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Brasil leva mais de 30 anos para desenvolver míssil anticarro

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A empresa SIATT (Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico), criada pelos fundadores da Mectron, anunciou recentemente o lançamento bem-sucedido do MSS 1.2 AC, um míssil superfície-superfície anticarro de médio alcance, guiado a laser, desenvolvido segundo requisitos do Exército Brasileiro.

A história do MSS 1.2 tem um longo percurso, mesmo antes de o Exército Brasileiro, em 1986, lançar um programa para produção local de um míssil anticarro.

Em agosto de 1986 o Exército Brasileiro recebia proposta para a fabricação de um míssil anticarro. Foram ofertados os mísseis: TOW (Hughes), Bill (Bofors) e o MAF (Oto Melara – Engesa).

O escolhido foi o MAF (Missile Anti-Carro della Fanteria), em desenvolvimento pela italiana Oto Melara. Foi criada a empresa Engemissil para gerenciar esse programa entre outros e posteriormente com a Órbita.

A Órbita Sistemas Aeroespaciais S.A. era uma sociedade da Embraer (40%), Engesa (40%) e os 20% restantes com a Imbel, Eska, Eskam e Parcon. A empresa tinha 250 funcionários e ficava em São José dos Campos, em um edifício próximo à Embraer.

Com a posterior crise e falência da Engesa em 1993, a Órbita acabou desaparecendo, o que levou a uma paralisia do projeto do míssil anticarro.

Posteriormente o projeto foi retomado e passado para a empresa Mectron – Engenharia, Indústria e Comércio Ltda, de São José dos Campos, que refez totalmente o projeto, e pouco resta do original. Observar nas ilustrações como o formato do lançador foi mudando com o tempo.

Lote piloto

Foi publicado no dia 4.11.2008, no Diário Oficial da União (DOU), o extrato de dispensa de licitação do Exército Brasileiro, através do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), que autorizava a produção do Lote Piloto do Míssil Anticarro MSS 1.2 pela Mectron.

O contrato no valor de R$ 25,6 milhões parecia por fim a uma longa novela de desenvolvimento do primeiro míssil anticarro brasileiro. O desenvolvimento estava concluído desde 2005, mas o Exército ainda não havia encomendado o lote piloto devido às restrições orçamentárias.

Em 2015, a Mectron, que se tornou parte da a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT), assinou com o CTEx – Centro Tecnológico do Exército Brasileiro um novo contrato que dava continuidade aos ensaios de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC produzido pela empresa e entregue, no decorrer de 2013 e 2014, ao Exército Brasileiro e também ao Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil.

Esse contrato previa o desenvolvimento de um giroscópio (dispositivo usado para indicar as mudanças de rolamento do míssil) com novos requisitos técnicos, bem como sua fabricação e atualização nos mísseis já entregues a serem usados no processo de avaliação.

Em julho de 2015, foram realizados dois lançamentos bem sucedidos, realizados em 05 de maio e 01 de julho de 2015, no Centro de Avaliações do Exército – CAEx, em Guaratiba/RJ, no processo de avaliação do lote-piloto do Sistema de Armas Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC, entregue em 2013 e 2014 ao Exército Brasileiro pela Mectron.

Equipes técnicas do CTEx – Centro Tecnológico do Exército e da Mectron realizaram os lançamentos e obtiveram dados para, dentre outros aspectos técnicos/operacionais, avaliação dos novos giroscópios desenvolvidos e fabricados em 2015 para atualização dos mísseis.

Ambos lançamentos foram realizados contra alvos fixos posicionados a uma distância de 1.500 metros. Os disparos foram “remotos”, ou seja, sem a presença de um atirador, na medida em que um dos aspectos técnicos que estava em avaliação era a rigidez mecânica do sistema e a confiabilidade dos novos giroscópios.

SIATT

Na manhã de 22 de agosto de 2018, especialistas da SIATT, em conjunto com especialistas do Exército Brasileiro, realizaram lançamento do Míssil Superfície-Superfície Anticarro MSS 1.2 AC no CAEX – Centro de Avaliações do Exército, Campo de Provas da Marambaia, Guaratiba, Rio de Janeiro/RJ.

Foi o primeiro lançamento sob responsabilidade da empresa após a mesma ter assumido o programa em setembro de 2017. O sucesso do lançamento em questão contribui para a avaliação técnica e operacional do lote piloto do produto. Diversos lançamentos, em diferentes condições de emprego, estão previstos para os próximos meses.

Míssil MSS 1.2 AC

Especificações
Peso 34 lb (15,4 kg)
Comprimento 5 ft (1,52 m)
Diâmetro 5 in (127 mm)
Alcance efetivo 2 milhas (3,22 km)
Ogiva Explosivo HMX
Motor Motor de dois estágios
Propelente propelente sólido, base dupla
Velocidade 0,8 Mach.
Sistema de
orientação
Beam rider

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HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
2 anos atrás

Uma pergunta inconveniente não foi tocada e sequer respondida aqui: que fim levou a Mectron?

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Corrige aí:
“O motivo da venda foi pq o grupo Odebrecht é ladrão e foram pegos pela lava jato.”

Não tem essa de que foi a lava jato que lançou eles em crise.

Clóvis Arrué
Clóvis Arrué
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Bem lembrado Rui! 👏🏻👏🏻👏🏻

Guilherme santos
Guilherme santos
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Bem lembrado a desgraça que fizeram com empresas estratégicas com essa lava jato.
Vê lá se os EUA fazem isso com suas empresas ?
Entreguistas.

Bosco
Bosco
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Estratégica pra quê? Fez o que mesmo?

Bosco
Bosco
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Petista sendo petista.
Fazendo contorcionismo intelectual … e moral.
Aquela empresa nem um site decente tinha. Eu, por diversas vezes, plena era de ouro do Lula, chamava a atenção aqui na Trilogia que essa empresa não ia pra frente com seus projetos e que sequer tinha um site decente. Até míssil era escrito como “míssel”.
Eu só não falava que tinha treta porque não sou leviano de fazer juízo de valor sobre pessoas sem prova ou sem que seja de conhecimento público.comment image

Gravitz
Gravitz
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Estratégica só se for para roubar os contribuintes.

Bosco
Bosco
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Com o perdão da Trilogia, mas há 8 anos eu já fazia críticas à Mectron, antes de saber que o juiz Moro existia. Texto meu de 2010 no PlanoBrasil: “Claro que acho uma excelente ideia. Mesmo porque se ele for aprovado pelo usuário final, no caso o exército e os fuzileiros, sempre se pode imaginar que virão versões aprimoradas. Pelo menos é o que ocorre no resto do mundo. Minha crítica é mais no sentido da desinformação a que somos submetidos. Como somos sujeitos a essa “desinformação” podemos imaginar qualquer coisa. A grande maioria, talvez de modo inocente ou imbuídos… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

A lavajato descortina um gigantesco esquema de corrupção e a corruptora vira “empresa estratégica” enquanto a lavajato é “entreguista”? Essa é a moral dos fiéis da seita do ABC

César A. Ferreira
César A. Ferreira
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

O comentarista “Rui Chapéu”, disse: “Corrige aí: “O motivo da venda foi pq o grupo Odebrecht é ladrão e foram pegos pela lava jato.” Não tem essa de que foi a lava jato que lançou eles em crise”. Comete um equívoco factual. A venda de subsidiárias não lucrativas por parte da Odebrecht, deu-se em razão da protelação, motivada pela obstrução intencional do MPF, da realização do acordo de leniência entre a União e a Odebrecht. A empresa viu-se sem acesso ao crédito no mercado e foi obrigada a lançar mão dos seus ativos. Ver mais uma empresa da nossa Base… Read more »

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  César A. Ferreira
2 anos atrás

ah cara,
vá mortadelar em outro lado.

Falou trocentas palavras e não disse nada com nada. Nada muda que eles são ladrão e foram pegos com a mão na botija.

Não importa o tanto que vc quer se achar o pseudo intelectual de internet que faz textão que vai mudar isso.

Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Mesmo que não houvesse a Lava Jato, como estes produtos nunca tem encomendas de grande vulto do Brasil e poucos são vendidos para o mercado externo.

Praticamente impossível uma empresa privada se manter..

Pelo menos ela fecha, não fica que nem a IMBEL eternamente fazendo produto meia boca.

José
José
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
2 anos atrás

O Brasil não é um país sério,ou melhor dizendo os brasileiros não são sérios.A fama vai longe! Algumas empresas e pessoas criativas estão mudando,transferindo as suas atividades para a Alemanha e lá se estabelecendo a fim de fugir dessa pecha,má fama,pois estabelecidas no Brasil eles sofrem as consequências da má fama, não tinham encomendas de clientes do exterior.As mesmas se estabeleceram na Alemanha e,segundo eu li,já haviam sido feitas encomendas de seus produtos por clientes de vários países,ao contrario do que ocorria por estas bandas. Temos exemplos da falta de sucesso da engenharia brasileira,um exemplo,afora outros, bem claro é a… Read more »

Marcelo Danton
Marcelo Danton
Reply to  Rui chapéu
2 anos atrás

Esse cara não toma jeito mesmo né?! Ele acha bonito ser desonesto intelectual.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Pois é Galante! Agora você precisa se perguntar qual foi a finalidade de colocar essa notória empreiteira no mercado de defesa. Aliás cumpre lembrar que os então ocupantes do GF, indignados com a recusa da EMBRAER em receber o Vice premier russo, queriam estabelecer com essa empreiteira Uma concorrente à EMBRAER em parceria com os russos. Tudo muito suspeito.

César A. Ferreira
César A. Ferreira
Reply to  HMS TIRELESS
2 anos atrás

Apesar de muitos desconsiderarem as colunas de comentários dos blogs de defesa brasileiros como espaço dotado de credibilidade, por estes serem notórios pela desinformação propagandeada por pessoas que se escudam atrás de personagens vários, algo que aliás pode ser entendido como sintoma de uma doença mental, eu ainda tomo como válido expor-me para responder…\ Nunca houve por parte do governo federal intenção de promover uma fundação de uma nova empresa aeronáutica, devido a recusa da Embraer em receber a visita de um dignatário da Federação Russa. Isto é um delírio do interlocutor, algo que por si só se revela. A… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  César A. Ferreira
2 anos atrás

A prosa empolada e prolixa tenta inutilmente negar fatos concretos e fazer uma defesa canhestra do desastroso governo derrubado pela via constitucional além de fazer uma indisfarçada apologia à corrupção e à impunidade senão vejamos: – A informação de que o GF preparava com os russos e a notória emPreiTeira uma concorrente da EMBRAER pode ser conferida aqui: http://www.defesanet.com.br/br_ru/noticia/25743/Governo-do-PT-preparava-com-russos-e-a-Odebrecht-uma-concorrente-a-EMBRAER/ – A saída para a base industrial de defesa era um processo de consolidação da mesma através da formação de conglomerados tal como foi feito nos EUA, na Grã-Bretanha e na Europa de uma forma geral ao fim da guerra fria.… Read more »

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  César A. Ferreira
2 anos atrás

A prosa longa, empolada e prolixa esconde uma uma malograda negativa de fatos concretos, uma indisfarçada defesa do governo derrubado pela via constitucional e também uma apologia da corrupção e da impunidade senão vejamos: – As tratativas dos então ocupantes do GF com os russos e a notória empreiteira podem ser facilmente descobertas no Google, basta pesquisar! – A solução para a base industrial de defesa brasileira passava pela formação de conglomerados de defesa tal como feito nos EUA e Europa ao fim da Guerra Fria em um processo de fusões, aquisições e consolidações. Um exemplo seria a aquisição da… Read more »

Ozzy
Ozzy
2 anos atrás

Projeto azarado, pegou três empresas que foram a falencia, falta de interesse do exercito, falta de verbas, etc.
De qualquer forma deve-se deixar claro que embora o conceito basico do missil seja o mesmo, com certeza a tecnologia do projeto foi atualizada ao longo do tempo, não sendo um projeto com a mesma tecnologia de 30 anos atrás.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Ozzy
2 anos atrás

As empresas de defesa vão a falencia porque o próprio governo não compra nada, assim como o Brasil não comprou nenhum Osório, aí fica muito difícil para as empresas terem que viver de exportação por conta própria sem ter ajuda nenhuma do anão diplomático.

Jorge Augusto
Jorge Augusto
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 anos atrás

É mesmo… Vamos esquecer que o Osório era um Frankenstein e que a ENGESA faliu por incompetência própria depois de dar um passo maior que a perna.

Vamos esquecer que a Mectron faliu porque a Odebrecht foi pega na lava-jato.

Isso mesmo, a culpa é do Brasil. O Brasil é obrigado a salvar empresa incompetente de falir só porque é brasileira.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Jorge Augusto
2 anos atrás

Mas é fato, por exemplo, até a Indonésia tem mais Astros II do que o Brasil… A Arábia saudita e o Iraque então nem se fala, o que é bem estranho vários países terem mais do que o próprio produtor…

Bosco
Bosco
Reply to  Jorge Augusto
2 anos atrás

Se o produto tiver competitividade no mercado externo o Brasil não precisa “salvar” a empresa. Haja vista o Cascavel, o Astros, o Urutu, o Tucano, o Super Tucano, etc.

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Mísseis em estado da arte que o MSS-1.2 terá que competir:
Javelin (IIR – EUA)
TOW “wireless” (SACLOS/RF – EUA);
Spike MR (IIR – Israel);
Spike LR (IIR/fibra ótica – Israel);
Spike ER (IIR/fibra ótica – Israel);
Raybolt (IIR – Coréia do Sul);
OMTAS (IIR/RF – Turquia);
Kornet (LBR – Rússia);
HJ8 (SACLOS/fio – China);
Milan 3 (SACLOS/fio – Europa);
MAPATS (LBR – Israel);
Ingwe (LBR – África do Sul);
HJ12 (IIR – China);
MMP (IIR/fibra ótica – Europa);
Konkurs (SACLOS/fio- Rússia).

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Faltou o Bill 2 (SACLOS/fio – Suécia) , que acho, ainda é fabricado.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Bosco
2 anos atrás

A importância deste projeto assim como outros como o MAA-1, Man sup etc esta numa possível autonomia nacional neste setor e não necessariamente num mercado externo.

E essa autonomia, pesquisa e desenvolvimento é de extrema importância para o pais, pois alem de capacitação nesta sensível área ainda agrega conhecimento que pode ter outras aplicações, como a modernização de misseis importados por exemplo.

Felizmente a necessidade de uma capacitação da industria bélica nacional só vai ser sentida se estivermos envolvidos em alguma escaramuça ou guerra, e essa capacitação não se consegue da noite para o dia.

Caio
Caio
2 anos atrás

Em um país submisso mais a interesses estrangeiros do os seus próprios, desenvolvimento não faz parte de sua agenda( bem como de nenhum candidato atual).
O nacinalismo positivo pro aqui perdeu lugar pra esquerdismo e direitismo e o nosso atraso é consequência. Mais do que óbvia.

Ivan BC
Ivan BC
Reply to  Caio
2 anos atrás

O que os estrangeiros tem a ver com isso? Nós votamos em bandidos, trocamos nossos votos por caçambas de terra, por populismo barato, mas o problema são os outros? 513 deputados federais, 81 senadores, presidente e vice, secretários e 1 trilhão de pessoas envolvidas em 30 anos não conseguiram fazer a coisa funcionar nesse setor. Os estádios da copa do mundo, SEM licitação ficaram prontos em pouco tempo. Por fim, direitismo? Onde e quando? FHC de direita? kkkkk Nem os militares eram de direita…vamos acordar! Como o SmokingSnake 🐍 1 de setembro de 2018 at 12:41 disse: o problema é… Read more »

Mauricio R.
Reply to  Ivan BC
2 anos atrás

Os únicos problemas do Brasil qnto a material bélico são dois: “falta de verbas” e “o Brasil não compra”.
Isso dá uma canseira…

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Se as forças armadas não comprarem, é quando compram compram 36 unidades,ai não dá.Empresa nenhuma aguenta.Veja os casos do Iglas que é russo mas não fez uma compra de centenas e mais centenas.No caso de um produto nacional tem que por a mão no bolso e comprar talvez 1000 unidades,mesmo que seja 200 por ano para compensar o desenvolvimento do projeto,só depois vender para países sul americanos e africanos,assim você terá uma continuidade em produção e venda.

Sargento Pincel
2 anos atrás

Qualquer produto nacional com boa tecnologia é sempre bem vindo, agora sobre o MSS será que sempre que for usá-lo terá que por todos aqueles equipamentos; (tripé e etc) e pelo tamanho do artefato deve ter um alcance de mais de 4 km, e parabéns para o EB ótima aquisição.

Antunes 1980
Antunes 1980
2 anos atrás

Devemos sempre apoiar não só o desenvolvimento da nossa indústria de defesa assim como o apoio incondicional dos nossos governantes. Um projeto de sucesso depende fundamentalmente disso. É de suma importância a participação dos políticos, tanto na aprovação de projetos relacionados assim como atuar através de parceiras comerciais em todo o território sul-americano. Não vejo como algo impossível vender estes equipamentos para países como paraguai, Uruguai, Chile, equador etc..

carvalho2008
carvalho2008
2 anos atrás

Mestre Bosco,

O modo de operação lembra o RBS-70, poderia o MSS1.2 caso evolua tentar se aproximar das primeiras versões de um RBS-70….? Lembrando que ele tanto pode ser usado para alvos de superifie ou aereo….ja que a iluminação é laser, parace que dependeria apenas do projetil evoluir para puxar curvas e ter alcance…

Bosco
Bosco
Reply to  carvalho2008
2 anos atrás

Carvalho, Mesmo do jeito que está ele tem alguma função AA, mas alterando-se a ogiva (por exemplo , instalando uma de alta fragmentação em volta da ogiva HEAT) e instalando uma espoleta de proximidade ele poderia ser usado na função AA com mais propriedade, em que pese ser subsônico. Se o forem fazer uma versão AA dedicada, supersônica, deveria ser mais afilado (reduzindo o arrasto) e mais comprido de modo a ter uma maior quantidade de propelente de alta velocidade (queima rápida). O diâmetro de 130 mm é interessante para a versão antitanque (ogiva HEAT) mas seria muito para uma… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Valeu Mestre Bosco

Bruno
Bruno
2 anos atrás

O Brasil não leva 30 anos para desenvolver um míssil, o desgoverno traidor e 200% vendido que sabota qualquer iniciativa nacional que se dedique a qualquer coisa boa ao país, esse sim é o responsável por todos os males dessa nação, ou será a culpa do brasileiro que só vota errado e ainda se acha no direito de cobrar alguma coisa?

Zorann
Zorann
Reply to  Bruno
2 anos atrás

O negocio demora 30 anos pra ficar pronto….E a culpa é só do governo atual? Aff.

Hawk
Hawk
2 anos atrás

Apesar de todos os adventos, pelo menos eles conseguiram algo bem positivo. Vamos esperar se haverá compradores e se o ESTADO não vai melar tudo como sempre.

Augusto L
Augusto L
2 anos atrás

Era melhor o EB ter focado na produção de um AT-4 e um Carl Gustav nacional. Ate pq um míssil AT é desnecessário pra nossa realidade e se surgisse uma ameaça era só comprar uns TOWs rapidinho pelo tio sam.

Jorge Augusto
Jorge Augusto
Reply to  Augusto L
2 anos atrás

Você ta falando do ALAC?

Fila
Fila
Reply to  Jorge Augusto
2 anos atrás

Sugiro uma matéria sobre o Alac

cbamaral
cbamaral
2 anos atrás

Minha dúvida é, apesar dos 30 anos de atraso, a tecnologia foi atualizada para os padrões atuais ? ainda está no estágio da arte ?

Marcos
Marcos
Reply to  cbamaral
2 anos atrás

Temos mísseis da década de 70 destruindo Leopards 2A4 na Síria

Augusto L
Augusto L
Reply to  Marcos
2 anos atrás

Não os mísseis que destruíram os Leo 2 não era os da decada de 70.
Que alias não penetram a blindagem do mesmo.

Blindmans Bluff
Blindmans Bluff
Reply to  Augusto L
2 anos atrás

Qualquer missel dos 70 perfura blindagem traseira de MBTs. Ainda mais MBTs sendo usados de forma tatica erronea em guerra nao convencional.

Bosco
Bosco
Reply to  cbamaral
2 anos atrás

Senhores,
O problema desses tais “30 anos de atraso” é mais relativo ao interesse externo. Só o Brasil vai comprar (se comprar), tanto por ter mísseis mais modernos no mercado quanto por eles serem mais baratos.
E aí, nós tradicionalmente, compramos poucos e a linha de produção não se sustenta.
O famoso “círculo vicioso”.

Blindmans Bluff
Blindmans Bluff
Reply to  Bosco
2 anos atrás

O grande problema desse atraso se ve no projeto que ja nasce obsoleto. Alem de ser um trambolho principalmente acima da LOS.

Atgm < Blindagem < Shaped charge < ERA < Tandem Charge < Trophy APS < missel precursor < …

https://en.m.wikipedia.org/wiki/Shaped_charge
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Reactive_armour
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Tandem-charge
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Trophy_(countermeasure)

Blind Mans Bluff
Blind Mans Bluff
Reply to  cbamaral
2 anos atrás

Nao. Talvez eletronica e guiagem sim, mas conceitualmente é obsoleto. Desconheco os dados de perfomance desse atgm, como perfuracao mmRHA, porém pelo simples fato que esse atgm nao possui tandem-charge, ja reduz drasticamente sua eficacia contra os T-72B1V da Venezuela, que possuem ERA (reactive armour) e o tornam praticamente inutil contra a grande maioria dos MBTs modernos no mundo, o que inviabilizariam qualquer prospecto de exportacao fora da america latina. Alem disso, o conjunto desse atgm é um trambolho com uma possivel relacao mmRHA/peso do conjunto muito inferior a concorrencia.

Leonardo
Leonardo
2 anos atrás

Ninguém responde está pergunta está ou não em uso e como ficou o MAR-1 , MAA-1A e MAA-1B.

Bosco
Bosco
Reply to  Leonardo
2 anos atrás

Leo,
O MAA-1A foi adquirido um lote pela FAB. Até onde eu sei para ser usado pelos Super Tucanos.
O MAA-1B ao que sei não vingou. Nunca foi adquirido por ninguém. Nem pela FAB.
O MAR-1 teoricamente foi vendido 100 unidades ao Paquistão. Eu particularmente duvido que essa transação tenha sido efetivada.

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Tá na hora de alguém investigar e ver o que se deu de todos esse projetos, quanto foi gasto do contribuinte, qual futuro existe pra eles e etc…

E o super tucano que eu sei por aquele estudo que divulgaram era praticamente inútil colocar um aim-9 genérico nele….

cipinha
cipinha
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Dizia-se a época que o Paquistão também tinha interesse no MAA-1B. Mas é uma realidade que tudo em defesa em muito obscuro aqui no Brasil

Eduardo
2 anos atrás

E os ALAC? não deram continuidade na compra?

Eduardo
2 anos atrás

E os ALAC? não deram continuidade na compra?

Mf
Mf
Reply to  Eduardo
2 anos atrás

O EB comprou 300 Alac

ATGM1982
ATGM1982
2 anos atrás

Quanto será que custaria para produzir Spike-LR sob licença?

Alessandro
Alessandro
2 anos atrás

resumindo todas as discussões, a culpa de não dar certo as coisas no Brasil é o do próprio brasileiro, que não aceita escutar umas verdades, e precisa arranjar um culpado externo para omitir a verdade.

Renato Freitas
Renato Freitas
Reply to  Alessandro
2 anos atrás

Boa, falou tudo!

Alfredo RCS
Alfredo RCS
2 anos atrás

30 anos…praticamente a duracao do “regime democratico” do pais. Agradeçam aos “contingenciamentos estrategicos” dos governos socialistas que se seguiram. Para mim, a postergaçao foi crime de lesa-patria.

Fred
2 anos atrás

Mesmo com todo esse atraso, uma grande compra seria muito melhor que não ter praticamente nada anti carro. É eficiente e com alcance razoável. Um lote grande desses mísseis e lançadores já serviria para dissuadir qualquer tropa blindada /mecanizada dos nossos vizinhos.

Mf
Mf
2 anos atrás

127 Gustav, 18 Milan, 12 Eryx, e o lote piloto do MSS 1.2, isso tem o EB.

Os fuzileiros navais 24 Mac Bill, e alguns MSS1.2 do mesmo lote.

Lança rojão descartáveis , AT-4 e ALAC, centenas, mas não chega a 1000

Joao Moita Jr
2 anos atrás

Correção: Míssil anti carro gigante…

João Francisco
João Francisco
2 anos atrás

Bem, eu gostei do vídeo, achei o míssil rápido, solta pouca fumaça, e tem uma precisão considerável. Quanto a demora em deselvolvê-lo, é mais uma patuscada brasileira, sempre li em vários lugares que essas empresas são de fachada, criadas para ganhar verba pública, fingir que fazem alguma coisa, construir umas maquetes e depois de anos, quando todos estão milionários, decretam falência, virou um negócio lucrativo. O que dizer então do programa nuclear???? Bilhões e bilhões gastos (mal) com resultado pífios, só no Brasil. Ainda bem que a Lava-jato pegou esses meliantes, quem sabe daqui pra frente eles vão ter medo… Read more »

CRSOV
CRSOV
2 anos atrás

Estimados qual é a capacidade de penetração que esse míssil tem em milímetros em uma couraça de carro de combate ?? Este míssil poderia ser aero lançado ?? Poderia ser utilizado contra construções fortificadas ?? Quanto custa cada míssil desse e mais a sua plataforma de lançamento ?? O míssil FOG e esse míssil seriam competidores ou poderiam ser adquiridos em conjunto caso exista essa possibilidade ??

Bosco
Bosco
Reply to  CRSOV
2 anos atrás

CRSOV, Como regra uma ogiva HEAT tem capacidade de penetração de 4 a 7 vezes o seu diâmetro. Essas diferenças dizem respeito às características individuais de cada ogiva, como por exemplo a quantidade e qualidade do agente explosivo, a massa do cone deformante (geralmente feito de cobre), ao invólucro de aço e inclusive à distância ideal de espoletagem, daí alguns mísseis terem uma sonda. Em vista disso podemos dizer que a penetração do MSS-1.2 é na casa de 450 a 850 mm em aço balístico. Não há informações que indicam que esse míssil seja efetivo contra bunkers e estruturas. Sua… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  CRSOV
2 anos atrás

CR,
Quanto a ser aerolançado (por helicóptero) , em tese é possível mas seu alcance reduzido impões muitas restrições.
O MAS-5.1 (lembrado pelo Foxtrot) seria um míssil antitanque pesado, lançado de helicóptero e deveria ter alcance ampliado (+ de 5 km) e provavelmente seria supersônico com orientação laser (semi-ativo ou LBR).
Não se fala mais dele e provavelmente o projeto foi para as cucuias.

CRSOV
CRSOV
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Obrigado Bosco pelos esclarecimentos !! Acredito que você não tenha mencionado o custo de cada míssil e a plataforma lançadora por ser uma informação sigilosa da empresa que fabrica o equipamento !! No mais novamente muito obrigado !!

Foxtrot
Foxtrot
2 anos atrás

Antes tarde do que nunca!
Ao menos não abandonaram o projeto em detrimento de algum produto estrangeiro.
Que venha a versão aero lançada deste míssil.
Alguém teria informações desta versão aero lançada denominada M.A.S 5.1 (MÍSSIL AR- SOLO)?

Foxtrot
Foxtrot
2 anos atrás

Acredito que para redução de custos e tempo de desenvolvimento, seria interessante uma cooperação entre Avibras, SIATT. Assim pegariam a estrutura e foguete do MPM Avibras, somado ao sistema de direção e travamento do MSS, gerando assim uma versão Ar Solo dos dois mísseis. Pois os dois sistemas estão prontos e operacionais. Esse novo míssil terá que ser “dispare e esqueça” evitando assim que a aeronave lançadora fique um tempo parada no local e seja engajada em um possível contra ataque. Outras alterações que deverão ser feitas neste novo míssil serão colocar a cabeça de busca na parte frontal, melhorar… Read more »

MAD DOG
MAD DOG
2 anos atrás

Prezados, Há tempos não faço mais comentários aqui! Vamos voltar a História um pouco… Lá na década de 80 …. A Indústria Bélica brasileira estava a todo vapor com o desenvolvimento de vários projetos, na época no estado da arte, pela Avibras, Cetex, Engesa, Orbita, AMRJ, Bernardini, etc… Aí o então Pres. Figueiredo passou o bastão para os Demoniocrátas (Esquerdistas travestidos de democrátas), que simplesmente destruíram a Indústria Bélica brasileira por simples rancor as FAAs, o Osório por exemplo terminou como finalista junto com o M1 Abrams, na Arábia Saudita além de estar respaldado pelo projeto de reaparelhamento do EB… Read more »

Larri Gonçalves
Larri Gonçalves
2 anos atrás

Na verdade o EB e muito menos os Fzo. Navais, de a muito tempo encontram dificuldades em adquirir material bélico atualizado “estado da arte” o único período em que as FFAA do Brasil compraram equipamento nacional em alguma quantidade foi no período em que estava no EB nos anos 1980 (ENGESA: cascavel, urutu, AVIBRÁS: Sistema Astros (inicio das aquisições), IMBEL: fuzil FAL e FAP, BERETTA (depois TAURUS) Submetralhadora e pistola; EMBRAER (aquisições da FAB) Bandeirante,T23, T-25, T-27 (Tucano), fora isso o resto do Material Bélico era importado, salvo algumas munições CBC, poderia descreve-las, mas aí vai ficar comprido demais o… Read more »

José Luiz
José Luiz
2 anos atrás

Alguns comentários: Míssil anti carro, não serve somente para a sua função principal, também é muito útil para bater pontos forte e outros alvos, incluindo blindados mais leves que carros de combate. Vejam o Milan nas Malvinas, ou o seu uso hoje na Síria. A verdade é que mesmo um míssil antigo guiado manualmente como o AT 3 Sagger, pode ser muito últil no teatro sul americano, apesar de obsoleto se ainda estivesse em produção o velho filoguiado Cobra ele poderia ser útil. Lembrar que o nosso vizinho Peru ainda usa o AT 3 Sagger, o 9M14 Malyutka. Os números… Read more »

bb
bb
2 anos atrás
Antonio
Antonio
2 anos atrás

Esse projeto levou 30 anos desde a sua concepção até os dias de hoje. Imagino que devem ter sido realizados vários aportes financeiros ao longo dessas 3 décadas. Alguém tem alguma noção aproximada do total que isso já custou aos cofres públicos?

Foxtrot
Foxtrot
2 anos atrás

Caro MAD DOG. Engraçado, se não me engano foi no governo dos republicanos (Comunas disfarçados, denominado PT) que as FAA,s nacionais atingiram e adquiriram seus melhores equipamentos (FX2, PROSUB, HX-BR, IA2, GUARANI, SISFRON, REATIVAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE DEFESA NACIONAL etc.). Agora no governo dos comunas (PMDB, Capitalistas despatriados e entreguistas de plantão), as mesmas FAAs estão sofrendo com venda das empresas de defesa nacionais, sepultamento de programas estratégicos em detrimento de soluções estrangeiras, sucateamento, embargo de verbas, entrega da base de Alcantara etc. Brasileiro é mesmo complicado, assim como o senhor Mad Dog, li vários depoimentos tristes criticando as empresas… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
2 anos atrás

Caro José Luiz. Li que o MAR-01 está esperando encomendas, sendo assim encontra-se pronto e testado. Foi em um relatório do MD, no mesmo relatória encontra-se como terminado e esperando encomendas equipamentos nacionais como OLHAR VDN-X1, ALAC, SMKB, FPG-82, REMAX etc.. Ou seja, o que falta na verdade é interesse das FAA,s em reverter verbas de aquisições para os equipamentos nacionais. Pois no contrato Gripen, está previstos e reservado verbas para aquisição de pacote de armas estrangeiro, mas os únicos equipamentos nacionais inscritos neste pacote são o MAR-01 e A-DARTER. Sabia que após gastar uma fortuna nos programas SNC-VANT, DPA-VANT,… Read more »

Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Esse míssil tem uma plataforma de lançamento muito volumosa. No campo será facilmente detectada e vira alvo preferencial. Os melhores equipamentos tem lançador discreto e separado do disparador.

Proelio Procusi
Proelio Procusi
2 anos atrás

Se o Exército Brasileiro do mundo real fosse efetivamente equipado como consta nos manuais de campanha, não haveria tanta reclamação.

Exemplo:

Consta no manual IP-7-35 (O Batalhão de Infantaria Leve) que cada BIL deveria possuir:

1 Seção AC com 3 peças do CSR Carl Gustav em cada uma de suas companhias de fuzileiros. Um total de 9 peças por Batalhão.

1 seção AC com 4 peças (posto de tiro/lançador e guarnição) de míssil anticarro de médio a longo alcance.

1 Grupo de Autodefesa Antiaérea, com 3 peças (posto de tiro/
lançador e guarnição) de mísseis antiaéreos.

Leonardo
Leonardo
2 anos atrás

Bota na conta aí mais 1500 lançadores e 3000 mísseis pro EB, para entrega imediata em Roraima!

César A. Ferreira
César A. Ferreira
2 anos atrás

As pessoas que cultivam amizades com estrangeiros conhecem bem a opinião destes sobre os ambientes virtuais onde nós, brasileiros, nos fazemos presente. Temos a fama de sermos agressivos, mentirosos e pouco civilizados. As colunas de comentários dos blogs de defesa brasileiros são tidos como o equivalente a um hospício. É fácil perceber o motivo: o número absurdo de trolls que abrigados no espaço o transformam em rinha. Há pessoas que registram em alguns espaços mais de 20 nicknames e chegam a travar diálogos com entre os seus personagens! Ora, ora, se isto não é um sintoma de doença mental, o… Read more »

737-800RJ
737-800RJ
2 anos atrás

Amigos, mesmo triste por ver o quanto demorou o desenvolvimento do projeto, repito o que vi em alguns comentários aqui: antes tarde do que nunca. Trata-se de um produto nacional e em seu desenvolvimento muitas pessoas puderam exercer seus conhecimentos e aprender mais. Com sua produção não será diferente. Lamento que no Brasil as coisas sejam assim, mas alivia um pouco saber que o projeto, apesar de tudo, não morreu.

Fabiano
Fabiano
2 anos atrás

Citado num post acima, o MAR-1 que fim levou? Ficou a cargo de quem o Missil/Projeto?

MAD DOG
MAD DOG
2 anos atrás

Caro, Foxtrot. O senhor disse: “Engraçado, se não me engano foi no governo dos republicanos (Comunas disfarçados, denominado PT) que as FAAs nacionais atingiram e adquiriram seus melhores equipamentos (FX2, PROSUB, HX-BR, IA2, GUARANI, SISFRON, REATIVAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DE DEFESA NACIONAL etc.). Vamos lá: – FX 2: Cancelou-se o programa FX1, praticamente já definido a escolha dos novos caças e começou-se tudo do zero acarretando mais de 20 anos de atraso para nova escolha, o que nos deixou sem asas de caça para DA, até a entrada em serviços do Gripen NG (o mesmo escolhido pela FAB no FX1), o… Read more »

César A. Ferreira
César A. Ferreira
2 anos atrás

Existe um post do Poder Aéreo de 2008 que anuncia o Mi-35 como o helicóptero de ataque da FAB…

O link é este: https://www.aereo.jor.br/2008/09/01/mi-35-ja-e-da-fab/

Pois… Há por lá inúmeras pérolas…

Tais como as verdades postadas por uma pessoa que não é reconhecível, falo do comentarista Mad Dog… Diz as besteiras que brotam sa sua mente como verdades inarredáveis.
Que pena…

Alfa BR
Alfa BR
7 meses atrás

Enquanto isso aqui ao lado…
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