COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

Se comentários » to “Enquanto isso, no Iraque…”

  1. Lecen disse:

    Galante, por acaso os organizadores dos blogs e do Poder Naval não pensam em criar um fórum mais amplo, onde podemos discutir assuntos relacionados a política interna, internacional, relações exteriores, forças militares, etc??

    Quanto aos tanques iraquianos, o que é mais importante para o Brasil: tanques ou helicopteros de combate ou transporte? Vamos atacar com tanques quem? Uruguai? Argentina? Paraguai?

  2. marujo disse:

    Prefiro que o Poder Naval e blogs associados mantenham o foco atual, pois são os únicos de fato especializados feitos com profissionalismo e são atualizados diariamente.

  3. getulio - são paulo disse:

    A história recente do Iraque pré e pós ocupação americana, é a constatação de quem tem Poder pode realmente remodelar o mundo.
    Para os cidadãos iraquianos não deve haver dúvida que a qualidade de vida é ou será melhor no sistema ocidental de governo. A última medida do presidente iraquiano aprovando uma lei em desfavor das mulheres para agradar os xiitas etc é que não pegou bem, mas é política local.

  4. Em tempo:
    Segundo dados dos próprios americanos, o que eles gastaram de centenas de bilhões de dólares na guerra e reconstrução do Iraque ainda não superou o custo da destruição que causaram.
    A crise americana também se deve ao 11 de setembro e o envolvimento americano em duas frentes de batalha. As guerras arrebentaram os cofres públicos americanos.
    O famoso estrategista chinês Sum Tsu em sua obra Arte da Guerra ensinava que uma guerra prolongada corroi os cofres do país, levando-o ao desastre. Será que os americanos não leram estes mandamentos milenares?

  5. Em tempo 2:
    Enquanto os contribuinte americanos amargam a crise, muitas empresas americanas de prestação de serviço monopolizaram os recursos para lá enviados. Tem empresa de segurança com quase 100mil contratados lá. Uns perdem, outros ganham de forma privada.

  6. Galante disse:

    Lecen, nós optamos pelo formato de Blog nas discussões, pois já existem outros fóruns de Defesa em português consolidados.
    Mas acabamos de colocar no ar o Chat do Blog ForTe, igual ao Chat do Naval, para permitir discussões online com outros leitores.
    Acesse o chat em:

    http://www.forte.jor.br/?page_id=2805

  7. Felipe Cps disse:

    Lecen, helicópteros são mais importantes, sem dúvida alguma, pois nosso cenário de combate mais provável não é desértico, mas sim coberto por vegetação selvática.

    Mas que seria prudente ter uma divisão blindada moderna ah isso seria mesmo. As armas da cavalaria (e da infantaria) blindada do EB, tirando alguns poucos Leopard, são uma piada.

    Abraços.

  8. Tiago Jeronimo disse:

    Nada como primeiro destruir todos os tanques de um pais e depois vender outros novinhos, e ainda dizem que os EUA são burros uahuahauh

  9. Marcos T. disse:

    Ao vencedor os espólios…
    Petrodolares entram M1A1 “reformadinho” sobrando na prateleira sai.

    Vces não acharam que eles iriam equipar as FAs iraquianas com T90 não é?

  10. Lecen disse:

    Marujo, eu não pedi para que os três blogs modifiquem o foco de suas coberturas, mas perguntei se não havia um fórum onde pudessemos conversar sobre outros temas.

    Galante, muito obrigado por responder. Contudo, acredito (se possível, é claro) que o fórum também seria interessante, ainda mais para certas discussões que vez ou outra surgem por aqui.

    Felipe CPs, o nosso Exército está carente de tudo, masm e pergnto se é necessário uma quantidade tão grande de tanques de guerra. É mesmo que possuirmos um porta-aviões. Pra que? Faria sentido se o Brasil participasse de missões navais em locais distantes pela ONU, ou algo do tipo. Mesmo com toda essa pirataria na costa da Somália, o governo brasileiro não enviou uma fragata nossa sequer, imagine um prota-aviões para coibir a bandidagem.

  11. joao terba disse:

    O Iraque ficou devendo um bom dinheiro para o Brasil,será que eles vão pagar.abraço.

  12. PC disse:

    Viram para que serviu a Guerra do Golfo?
    Petróleo, construção civil e armas.
    Os EUA desbancaram os antigos fornecedores do Iraque (França, Rússia, Brasil …).
    Essa é a real “política da canhoneira”…
    Sds

  13. Lecen disse:

    Nunca vejo a rapaziada esquerdóide daqui dar um pio sobre a invasão russa a Geórgia ocorrida no ano passado.

    Dois pesos e duas medidas.

  14. Marcos T. disse:

    Não so de esquerda nem de direita só to dizendo quem Iraque, Georgia, Afeganistão, ou qualquer outra, guerra é por dinheiro, só por dinheiro maís nada, eo resto é besteira.

  15. Dalton disse:

    Marcos T.

    concordo que dinheiro move o mundo…mas…tem certas ocasioes, em que nao trata-se de dinheiro nao.

    Veja o Afeganistao por exemplo. A invasao foi justificada pós 11 de setembro e inclusive há uma preocupaçao que o vizinho Paquistao torne-se uma vitima de uma politica a la Taleban, e um governo extremista com armas atomicas é preocupante nao?

    abraços

  16. Marcos T. disse:

    Dalton
    Com certeza, e o oleo duto para abastecer todo leste europeu que querem construir ali, que não teria controle Russo, não tem nada a ver com isso!

  17. Dalton disse:

    Muito bem lembrado Marcos T.

    projeto antigo este, mas, ao mesmo tempo que as gigantes petroliferas americanas iriam lucrar, se e quando este projeto realmente for implantado, nao seria tambem uma manobra para conter os russos ?

    Os europeus com certeza iriam gostar, já que os laços historicos sao maiores entre Europa e EUA e ainda muitos lembram da Guerra Fria,ou seja, pode ser aquela velha estoria de “unir o util ao agradavel”.

    abraços

  18. marlos barcelos disse:

    Felipe Cps

    São 250 leopards que o Brasil tem, não são poucos, mas tanques são armas ultrapassadas,nas cidades ficam estáticos, viram alvo de RPGs, na selva não tem como deslocá-los,penso num tanque hoje como uma peça de artilharia móvel, ou apenas para ajudar no avanço de tropas, mas isso um bom bombardeiro resolve mais eficientemente, O Brasil tem que estar equipado com RPGs e caças para manter o domínio aéreo, no mar a melhor arma são submarinos, onde se tem suspeita de ter submarinos navios de guerra só entram em comboio, portanto excelente arma defensiva e ofensiva.

  19. JACUBÃO disse:

    Parece até sacanagem, mas esse bando fdp de políticos não tem vergonha de ver o Brasil perder sempre para países pequenos com economia f…, quando se fala em assunto militar?
    O dia que o bicho pegar, eles serão os primeiros a fugir, e aí nós mata eles e come o fígado deles.

  20. Bonifácio disse:

    Caro Lecen,

    Pegando o gancho dos “assuntos relacionados a política interna, internacional, relações exteriores…”, tenho um site muito interessante para aconselhar.
    http://www.infowars.com
    Atualmente é o site com mais informação que não vem na mídia corporativa/socialista que conheço. É uma verdadeira bomba.

    Um abraço.

  21. marujo disse:

    Continua do mesmo modo, amigo Jacubão: Leopard 2 para o Chile, Leopard 1 para o Brasil. Otomat MK-2, com mais de 100 km de alcance para a Venezuela e o Peru, MAN-1/Exocet MM40, com 60 km de alcance, para a o Brasil. Viva a economia mais forte da América Latina, que tem pretensões hegemônicas na região e aspiração a um papel ativo no cenário internacional.Assim vai, não se sabe até quando.

  22. Francisco AMX disse:

    Marlos, tu sempre simplifica as coisas assim??
    A maior pot~encia do mundo, na segunda guerra contra o Iraque, mesmo tendo a maior força aérea do mundo, junto com a OTAM, usou seus MBTS e ainda usa…. como esles são bobinhos…
    desculpe amigo, mas tática e estratégia, não podem ser decididas por uma via apenas! e se tuas bases forem surpreendidas num ataque que incapcite tua FA? e se o inimigo estiver equipado com Iglas??? (viu os do Chavito?) EQUILIBRIO É A CHAVE MEU CARO! MBTS, RPGS, choppers, planes, fighters, soldiers, special forces, cada um tem sua aplicação! MBT é a única maneria de tu retomar uma área invadida por força de igual teor a sua, tu vai bombardear, vai sapatear, vai chingar, jogar pedra, mas só a infantaria e cavalaria blindada cumprirá a missão! tem sentido o Brasil destruir com bombardeio aéreo, uma cidade ou vilarejo para retoma-lo do inimigo? esta facilidade que tu e outros colegas enchergam sobre um chopper ter vida fácil no campo de batalha é relativa, pois os MBTS tem esses como inimigos além dos RPGS e outros tanques, porém é preciso muita carga de RPG para “acabar” com um MBT moderno! e basta uma rajada de .50 ou mesmo 7,62 para derrubar um Heli de atque moderno! a missão determina os meios a serem utilizados! lembre-se que o inimigo agirá sobre seu ponto fraco, se não tens MBTs ele se equipará com armas leves e AAs…

  23. marlos barcelos disse:

    marujo

    Nenhum navio venezuelano é capaz de atacar a 100km de distância, porque nenhum navio detecta outro a essa distância. além disso, eles não tem apoio de satélites e mísseis anti-navios além do alcance do radar necessitam ter as suas coordenadas gravadas, portanto não tão simples assim destruir um navio a 100km, talvez só marinhas européias, americanas, japonesas e chinesas, além da Rússia são capazes desses feitos.

    Quanto ao míssil exocet mm40 do Brasil o alcance é de 70km

  24. Mauricio R. disse:

    “Vces não acharam que eles iriam equipar as FAs iraquianas com T90 não é?”

    Mesmo assim tb tá cheio de Mi-17; T-72 ex-polones, ex-magiar; ex-tcheco e etc…

  25. marlos barcelos disse:

    Francisco AMX

    Quero ver tanques em ação sem domínio do espaço aéreo, eles iriam er destruídos sem saber de onde vinham os mísseis, na 1ª guerra do Iraque os Estados Unidos destruíram quase todos os tanques do Iraque com helicopteros e A-10, além dos caças, não precisaram de nenhum tanque para destruir os blindados do Iraque, o poder aéreo hoje é o que ganha a guerra, quem tiver o domínio aéreo corta as rotas de suprimentos e destrói o inimigo em deslocamentos, não é a toa que os EUA tem quase 3000 aviões de guerra, sem domínio aéreo vencer uma guerra pode demorar anos, com domínio aéreo é bem mais rápido, basta ver também o que ocorreu na guerra das malvinas, onde os caças britâncios fizeram com que os navios argentinos ficassem na argentina para se protegerem de um ataque aéreo, sem marinha eles perderam, graças a força aérea.

  26. Marcelo Tadeu disse:

    Cara!! Estão rearmando o Iraque igual quando reeamaram o Saddam Hussein contra o Irã. Depois reclamam que o Irã hoje tem F-14, C-130, etc..

  27. Mauricio R. disse:

    “Nenhum navio venezuelano é capaz de atacar a 100km de distância, porque nenhum navio detecta outro a essa distância.”

    Assim como os nossos são limitados a somente 60Km, como bem disse o almirante que está tocando o projeto do nosso ssm.

    “além disso, eles não tem apoio de satélites e mísseis anti-navios além do alcance do radar necessitam ter as suas coordenadas gravadas,”

    E aquele helo italiano, AB-212ASW que fica espotado nas fragatas do Chavito??? É somente decoração ou tb faz aquele outro servicinho dos nossos Super Lynx: OTH targeting???

  28. marlos barcelos disse:

    Francisco AMX

    Helicopteros de ataques resistem até 23mm, portanto uma .50 jamais derrubará um helicoptero de ataque, e iglas tem alcance curto, pode-se bombardear um alvo a mais de 100km de distância com bombas inteligentes, e sim O Brasil e quaquer País do mundo pode destruir uma cidade para tomá-la, na 2ª guerra mundia, foi só o que teve, só não fazem mais isso hoje porque não precisaram, vejam o que Israel fez em Gaza, foi isso, destruição de Gaza para vencer a batalha.

  29. marlos barcelos disse:

    Francisco AMX

    pega todos os tanques a2a4 do chile e manda nosos helicoteros ou só tucanos armados com fguetes de 70mm, iria ser um massacre, basta atacá-los por trás onde a blindagem é menor, não sobraria um sequer, pode tercerteza disso.

  30. Marcos T. disse:

    Francisco AMX

    Falou bem, eu sempre defendo isso aqui.
    Na guerra do Yonkipur (desculpa se escrevi errado) os israilenses apostaram muito no poder aéreo, e deram de cara com um sistema AA denso que praticamente anulou seu poder aéreo, sobrando para infantaria e cavalaria salvar a pátria.
    O equilibrio é a chave.

  31. marlos barcelos disse:

    Os EUA já pensaram em acabar com os tanques, só não acabaram porque são peças de artilharia móveis e por terem boa blindagem pode chegar em qualquer lugar mais facilmente, mas do ponto de vista tático, hoje os tanques´só servem como artilharia móvel, os RPGs são bem eficientes e os tanques de hoje são muito pesados para andarem peas estradas, precisam ir em caminhões, pense numa dificuldade de manuseá-los numa guerra.

  32. Meia-dúzia disse:

    Não tô encontrando o post aí no meio, mas considerar carros de combate (“tanques”) como peças de artilharia eu acho meio difícil…rs
    Até mesmo os APs são bem diferentes…

  33. Felipe Cps disse:

    Ihhh agora ferrou-se, vou arrumar briga com dois, rsrs…

    Francisco AMX: não é tão simples derrubar um helicóptero de ataque como pensas amigo, especialmente porque a hora que a cavalaria perceber, o ataque ou já veio ou tá vindo… E outra, helis só entram em cena quando o espaço aéreo está garantido, e quando isso acontece já sobrou pouca ou nenhuma antiaérea para derrubá-los.

    Marlos Barcelos: concordo com quase tudo que você disse, mas CCs estão longe de estar exatamente obsoletos… Apenas a tendência é de mudança de emprego, talvez de se mesclarem mais com VBTPs, e a Cavalaria Mecanizada, se espalharem mais, não formarem mais aquelas linhas de ataque, tipo “tiro ao pato” para aviões e helis. Não sei, sou Infante, não cavalariano (num caia na besteira de falar isso pra um deles, que essa raça é ruim pacas, rsrsrs), mas acho que vai por aí… O fato é que nunca poderemos ficar absolutamente SEM a força de choque e movimento da cavalaria.

    Abraço aos dois.

  34. Meia-dúzia disse:

    Opa, coincidência! Apareceu novamente o post!
    Po, cara… vc tá levando em consideração só o combate urbano, e mesmo assim, cara, já existem tipos de blindagem que suportam um RPG fácil, fácil…Blindagem reativa é uma delas.
    E manda um CC dar um tiro curvo, sem ser tenso, em alvo sem visada direta… barro.
    Agora, manda um AP fazer uma FT… não dá certo, pouca mobilidade.
    São bem diferentes.

  35. JACUBÃO disse:

    Um helicóptero de ataque não pode ser derrubado por uma .50?????
    Então me dêem uma .50 e coloquem um apache como alvo para ver como as hélices, cauda, cabides de armas e outros pontos do helicóptero vão para o espaço. Agora, o piloto sim, irá se safar dentro da sua banheira blindada que fica no canopi, rs.

  36. Vassili Zaitsev disse:

    Mea duzia,

    E o que o sr. me fala dos novos lança rojão equipados com ogivas em tandem, desenvolvidos especialmente para vencer a blindagem reativa???????

    abraços.

  37. Ulisses disse:

    Amigos

    Eu não vou falar de outros países,mas para o Brasil eu já acho que CCs já não são mais aquela maravilha,mas é claro que eles podem ter alguma eficiência,mas concordo que com aeronaves com capacidade para ataque ao solo(AMX e ST por exemplo)dará uma grande matança de tanques.

    Sobre o seu armamento,lembramos que haverá uma versão do URUTU III 8×8 armado com canhão 105mm,isto pode ser mais eficiente e econômico do que operar CCs,já que no nosso TO blindados pesados teriam grande dificuldade logística.

    Abraços.

  38. Cantarelli disse:

    E tem gente que dis q os EUA nao tinham interese no iraque! rsrss

  39. Francisco AMX disse:

    Marlos,

    Não existe avião, helicóptero, qualquer coisa que voe, que atingido por uma rajada de calibre .50, possa repelir seus projéteis! Apaches, Mi-28,s Kamovs, Tigers… quando atingidos nos rotores e cauda ficam em pedaços, certifique-se melhor antes de falar coisas absurdas como “helicopteros de ataque resistem a até 23mm” maior bobagem que já ouvi neste blog, com respeito, vá falar com qualquer militar da FAB ou EB e afirme isso, terá uma risada bem no meio da fuça! para seu conhecimento um AH-64 foi derrubado por tiros de 7,62 no Iraque, disparados por AKMs e AKs, numa espécie de “emboscada”

    Felipe, agora tu falou uma verdade, que corrobora com o que eu falei, “E outra, helis só entram em cena quando o espaço aéreo está garantido, e quando isso acontece já sobrou pouca ou nenhuma antiaérea para derrubá-los.”

    Engraçado que vcs 2 comparam o Iraque, deserto, com a vasta diversidade do Brasil… sem comentários

    Lendo vcs comentando, parece que os MBTS, andam orfãos no BattleField, eles não avançam em velocidade, os mísseis não falham (já repararam que na maioria dos testes de mísseis anti-tanques os alvos estavam parados?? não num é?! eu sei) os MBTS, num cenário atual, devem adentrar no campo de batalha com infantaria par sua proteção! se MBT não servisse, Israel não os utilizariam ha muito tempo! e não falem sobre o Líbano em 2006 pq é sabido que Israel menosprezou o inimigo, tanto que o responsável pelas forças de Israel perdeu a “boca”…
    Não afirmo que os MBTs tem a mesma importância do passado, mas relegar estes equipos como vcs fazem é muito superficial e sem nenhum embasamento, parem de pegar o Iraque como exemplo para qualificar equipamentos ou desqualificar outros, é coisa muito boba e infantil!

    EQUILIBRIO MEUS AMIGOS!

  40. Marcos T disse:

    Durante a guerra fria o maior temor dos paises da Otan era uma invasão massiça de forças blindadas por parte da União Soviética, pois a unica forma de para-la seria com um ataque nuclear.
    Na recente invasão da Georgia, algumas peças AA negaram o controle do espaço aéreo à Russia.
    Com o desenvolvimento de misseis AA Hiper rapidos que voam Mach 5 a 10, poderá se fechar o espaço aéreo com apenas algumas baterias AA.

    CONCLUSÃO:
    Nenhuma arma é totalmente perfeita, obviamente um MBT não é páreo para Helicóptero de ataque, más apenas um infante armado com qualquer arma portatil AA bota um Apache no chão.
    Mesmo o Exercito mais poderoso da Terra não abre mão do MBT, pois sabe o seu valor em combate.
    Acredito numa mudança de doutrina, más o desaparecimento do MBT do campo de batalha, pouco provavel.

  41. Wolfpack disse:

    Devolvo a pergunta a quem questionou a necessidade do Brasil ter MBTs. Para que os Estados Unidos precisam de M1A2 Abrams, para atacar o Canadá, o México?
    Para que a Alemanha necessita dos fantásticos Leopard 2A4, para atacar a França, a Itália, ou a Austria?
    Por favor…

  42. Wolfpack disse:

    A Operação Iraq Freedom foi baseada pricipalmente nas forças de deslocamento rápido cavalaria blindada M1A1…

  43. Vassili Zaitsev disse:

    Wolfpack, a Alemanha gosta mesmo é do Leopard 2A6.

    Meu sonho de consumo para o EB, mas dizem que as pontes não aguentam………

  44. Higgins disse:

    Tempos atrás vi no Base Militar, post com fotos da nova cavalaria blindada iraquiana, equipada com os T-72 revisados.
    Normal…

    Como também é natural, que os americanos empurrem os M-1′s para um governo títere…
    Vão comprar deles, os spares…

    Normal.

    Anormal, é dormitarmos no cenário dos MBT’s!
    É bem verdade, que num cenário restrito em termos de fundos, o EB priorize o Blindado sobre rodas.
    O que não quer dizer, que a questão dos nossos tanques deva ser postergado para muito adiante.
    Além do mais, cumpre dizer, que o território nacional é vasto e não apresenta apenas o ambiente de selva. Possui vastas planícies, planaltos, terras abertas e baixas… Portanto…

  45. Marcos T. disse:

    Os cara viajam muito…

  46. Celio Andrade disse:

    O Iraque reformou unidades do cascavel…

  47. Patriota disse:

    “pega todos os tanques a2a4 do chile e manda nosos helicoteros ou só tucanos armados com fguetes de 70mm, iria ser um massacre, basta atacá-los por trás onde a blindagem é menor, não sobraria um sequer, pode tercerteza disso.”

    E os F-16 chilenos ficam aonde nessa história ?

    será que é tão facil assim ?

    O fato é que os MBT’s ainda são necessarios em combates terrestres, podem ser empregados de forma eficiente contra edificações e em apoio as forças terrestres podendo ser um recurço de grande valor em um conflito convencional.

  48. Meia-dúzia disse:

    Vassili,
    Lança-rojão com ogiva pra acabar com a blindagem reativa? É, aí fud…. é a arte da guerra…rs Conseguiria me passar mais alguma informação, sites sobre o assunto? Valeu!
    Abraço!

  49. Francisco AMX disse:

    Marlos, desde quando um foguete, sem ter tecnologia perfurante (não coneço nenhum artefato deste no mundo utilizado para destruir tanques), de 70mm, garante a destruição de um MBT??? não viaja amigo! foguetes de 70mm lançados pelos aviões da FAB não são adequados a destruição de MBTs, são usados contra edificações básicas e anti-carro e pessoal! nada de MBTs! precisa ter capacidade perfurande APDSF, e até mesmo munições de 90mm APDSF podem não parar um MBT moderno! é uma das razões do canhão de 120mm…

  50. Francisco AMX disse:

    E esta dos Leopard Chilenos… por favor… qualifique mais as coisas!

  51. Francisco AMX disse:

    Somos amadores, entusiastas, só, mas não precisamos emitir opiniões totalmente “leigas”, sem a mínima base real para tal!

  52. Bosco disse:

    Vassili e Meia-dúzia,
    ogivas com capacidade de penetrar blindagem reativa não é assim tão “nova” não. No final dos 80 já estavam operacionais.
    Mudando de assunto, é uma das críticas que faça aos MSS 1.2 que pelo visto não incorporou uma ogiva dupla em tandem de explosão sequêncial para se contrapor às blindagens reativas.
    Meia dúzia,
    sobre referência é só você procurar sobre “tandem warheads”, e “ERA” (explosive reactive armour).
    Também deve ter muito material sobre o míssil TOW IIA que foi um dos primeiros a utilizar esse tipo de ogiva.
    Só complementando, a ogiva em tandem é formada por duas cargas explosivas tipo HEAT, uma menor na frente de outra maior. A primeira, faz detonar a blindagem reativa e a segunda perfura a blindagem.
    A carga tipo HEAT lança um “fragmento” de cobre a altíssima velocidade após a explosão.
    Um abraço e me desculpe se me intrometi no assunto.

  53. Bosco disse:

    Sobre tanques serem ultrapassados o US Army planeja operar seus M1 até pelo menos 2050 até serem substituídos por outro modelo definitivamente.
    O programa FCS está desenvolvendo um tanque com umas 20 toneladas mas o M1 ainda vai estar na linha de frente do US Army por pelo menos mais 40 anos.
    Uma versão do M1 conhecida como M1A3 está vindo por aí e vai solucionar alguns dos maiores problemas do atual modelo A2 como o consumo, peso e emissão térmica excessiva.
    O A3 deverá vir com um novo canhão de 120 mm (XM360) com carregador automático e capaz de lançar projéteis guiados. Além de poder elevar o cano em ângulos bem mais altos que o modelo atual, o que melhora a capacidade de atingir alvos urbanos (prédios altos) e de engajar alvos fora da alcance visual com sua munição guiada.
    O motor a turbina a gás será substituído por um Diesel (policombustível) que consome bem menos, faz menos barulho e é menos quente.
    O peso será reduzido para umas 50 toneladas, com o uso de blindagem aperfeiçoada e com esteiras “plásticas”.
    Também ele irá incorporar defesa ativa, que consegue interceptar um projétil ou míssil no ar.
    Também será completamente integrada à “rede” e com um alto nível de consciência situacional.
    Pelo jeito os estrategistas do Pentágono não querem por todos os ovos em uma única cesta e não vão confiar integralmente nos leves FCS. Principalmente para a guerra assimétrica urbana a blindagem pesada ainda é muito importante e os veículos do programa FCS não se sairiam tão bem como é de se esperar em uma guerra convencional de alta intensidade.
    Um abraço a todos.

  54. Bosco disse:

    Só complementando o M1A3 terá 3 tripulantes e não 4. Somente agora os americanos consideraram “à prova de falhas” o seu sistema de municiamento automático e resolveram a exemplo de outros países, incorporar o conceito no seu MBT.

  55. Roberto CR disse:

    Pro pessoal que quer destruir os Leopard chilenos: é bom combinar com a Argentina primeiro.

    Outro ponto. O Brasil não é só floresta tropical. Tem semi-árido, tem planície… a geografia é variada. Se pensarmos que, se em algum momento no futuro, surgir a necessidade de deslocamento de alguma força blindada para fora do país, a localização mais adequada para mobilização rápida é no Nordeste.

    Ou, numa graaande viagem, se algum país nos invadir, provavelmente será utilizando o expediente holandês que deu certo, bem longe da metrópole. Nordeste de novo!

    Acho que seria interessante alguns posts sobre a configuração geográfica do Brasil. Entre outras coisas, ajudaria na resposta a questão “para que precisamos de um MBT”.

    Abraços

  56. Bosco disse:

    Teoricamente um RPG não tem potência suficiente para perfurar um MBT com blindagem Chobham, mas não podemos nos esquecer que um tanque tem nível de blindagem variável e portanto se um RPG atingir uma área mais vulnerável ele pode causar algum dano e inclusive neutralizar o mesmo. Daí a guerra urbana ser muito mais perigosa para um tanque já que a ameaça de um RPG pode vir de qualquer lugar, o que não ocorre em geral em uma guerra campal convencional.
    A capacidade perfurante da ogiva HEAT é proporcional a seu diâmetro e um mínimo de 150 mm se faz necessário contra a blindagem frontal e periférica da torre.
    Outra maneira é como o Francisco falou, usando uma munição cinética.
    Cargas HESH (explosivo plástico conformável) estão em desuso mas ainda existem, principalmente em projéteis lançados por canhão de tanques contra alvos menos blindados que os MBTs.
    Outra maneira é a concussão provocada por uma grande explosão como a de uma bomba Mk82. Haja vista a eficácia demonstrada pela GBU-12 nas guerras recentes.
    Todos esses meios necessitam de um impacto direto para garantir a destruição de um MBT moderno.

    Marlos,
    para que um navio atinja outro a 100 km basta que ele receba as coordenadas do alvo por meio de algum “sensor” externo (helicóptero, avião de patrulha, UAV, etc) que consiga “ver” além do horizonte do navio, mas que esteja dentro do alcance de rádio do mesmo. Também é necessário que o navio lance um míssil que tenha o alcance suficiente.rsrs…
    Até uns 150 km (+ ou -) não é necessário que o míssil subsônico receba atualização de meio curso, bastando as referências pré-lançamento, mas acima dessa distância ele deveria contar com um sistema de data-link (nem que fosse só de uma via) entre ele e o sensor que propiciou a detecção OTH, por exemplo, o helicóptero, etc.
    Em distâncias grandes, acima de 70 km, e com mísseis subsônicos sem data-link, é interessante o uso da tática de lançamentos em salvas afim de cobrir uma maior área do mar, aumentando as chances de acerto, já que há limites para a capacidade de varredura dos sensores terminais dos mísseis (no caso, radar ativo) são ativados em uma distância pré-determinada para não alertar a defesa do navio.

  57. Getulio - São Paulo disse:

    Vi outro dia uma produção na tv a cabo reportagem sobre os Abrams. Alegam que foram construídos cerca de 8mil tanques. O Egito é um dos maiores adquirentes de tanques depois dos americanos, salvo engano. Possuem mais de mil deles, como também de F-16. A matéria do filme mostra toda a linha de produção, construção e atualmente reforma desses tanques, todo dia chegam do Iraque, etc. tanques avariados, semi-destruídos, que são enviados para cada departamento, verdadeira industria, não há nada igual no mundo. Pavilhões com mais de quilômetros de construção em linha de montagem. Os tanques recuperados saem como novos. O blog poderia fazer uma visita a esta verdadeira linha de montagens, desmontagem e recuperação de tanques, para nós ficarmos saciados.
    Em tempo: somente os alemães e posteriormente os russos utilizaram os tanques em massa, verdadeiras formações em combate tanque a tanque. Os americanos utilizam em conjunto com outros meios.
    O Brasil é muito estranho, não ouço falar ou ver como são geridos estes equipamentos. As vezes vemos que “Oito tanques” fazem parte de tal unidade, mas em nenhum momento vemos que os tanques tenham sido utilizados em massa de um exercício de batalha. Qual é o papel dos tanques no Brasil?

  58. André Castro disse:

    Eu vi em um site que na guerra do Golfo dos mais de 2 mil Abrams que foram usados so 18 não voltaram funcionando isso é realmente verdade ?
    O ponto fraco do Abrams é o combultivel ele faz apenas 400 m por litro .
    (http://ciencia.hsw.uol.com.br/tanques-m1.htm)
    (http://ciencia.hsw.uol.com.br/aplicacoes-militares-canal.htm)

  59. Everson disse:

    Quem conhece o relevo do centro-oeste acho que não fala que os tanques são totalmente ultrapassados….

  60. marlos barcelos disse:

    Francisco AMX

    canhões de 90mm realmente não são eficazes contra tanques modernos, mas isso se ele atingir a parte frontal dos tanques que é mais expessa, mas se atingir dois projeteis próximos um do outro destrói tanques sim senhor, os A-10 usam canhões de 30mm e destroem tanques altamente blindados, sabe porque? porque recebem vários impactos de 30 mm aproximadamente no mesmo lugar e a cada disparo a blindagem vai ficando fragilizada.

    RPGs e foguetes de 70mm podem destruir tanques pesados, mesmo os mais modernos, há varias partes dos tanques que possuem menor blindagem, principalmente a parte de trás onde fica o motor e a parte de cima dos tanques, onde por exemplo a parte que saem os tripulantes, além disso a parte de baixo dos tanques é frágil e a parte das lagartas podem ser destruídas por foguetes ou RPGS facilmente, e pode ter certeza qe existem outros locais mais frágeis.

  61. marlos barcelos disse:

    JACUBÃO

    .50 derrubar um helicotero de ataque só se for um milagre, a única chance é destruir a helice (pá)da cauda, ou atirar no piloto, outra hipotese não existe, a helice (pá)da parte de cima do helicoptero é bastante resistente e fico imaginando como fariam pra atingir essa helice (pá) de cima do helicotero, impossível, mas como os helicopteros atacam de frente, destruir a helice da parte de trás é praticamente impossível.

  62. Francisco AMX disse:

    Marlos, a munição do GAU-8 de 30mm é única e exclusiva, uma delas é concebia para perfurar blindagens, de altíssima tecnologia e velocidade com uma energia cinética muito superior a de outros canhões de mesmo e superiro calibres, o gás do GAU-8 pode matar o piloto caso invada a cabine, foram usados contra os velhos tanques russos, sem nenhum tipo de blindagem reativa! o A-10 ataca por cima dando nenhuma margem para “ricochetes” das munições…
    Foguetes de 70mm não são projetados para perfurar blindagens! se acontecer algo, é puro acaso! não é esta sua função! bombas leves tem que acertar o MBT em cheio, nem sempre RPGs e assemelhados destroem as esteiras com a facilidade que tu falas…
    Bom, este assunto já está esgotado, o fato é que os MBTS ainda terão um importante papel pelos próximos 20/30 anos!

  63. Francisco AMX disse:

    Jacubão, o Marlos vai morrer negando a utilidade da .50, que pode perfurar muitos veículos blindados e não derrubar um Heli! como se um Heli fosse feito todo de aço! sua cauda e corpo não tem fuselagem, são placas de aço/titaneo e cerâmica, para o Marlos um Apache deve pesar uns 40mil kilos, pois ele só tem as (segundo ele) “Hélices” — para mim é rotor — vulneráveis, e impossíveis de serem atingidas… é brincadeira… as vezes me pergunto de onde foi que o Marlos tirou seu conhecimento sobre assuntos militares…

  64. marlos barcelos disse:

    Francisco AMX

    rotor é o que segura as pas do helicoptero, só quis ser de fácil compreensão, o que vc chama de rotor são as pás.

  65. Francisco AMX disse:

    Marlos, é o conjuto dos dois!

  66. Higgins disse:

    Fico feliz, por ter sido o primeiro a lembrar que o país não é só selva…
    Teremos que abordar no futuro, a substituição dos nossos MBT’s, por modelos atualizados…

    Quanto aos helicópteros de ataque:
    Os Vietnamitas usavam .50 em quadras e faziam estragos nos helis americanos. Helis de ataque, possuem blindagem nas áreas sensíveis, mas duvido muito, que possam aguentar fogo intenso e concentrado de armas .50 e acima.
    Aliás, um Apache caiu sobre fogo de 7,62…

  67. Higgins disse:

    *caiu sob fogo…

  68. marlos barcelos disse:

    Francisco AMX

    Em aviação, Rotor de um helicóptero é o componente básico de um helicóptero destinado a prover a sustentação necessária ao vôo. O rotor de um helicóptero não deve ser confundido com as hélices de um avião. O rotor incorpora articulações que permitem os movimentos das pás nos eixos de articulação para prover a mudança do passo, o batimento e o arrasto. O movimento de mudança de passo é o que permite a mudança do ângulo de ataque das pás para fazer variar a sustentação gerada no rotor logo a sua sustentação.

    Isso é o que diz o wikipedia.

    o rotor é o que gira as pás, as pás não fazem parte do rotor, você confundiu, mas isso é normal, fiz isso algumas vezes nesse forum.

  69. Bosco disse:

    Marlos,
    um helicóptero de desenho tradicional tem um rotor principal e um rotor de cauda.
    O rotor principal é formado por 3 partes: o eixo que é ligado a uma caixa de transmissão e essa ao motor, o cubo ou cabeça onde estão as engrenagens que permitem a mudança de passo ao qual você se referiu, e as hélices.

  70. Sandro disse:

    Essa não!!! Tanques para o inimigo!!!??

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