As leis da guerra, também conhecidas como o Direito Internacional Humanitário, são um conjunto de regras estabelecidas para proteger pessoas que não participam diretamente nas hostilidades e restringir os métodos e meios de combate durante conflitos armados. A Convenção de Genebra, que consiste em quatro tratados, é a pedra angular do Direito Internacional Humanitário. Aqui está um resumo das principais disposições das Convenções de Genebra:

Convenções de Genebra:

1. Convenção para o Alívio dos Feridos e Doentes em Forças Armadas em Campanha (Primeira Convenção de Genebra, 1864):

  • Protege os feridos e doentes em campo de batalha.
  • Estabelece a Cruz Vermelha como o símbolo de proteção.
  • Proíbe maus-tratos a prisioneiros de guerra.

2. Convenção para o Alívio dos Feridos, Doentes e Náufragos das Forças Armadas no Mar (Segunda Convenção de Genebra, 1906):

  • Estende a proteção às forças navais e aos náufragos.

3. Convenção Relativa ao Tratamento dos Prisioneiros de Guerra (Terceira Convenção de Genebra, 1929):

  • Protege prisioneiros de guerra contra maus-tratos, tortura e execução sumária.
  • Garante prisioneiros de guerra tratamento humano, incluindo cuidados médicos e contato com suas famílias.

4. Convenção Relativa à Proteção de Civis em Tempo de Guerra (Quarta Convenção de Genebra, 1949):

  • Protege civis em áreas de conflito, incluindo prisioneiros civis e pessoas que não participam diretamente nas hostilidades.
  • Proíbe ataques indiscriminados contra civis e instalações civis, bem como deportações e transferências forçadas de populações civis.

Princípios Gerais:

  1. Distinção: As partes em conflito devem distinguir entre combatentes e não combatentes, bem como entre alvos militares e civis.
  2. Proporcionalidade: O uso da força deve ser proporcional à necessidade militar e evitar danos excessivos aos civis e à propriedade civil.
  3. Precaução: As partes em conflito devem tomar precauções para evitar ou minimizar danos aos civis e à infraestrutura civil.

Essas leis buscam equilibrar as necessidades militares com a proteção dos direitos humanos durante situações de conflito armado. É importante observar que estas leis são aplicáveis durante conflitos armados internacionais e, em certas circunstâncias, durante conflitos armados não internacionais, proporcionando uma base fundamental para a proteção das vítimas da guerra.

Subscribe
Notify of
guest

84 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Junior Souza
Junior Souza
8 meses atrás

O duro é quando apenas uma das duas partes beligerantes e cobrada a respeitar a convenção de genebra e o direito internacional.
Ou ambos os lados respeitam ou nenhum respeita, lei da selva…

Luciano
Luciano
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

Boa tarde, Junior. Sim, cria um sentimento de revolta, porém há uma questão legal e moral: condenamos o outro por seu ataque bárbaro, que nao respeita regra alguma, e reagimos da mesma forma q ele nos igualando moralmente? Se sim, podemos chamar ele eles de bárbaros por isso?

MARS
MARS
Reply to  Luciano
8 meses atrás

Todos nós somos bárbaros… Basta a motivação certa para esse comportamento vir a tona!!!

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Luciano
8 meses atrás

A sobrevivência por si só tráz um ganho prático muito superior à simples questāo de se estar no ponto alto moral.

Seu argumento é uma falsa equivalência sem sentido, mostrar-se mais nobre que o inimigo é contraproducente de modo que apenas demonstra a sua falta de determinaçāo.

Faver
Faver
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

Um ente é um grupo terrorista. O nome já diz. O outro é um estado que tem direito a se defender. Mas tudo tem limite. A proporcionalidade naquele lugar sempre foi desigual e não é agora que vai ser considerada. Tudo lá caminha para crimes de guerra.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Faver
8 meses atrás

Exato. A partir do momento que as forças militares de um Estado passam a agir á margem da lei internacional, então é o caso de chama-lo de “Estado Terrorista”. Quando as forças de segurança ou militares de um Estado agem á margem da lei internacional, deixa de ser uma ação de defesa justificada.

Joao
Joao
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

Interessante é que se lembram muito das regras, quando se trata de EUA e Israel. Quando é a Rússia, tem bastante “mas também”.
Fato é que não conhecem as regras.
Se o inimigo utiliza uma instalação que não pode ser atacada, ela passa a poder ser. Simples assim. É responsabilidade sequem pôs a sua instalação em prédios civis ou hospitais ou outro.
Essa é a regra.
Israel foi bem claro sobre os locais que não atacará. Também tem enviado msg e ligações pra quem está nos locais que serão.
Por que continuam lá?

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Joao
8 meses atrás

Caro. De fato, uma das coisas mais chatas que existem é a adversativa. Nenhuma boa notícia é suficiente sem um porém. Nenhuma má noticia é o bastante sem um porém.

A adversativa de uma ditadura é o porão. Uma ditadura é unânime. A democracia é imperfeita e não permite democratas de conveniência. Os democratas hesitantes são apenas proto-autoritários. Nem toda ditadura é fascista, mas todo regime fascista é uma ditadura.

tertium non datur

Werner
Werner
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

E democracia relativa e terrorismo relativo é conivente?

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Werner
8 meses atrás

Eu não sei que você entende por “democracia relativa”. Você precisaria explicar o que significa isso. Dai a gente continua.

Fernando XO
Fernando XO
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

Concordo que a legitimidade e, consequentemente o apoio, seja questionada no caso do agir à margem da lei… mas, daí a denominar “estado terrorista, acredito ser uma extrapolação… em todo caso, há que incluir então estados como o Afeganistão sob o regime do Talibã e outros que apoiam deliberadamente grupos terroristas.
Uma leitura interessante que recomendo é o livro Leis da Guerra de Michael Byers.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Fernando XO
8 meses atrás

Olá XO. Obrigado pela recomendação do livro. Vou procurar. Todo Estado terrorista é uma ditadura, mas nem toda ditadura é um Estado terrorista. A gente até consegue entender que alto um ataque terrorista, mas é difícil classificá-lo. Quando lembramos da bomba contra o prédio do governo dos EUA em Oklahoma, dos ataques de gás em Tokyo, dos aviões contra as Torres, da bomba (felizmente não explodiu) no Aeroporto de Brasilia ou dos ataques do Hamas, temos certeza que são ataques terroristas. Lembro de muitos outros ataques terroristas, como o sequestro e assassinato dos atletas em Munique, das bombas na Maratona… Read more »

Nei
Nei
Reply to  Faver
8 meses atrás

Comentário entendido e de acordo, vai ter crimes sim, não existe um método eficaz para resolver isso, sem efeitos colaterais.

Mas aqui também vemos muitos passando pano para a Guerra da Rússia na Ucrânia, onde diariamente os Russos bombardeiam áreas civis!

Heinz
Heinz
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

Pois é, você viu o respeito que o Hamas teve a convenção de Genebra?
Os caras simplesmente entraram em Israel e mataram quem estava pela frente de civis a soldados, nem crianças escaparam com muitas sendo degoladas, soldados Israelenses mortos, forma degolados, mulheres foram violentadas e mortas, além claro dos sequestros.
Não há convenção de Genebra para terroristas, o próprio nome já diz vem de “terror” fazem coisas que burlam qualquer senso comum. É bom que Israel extermine esses indivíduos que só mancharam a verdadeira luta dos palestinos pela criação de um estado pleno.

Faver
Faver
Reply to  Heinz
8 meses atrás

Heinz, acho que você não entendeu o que escrevi. Eu falei que são um grupo terrorista, são a margem da lei. Já Israel é um estado reconhecido que tem o direito de se defender, não se vingar em qualquer um. Um segue as leis o outro não. Ficou claro?

Tutor
Tutor
Reply to  Faver
8 meses atrás

Não pode se vingar?! kkkkkkkkkkkkk
Dúvido um único país que, tendo força, não se vingaria daquilo que foi feito lá.

Werner
Werner
Reply to  Heinz
8 meses atrás

As pessoas gostam de confundir os palestinos com os terroristas bárbaros do Hamas.
O mundo tem que ajudar a Israel sair da Cisjordânia e não permitir grupos terroristas na faixa de gaza e na Cisjordânia,e cada um viva no seu canto e respeite o outro lado.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

Junior, o mesmo princípio se aplica no âmbito da segurança pública, onde alguns, de forma ignóbil, exigem do Estado o respeito aos “direitos humanos”, enquanto que a outra parte(criminosos) nāo respeitam nada.

Tal pensamento vil causa um relativismo moral que só ajuda o lado mal e prejudica o bem.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
8 meses atrás

Não. No caso da segurança pública um comportamento equivalente das forças de segurança ao dos criminosos só tende à perpetuar o problema.

Guerra contra entes externos é uma coisa. Segurança pública é completamente diferente e multidisciplinar aonde as forças policiais são apenas um componente.

deadeye
deadeye
Reply to  Leandro Costa
8 meses atrás

Sim, em questão de segurança pública é mais efetiva a politica da presença preventiva do Estado e investimentos em inteligência para coibir crimes. (Teoria das Janelas Quebradas).

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  deadeye
8 meses atrás

Também, além de outras ações de desenvolvimento.

Faver
Faver
Reply to  Allan Lemos
8 meses atrás

Se o lado que deve seguir a lei deixa de seguir esta então se torna igual aos bandidos. Este caso é só olho por olho e dente por dente.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Allan Lemos
8 meses atrás

Meu Deus… quer que o Estado não respeite os direitos humanos?!!!!

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Wilson França
8 meses atrás

Exato. Este é o ponto. Terrorista são terroristas porque são terrorista. Óbvio, Um Estado membro da ONU e reconhecido internacionalmente tem o compromisso com os direitos humanos. Caso contrário, se torna um Estado pária, como era a África do Sul durante o apartheid

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson França
8 meses atrás

Nāo deve haver direitos humanos para quem nāo se comporta com humanidade.

Defendo a teoria do direito penal do inimigo.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Allan Lemos
8 meses atrás

Caro Allan. É exatamente o contrário. O criminoso, o terrorista, são o que são porque não respeitam leis. Aqueles que defendem buscam o avanço civilizatório o fazem dentro da ordem estabelecida, a qual inclui a irrestrita defesa dos direitos humanos.

Assumir que existam exceções para os direitos humanos é violar a própria noção de direitos humanos.

Caerthal
Caerthal
Reply to  Camargoer.
7 meses atrás

EDITADO

Underground
Underground
Reply to  Allan Lemos
8 meses atrás

Entender que certos grupos aqui no Brasil reconheçam o Hamas como uma força legítima, de liberdade, é entender como esses mesmos grupos reconheçam grupos criminosos brasileiros como vítimas de um sistema. É entender como o próprio pode Judiciário anule sistematicamente processos contra todos os tipos de criminosos alegando o devido processo legal, quando na verdade anulam processos por firulas.

AVISO DOS EDITORES A TODOS NESTA SEQUÊNCIA DE DEBATE: A DISCUSSÃO ESTÁ DESVIANDO DO TEMA DA MATÉRIA.

LEIAM AS REGRAS DO BLOG:

https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Mig25
Mig25
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

O Direito Internacional Humanitário foi criado exatamente para impedir a Lei da Selva…

Nei
Nei
Reply to  Mig25
8 meses atrás

Avisa pro Putin então!

Mig25
Mig25
Reply to  Nei
8 meses atrás

Vale pra ele tb. Aliás, tem um mandado de prisão contra ele expedido pelo Tribunal Penal Internacional. Será esse o destino de Netanyahu tb?

Caerthal
Caerthal
Reply to  Mig25
7 meses atrás

Avise ao Hamas.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

Caro. De modo simplificado, é a mesma ideia que se coloca na ação do Estado em segurança pública. A diferença entre criminosos e policiais é que um lado age fora da lei e o outro lado deve agir dentro da lei. Em uma guerra regular entre dois estados, como entre a Russia e a Ucrânia, o mínimo é que ambos obedeçam os tratados internacionais assinados e ratificados por seus respectivos parlamentos. No caso de uma guerra irregular, entre um exército regular pertencente a um Estado reconhecido internacionalmente e um grupo terrorista, espera-se que um lado siga a lei internacional e… Read more »

Nei
Nei
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

Na teoria é isso mesmo, mas na prática e na realidade é outra!

Porque vou fazer uma operação terrestre de porta em porta, perdendo vidas de soldados, se posso limpar a área com bombas? Assim, protejo meu exército!

Esse é pensamento de um comandante.

No meio do caos, domina a barbárie!

Joao
Joao
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

Interessante é que Israel delimitou áreas seguras e tem enviado insistentemente msg de todas as formas para q se vá pra lá, é que fora de lá, alvos serão atacados. Mas não comentam isso. É conveniente não falar que Israel busca ao máximo atender as convenções.

Sergio Machado
Sergio Machado
Reply to  Joao
8 meses atrás

Qual a fonte disso? Parece totalmente inverossímil.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Joao
8 meses atrás

Não. Inclusive, o governo brasileiro está com dificuldade para repatriar os brasileiros que vivem em Gaza porque não há garantias de segurança para o deslocamento pela fronteira com o Egito.

Nei
Nei
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

Você está negando que Israel está avisando os palestinos para deixar a aérea?

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Nei
8 meses atrás

Estou afirmando que o governo israelense esta dificultando o trabalho de repatriação dos brasileiros que estão em Gaza, mesmo que seja através da fronteira com o Egito,

Segundo o Itamaraty, cerca de 19 brasileiros, incluindo homens, mulheres e 11 crianças, estão abrigados em um escola em Gaza. O Itamaraty estima que 60 brasileiros estão em Gaza, sendo que 22 pediram repatriação. O Itamaraty considera mais seguro que eles permaneçam abrigados nesta escola do que se deslocarem até a fronteira. O governo brasileiro já informou oficialmente o governo israelense da localização dos brasileiros, solicitando que o local seja preservado.

CARLÃO
CARLÃO
Reply to  Junior Souza
8 meses atrás

A Regra é fazer o possível pra Matar oo inimigo , o Resto é conversa Mole , é blá blá blá

Um Simples Brasileiro
Um Simples Brasileiro
8 meses atrás

Na prática, acho que o que mais tem é ator de guerra quebrando as Convenções de Genebra, só não é pego ou é acobertado pelo próprio governo e seus elementos, há vários filmes baseados em fatos sobre isso, e, provavelmente a Guerra do Vietnã foi o maior exemplo, mas, certamente não parou por ai, Guerra do Golfo, Guerra do Afeganistão, conflitos assimétricos contra organizações terroristas, etc.

Oráculo
Oráculo
Reply to  Um Simples Brasileiro
8 meses atrás

Rasgar a Convenção de Genebra é uma especialidade das grandes potências.

E via de regra todas passam impunes.
Só países menores e sem representatividade recebem algum tipo de punição.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Oráculo
8 meses atrás

mais pura vdd, puxa o conselho de segurança da ONU todos com crimes de guerra

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Um Simples Brasileiro
8 meses atrás

tem um certo país aí que destruía barragem de água.

lucena
lucena
8 meses atrás

Essas leis são para inglês vê … basta ver as munições de urânio empobrecidos que os ingleses e americanos mandaram para a guerra da Ucrânia … fósforo branco … é talco branco

Wilson França
Wilson França
Reply to  lucena
8 meses atrás

Nada a ver com o conteúdo da convenção. Tu leu a matéria?

Nei
Nei
Reply to  lucena
8 meses atrás

Por que não fala do que a Rússia usa contra a Ucrânia, das ameaças nucleares semanalmente? Vai ______________

EDITADO:
PREZADO NEI, VC JÁ TEVE VÁRIOS COMENTÁRIOS EDITADOS; POR FAVOR MANTENHA A CALMA E CONTENHA A SUA AGRESSIVIDADE.
JÁ “SEXTOU”?? OU JÁ SAIU DO COLÉGIO?? UMA CERVEJA E UM BANHO FRIO AJUDAM!!

NEMO revoltado
NEMO revoltado
8 meses atrás

No papel tudo funciona, já na vida real…

carvalho2008
carvalho2008
8 meses atrás

Depoimento de um Brasileiro que sobreviveu ao ataque, dos 40 que fugiram com ele para um abrigo, somente 5 sobreviveram

https://www.youtube.com/watch?v=23FJkRmRzY8

Gabriel BR
Gabriel BR
8 meses atrás

Quem vigia á quem vigia ?!
Eis a pergunta que responde o cenário hobbesiano internacional

deadeye
deadeye
8 meses atrás

Ou como dizem: Sugestões de Genebra ou Checklist de Genebra. Ninguém respeita.

Joao
Joao
8 meses atrás

Há duas legislações o DIH e o DICA, Direito Internacional dos Conflitos Armados.
Terroristas e guerrilheiros não são amparados pelo DICA, somente pelo DIH.

Piloto de Combate
Reply to  Joao
8 meses atrás

DIH e DICA são a mesma coisa…. Guerrilheiros são amparados, conforme as especificidades de cada conflito…. Terroristas não são! E nem deveriam ser!

Maurício.
Maurício.
8 meses atrás

Leis da guerra? Isso só existe no papel!

Wilson França
Wilson França
Reply to  Maurício.
8 meses atrás

Existe na vida real sim. Pesquise e descobrirá, por exemplo, inúmeros casos de náufragos que foram resgatados pela marinha adversária. Não foram metralhado ou largados no mar por serem inimigos. Isso expressa o conteúdo da Convenção de Genebra.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Wilson França
8 meses atrás

Agora pega o país desses náufragos e o país que resgatou, veja quantos crimes eles cometeram nessa mesma guerra e em outras guerras. Tem países que não reconhecem o tribunal de Haia justamente porque sabem que cometem crimes de guerra…

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
8 meses atrás

Quem leva a guerra para os civis sem dúvida são os terroristas do hamas, tanto se escondendo atrás de civis para usá-los como escudo onde se entocam, quanto atacando civis israelenses propositalmente que era a missão principal deles. Também tem a questão que nem todos os civis que convivem com o hamas são tão inocentes assim e possuem até algum grau de envolvimento com os terroristas, nos vídeos claramente tinha um monte de civis desarmados que invadiram Israel e estavam espancando e ajudando os terroristas a sequestrarem e a matarem as pessoas. Se até no Brasil, Europa, EUA, etc teve… Read more »

LCC
LCC
Reply to  SmokingSnake 🐍
8 meses atrás

Muito bem posto, Smoking.
Disseste tudo, o Hamas teve como objetivo somente promover a barbárie. Atacando deliberadamente civis, destruindo, estuprando, torturando e humilhando ao extremo suas vítimas.
Não são merecedores de misericórdia.
___________
Quanto aos apoiadores e _________
_________

COMENTÁRIO EDITADO. LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

LCC
LCC
Reply to  LCC
8 meses atrás

Senhores editores, Não concordo com a edição deste comentário e com a não publicação de outro que fiz acima. Não ataquei nem ofendi alguém. Me digam, propagar o anti semitismo implícita ou até mesmo explicitamente e acusar as vítimas de genocídio, pode? Só esquerdistas e progressistas tem livre trânsito por aqui? Qual o problema de usar o bordão ” O amor venceu?” Afinal este foi criado com muito orgulho por eles mesmos. Dois pesos e duas medidas? Aonde está a democracia que tanto alardeiam? Antes de tudo, prezo pela liberdade de pensamento e opinião. Mas parece-me que ambos caíram por… Read more »

Guacamole
Guacamole
8 meses atrás

O problema a meu ver são dois: um é quando só se exige que um lado respeite as regras e o fato de algumas regras estarem desatualizadas demais.

Nico88
8 meses atrás

Matar os palestinos de fome ou com bombardeios não irá acabar com o Hamas e criará uma sentimento anti Israel ainda mais forte entre os países árabes. A inteligência de Israel falhou! Não adianta ir às forras em 2 milhões de miseráveis. Militarmente não agrega em nada. Essa, continua sendo uma guerra de inteligência. Guerrilha urbana combate – se em pequenos grupos e não com divisões inteiras. Essa é uma guerra onde as forças especiais e o serviços de inteligência devem ter maior foco. Não se mata moscas com canhões. O resto é só mais sofrimento aos palestinos e mais… Read more »

Wilson França
Wilson França
Reply to  Nico88
8 meses atrás

Ótimas colocações.

Scudafax
Scudafax
8 meses atrás

Israel criou um ghetto em Gaza, controla o ar, o mar e a terra há muitas décadas. Agora está matando os palestinos de fome, sede, doenças e agora com o deslocamento forçado de mais de um milhão de civis, por ruas destruídas, carros sem combustível e sem hospitais. Se escondem atrás dos EUA, o qual controlam a política. Obs: Sou judeu.

Oráculo
Oráculo
8 meses atrás

O que tem de apoiador do atual governo fazendo malabarismo retórico para atacar Israel e defender a causa palestina aquí na Trilogía é uma grandeza.

Como é bom ver máscaras caírem.

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Oráculo
8 meses atrás

Oráculo. Não misture as coisas. Uma coisa é a fundação do Estado Palestino, que era para ter sido criado junto com o Estado de Israel, como estabelecido pela Resolução da ONU em 1948. È importante lembrar que foi Osvaldo Aranha quem presidia a Assembléia da ONU que criou ambos Estados. Outra coisa é condenar os ataques do Hamas por questões óbvias. Uma terceira coisa é condenar os ataques israelenses contra a população civil em Gaza.

Esta tem sido a posição do governo brasileiro há décadas.

GRAXAIN
GRAXAIN
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

É curioso que o governo brasileiro de plantão não rotule o grupo Hamas como terrorista, preferindo adotar a definição da ONU, liderada por um ex-presidente da Internacional Socialista. Argumentos retóricos da esquerda não mudam os fatos dos ATOS TERRORISTAS. Concorda, professor?

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  GRAXAIN
8 meses atrás

Caro. Os secretários da ONU são eleitos pela Assembléia. Todos os países tem um voto. Imagino que os países que o elegeram para Secretário Geral devem ter levando em conta a sua biografia. Talvez, ele tenha sido eleito exatamente por sua biografia e não a despeito dela. Pelo que apurei pela Nota do Itamaraty, o governo brasileiro segue uma determinação do Conselho de Segurança. Acho que você está equivocado sobre as atribuições do Secretário Geral da ONU e o funcionamento do CS. Então, discordo de você, mesmo que sem veemência, porque a discussão importante é a obrigação dos Estados membros… Read more »

GRAXAIN
GRAXAIN
Reply to  Camargoer.
8 meses atrás

A Nota oficial do governo brasileiro deveria condenar diretamente o “ataque terrorista (do) Hamas”, não o fez, apenas condenou o ataque terrorista de “sei lá quem” e aproveito para enquadrar o revide de Israel dentro das quatro linhas civilizatórias. Sua explicação longa e evasiva, não aborda o direito e o dever que o Brasil tem de expressar sua condenação ao grupo terrorista sem ter de seguir uma retórica vil e alinhada à semântica da ONU. Países mais sérios não o fizeram. O Secretário Geral e seu currículo explicam a inefetividade e fraqueza a instituição

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  GRAXAIN
8 meses atrás

Você mudou de assunto. Antes, questionava o Secretário Geral da ONU, confundindo o Conselho de Segurança com a Assembléia Geral e questionava a razão do governo brasileiro não considerar o Hamas como grupo terrorista.

Expliquei didaticamente.

Agora, você diz o quê o governo brasileiro deveria ter feito, dizendo ser insuficiente condenar os ataques. Se um profeta descer dos céus e pedir para todos darem as mãos, imagino que você _________
_________

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO.

LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Graxain
Graxain
Reply to  Camargoer.
7 meses atrás

Cara, vc deve estar fatigado de comentar tanto e em tantos sites. Vou simplificar para o que não haja dúvidas. O Secretário Geral da ONU, esquerdista radical pelo que diz seu Currículo, tem a mesma dificuldade que o atual governo brasileiro de plantão em condenar o Hamas como Grupo Terrorista, sem a semântica burocrática da ONu. Você e sua dialética e retórica de ________
___________
___________

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO. DEBATA OS ARGUMENTOS SEM ATACAR AS PESSOAS.

LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Cansado
Cansado
Reply to  GRAXAIN
8 meses atrás

Essa foi a nota do presidente brasileiro no início do conflito, que menciona claramente “ataques terroristas” no seu conteúdo.
Fiquei chocado com os ataques terroristas realizados hoje contra civis em Israel, que causaram numerosas vítimas. O Brasil não poupará esforços para evitar a escalada do conflito, inclusive no exercício da Presidência do Conselho de Segurança da ONU. Conclamo a comunidade internacional a trabalhar para que se retomem imediatamente negociações que conduzam a uma solução ao conflito que garanta a existência de um Estado Palestino economicamente viável, convivendo pacificamente com Israel dentro de fronteiras seguras para ambos os lados“.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Cansado
8 meses atrás

Um conflito no outro lado do mundo e tem gente que insiste em falar em Lula e Bolsonaro….

Camargoer.
Camargoer.
Reply to  Wilson França
8 meses atrás

Olá WF. Pois é.

Caerthal
Caerthal
Reply to  Wilson França
7 meses atrás

Falamos disso para mostrar como diferentes lideranças lidam com assuntos internacionais. Se estamos nos ocupando aqui é porque esses acontecimentos terão reflexos para os brasileiros.

Se o seu candidato não se comporta de modo aceitável, etico e coerente não reclame comigo.

GRAXAIN
GRAXAIN
Reply to  Cansado
8 meses atrás

Esqueceu de dizer: “ataque terrorista perpetrado pelo Hamas“. Como é difícil dar nome aos bois…

Werner
Werner
Reply to  GRAXAIN
8 meses atrás

Esperar o que desse desgoverno,apoiam simbo Hamas,brasileiros assassinados por terroristas e a nota de pesar diz falecimento.
A imprensa militante também está na mesma pegada,mas foi bom para os ______
______
Pena que não posso me estender no assunto.

COMENTÁRIO EDITADO. LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

LCC
LCC
Reply to  Oráculo
8 meses atrás

Faço minhas as suas palavras.
Certamente não poderia ser diferente. Afinal ____________
De onde não se espera nada, é que não sai nada mesmo.
Ou melhor, sai sim.
Bobagem, muita bobagem.

COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ROTULE OS OUTROS PARA NÃO SER ROTULADO. MANTENHA O RESPEITO. LEIA AS REGRAS DO BLOG:

https://www.forte.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Gustavo
Gustavo
8 meses atrás

Leis da guerra hamas invade mata esta errado(está errado mesmo), se Israel faz da palestina gueto de Varsóvia do século XXl se chama de justiça.
Gaza está sem energia,água,remédio, alimentos, o que a população civil tem a ver com isso, uma operação dessa não visa acabar com hamas, já que devem estar escondido em tuneis, isso uma limpeza étnica feita por israel.

GRAXAIN
GRAXAIN
8 meses atrás

A frouxa regra moral da sociedade brasileira permite discussões intermináveis e sem acabativas sobre o direito de reação ou intensidade desta reação aos crimes horrendos perpetrados pelos terroristas do HAMAS. Isso explica em boa medida a falência da justiça brasileira e a zona urbana em nossas favelas. Tudo pode, nada pode! Não temos moral alguma para criticar Israel. Não somos referência em nada de bom, apenas tolerantes caóticos.

Nonato
Nonato
8 meses atrás

O texto responde tudo. Israel está agindo em acordo com as leis internacionais. Fala em proporcionalidade. A lei da guerra para alguns é assistir o Hamas agindo e ficar só assistindo. Israel tem agido com proporcionalidade. Qualquer vítima civil é culpa do Hamas, que usa os palestinos como escudo para depois posarem de vítimas. Deixar o Hamas continuar agindo é permitir que ele continue, no futuro, matando milhares de pessoas. Israel não degolou nenhuma criança, não matou nenhum idoso vivo. As mortes de civis devem ser evitadas ao máximo. Mas não podem servir de desculpas para deixar terroristas agirem. Vários… Read more »

Nonato
Nonato
8 meses atrás

Muitos dos que agora acusam Israel comemoraram os ataques de sábado.
Público e notório.
E dizem que os “militantes” são monges…

Nonato
Nonato
8 meses atrás

A norma é clara:
Evitar ao máximo danos civis.
Não existe como não ter nenhum dano civil.
“O uso da força deve ser proporcional à necessidade militar e evitar danos excessivos aos civis e à propriedade civil.”

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
7 meses atrás

Lei do Talião.
Lei do Mais Forte.

Caerthal
Caerthal
7 meses atrás

Leis que não ajudam na segurança dos próprios civis não podem ser aceitas por nenhum país democrático.

O Estado deve prestar contas acima de tudo ao seu povo e não a ONU ou qualquer organismo cuja escolha de membros pode ser bem esquizofrênica e anti-democratica.