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VAB Mk3, joia da Arquus para os mercados de exportação

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VAB MK3
VAB MK3

Criadora, fabricante e prestadora de serviços de manutenção para o mundialmente famoso VAB, a Arquus traz 40 anos de experiência em batalhas para fornecer um produto único, o VAB Mk3.

Um transporte de tropas extremamente móvel e versátil, o VAB Mk3 é um produto chave para exportação, atualmente obtendo grandes sucessos, especialmente no Oriente Médio.

O VAB MK 3 é uma nova família de veículos blindados de peso médio 6×6 que oferece um desempenho de alto nível em termos de mobilidade, proteção e carga útil. O veículo, com direção protegida por pára-brisa, fornece ao comandante de bordo e ao motorista uma excelente capacidade de observação.

Seu perfil compacto facilita a furtividade ideal em ambientes urbanos e montanhosos.

A Arquus oferece o VAB Mk3 com um pacote de sistemas completo que integra tecnologias de alto nível e permite a conclusão de todas as missões de combate em modo colaborativo, graças ao sistema Battlenet, que é padrão no VAB Mk3.

O VAB Mk3 oferece desempenho próximo a UM 8×8 com excelente custo-benefício. Beneficia-se da rede global de manutenção da Volvo/Renault Trucks.

A Arquus é a Área de Negócios de Defesa do Grupo Volvo. O Grupo Volvo é um dos principais fabricantes de veículos pesados, reunindo marcas de grande prestígio como Volvo, Renault Trucks e Mack. O grupo tem mais de 100.000 funcionários em todo o mundo, com instalações de produção em todos os continentes e presença em mais de 190 países. O grupo está organizado em 10 áreas de negócio (BA), incluindo as divisões Trucks BA e Bus, Engines, Finance and Defense.

FONTE: Arquus

31 COMMENTS

  1. Se é bom eu não sei, mas seguramente é um dos mais feita que já vi, além do que essa área envidraçada me pede muito ampla para o nível de blindagem necessário…opinião de leigo, por favor me corrijam se falei bobagem.

  2. Ao que parece ao contrário do que as muitas críticas que nosso exército sofreu por ser o Guarani 6×6 a tendência no momento é este tipo de veículo. O projeto do Guarani parece ser muito superior e este modelo. E beleza não garante vida e realização de missões no campo de combate, sobretudo nos novos cenários.

  3. O VAB Mk3 é uma atualização dos já bem rodados VAB – Véhicule de l’Avant Blindé -, ou em português de Portugal Veículo Blindado de Combate. A viatura blindada original foi idealizada na década de 1970 e introduzida a partir de 1976, com versões 4×4 e 6×6, chegando a mais de 5.000 unidades produzidas.
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    Acredito que está entre o tradicional APC – Armoured Personnel Carrier e o conceito mais atual (origem sul africana) MRAP – Mine-Resistant Ambush Protected, principalmente em função de sua área envidraçada (vidros blindados é claro) e seu desenho relativamente simples, com direito a portinha na cabine dianteira.
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    Para países de terceiro mundo é uma opção interessante.
    Mas para forças armadas mais estruturadas acredito que é melhor dispor para suas unidades mecanizadas de APCs (VBTI) sobre rodas de verdade, como o Guarani, o Stryker ou os russo/soviéticos BTRs 80 e 90. Para suas unidades de infantaria pode usar os MRAP, como fazem os ingleses com seus Mastiffs.
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    Pelo que tenho lido, alguns autores estão chamando de Infantry Mobility Vhehicle (Veículo para Mobilidade da Infantaria) veículos sobre rodas, com tração completa, resistência à minas e artefatos explosivos, blindagem contra armas leves porém sem grande resistência ao fogo inimigo e – obviamente – sem o custo dos blindados mais estruturados.
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    Exemplo dos Infantry Mobility Vehicle:
    – ATF Dingo;
    – AMZ Dzik;
    – AMZ Tur;
    – Mungo ESK; e
    – Bushmaster IMV.
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    Veículos mais antigos como o francês VAB original – talvez o repaginado VAB Mk3 – e o sul africano Buffel possam se enquadrar no conceito de Infantry Mobility Vhehicle, entre APCs e MRAPs.
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    Forte abraço,
    Ivan, an Oldinfantryman.

  4. Sou totalmente contra a compra de IMV (infantry mobility vehicle) sobre à de APCs.
    Um exercito que se preze tem que ter um APC topo de linha, inclusive com versões com canhões 30mm/40mm, e comprar os IMV para ficarem estocados, so usar quando entrar numa guerra assimetrica, como o US Army, que tem os Strikers nas fileiras e trocentos IMV estocados ou em missões no Iraque/Síria e Afeganistão.

    • Augusto,

      Convenhamos: antes ter um IMV do que mandar todo mundo em caminhões…

      O mais, depende do que o dinheiro pode proporcionar… Um APC 8×8 dos bons, tal como um Boxer, custa aí, por baixo, uns R$ 6 milhões. Um IMV como esse, deve estar custando cerca de R$ 3 milhões ou um pouco menos…

      • Desculpa a carona no comentário mas, realmente para a a patrulha é mais pratico, rápido, e barato do um APC.
        por aqui se querendo mais ou menos 1500 guaranis acho meios de mais, em meu achismo 1000 estão de bom tamanho, e o gasto nos 500, passariam pra 4×4 ou 6×6 leves como este, pois nosso maior conflito, pelo andar da carruagem vai ser interno, contra o crime organizado.

        • caio,

          Via de regra, qualquer força terrestre hoje necessita de um legitimo APC, que é, na prática, uma outra classe de veículo, sendo indispensável para a constituição de legitimas forças mecanizadas.

          Cada exército deve avaliar com precisão seus recursos e investir naquilo que pode manter, sob pena de não se ter o volume necessário para suas pretensões. E o investimento nesse tipo de viatura como a da matéria, deve obrigatoriamente e justamente contemplar a limitação de recursos e, tão importante quanto, o cenário e situação no qual haverá de desempenhar suas funções.

          Ocorre que um veículo como o Guarani pode fazer o trabalho deste IMV, sendo que o oposto não é verdadeiro. Logo, se podemos pagar por mais ‘Guarani’, e assim ter mais proteção e unidades dedicadas a cavalaria, que seja…

          Eu particularmente considero esse tipo de veículo, em sua versão 6×6, dispensável ao EB, que ( ao menos que ocorra uma hecatombe ainda maior… ) eventualmente irá dispor do ‘Guarani’ em números necessários, e poderia, se desse na telha, delegar unidades para as funções desse IMV sem que isso impactasse significativamente em custos operacionais ( imagino eu… ).

          Penso que um tipo 4×4, como o MaxxPro ou Bushmaster ( acho este último mais adequado ), seria muito mais interessante para complementar o ‘Guarani’ e dar mobilidade a unidades de infantaria… Aliás, os australianos tem um mix interessante, optando pelo Bushmaster como seu IMV, ao mesmo tempo mobiliando sua cavalaria com o ‘Boxer AFV’.

  5. Isso aí tem o mesmo nível de blindagem de um 4×4 na faixa das 10t
    É 6×6 pq tem que caber mais gente dentro. Simples assim.
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    Guarani é outra categoria de veículo…

  6. O Guarani é uma b*, e quem trabalha com ele sabe do que estou falando. Esse VAB Mk3, no nosso teatro de operações atual, ele não se daria bem, principalmente no GLO e OCD. Aparentemente, por vários motivos. Janelas muitos grandes (da uns 4 tiros de 7,62 ali ou joga tinta que não enxerga mais nada), não tem placas de aço para proteger os vidros quando o bicho pegasse (sou adepto ao periscópio kkk), não tem friso para tropa disparar com fuzil sem desembarcar, se preocuparam em gradear somente os faróis, muito fácil de subir nele (se no Haiti subiram no Urutu imagina nesse aí), entre outras coisas.

  7. O Guarani é totalmente anti operacional, e quem trabalha com ele sabe do que estou falando. Esse VAB Mk3 não serviria para nós, por vários motivos dentro do teatro de operações que vivemos atualmente (Operações de amplo espectro, GLO, OCD).

  8. RR. Eu acho que 1000 gauaranis 6×6 estariam adequados, pois deveríamos complementar a forca terrestre com outros 1000 veículos sobre lagarta, pois o centro sul tem TO pra isso, e estes veículos são mais resistentes fo que os sobre rodas.
    Os 4×4 me espelho no uso pelos EUA como patrulha de larga escala, além de usi como artilharia ligeira, entre outros usos, aqui no Brasil não se dá o mesmo valor pra estes veículos infelizmente.

    • caio,

      Mais uma vez, depende do que se pretende; do que se necessita ou do que se pode… E tudo deve ser equilibrado de modo a apresentar um custo/benefício coerente.

      Os veículos sobre lagartas são uma questão a parte. Estes compõem forças de cavalaria blindada, e normalmente se destinam a acompanhar carros de combate. São próprios para unidades que buscam elevada mobilidade tática, quer dizer, que buscam singrar qualquer terreno. E VBTPs como a Guarani, como disse acima, tem propósito distinto, além de serem veículos consideravelmente mais baratos… Veja, portanto, que aumentar a proporção de lagartas vai custar mais caro, além de prover a força de um ‘excesso’ que ela talvez não precise…

      Enfim… Se precisamos de X forças de um determinado ramo, então devemos buscar o componente apropriado ( ou o máximo possível dentro disso ). E daí que o Brasil precisa hoje substituir os veículos ‘Cascavel’ e ‘Urutu’ em sua totalidade, o que demanda mais de 1500 viaturas apenas para manter o componente atual…

      Por fim, não é que não se dá valor a essas viaturas 4×4… Ocorre que existem outras prioridades…

  9. Amigos, frequentemente eu vejo a denominação “Mk” em alguns equipamentos de defesa. Seria a denominação para a “versão”? Isso e só para equipamentos de defesa? Agradeço antecipadamente!

  10. A mecânica dele é horrível, só dá problema, pra você ter uma ideia ele trabalha com 4 baterias que são próprias dele e em paralelo , ou seja, se uma der problema você na verdade terá dois problemas: 1 o carro vai parar, 2 só colocando outra que é dele, não é comercializado e isso é totalmente anti operacional. Com relação a conforto, blindagem tranquilo, mas mecânica é horrível (detalhe, o carro ainda não estava pronto e mesmo assim, na pressa, mandaram produzir). Esse que falaram com você sobre o Guarani talvez são militares de Cavalaria ou infantaria que, operaram o Urutu ou não devem possuir conhecimento na mecânica.

  11. 400 guaranis. Se tiver canhao nuns 30. O resto é caminhao num modelo novo nosso. Parem de pensar que vao pra guerra ajudar os gringos. Internamente nem os americanos sao tao malucos. Cada comando nos estados de fronteria deveria ter cinco helicópteros, sendo dois esquilos armados fabricados aqui. Outros estados um esquilo.

  12. Alguém sabe dizer se os mais de 3 mil guarani contratado está de pé ou se os contratos já foram cancelados
    Até agora temos 300
    10% do plano original
    Será que teremos uns 2000 ao menos?

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