Osprey down

CV-22

vinheta-clipping-forteTrês soldados americanos e um civil morreram na queda de um helicóptero americano na quinta-feira à noite no sul do Afeganistão, por causas ainda não determinadas, anunciou nesta sexta-feira a Otan em um comunicado.

“Uma aeronave de tipo CV-22 Osprey da Força Aérea americana caiu na província de Zabul na quinta-feira à noite, matando três militares americanos e um civil, e ferindo vários outros soldados. As causas do acidente são desconhecidas até o momento”, indicou um comunicado da Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf) da Otan.

O Boeing/Bell V-22 Osprey é uma aeronave de transporte híbrida, entre avião e helicóptero, que pode decolar e aterrissar verticalmente como os helicópteros de transporte pesados.

FONTE: G1

POSTS RELACIONADOS:
  1. Ospreys vão para o Afeganistão
  2. França confirma morte de militar no Afeganistão
  3. 14 americanos morrem em queda de helicópteros
  4. Otan lança ofensiva com 15 mil soldados no Afeganistão
  5. Colômbia: E a guerra continua…
  6. Policiais iraquianos matam soldados dos EUA
  7. Medvedev: ‘Rearmamento em grande escala começa em 2011′
  8. Helicóptero do Exército cai em São Pedro da Aldeia
Tagged with:
 

COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

22 Comentários to “Osprey down”

  1. fullcrum disse:

    Esse sistema vêm de um histórico de acidentes desde o início de seu desenvolvimento, mas a inovação tem seu custo. E pensar que chegamos a estudar algo parecido no Brasil!!!!

  2. Rodrigo disse:

    Há quanto tempo o Osprey está no Afeganistão e Iraque e quantos foram perdidos por motivos diversos ? Que eu saiba, este é o primeiro.

    Que ele teve um desenvolvimento logo e problemático não há dúvida, mas está 100% apto para o serviço.

  3. Radical Nato disse:

    Causa mais provável: RPG.

    SdS.

  4. Bosco disse:

    Radical,
    o uso com sucesso de RPGs para derrubar helicópteros é exceção e não regra.
    Eventualmente isso pode ocorrer principalmente com o uso de helicópteros em operações aeromóveis em áreas urbanas já que um insurgente pode aparecer de qualquer lugar e atirar a “queima roupa” com uma RPG, mas o ideal é que se use um míssil anti-aéreo apropriado.
    No caso do Osprey é pouco provável que o mesmo esteja sendo operado para desembarcar tropas em áreas urbanas.
    Se foi “derrubado” deve ter sido por “míssil”.
    Um abraço.

  5. Marine disse:

    Causa provavel: Erro do piloto em situacao de baixa altitude ou visibilidade. Seguido por falha mecanica.

    Sds!

  6. Paulo Costa disse:

    Se for verificado o indice de acidentes entre os aviões,
    helicopteros e o Osprey,o Osprey deve ser o mais baixo.Como o topico disse ,foi à noite,mesmo com
    o uso de visão noturna deve ter tido problemas com o
    po em suspensão devido as pas dos rotores,que dificulta a visão.Algumas pas de helicopteros ja tem
    um dispositivo que limpa a area em volta de poeira na hora do pouso.

  7. Marcelo Tadeu disse:

    Já disse uma vez aqui e volto a repetir. Um negócio desses, com este sistema, não é para operações militares, é super vulnerável. Se eu fosse um soldado americano, não voaria nesta joça para um front de jeito nenhum. Um helicóptero convencional é muito mais seguro. Este sistema de rotores será muito bom para uso civil, nunca para uso militar.

  8. vassili disse:

    Num sei onde um Tilt Rotor é mais ou menos vulnerável que um heli tradicional. Eu, particularmente só vejo vantagens no uso deste tipo de aeronave.

    abraços.

  9. Renato disse:

    Pelo que vi no Vootatico eles tem a vantagem da velocidade maior, mas tem tido altos gastos em manutenção.

  10. Bosco disse:

    Renato,
    o dobro da velocidade e três vezes mais alcance.

  11. claudio(RJ) disse:

    Como falou o Fullcrum os passos à frente têm seu custo.

    Não se surpreendam, em breve quando estiver totalmente operacional vai levar as operações helitransportadas a níveis jamais vistos, principalmente na questão do alcance, ponto fraco nos helis mesmo com um possível REVO.

  12. Radical Nato disse:

    Sempre que vejo este tipo de aeronave, me vem a mente aqueles estudos de aeronave composta, inclusive feito pelo Brasil também.

    Sds.

  13. Gerson Victorio disse:

    “..por causa ainda não determinadas…” :)

  14. Bosco disse:

    Nessa década deveremos ver florescer vários conceitos de aeronaves compostas da qual o V-22 é pioneiro mostrando ao mundo o conceito do tilt-rotor.
    Os mais promissores atualmente a saírem da prancheta são o X-2 da Sikorsky, o conceito VTDP do X-49 e o conceito Gyrolifter baseado no Fairey Rotodyne britânico da década de 50.
    Um abraço a todos.

  15. PFF disse:

    O CV-22 é a versão de Operações Especiais. Provavelmente estava sendo empregado em condições mais severas que os MV-22 dos Marines. Eu acredito na hipótese de acidente.

  16. Gerson Victorio disse:

    Olhando a foto com mais atenção…dá pra perceber os gases dos motores….alguém sabe se a assinatura IR do Osprey é maior que a de um heli de mesma capacidade ou se o mesmo tem algum dispositivo pra diminuir essa caracteristica?

  17. Ricardo disse:

    Essa jiringonça cai todo ano

  18. Top Gun disse:

    Concordo contigo Bosco. As aeronaves tiltrotor serão moda no futuro. Tem muito a evoluir esse conceito. Por exemplo, eu aposto que um dia essas hélices se transformarão em motores a jato! Trazendo diversos benefícios para a aeronave. Tilttrotor serão comuns no futuro.

  19. Bosco disse:

    Top,
    os motores a jato possuem performance inferior no modo vertical e pairado, além de impossibilitarem operações de salvamento, etc, pela grande velocidade e temperatura dos gases de exaustão, que impossibilita a permanência abaixo da aeronave.
    Uma saída seria que uma aeronave usasse o sistema “tilt rotor” no modo vertical/pairado e se convertesse em um avião a jato no modo horizontal parando e recolhendo as pás dos rotores para reduzir o arrasto.
    Teoricamente uma aeronave assim não teria limite de velocidade podendo ser inclusive supersônica, e ainda continuar eficiente no modo “helicóptero”.
    Um abraço.

  20. humberto disse:

    Para mim, se o CV-22 Osprey é mais vunerável que um heli normal o deve ser porque tem muito mais partes mecanicas que um avião ou o heli, ou seja, existem mais locais sensiveis que podem comprometer o Osprey.
    Dizem que a manutenção dele é complicada (temos que esperar mais tempo até ele se tornar mais “comum”, ai teremos uma ideia se é ou não tão complicado).
    Quanto a cair tantas aeronaves no Afeganistão:
    1-) Primeiro, estão em combate, ou seja, além de terem que voar bem mais que o normal, eles estão voando quase sempre no limite (dependendo da situação acima do limite) e tem gente tentando abater eles, ou seja, estress…
    2-) O ambiente lá é duro, desde areia (atrapalhando desde visualização a pousos) a alta altitude (ou seja, os helis voando mais perto do limite),
    3-) Um pouco dos dois anteriores, como os pilotos não conhecem a area (não foram treinados nestas situações tão especificas ou não possuem equipamentos que realmente possam ajudar) até pegarem a “mão” vai sofrendo..
    Já li que o futuro dos Tilt é algo parecido com o F-35.. Vamos ver..
    []

  21. Marcelo Tadeu disse:

    Se é tão revolucionário, porque que há 50 anos se tem pesquisado sobre o assunto, além de muitos tipos e protótipos terem voado e até hoje o que se vê é o V-22 e o BA-609? O helicóptero normal evoluiu muito mais, vcs não acham?

Comente

Você precisa estar logado para postar comentários.

Se você ainda não adquiriu a terceira edição da nossa revista impressa, reserve já seu exemplar!

Clique na apresentação acima para fazer a degustação de algumas páginas da edição número 3 da revista Forças de Defesa, de 96 páginas. Garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço já inclui o envio registrado pelos Correios e a embalagem protetora. Para adquirir o seu exemplar, clique num dos botões abaixo. Use o PagSeguro para gerar um boleto pagável em qualquer banco e o PayPal para pagar com cartão de crédito. Para dúvidas sobre outras formas de pagamento e demais informações, envie um e-mail para revista@fordefesa.com.br. Ao comprar a revista, o leitor torna-se assinante dos sites das Forças de Defesa, podendo postar comentários após o seu cadastramento.