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DSEI 2017: fuzil F90MBR de nova geração da Thales

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F90MBR

Na DSEI 2017, a Thales apresenta uma nova geração de fuzil de assalto ambidestro de ataque militar interoperável da OTAN, o F90MBR — Modular Bullpup Rifle, adequado para apoiar o moderno soldado integrado. O F90MBR é a nova geração do F90 Assault Rifle, atualmente em serviço com a Australian Defense Force.

O F90MBR é completamente interoperável com as armas da OTAN.

Pontos chave:

  • O sistema tri-rail da OTAN e a compatibilidade com os carregadores garantem a interoperabilidade com as armas existentes da OTAN;
  • Controles dianteiros totalmente ambidestros, capacidade de ‘Over The Beach’ e controles de liberação de carregadores;
  • Um dos fuzis de assalto mais leves do mercado, com 3,25 kg;

O F90MBR é um dos fuzis de assalto mais leves no mercado em 3,25 kg, e está equipado com controles ambidiestros para permitir tempos de reação rápidos e engajamento de alvo rápido. Os recursos incluem a disponibilidade em vários comprimentos de cano, controles de liberação dianteiros totalmente ambidestros e controles de liberação de carregadores e uma função de liberação de carregador “drop free” para facilitar troca de carregadores ainda mais rápidas, independentemente do domínio da mão do atirador.

O F90MBR acomoda com segurança as técnicas de tiro de improviso através do uso de um defletor de cartuchos e pode ser facilmente modificado pelo operador sem ferramentas para ser uma arma de ejeção dedicada de mão esquerda ou direita.

A arquitetura aberta da arma incorpora um sistema “tri-rail” da OTAN e uma compatibilidade de carregador para garantir a interoperabilidade com as armas existentes da OTAN. Ele pode ser equipado com múltiplos canos, óptica, acessórios e auxiliares compatíveis com o Grab Case, permitindo que um operador transite rapidamente entre diferentes empregos táticos do sistema de armas.

A capacidade “Over The Beach” significa que é adequado para uso de forças anfíbias. Os soldados podem nadar com a arma e disparar imediatamente depois de sair da água.

O F90, e agora o F90MBR, estabelecem o padrão de referência para precisão e confiabilidade em armas pequenas para apoiar soldados nas operações.

Com base em mais de 100 anos de extensa experiência e experiência em fabricação de armas pequenas, o F90MBR é desenvolvido a partir da arma F90 comprovada, oferecendo aprimoramentos ergonômicos, de modularidade e interoperabilidade, mantendo os mesmos altos níveis de precisão e confiabilidade que o F90.

Tanto o F90 como o F90MBR permitem que o soldado alcance até 600 metros com precisão e facilidade. A confiabilidade comprovada de classe mundial garante que um soldado pode ter uma confiança absoluta em sua arma nas condições ambientais mais exigentes, seja aquelas areias do deserto, a umidade da selva ou em frio extremo.

DIVULGAÇÃO: Thales

16 COMMENTS

  1. Certamente custará menos do que os R$7,500 cobrados pela carabina IA2. Além do mais, no Brasil, será de uso restrito ao tráfico e roubos a banco e carro forte.

  2. Melky Cavalcante

    Exatamente. É uma evolução da Aug, mais modular e leve. Só é pena que perca algumas caracteristicas legais da Aug como a troca rápida do cano da arma.

  3. Gostei deste defletor na saída do estojo, que desvia o estojo do rosto do atirador canhoto.

    Eu sou fã de bullpups, tenho um TAVOR de Airsoft, 15″ de cano, que fica do tamanho de uma MP5 com a coronha esticada e praticamente a metade do tamanho do meu M16 com apenas 5″ a mais de cano.

  4. o F90 corrigiu umas coisas do Aug mas outras continuam na mesma, como o charge handle não ambidestro, impossibilidade completa de silenciadores comuns por causa do pistão de gás exposto, o que praticamente obriga o uso de uma manopla, principalmente se o operador for canhoto, etc.
    .
    O TAVOR (qualquer versão) ainda é o bullpup militar à ser igualado.
    Na esfera civil, finalmente a Desert Tech terminou o seu MDR, depois de longos 7 anos.
    O MDR é o bullpup com uma proposta realmente inovadora assim como foi o RDB da Kel-Tec.
    https://www.youtube.com/watch?v=g1fNRqW5Gt4

  5. Eu achava bullpups como o Tavor a melhor opção para policiais, mas depois que vi a HK MP7, perdi o tesão.
    Sim, há versão PDW do Tavor, mas o MP7 com seu baixo peso, facilidade de transporte (pode se transportado na coxa, como uma arma curta), e munição dedicada, deixou os PDW derivados de fuzis e submetralhadoras no chinelo.
    O óbice é o preço, 2.500 trumps cada.

  6. Para efeito de comparação, a matéria sobre os rifles do mundo poderia estar linkada aqui, como era no antigo design (ficava lá em cima).
    A FAL foi absorvida pela Thales? Tava nem sabendo dessa.
    Há que se pensar no campo de batalha quando as coisas vão para as vias de fato. Esse fuzil tem compatibilidade com cartuchos OTAN, o que é bom. Mas não to vendo baioneta, que é uma coisa imprescindível nas atividades de guerrilha…

    Saudações.

  7. Delfim Sobreira,
    sério que você considera a MP7 como uma PDW para ser transportada por ai?
    Se você for um policial em serviço eu concordo, mas uma MP7 é um trambolho para ser portada por um civil.
    Ps.: e que muniçãozinha cara é o 4.6×30mm hein?
    Se estamos falando de uma PDW portável por um civil e com uma munição de alta velocidade, grande poder de penetração e transfecção, fico com FN Five-seven. Mas a munição 5.7×28mm também é muito cara… putz.
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/23/FN5701.jpg

  8. Oganza e Talisson.
    A questão é que aqui já há bandidos usando proteção balística. Pesquisem sobre o tiroteio de 1987 nos EUA, onde 2 criminosos pesadamente protegidos e armados roubaram um banco e causaram dezenas de baixas entre policiais usando arma curta ( https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tiroteio_de_North_Hollywood ). Há vários filmes
    Aquele episódio não apenas iniciou a adoção de fuzis nas Polícias em detrimento de espingardas e submetralhadoras 9mmP, como o processo de “customização” dos mesmos às necessidades policiais. Com exceção do XM177 o AR15/M16 tinha o estilo básico até a demanda e necessidades policiais criarem trilhos, empunhaduras quadrail, miras optrônicas e outros acessórios que se dependessem apenas das FAs não existiriam.
    A MP7 lógico não seria arma de venda ao mercado civil, mas seria uma arma policial excelente. Um policial com um MP7 + 1 arma curta estaria muito bem armado e podendo levar menos peso (MP7 pesa apenas 1,9 kg.), ou mais munição com o mesmo peso comparando com uma M16car.
    A munição 4,6 é cara porquê é restrita e de pouca produção. Aliás anda se estudando muitos calibres para substituir o 5,56 (.300blk, 6,5creed, 6,8spc,etc) principalmente em CQB.
    Dá até para pensar que o EB está adotou o 5,56 com quase 50 anos de atraso e pior, quando está para ir embora, assim como quando adotou o FAL 7,62×51 em 1964.

  9. Delfim Sobreira,
    agora sim, você está falando da ótica de um policial. Concordo.
    Ps.: Quanto a penetração balística tanto a 5.7 quanto a 4.6 estão no mesmo patamar, apesar da HK dizer que não, mas esse é o resultado oficial da OTAN quando fez o requerimento para um novo calibre para small arms. Posteriormente a NFA e o FBI emitiram um report igual.
    .
    Pps.: quanto ao mercado dos EUA e suas peculiaridades estou bem a par. Moro lá e faço uso das liberdades americanas para usufruir do acesso que aqui no Brasil nós não temos.

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