende muita gente. É pecado. Capitalismo “malvadu”…

L G1e
L G1e
Reply to  Waldir
2 meses atrás

Parece que o exército vai comprar mais 400 lançadores do míssil MSS 1.2 AC para equipar todos os pelotões anticarro. E com essa produção industrial algumas melhorias serão feitas nos próximos equipamentos. E a intenção do exército é que seja produzido além dos 400 lançadores mais 4.000 mísseis. Em tempo hoje não tem esse tipo de mísseis para vender no mercado. O javelin pôr exemplo tem que entrar na fila para entregar daqui a 5 anos. Pôr isso a importância do Brasil ter equipamentos nacional que consegue produzir aqui mesmo sem depender de importação. Na hora da precisão o Brasil… Read more »

Felipe
Felipe
Reply to  L G1e
2 meses atrás

De onde você conseguiu essa informação sobre quantidades?

L G1e
L G1e
Reply to  Felipe
2 meses atrás

O projeto original era comprar um lote piloto de 48 lançadores para o exército e mais 12 lançadores para os fuzileiros navais, total 60 lançadores.

Quando o sistema entrar em produção industrial comprar mais 400 lançadores. Esse é o projeto original.

Agora se irá comprar só 200 ou outra quantidade de lançadores aí só Deus para saber, infelizmente o Brasil não é muito de cumprir metas.

DanielJr
DanielJr
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Expectativa = 400 lançadores e 4000 mísseis

Realidade = 125 lançadores e 1000 mísseis com entregas em 30 anos

Rui Mendes
Rui Mendes
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Existem sistemas de mísseis fire and forget no mercado.
O Javelin, não tem fila de 5 anos, nem o Spike, nem os Akeron, para lá dos Chineses.
Mas concordo com desenvolver produto nacional.

João
João
Reply to  RDX
2 meses atrás

Inútil, somente no supertrunfo.
A blindagem dos carros não é toda por igual.
E a blindagem ativa tem de estar funcionando.

há diversos aspectos q entram em conta.

João
João
Reply to  João
2 meses atrás

E ainda tem mais.
Com a utilização de Art ao mesmo tempo, como fica?
E outras Armas AC?
E os trabalhos de Engenharia, que desorganizam, conduzem e bloqueiam o movimento dos Bld?

Enfim.
A Def AC é um sistema, e não uma ou outra arma.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
2 meses atrás

Pode não ser top de linha, da tecnologia e da ogiva já não serem as melhores disponíveis, mas é uma tecnologia nossa que pode ser melhorada e no caso de uma guerra temos a facilidade de produzir mais!

Edu
Edu
Reply to  Fabio Araujo
2 meses atrás

Penso que como nem só de MBTs vive um exército moderno, o míssil sobra para os outros tipos de veículos, já seria uma dor de cabeça a mais para o oponente, além de ser virtualmente sem restrições de quantidade ou permissões de uso.

Luciano
Luciano
Reply to  Edu
2 meses atrás

Olá, Edu. Exatamente! Há muita adaptação num campo de batalha e emprego de armamento fora do seu pacote de emprego original. Há muitas viaturas de comando com baixa blindagem, veículos outros em situações vulneráveis, etc. O pior é não ter nada para usar e todos os alvos passarem incólumes!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
2 meses atrás

“Testado desde 2018, o MSS 1.2 AC obteve resultados promissores, levando à aquisição de aproximadamente 60 unidades pelo Exército. ”

Vocês vão me dizer que, desde 2018, o EB só encomendou essas 60 unidades? É isso mesmo?

Fernando
Fernando
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Exato.
Sabe quantas torres UT 30 para Guaranis foram as queridas até hoje? Rsrsrs
Procura na internet que vc vai se irritar ao saber.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Fernando
2 meses atrás

“A previsão inicial era para a aquisição de 214 desses sistemas (conforme publicado no Diário Oficial da União de 31 de dezembro de 2010), mas devido a fatores como readequação das prioridades da Força frente às dificuldades orçamentárias, apenas dois contratos foram feitos e somente 13 sistemas foram adquiridos.”

Fonte: TecnoDefesa.

Por quê, em nome de Deus, eu fui pesquisar isso? Por quê?

E lembrando que o EB que cortou pedidos dessa torre é o mesmo EB que quer torrar bilhões com modernização de Cascavel, ein?

Allan
Allan
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

O caso do Cascavel creio q é simplismente para manter os regimentos ativos, pq sem blindados não tem regimento, então vai mantendo ativos mesmo com veiculos velhos e espera q um dia caia do ceu um Guarani ali.

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Allan
2 meses atrás

Os Cascaveis ,assim como os M-113 BR estão sendo ,basicamente, refeitos desde o chassi, basta ler sobre suas modernizações com troca de motor e várias peças de rodagem além de, no caso do Cascavel, a inclusão de moderna eletrônica trazendo os veículos pro século XXI, melhor mais Centauro II?? claro q sim mas tem o dindin ??Não, então melhor dar um belo grau a um custo menor em veículos q já se tem em quantidade e ir utilizando enquanto se recebe ,a conta gotas, os novos.

Leonardo Cardeal
Leonardo Cardeal
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

A turma do feito no BR não entende como a banda toca aqui. Em todo evento de pompa é divulgado números de aquisição promissores, maS na realidade sempre tem adequação de quantidade, ou Ate engavetambeto de projetos.Não importa se é por conta de orçamento ou por conta de falta de vontade política. Isso não é de hj, isso é desde sempre. Entendam, produzir aqui é caro, demorado e geralmente dá dor de cabeça pra quem produz seja por falta de incentivo, demanda ou vontade política.

bruto
bruto
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

pelo menos ta bom de numero ate lá , quanto ficar melhorado e homologado , ai a produção vai a massa

A6MZero
A6MZero
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

A verdade é bem pior já que o programa do MSS 1.2 começou em 1986…

Ou seja 40 anos e temos 60 unidades.

Zero77
Zero77
Reply to  A6MZero
2 meses atrás

Alguém pergunte sobre os programas de mísseis da FAB…

Mas claro, a culpa sempre é dos outros (menos dos brigadeiros)…

Henrique A
Henrique A
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

No caso “60” se refere ao número de lançadores ou de míssseis?

Felipe
Felipe
Reply to  Henrique A
2 meses atrás

Parece que de mísseis…

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Sabe que tu ta no Brasil né e que “defesa não dá voto” e nisso deixam tudo relativo a defesa de lado(há muita carência em equipamentos novos principalmente pra região amazônica), a indústria de defesa que o diga. Claro tem o lado da má administração dos recursos por parte das forças armadas(principalmente a MB) em determinadas áreas e em relação a contingente, mas isso é outro assunto.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Tomcat4,5
2 meses atrás

Caro Tom. Em qual país democrático “defesa dá voto”? Aliás, quem entre nós, aqui na trilogia, escolhe o voto considerando questões de “defesa”, ao invés de questões “econômicas” ou “partidárias”?

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Camargoer.
2 meses atrás

Justamente caro Camargoer mas ,no meu caso, quando possível busco votar em quem ,ao menos menciona sua visão sobre a defesa.

L G1e
L G1e
Reply to  Camargoer.
2 meses atrás

Nos EUA dá voto…

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Oh Yes !!! Agora olha o patriotismo lá e compara com nozes cá muchacho ,dá vontade de chorar.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Segundo o Istituto Gallp, os principais pontos considerados pelos eleitores na eleição de 2020 (ainda não existem pesquisas sobre 2024) foram

1) Assistência de saúde
2) Terrorismo e segurança interna
3) Política de armas
4) Educação
5) Economia
6) Mudança climática
7) Aborto
8) Distribuição de renda e desigualdade social
9) Déficit público
10) Impostos
11) Relações étnicas
12) Infraestrutura
13) Politica externa
14) Comércio
15) Questões sexuais

https://news.gallup.com/poll/276932/several-issues-tie-important-2020-election.aspx

DanielJr
DanielJr
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Bem vindo ao mundo do EB

Carvalho2008
Carvalho2008
2 meses atrás

Finalmente o Mss 1.2 saindo do armário….é um RBS70 simplificado….focado a superfície….numa evolução e com encomendas, pode progredir bem. De fato, é como o Milan….este lote inicial que o EB teve foi apenas para dar andamento….é assim mesmo, com continuidade, as versões vão melhorando….quem sabe o alcance melhorado e ogiva dupla não estejam disponiveis em próximas versões???

Last edited 2 meses atrás by Carvalho2008
McthoshBR
McthoshBR
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

Concordo com você amigo, com uma evolução acredito que funcione bem, apesar de o exército ter comprado o SPIKE israelense que chega agora em 2024, e o JAVELIN uma ogiva tandem para o MSS na minha opinião não seria tão difícil de desenvolver, algo tipo o que fizeram com ASTROS, somente o trocando a cápsula de armazenamento do missil mantendo o mecanismo de disparo!!

Last edited 2 meses atrás by McthoshBR
Fernando
Fernando
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

30 anos para o primeiro lote. Quem sabe daqui mais trinta antes do degelo das calotas polares a gente tenha uma versão melhorada

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Fernando
2 meses atrás

Sem encomenda, não tem outra forma….não é bombom para fabricar e deixar na estante aguardando cliente….

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

Ah, mas tem uma galera aqui que jura por Deus que dá pra deixar um produto militar em stand-by por décadas que, no 1° sinal de necessidade, dá pra voltar a fabricar ele com a mesma facilidade que o Mc’Donalds faz hambúrguer…

Em 5 anos, só encomendaram 60 unidades…é assim que as FA’s querem que a indústria militar nacional avance e seja competitiva?

Tutu
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

O sistema estava em teste, a previsão de entrega era só no ano que vem.

Luciano
Luciano
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Olá, Willber. Assim mesmo! Tem comentarista aqui que diz q míssil é apenas um tubo com um pouco de explosivo e um pouco de combustível, qualquer oficina faz!

MMerlin
MMerlin
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Os últimos testes, salvo engano, tinham sido feitos em 2022.
Sem dúvida alguma a SIAT veio atualizando a suite eletrônica para repor as partes obsoletas ou descontinuadas do mercado.
Não no intuito de melhorar o sistema (o que pode ter ocorrido) mas com objetivo de manter a possibilidade de abertura rápida de linha de produção em caso de necessidade.

Last edited 2 meses atrás by MMerlin
Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  MMerlin
2 meses atrás

A única maneira de fazer com que esse míssil seja minimamente competitivo no mercado internacional é finalmente ele virar um sistema do tipo Atire e Esqueça.
Até lá, ninguem vai comprar um míssil que AINDA usa um sistema que é obrigado a manter o alvo iluminado até o impacto.
Resolvendo isso, sou totalmente a favor do EB encomendar esse sistema a rodo, e integrar esse sistema ao máximo de veículos que temos, como Lince e Guarani.

Bosco
Bosco
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Para o MSS-1.2 virar um míssil “atire e esqueça” ele teria que contar com um seeker e aí ele deixaria de ser o MSS-1.2.
O que você sugere é que deixem de produzir o MSS-1.2 e desenvolvam um míssil novo.

L G1e
L G1e
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

E ainda tem o ALAC que já foram entregues centenas para o exército.

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Que eu tenha encontrado informações, foram adquiridas e recebidas pelo EB, 150 unidades da ALAC.

Felipe
Felipe
Reply to  Santamariense
2 meses atrás

Foram 300 no total…

Santamariense
Santamariense
Reply to  Felipe
2 meses atrás

Onde vc achou essa informação?

L G1e
L G1e
Reply to  Felipe
2 meses atrás

Verdade. Centenas…

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

Exatamente Carvalho e mais, ter a fabricação local e ,com uma boa encomenda, poder causar a evolução do sistema são de uma importância enorme pois o Javelin, por exemplo, está com fila de anos para poder ser entregue e produzir o nosso, mesmo na atual versão, é de suma importância e efetividade dissuasória.

sergio 02
sergio 02
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

Quanto ao alcance, esse míssil pode engajar alvos a ate 3km. mais acima dos 2km a precisão diminui, segundo informações do site caiafa master.
Então dependendo da situação, pode se tentar um tiro de sorte, quem sabe.

L G1e
L G1e
Reply to  sergio 02
2 meses atrás

E melhor tentar com alguma coisa… Ou não ter nada para tentar..

Victor F
Victor F
2 meses atrás

“Testado desde 2018, o MSS 1.2 AC obteve resultados promissores, levando à aquisição de aproximadamente 60 unidades pelo Exército. Há também a expectativa de que o Corpo de Fuzileiros Navais venha a adotar o míssil. Este avanço é considerado um marco estratégico, principalmente devido à escassez global de armamentos similares, como o americano Javelin, e ao decrescente interesse pelo míssil russo Kornet.” Isso até fez ele parecer um sistema atual, porem tem desempenho inferior a sistemas dos anos 70. como o HOT. 530mm de penetração é extremamente baixo para os dias atuais “ain mais o Brasil não precisa de um… Read more »

Mota
Mota
Reply to  Victor F
2 meses atrás

Victor, Boa noite. Todos os veículos de combate possuem pontos de junção e mecanismo de tração que podem ser colocados fora de ação por armamento até inferior. Em um conflito qualquer atacante que tenha conhecimento da existência deste equipamento terá que tomar medidas de proteção e também se expor em razão dele, e esta exposição pode lhe custar toda incursão. Moral da história, com ele é bem melhor do que sem ele. Quanto a quantidade adquirida, de fato é irrisória quando comparado com as aspirações de um Brasil que queremos Forte. Mas infelizmente, como dizia um velho professor: Há se… Read more »

L G1e
L G1e
Reply to  Mota
2 meses atrás

Verdade. Não é bom está dentro de um tanque MBT que receber um impacto direto de um míssil anticarros MSS 1.2.

Carlos Gonzaga
Carlos Gonzaga
2 meses atrás

Ué?!? Não falaram tinha sido abandonado? Aprendam que não se revela toda a verdade quando se trata de assunto estratégico.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Carlos Gonzaga
2 meses atrás

Considerando-se que foram encomendados apenas 60 unidades em 5 anos, e que isso jamais teria chances numa concorrência de vendas externas, e considerando-se tambem que nem o próprio EB sabe quando encomendará mais unidades, pode-se dizer que ele está SIM abandonado…

Carlos Gonzaga
Carlos Gonzaga
2 meses atrás

Brasileiro é assim mesmo! Lambe botas! É incapaz é ver algo de bom feito por aqui. Esses desenvolvimento trouxe conhecimento. A compra de um lote trouxe investimento e agora vamos trabalhar para melhorar. Outros começaram assim e avançaram. Porque não podemos fazer o mesmo?

Zero77
Zero77
Reply to  Carlos Gonzaga
2 meses atrás

É o pessoal que ama FMS e/ou alguma coisa obsoleta/caríssima dos EUA/OTAN…

E com intrusões geopolíticas até o talo.

MATHEUS AUGUSTO
MATHEUS AUGUSTO
2 meses atrás

Oloco, então quer dizer que o M.S.S. 1.2 EXISTE MESMO ? KKK

L G1e
L G1e
Reply to  MATHEUS AUGUSTO
2 meses atrás

Verdade. Todos aqui falando todos os dias que nunca tinha sido produzido. Igual o MAR-1 que aqui também todos falam que nunca foi produzido. Top secret.

Zero77
Zero77
Reply to  L G1e
2 meses atrás

O MAR-1 foi morto pela FAB…

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Entrevista com um dos fundadores da Mectron, e da SIATT. Sobre o MAR-1, à partir de 9 min e 30 segundos. Sinto te desapontar sobre esse míssil … é só tu assistir …

https://m.youtube.com/watch?v=yqOLuOdUmRk

L G1e
L G1e
Reply to  Santamariense
2 meses atrás

Santamariense, eu já vi essa entrevista. Tem certas informações secretas que ninguém pode falar. Segredo militar industrial. Ninguém iria parar um projeto já estando pronto ou perto de terminar faltando 5% no máximo de um produto que menos de 10 países produz hoje. Top secret.

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Se você prefere acreditar e se isso te deixa mais confortável, por mim, tudo bem. Eu prefiro acreditar num dos caras que criou o produto, e ele afirma que há muitos problemas no míssil que não foram solucionados. E a FAB não opera o míssil. E nem o Paquistão. O resto é teoria de internet. Mas, volto a dizer, se para ti é confortável acreditar que sim, ótimo.

Bueno
Bueno
Reply to  Santamariense
2 meses atrás

É Uma pena, contudo tem se o projeto nas Mãos da SIATT e EDGE, e o do míssil A-Darte

Quero muito ver o A-Darte ser produzido e vendido! , agora da para sair com a SIATT e EDGE juntas , um pedido conjunto do Brasil e dos Emirados Árabes Unidos pode colocar este míssil em produção.

Last edited 2 meses atrás by Bueno
Dod
Dod
2 meses atrás

Qual o quantitativo do EB hoje ?

L G1e
L G1e
Reply to  Dod
2 meses atrás

A matéria falou em 60. Mas seria 60 lançadores ou 60 mísseis? Acredito em 60 lançadores.

Augusto
Augusto
Reply to  L G1e
2 meses atrás

3 lançadores e 60 mísseis.

MATHEUS AUGUSTO
MATHEUS AUGUSTO
Reply to  Augusto
2 meses atrás

Também não precisa mentir assim.

Santamariense
Santamariense
Reply to  MATHEUS AUGUSTO
2 meses atrás

Essas quantidades foram colocadas por um ex-militar do EB, em um comentário em outro site de defesa.

Felipe
Felipe
Reply to  MATHEUS AUGUSTO
2 meses atrás

É estranho 60 mísseis para 3 lançadores. No caso dos RBS70 foram comprados em média 5 mísseis para cada lançador.

PauloOsk
PauloOsk
2 meses atrás

Rapaz, eu fiquei eh feliz com essa noticia, qual outro pais latino americano tem essa capacidade?

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  PauloOsk
2 meses atrás

Até onde eu sei, nenhum, mas posso estar errado, ou será que não ???rs

DanielJr
DanielJr
Reply to  Tomcat4,5
2 meses atrás

Acho que o Peru e Chile possuem spike.

Tomcat4,5
Tomcat4,5
Reply to  DanielJr
2 meses atrás

Possuem, não fabricam o próprio sistema/missil . O Spike nós tbm compramos e vamos armar helicópteros(e possivelmente os Cascaveis) com ele.

L G1e
L G1e
Reply to  Tomcat4,5
2 meses atrás

Tomcat, o exército comprou 100 mísseis Spike e não consegui encontrar a quantidade de lançadores, talvez 20. Parece que irão equipar helicópteros esquilo e pantera que estão sendo modernizados e que hoje usam lançadores de foguetes de 70mm.

No caso do cascavel NG que tem previsão de modernização de 214 cascavel, e considerando 2 lançadores por veículo, total de 428 lançadores de mísseis. Tudo indica que será o MSS 1.2 , visto também que o objetivo é que o Cascavel NG seja 100% nacional.

Vamos aguardar.

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

A modernização do Cascavel varia de um quantitativo mínimo de 98 e um máximo de 201 viaturas.

L G1e
L G1e
Reply to  DanielJr
2 meses atrás

Capacidades de produção nacional hoje só o Brasil.

Orivaldo
Orivaldo
2 meses atrás

Eu pensei que estava engavetado

Oráculo
Oráculo
Reply to  Orivaldo
2 meses atrás

Pois é.

O pessoal nem sabia que o negócio existia.
E agora já reclamam da quantidade, que ninguém sabe se realmente é essa.

O importante é criticar. Que se dane a verdade. O negócio é julgar, condenar e se possível executar a sentença, tudo na mesma hora.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Oráculo
2 meses atrás

98% de comentários que não agregam uma sílaba de conhecimento….olha o que a indústria do like criou…o reino da opinião sem conteúdo…

João
João
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

Carvalho
Uma massa de comentaristas só tem uma função, e é política, é denegrir as FFAA de qq forma.
Não que não haja erro nas FFAA, mas é claro, cristalino, o “se não tem tá errado e se tem é ruim”. Sempre…
E pior, é a falta de fundamento na maioria das vezes, ainda q escrevendo num bom português….

Allan Lemos
Allan Lemos
2 meses atrás

Nem sabia que tinham o produzido, achava que estava em desenvolvimento eterno como o MTC-300.

Agora adquirir só 60 unidades é de lascar, gasta-se isso em uma hora, em um conflito de alta intensidade.

L G1e
L G1e
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

60 lançadores x 10= 600 mísseis.

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Não sabemos, com dados concretos, quantos lançadores e quantos mísseis foram adquiridos até agora e nem o total que será comprado.

Carlos Gonzaga
Carlos Gonzaga
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

Lemos, são pelo menos 60 unidades. Se você fosse enfrentar alguém, você o avisaria que arma vc vai usar e quanta munição você tem? A filosofia de desenvolvimento é essa mesmo! Começa com um pequeno circulo que se expande a cada volta de forma contínua e constate. Nos falta continuidade ou temos pressa em demasia pelos resultados? Acredito que ambos pois, qdo o resultado demora a aparecer, nós brasileiros tendemos a mudar os planos. Conheço muito bem isso após 40 anos de engenharia. Vi projetos bons naufragarem por impaciência de investidor querendo retorno rápido. Comprando pacote caixa preta ao invés… Read more »

Last edited 2 meses atrás by Carlos Gonzaga
Felipe
Felipe
Reply to  Allan Lemos
2 meses atrás

Pior é que foram 60 mísseis e não lançadores (3)

Last edited 2 meses atrás by Felipe
Fabio Araujo
Fabio Araujo
2 meses atrás

Bem que poderiam fazer uma versão para ser colocada em veículos terrestres, ( Guarani ou Cascavel mordenizado ) e helicópteros!

L G1e
L G1e
Reply to  Fabio Araujo
2 meses atrás

O míssil anticarros MSS 1.2 vai equipar o cascavel NG.

Carlos Gonzaga
Carlos Gonzaga
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Embora esteja previsto, acredito que vão usar uma versão mais aprimorada com maior alcance, cabeça em tanden e seeker térmico ou IR.

Zero77
Zero77
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Cascavel NG que é varado por qualquer RPG vagabundo…

Tutu
Reply to  Zero77
2 meses atrás

O guarani tbm.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Tutu
2 meses atrás

Pois é….

L G1e
L G1e
Reply to  Carvalho2008
2 meses atrás

Mestre. Infelizmente parece que aqui ninguém sabe que qualquer blindado da categoria do cascavel em qualquer lugar do mundo pode ser destruído por um RPG… Parece que é só o cascavel… Invocação com o cascavel nesse sentido. Ninguém compara a blindagem do cascavel com os seus equivalentes nos EUA Europa Rússia China etc… Só falam mal do cascavel sem entender o contexto da sua utilização… E muito difícil… Tem que abrir um cursinho pré….

Zero77
Zero77
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Equivalentes nos EUA, Europa, Rússia, China?

O Cascavel é um blindado anticarro…

E obsoleto em todos aspectos… Desperdício total de recursos investir nessa frota.

L G1e
L G1e
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Quem disse que o cascavel é um blindado anticarros… O Cascavel e um blindado de reconhecimento só isso. Brigadas Striker EUA… Favor verificar os veículos blindados…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Algumas centenas de técnicos profissionais no Brasil discordam….e algumas centenas de técnicos profissionais da área no mundo também discordam….mas se desejar fundamentar, o espaço aqui é para isto….

João
João
Reply to  Zero77
2 meses atrás

?????
Não é… é uma Viatura de reconhecimento.

Zero77
Zero77
Reply to  João
2 meses atrás

Na teoria é.

Mas na prática qual seu uso no EB?

Vide os RCMecs…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Não é cursinho, não é nada…é a vontade permissiva de tentar dizer algo que não fala nada….existe uma falsa sensação de que opinando assim, sem conteúdo, aparente conhecimento, mas é um tristonho engano, pois apenas revela o imaturo conhecimento….para alguém de 14 anos…pode parecer que o colega sabe quando assim se manifesta….mas para os demais antigos escolados…apenas a verdade do desconhecimento….não imaginam quantos aqui estão vendo e revirando os olhos com as bobagens expressadas…

Zero77
Zero77
Reply to  Tutu
2 meses atrás

Só que o Cascavel é um “blindado anticarro”…

Esse “modernização” não alterou nada 2 de sua deficiências críticas que é a blindagem e poder de fogo fraquíssimos.

Desperdício de dinheiro. Típico projeto de ser tipo de general do EB.

Que produzissem o MSS 1.2 em massa para todos os RCMecs que era mais efetivo.

L G1e
L G1e
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Poder de fogo fraquíssimo do cascavel com um canhão de 90mm e metralhadoras 7,62… E depois da modernização com mísseis anticarros MSS 1.2 AC… Aí já é demais … Blindagem igual aos blindados da categoria do cascavel… Poder de fogo do cascavel NG muito maior..

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Pelo que se discute, o míssil a ser implantado no Cascavel não será o MSS 1.2

João
João
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Só que o Cascavel é um “blindado anticarro”…

Não é…. simples assim….

Zero77
Zero77
Reply to  João
2 meses atrás

Por acaso viste as aspas?

Qual seu uso no EB?

Ainda mais o NG?

Santamariense
Santamariense
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Qual seu substituto para o Cascavel?

Jhenison Fernandez
Jhenison Fernandez
Reply to  Tutu
2 meses atrás

o BMP-2, BMP-3, o BTR80, o BT-82, o Striker e etc.

Zero77
Zero77
Reply to  Jhenison Fernandez
2 meses atrás

São blindados de categorias diferentes e nenhum da do Cascavel.

L G1e
L G1e
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Então qual o blindado de outros países que é da categoria do cascavel NG? E qual deles consegue resistir a um impacto de RPG?

Santamariense
Santamariense
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Qual tu prefere? O Cascavel modernizado é com canhão 90 mm ou o Guarani com canhão de 30 mm?

Jhenison Fernandez
Jhenison Fernandez
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Pelo que estão dizendo, será o SPIKE que irá equipar o Cascavel NG, mas bem que poderia ser ambos.

L G1e
L G1e
Reply to  Jhenison Fernandez
2 meses atrás

Será o MSS 1.2 o Spike irá equipar os helicóptero modernizados.

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Tem fonte para essa informação? Pelo que vi em todos sites de defesa, o Cascavel irá usar o Spike.

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás
L G1e
L G1e
2 meses atrás

E tem o A-Darter que o Brasil tem a tecnologia e pode produzir as versões ar -ar terra ar. Seria um ótimo míssil antiaereo.

L G1e
L G1e
Reply to  L G1e
2 meses atrás

O míssil A-Darter Poderia equipar uma versão do guarani antiaérea junto com o radar saber 200 100% nacional.

Zero77
Zero77
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Se fosse simples assim para ser efetivo…

L G1e
L G1e
Reply to  Zero77
2 meses atrás

Socorro vamos comprar então um S500 da Rússia ou aquele de Israel que não vende para ninguém..

Zero77
Zero77
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Gambiarras com misseis ar-ar quase sempre dão *…

Atirador
Atirador
Reply to  L G1e
2 meses atrás

O A-Darter foi abandonado sem a conclusão dos trabalhos, e não temos a tecnologia dele.

L G1e
L G1e
Reply to  Atirador
2 meses atrás

Rsrs sabe de nada inocente rsrs

Santamariense
Santamariense
Reply to  L G1e
2 meses atrás

No mostra a Unidade secreta operadora do A-Darter no Brasil.

Zero77
Zero77
Reply to  Atirador
2 meses atrás

Mais uma na conta da FAB.

Mas claro, os brigadeiros não tem nada a ver com isso…

RDX
RDX
2 meses atrás

60 mísseis ou lançadores? Considerando que esse sistema ainda não foi homologado eu duvido que sejam 60 lançadores.

Augusto
Augusto
Reply to  RDX
2 meses atrás

60 mísseis, 3 lançadores.

Vitor
Vitor
2 meses atrás

Esse armamento apresenta pontos fracos.

*Pode não penetrar em veículos c/ blindagem reativa

* Deixa rastro da posição da unidade lançadora denunciado a posição e colocando o atirador em risco. Dessa forma o blindado alvejado vai disparar tudo que tive em cima do atirador.

* É necessário que o atirador guie a munição até atingir o alvo.

* O projeto é de 1990. Triste mas é a realidade senhores.

Last edited 2 meses atrás by Vitor
L G1e
L G1e
Reply to  Vitor
2 meses atrás

Nossa só reclamação é um produto 100 % nacional.

Bernardo
Bernardo
Reply to  L G1e
2 meses atrás

Ser 100% nacional não faz nada ser automaticamente bom, amigo Que bobagem. Por causa desse tipo de pensamento que o Brasil lança produto com tecnologia de 30, 50 anos atrás, gente aplaude, empresário ganha dinheiro e o ciclo continua. E se não ganha o EB ainda vai lá e salva a empresa da falência.
Qual o incentivo pra fazer algo novo ou de ponta?
Na hora do combate nenhuma blindagem quer saber onde o míssil foi fabricado. Ou as coisas são boas ou não são, etiqueta de “made in” não importa ali. O mesmo funciona pra todas as outras coisas.

L G1e
L G1e
Reply to  Bernardo
2 meses atrás

Mas é o que o Brasil consegue produzir hoje. Em caso de sanções guerra pode não vir nada de fora e aí? A Argentina perdeu a guerra das Malvinas porquê não tinha Exocet suficiente e não conseguia comprar ou produzir.

Tutu
Reply to  Vitor
2 meses atrás

É melhor que nada, e tirando o T-72B incapacita qualquer blindado deles.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Vitor
2 meses atrás

Mestre Vitor….vou compartilhar um pouco da realidade….aquela que está alem dos desfiles e coleções de figurinhas dos entusiastas…..
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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

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