quarta-feira, outubro 20, 2021

Saab RBS 70NG

O plano de Bolsonaro para reativar a indústria militar e exportar US$ 6 bi em armamentos

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

 

Astros 2020
Astros 2020

Oitavo maior exportador mundial de produtos de defesa nos anos 1980, o Brasil renegou a indústria militar nas últimas décadas e caiu para 60ª posição, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). Mas o governo Jair Bolsonaro quer retomar essa vocação bélica e recolocar o país entre os 10 maiores exportadores de armas e produtos militares, num mercado que movimenta cerca de US$ 1,5 trilhão.

Segundo dados do Ministério da Defesa, o Brasil exportou, em 2019, US$ 1,3 bilhão da indústria militar, já superando o total exportado em 2018 (US$ 915 milhões – número que também corresponde à média anual da última década).

Para ajudar o país a materializar esse cenário, o Ministério da Defesa tem desenvolvido iniciativas como o Plano de Articulação e Equipamento de Defesa (PAED) e o incentivo à Base Industrial de Defesa (BID), o conjunto das empresas estatais ou privadas que participam de uma ou mais etapas de pesquisa, desenvolvimento, produção, distribuição e manutenção de produtos estratégicos de defesa. O objetivo é, no curto prazo, chegar a US$ 6 bilhões em material militar exportados por ano.

Para ler a matéria completa do site da Gazeta do Povo, clique aqui.

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Samuca cobre
1 ano atrás

Cara tomara que dê certo!!! Vai gerar muitos empregos e gerar muitas divisas para o Brasil!!!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Samuca cobre
1 ano atrás

Temos muitas empresas promissoras que só precisam de oportunidade,seja na esfera federal ou estadual…

Camargoer
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Olá Adriano. O BNDES tem uma linha de apoio para pequenas empresas há anos. A FINEP também tem apoiado empresas de tecnologia a fundo perdido. A FAPESP em S.P tem um programa de mais de 20 anos de apoio a pequenas empresas (PIPE) a fundo perdido e para médias e grande empresas (PAPE) que demanda contrapartidas. O CNPq tem (tinha) um programa de apoio à pesquisa dentro das empresas (RHAE). Esse apoio à empresas promissoras já existe há anos e muita gente conseguiu fazer sua empresas na área de TI, saúde pública, veterinária, medicamentos veterinários, dispositivos para agricultura. Quase todas… Read more »

PRAEFECTUS
PRAEFECTUS
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Sim é verdade Adriano…

PRAEFECTUS
PRAEFECTUS
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Bem, já que o assunto é sobre o Plano de Articulação e Equipamento de Defesa (PAED) e o incentivo à Base Industrial de Defesa (BID), vejo como necessário fazermos algumas considerações cruciais para que nosso país não ande a reboque, não só na área de tecnologias bélicas, mas, em qualquer outra área tecnológica. A meu ver, é crucial que o governo federal crie um tipo de programa capitaneado pelas Forças Armadas em conjunto com escolas públicas e privadas, universidades e empresas privadas para a descoberta dos melhores talentos do país. É necessário que as Forças Armadas disponha de uma espécie… Read more »

Galeao
Galeao
Reply to  Samuca cobre
1 ano atrás

Vai gerar empregos e muitas mortes ..mas fazer oque né , a vida é essa …

ALEXANDRE
ALEXANDRE
Reply to  Galeao
1 ano atrás

Na verdade galeao pode evitar mortes,pensaram antes de atacar.

cdickens@hotmail.com
cdickens@hotmail.com
Reply to  Samuca cobre
1 ano atrás

Vamos lá. Você é uma autoridade do país X e quer comprar um míssil ar-ar, por exemplo. Há 5 ou 6 países que produzem esse tipo de armamento, já testado em combate, e o país produtor, além de dar um financiamento camarada, tem histórico de produção continuada e de fornecimento de assistência técnica. De repente, chega ao mercado um míssil ar-ar produzido pelo país BR, com um precinho convidativo, mas que nunca foi usado em combate. Além disso, as forças armadas do país BR têm histórico de compras em pequena escala, que por si só não geram demanda suficiente para… Read more »

cdickens@hotmail.com
cdickens@hotmail.com
Reply to  cdickens@hotmail.com
1 ano atrás

Da parte do país BR, que medidas deveriam ser tomadas para garantir a possíveis clientes que haverá continuidade de produção a longo prazo? Transferência de tecnologia, que permita ao país X produzir o míssil em seu território? Mas aí, se o país BR não tiver demanda e tiver de interromper a produção, quando e se o próprio país BR tiver necessidade do produto terá de importar de X? Ironia, importar um produto que foi por ele próprio desenvolvido?

Mauricio R.
Reply to  cdickens@hotmail.com
1 ano atrás

O que não se pode permitir são embromações da indústria tipo o MSS 1.2, 32 anos em desenvolvimento e contando; ou o MAR-1, que não chegou a lugar algum. A triste história do Piranha então… Tá cheio de sistemas de armas norte americanos, que ficaram pelo caminho por: a) seu desenvolvimento estava consumindo muita verba, b) o desenvolvimento por questões técnicas, comerciais ou políticas, não estava entregando aquilo que havia sido contratado. Aqui a BID que não tem competência pra fazer uma simples caminhonete militarizada, exige tratamento tributário diferenciado, qndo não reserva de mescado pura e simples. Concorrência que é… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Mauricio R.
1 ano atrás

Precisamos de outro IRAQUE PARA FINANCIAR.

Pablo
Pablo
1 ano atrás

Em um futuro próximo é bem provável que isso aconteça, pois somando o que já produzimos também teremos o Mansup e o MTC-300 para exportação, que são armas novas, também estaremos aptos a construir e vender os Gripens e os novos submarinos, ambos com um bom nível de nacionalização dos componentes, não podemos esquecer o leque de mercado que o KC pode ter com a retirada de serviço dos hércules nos próximos anos.
Portanto, ao meu ver, é bem possível sim chegar a esse patamar de vendas ou até mesmo ultrapassar.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Amigo, tenho o mesmo pensamento que você, logo teremos um salto de vendas com esses produtos. Mas o que me preocupa é que tudo isso me parece mais iniciativa das nossas industrias. E pior, são frutos colhidos que foram plantados pelos governos petistas. Já estamos a um ano desse governo e o que tem de concreto mesmo é a venda da Embraer e entrega de Alcântara sem falar nos contingenciamentos em áreas estratégicas de desenvolvimento. E nada da assinatura do contrato das Tamandares. Não há plano de estado e governo, só oportunismo mesmo. Politico sendo politico.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

OSEIAS sinto muito mas se vc acha que o governo não tem plano e não tá fazendo nada, ou vc é mentiroso ou desenformado

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Amigo, para deixar claro. Não sou vermelho e nem comuna. Também acho que a penúria de hoje é fruto dos roubos cometidos em governos passados. Mas isso não esconde a verdade. Não existe plano de governo para nada, só remendos de ocasião. Mas gostaria que você enumerasse aqui os projetos de estado e de governo já que você tem a informação. Não adianta, todos os projetos em curso são de governos passados. Nem assinar o contrato das Tamandares o excelentíssimo assinou, assim fica muito difícil apoiar.

Pablo
Pablo
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Os projetos que estao acontecendo agora foram frutos na grande maioria no SEGUNDO mandato do lula, ou seja, primeiro mandato nao teve quase nada para as forças armadas e o que a Dilma fez, no caso a escolha do fx, foi seguimento de governo depois de anos de enrolaçao com a escolha de um caça. Bolsonaro nao ta nem no primeiro ano e tu ja quer que arranje dinheiro do nada e arrume as coisas do dia pra noite?

Camargoer
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Caro Oseias. Concordo com você. É uma simplificação achar que quem critica o atual governo é de esquerda, e quem criticava os governos trabalhista era de direita. Acho que a melhor definição para os dias atuais é “Chutocracia”. Aliás, parece-me descabida a obrigação de declarar a visão ideológica para justificativa para fazer um comentário ou uma crítica sobre qualquer coisa.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Prezados Camargoer, agradeço pelas palavras. Acredito que todos querem o melhor para nosso país mas com ideias diferentes, mas aqui quando se escolhe um lado as pessoas perdem o senso critico, fazem defesas de alguns regimes que são indefensáveis, e não conseguem ver nada na sua frente e quem pensa diferente é inimigo e esquecem que somos irmão. Não é porque votei nesse ou naquele que tudo que o mesmo faz é certo, voto não é cheque em branco para fazer o que quiser, e temos sim que cobrar nossas autoridades democraticamente. Abraços

Camargoer
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Olá Oseias. Certa vez tentei explicar para um colega que meu voto é secreto e faço questão de mante-lo assim. Acredito que o debate aqui nada tem a ver com eleição, mesmo quando discutimos política. Também acho que é possível discordar e argumentar com educação e até com bom-humor. Também acho normal mudar de opinião a partir dos argumentos dos colegas. Pode ser que seja apenas falta de treino.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Prefiro o termo Má Fé !

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Estes caras que passam tanto tempo se explicando que não são de esquerda inevitavelmente o são.

Nflopes
Nflopes
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Entrega de Alcântara? Que isso? Por que não utilizá-la para lançamentos? Não tem entrega nenhuma.

JR.Negão
JR.Negão
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Prezado Oseias, o sr. está completamente desinformado!

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  JR.Negão
1 ano atrás

Caro JR Negão, por favor enumere os projetos do nosso atual governo e nos informe por favor. E mais uma vez não sou comunista e nem esquerda e acredito na iniciativa privada. Abraços

Pablo
Pablo
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Cara, os projetos que estão acontecendo hoje não foram nem no primeiro ano do lula, maioria dos projetos foram no SEGUNDO governo dele, principalmente o PROSUB. O programa FX, se arrastou dentro do próprio governo do PT por dez anos até a assinatura do contrato com a Dilma, fora o engavetamento do PROSUPER por “falta de verba” por parte dela e em 5 anos estava acontecendo copa e olimpíadas. Dinheiro gasto nisso tudo dava pra renovar a esquadra inteira e montar uma segunda esquadra! Agora tu está cobrando de um governo atual que não concluiu nem o primeiro ano. Tu… Read more »

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Pablo, respeito sua visão e inclusive seu comentário. Mas olhe para nosso atual governo, o mesmo está preocupado com reeleição. Isso a um ano de governo. Amigo com um ano, não temos projeto e nem plano algum, não estou mencionando de verba, falo de plano mesmo. Ou vamos ter um só quando tiver verba sobrando? Mais uma vez não sou vermelho e nem estou a favor do que fizeram com nosso país. Mas o governo atual é igual cachorro que corre atrás do carro, não sabe o que fazer com ele se pegar. abraços

Pablo
Pablo
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

bom, se tu não reclamou em 4 mandatos do governo anterior, não vai ser agora em menos de um ano do atual governo que tu pode reclamar.

Americo Roscia
Americo Roscia
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Pablo! Não existem projetos sem dinheiro. O primeiro projeto do governo foi o de colocar as finanças em dia para tentar minimizar o rombo que foi deixado em 30 anos de governo de esquerda. Mesmo assim veja o que já foi feito por esse governo, não vou enumerar aqui, esta a disposição na internet, mas para mim, o grande projeto, foi o de não iniciar novas obras enquanto as milhares de obras inacabadas não forem terminadas. Veja o exemplo da BR 163, 43 anos prejudicando o agronegócio e o Brasil por estar em más condições e ter um trecho de… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Pablo
1 ano atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Será uma grande arma,um grande produto exportação,se o governo e se Ares quiser…comment image

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

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SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Se nem a Suécia está conseguindo vender o Gripen o Brasil vai conseguir sim… melhor baixar a bola porque vai ser a mesma história do AMX.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  SmokingSnake 🐍
1 ano atrás

Pois é…

jodreski
jodreski
Reply to  Pablo
1 ano atrás

Vender Gripen? kkkkkkk ahammmm tá..

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Vamos ver se o governo dará apoio, não apenas com financiamento com apoio de bancos como o BNDES, mas também adquirindo produtos seja para FAB, MB ou EB, quanto até para a PF, PRF e força nacional…

Não deixemos novas empresas nascerem e deixadas para morrer como a NOVAER!

Antonio Carlos Kingsbury
Antonio Carlos Kingsbury
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Acho que é um pouco tarde.
O Brasil está defasado na área de alta tecnologia com pouquíssimos centros de pesquisa e desenvolvimento.
Mas vamos torcer.

Camargoer
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Olá Adriano. O problema sempre foi demanda ou regularidade de demanda. Há anos existem fontes de financiamento com juros subsidiados ou a fundo perdido. O problema é manter as comprar públicas (como Keynes ensinou)

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Bem o Governo atual já deveria estar criando o Eximbank brasileiro, para financiamento de nossas Exportações , já existe este projeto a muitos anos engavetado. Colocando-se de inicio uns 50 Bi de Dolares das Reservas que a maior parte esta em Bancos estrangeiros a Juros Negativos, deixemos o BNDEs para a Área Doméstica!

Camargoer
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Caro Jose. O BNDES Exim existe há décadas. O Exim-Brasil proposto seria uma subsidiária do BNDES. O problema é Chicago. Há quem prefira fechar o BNDES a criar um Eximbank.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 ano atrás

Colocar dinheiro na indústria de defesa não é custo, é investimento! Fora o retorno claro no reforço da defesa, ainda temos o retorno de desenvolver tecnologias que poderão depois ser aplicadas na área civil e também pode ser uma boa fonte de recursos através de exportações!

Señor batata
Señor batata
1 ano atrás

Eu realmente gostaria q isso fosse vdd, mas queria saber de onde viriam os recursos necessários para esse plano. Governo tá fechando o ano com um déficit e ainda sim está comemorando (achava q estaria pior). Imagina se eles vão colocar grana em qualquer programa novo.
Isso ignorando que o mercado de armas é extremamente competitivo, não vai ser um passeio no parque. Só tem cachorro grande.
Rombo fiscal:
https://www.google.com/amp/s/www1.folha.uol.com.br/amp/mercado/2019/11/rombo-fiscal-de-2019-deve-ficar-abaixo-de-r-80-bilhoes-diz-guedes.shtml
países que mais negociam armas pra quem tem interesse de saber como anda o mundo atualmente.
https://www.google.com/amp/s/www.bbc.com/news/amp/business-43873518
Tchau e saudações.

João Moro
João Moro
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Señor batata, recomendo que busque em outras mídias imparciais informações sobre o governo e o que tem feito. Como vimos ultimamente, elas buscam negativar e menosprezar o governo atual, mesmo se tiverem que omitir informações e fatos relevantes para entender a situação. Tudo para que o governo volte a torrar dinheiro com progagandas mil em seus veículos ou por pura e simples oposição ideológica.

Señor batata
Señor batata
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Td tranquilo João. No caso eu entendo q existe sim um ataque por parte da imprensa contra o governo corrente. Mas falar q hoje o estado tá devendo as calças não é nada mais do que simplesmente ouvir o próprio governo diz. Vale notar que muitas das medidas tomadas para saúde financeira do Brasil são corretas e eu concordo, mas ainda vai precisar de muito mais do que o já foi feito para que o Brasil ajuste suas contas. Com relação ao mercado de armas mantenho um ceticismo com o governo tentando uma abordagem focada. Mas vale ao meu ver… Read more »

João Moro
João Moro
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Blz. Realmente precisará de muito anos com atitudes econômicas e fiscais austeras para regularizar a situação econômico-financeira do país. Mas acredito que os princípios que norteiam as atitudes está correta (no âmbito econômico-financeiro).
Sobre o mercado de armas, realmente é um mercado muito difícil de entrar mas temos que tentar pois isto trará mais divisas e crescimento tecnológico para nosso país.
Abraço.

Camargoer
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Caro JM. Esse argumento já deixou de fazer sentido. Geralmente, há um período de “graça”, os famosos 100 dias. É até costume uma entrevista, uma balanço… após um ano, é possível ver resultados parciais, ajustes de programas, correções de rumo… a crise fiscal do governo (federal, estadual e municipal) é o resultado da queda da atividade econômica do país. O PIB caiu algo em torno de 8%, a industria está com 30% de ociosidade… mas o problema que tem sido difícil explicar é a razão da economia ainda estar estagnada após 5 anos. Ciclos de recessão duram 2 ou 3… Read more »

João Moro
João Moro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargoer, respeito seus argumentos mas eles podem ser intepretados de outra maneira: 1 – “após um ano, é possível ver resultados parciais”. Sim, em determinados assuntos é possível visualizar resultados mas nem todos os aspectos econômicos podem ser medidos em 1 ano, e nem resultados a algumas atitudes podem ser sentidas em 1 ano. 2 – “a crise fiscal do governo (federal, estadual e municipal) é o resultado da queda da atividade econômica do país”. A crise fiscal deve-se a dois grandes problemas: irresponsabilidade de governos anteriores de gastar mais do que arrecada e jogar o pipino para o próximo… Read more »

Camargoer
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Olá João. Como ainda estamos no “olho do furacão”, ainda é bem difícil entender o que está acontecendo (geralmente fica mais fácil depois de uma ou duas décadas). Concordo que diferentes setores da economia demoram mais ou menos para apresentarem resultados. Outros são mesmo mais rápidos. O problema é que os setores que apresentam os primeiros sinais de recuperação são também os mais voláteis. Aquilo que parecia ser uma recuperação é apenas flutuação sazonal. Outro risco é que os primeiros setores que apresentam recuperação o fazem apenas pela adaptação da economia (e que podem ser confundidos como resultados das decisões… Read more »

João Moro
João Moro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

… 3 – “mas o problema que tem sido difícil explicar é a razão da economia ainda estar estagnada após 5 anos. Ciclos de recessão duram 2 ou 3 anos.” Com relação a essa afirmação, acredito nos motivos expostos pelo Min. da Economia em suas várias entrevistas: somatório de atitudes governamentais de décadas acumuladas levou a essa estagnação e decréscimo do PIB (cito algumas: altos impostos, reservas de mercado, inchaço da máquina pública, ineficiência crônica, etc. 4 – “o atual governo é responsável pela ausência de políticas de recuperação econômica e pelas escolhas políticas que fez ao longo do ano… Read more »

Camargoer
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Olá João. O ministro é parte interessada. Ele deveria ser parte da solução, mas a solução não funciona. Então ele faria parte do problema, mas dai ele teria que pedir demissão. Então sobra a teoria do terceiro elemento. Os pontos levantados por você são apontados como os problemas do Brasil desde que aprendi a ler, ainda assim o país teve períodos de crescimento acelerado (tanto sob ditadura militar quando sob governo civil). Caso a origem da atual crise estivesse ligado a esses pontos, então as recessões anteriores também deveriam ter durado mais de 5 anos (o outro período de crise… Read more »

RENAN
RENAN
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Amigo analisa a história ano a ano e compara com a economia. Vera alguma coisa similar ao descrito por mim. O articulador e extratégista político ( sabe quanto pagar e para quem pagar) José Dirceu é preso, quebrando o elo da base política do PT, iniciando uma grave crise política, pois os corruptos precisa de dinheiro para se manter na base. Com o agravamento da crise política, a economia mostra uma queda. O governo trava pois o chamado centrão quis mostrar seu poder ( sem propina sem apoio). Ocorre o ponto alto impeachment da Dilma, então uma série de concessões… Read more »

Camargoer
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Olá SrB. Eu discordo que o atual governo esteja tomando medidas adequadas para interromper o processo de depressão econômica. Algumas decisões são inócuas a curto prazo e outras levam ao agravamento da crise econômica. Quase todos os governos tiveram oposição da imprensa. Nada de novo no front quanto aos jornais criticarem o governo (aliás, apenas em ditaduras a imprensa elogia o governo e a oposição bate palma). Por que seria diferente agora? A crise fiscal é resultado da redução da atividade econômica do país. É um erro pensar em contas públicas como “quem administra sua casa”. O Estado dispõe de… Read more »

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

O orçamento 2019 foi elaborado por Michel Temer. O primeiro orçamento do governo Bolsonaro será o de 2020.
Simples assim…

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Do fracasso ao futuro sucesso. Osório chegando por aí !

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Pablo
Pablo
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

cara, esquece o Osório!! já foi a muito tempo!!

Flanker
Flanker
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Meu Deus!!! Não esquecem esse maldito fantasma!!!

Zoe
Zoe
Reply to  Flanker
1 ano atrás

É bom não esquecer! Para não repetir os erros.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Flanker
1 ano atrás

amigo, o Osorio não é maldito. É exemplo de nossa capacidade de inventividade e também de abandono.

Flanker
Flanker
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Não estou falando do produto. Me refiro à cada vez que é citada a indústria bélica nacional, o retorno do Osório é previsto. Deixem o coitado descansar em paz, como outro colega falou….não deixam ele em paz e ele virou um fantasma…uma alma penada…..

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Discordo do seu ponto de vista. Devemos sempre relembrar os erros cometidos do passado para não repeti-los no presente e/ou no futuro.

MMerlin
MMerlin
Reply to  OSEIAS
1 ano atrás

Ele não é maldito, mas por desconhecimento de muitos, é tratado como ápice da inventividade brasileira.
O Osório foi um colcha de retalhos praticamente constituído de equipamentos estrangeiros. Apenas 15% era nacional.
O tanque que realmente projetamos e poderíamos sim ter produzido, com 80% de nacionalização foi o Tamoyo. Criado e projetado para atender as demandas do EB.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Deixem a pobre alma descansar !

Wagner
Wagner
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

naaaaaoooo kkkkkkkk

Marcos
Marcos
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Não é maldito, é um exemplo da nossa industria. Temos vários exemplos desse tipo. Cito o efeito “Detroit”: Fábricas de geladeiras produzindo tanques

Alguém lembra do Tamoyo? Uma fábrica de cofres construindo um Tanque

Flanker
Flanker
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Não me refiro o produto….Mas, à insistência em ressuscitar o morto…..entendam o contexto….sejam um pouco menos literais!!!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Bem lembrado, o Tamoio era perfeito pera o nosso exército, mais ate que o osório srm esquecer do charruá. Pena qie ambos os projetos bem como a empresa nãonforam valorizados, comprados e morreram.

Bardini
Bardini
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 ano atrás

Era tão perfeito, que se tivesse vingado, hoje estaríamos equipados com algo muito pior que os Leopards 1A5 BR…

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Não teríamos mais nenhum , já teriam o derretido , jogado ao mar para criatório de peixes ou servido de alvo !

MMerlin
MMerlin
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Os problemas do Tamoyo estavam na qualidade da blindagem e do tubo, itens básicos, o que afastou o EB do projeto.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 ano atrás

Perfeito KKKK como Piada , eu estive junto dele logo no inicio , uma porcaria , canhão 90 mm,suspensão do M41 blindagem ultrapassada etc etc . Aos que insistem com esta Conversa Fiada Ridícula de *Nossa Realidade* ; a Realidade de Defesa de qualquer nação é a do provável Inimigo e não a Própria , assim é melhor em caso de Conflito , assinarmos a Rendição e nos Dobrarmos as exigências do Inimigo .

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Tamoio sim um fantasma . Com o Osório o EB estava apostando no Tamoio , como sempre apostando no Inferior !

Andre Luis
Andre Luis
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Eu sou mais o Tamoyo.

Camargoer
Reply to  Andre Luis
1 ano atrás

Eu sou mais o “Riachuelo” (rriso)

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Sou mais o MTC-300.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andre Luis
1 ano atrás

sou mais o T90 na sua última versão

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Sou mais um fusca e um 38….

Camargoer
Reply to  Defensor da liberdade
1 ano atrás

Olá DF. Então eu vou de goiabada com queijo.

Firehight
Firehight
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Sou mais o b21 grad para artilharia

pampapoker
pampapoker
Reply to  Defensor da liberdade
1 ano atrás

Sou mais a Paolla Oliveira, bem melhor que qualquer coisa de defesa.

Camargoer
Reply to  pampapoker
1 ano atrás

Olá Pampa; Você ganhou.

Camargoer
Reply to  pampapoker
1 ano atrás

Olá Pampa.. estava pensando no que considero a perfeição. #1 Audrey Hepburn; #2 Sophie Marceau.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Andre Luis
1 ano atrás

Se não me engano o Osório foi feito pela Engesa pensando no mercado externo, já o Tamaio foi feito seguindo as especificações do Exército Brasileiro e tando como principal cliente o EB!

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Especificações do EB era uma PIADA! Tanto que preferiram ainda uma solução pior, o M41C, pegaram o Canhão 76 mm e deram um Repasse para 90mm, quer dizer era um Deuphine todo modificado para Gordini , em gíria de Época Xuxú Beleza , carro de pobre , que anda cheio de amigos para ajudar na gasolina e no empurrão .

Eduardo Oliveira
Eduardo Oliveira
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

O EE T2 sim, pra exportar. O EET1 foi feito para o Brasil, só não era inferior na blindagem, pq de resto era inferior (com canhão 105mm)

Guilherme Poggio
Guilherme Poggio
Reply to  Andre Luis
1 ano atrás

Ninguém queria o Tamoio. Só um determinado general do EB.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Andre Luis
1 ano atrás

KKKKKKKKKKK estou aqui ou na Praça é Nossa ?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

com o osório estaremos prontos para um guerra na década de 90

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Bem ou mal os argentinos tem o TAM de fabricação local e que é a base da força de tanques do vizinho!

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

O TAM II que ainda pode em cima dele ter um Reprojeto para o Futuro !

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

O Osório era equivalente ao Abrhams 1, se quisessem reviver o projeto, ele seria a base de um novo projeto com as atualizações que surgiram da época do primeiro projeto para cá, nova blindagem, sistemas de defesa reativa e ativa, novo canhão ( um 120mm ), novos sensores, novo sistema de computação, novos motores. Seria praticamente um novo tanque só partido do Osório ( ou até mesmo do Tamoyo) como base, até porque se for começar do zero sairia muito caro, mas se partir do que já temos economizaríamos tempo e dinheiro!

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Havia aqui uns Artistas que queriam que nós ficássemos com o Abrans I, pelo amor de deus ,esqueçam este Tamoio , lembrar desta porcaria e ainda de quebra, lembrara daquele famoso Prefeito Tramoio !

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Com o Leopard para a Guerra de 60/70 !

Mauricio R.
Reply to  Carlos Campos
1 ano atrás

Comparando com o acervo de museu aeronaval da guerra do Vietnam, A-4 e S-2, com o qual a MB vem gastando nosso rico dinheirinho, até que é moderno.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Após a Guerra Fria tinha muitos tanques usados no mercado, reacendendo essa nova versão de Guerra Fria na Europa e como o tempo já passou com tanques da antiga Guerra Fria, acho que ele não deixa de ter uma certa razão, com um projeto adaptado a nova realidade, focado em custo operacional baixo e possivelmente de aquisição também, acho que teria chance.

Mas tem que ser muito bem elaborado.

Luiz
Luiz
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

O Osório era fantástico e mais leve que o M1 Abraham’s

Rodrigo Moraes
Rodrigo Moraes
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Sem sombra de dúvida o MBT mais belo já produzido. E com plus de ser o mais capaz, era em época e seria se fosse continuado.

Control
Control
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Srs É óbvio que o Osírio não renascerá das cinzas qual fenix. Primeiro: não há dinheiro; Segundo: não há mais no Brasil empresários como existiam até a década de 80 que se dispunham a rriscar seu dinheiro e sua empresa num projeto como o Osório ou o Tamoyo; Terceiro: Hoje, mais do que nunca, o Brasil sofre com a crença de que produto bom é o importado; e nossas FA’s são fortes adeptas de tal crença. Vide exemplo de nossas TOT’s. Por uma questão de respeito aos empreendedores que conceberam e construíram o Osório, cabe lembrar que ele se saiu… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Control
1 ano atrás

P….a outra vez o tamoio, ruim até de nome !

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Osorio é aquela colcha de retalhos europeia que o pessoal JURA que é ótimo artigo de outro universo e que era 100% Brasileira

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
1 ano atrás

Acho que o melhor incentivo é a diplomacia mesmo, pois fica difícil competir com FMS e outros artifícios políticos criados pelos grandes exportadores de armas, EUA, Rússia, França, etc. Os produtos brasileiros não são ruins e nem caros demais, só o marketing que é péssimo, e a política que parece não seguir às tendências do mercado.

Como bom anarquista que sou, só recomendo que a diplomacia não envolva subsídios que tenhamos que pagar do nosso bolso.

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  Defensor da liberdade
1 ano atrás

Uma coisa muito importante ,brasileiros são ruins de escolherem nomes de batismo comercial , Combinações de Cores e Desenhos !

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Defensor da liberdade
1 ano atrás

Anarquista em página de defesa torcendo para a indústria bélica. Não poderia ser melhor

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Jadson Cabral
1 ano atrás

“Ah shit, here we go again!” CJ, 2004.

A indústria bélica não precisa do Estado, armas são mais velhas que a existência do Estado, num mundo anárquico haveriam agências de defesa privadas que comprariam essas armas, ou milícias voluntárias.

GFC_RJ
GFC_RJ
1 ano atrás

Boa parte desse número pretendido e 6BB USD/ano estão contando com vendas de C-390s. Agora, para se ter uma indústria (qualquer que seja) exportadora tem que melhorar MUITA coisa. Está longe de ser um problema somente de Marketing. 1 – A Reforma Tributária tem de sair, não somente simplificando, mas tributando no destino e não na produção. Essa é a maneira mais eficiente de não se exportar impostos. 2 – O BNDES apoia a indústria de defesa desde que não seja por produtos bélicos. Portanto, o BNDES não é muito amigo da AVIBRAS para exportação de Astros (e futuramente dos… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  GFC_RJ
1 ano atrás

“o BNDES não é muito amigo da AVIBRAS para exportação de Astros (e futuramente dos mísseis), muito menos da Taurus/CBC para exportação de armas individuais. Existe o “risco de imagem institucional”. Então o mundo inteiro oferece financiamento barato dentro do pacote de exportações, mas o Brasil tem severas restrições no seu principal instrumento”. Mas existem Bancos que financiam tal coisa?! Sei da existência do banco sueco Swedish Export Credit Corporation,que está financiando nossos Gripen. Mas e quanto as grandes potências,há algo similar na frança,Itália e Alemanha,ou será que nas grandes empresas bélicas há algum tipo de entidade que possa financiar… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  GFC_RJ
1 ano atrás

“o BNDES não é muito amigo da AVIBRAS para exportação de Astros (e futuramente dos mísseis), muito menos da Taurus/CBC para exportação de armas individuais. Existe o “risco de imagem institucional”. Então o mundo inteiro oferece financiamento barato dentro do pacote de exportações, mas o Brasil tem severas restrições no seu principal instrumento”. Mas existem Bancos que financiam tal coisa?! Sei da existência do banco sueco Swedish Export Credit Corporation,que está financiando nossos Gripen. Parece que no Brasil,o Santander e o safra não fazem objeção quanto ao financiamento a empresas de armas,há não ser aquelas que possam produzir bombas de… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Caro A.M.,

Assista ao vídeo abaixo, mais especificamente a partir de 02:12:00. A fala é de um engenheiro do Departamento de Bens de Capital, Mobilidade e Defesa falando na CREDN sobre o fortalecimento da Indústria Nacional de Defesa.

Após assistir isso, fique à vontade com a opinião que quiser.

https://www.youtube.com/watch?v=fS_jVeVo7-8&t=671s

Abs.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

O BNDES tem uma política sobre o que é o comércio de armas. Por exemplo, para o banco nacional, a Taurus não é uma empresa de comércio de armas, ela produz armas, o entendimento do banco é por esse caminho. Ou seja, o banco salienta que a Taurus pertence a categoria da indústria de transformação. A restrição se refere especificamente ao comércio de armas, atividade inscrita em outra categoria da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Mas isso não impediu da empresa de responder processo sobre o comércio de armas. A Taurus responde a um processo do MPF que corre… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Matheus Santiago
1 ano atrás

Caro amigo M.S., Importante sua análise. Enriquece bastante um debate coerente fora da superficialidade. Ademais, como você disse, há questões a serem resolvidas sobre a insegurança jurídica dessas ações pelo BNDES e que ainda atrapalham demais. A pergunta que eu faço é… A Taurus/CBC pode, por exemplo, entrar em uma licitação de vendas de armas para a polícia das Filipinas, contando com uma engenharia financeira do BNDES? Com certeza a Beretta vai poder… Ou a Taurus poderá participar, mas com armas de sua fábrica na Geórgia EUA, que não geram muitas divisas para nós? Voltando ao vídeo que eu postei… Read more »

jose luiz esposito
jose luiz esposito
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Já deveríamos ter criado o EXIMBANK, a quase 20 anos seu projetop esta parado , e as nossas Reservas , em grande parte em Bancos Estrangeiros a Juros Negativos , então seria importante colocarmos parte dela sem um Banco nacional e de fomento as exporatções , bom para as exportações e para as nossas reservas !

Camargoer
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Caro Jose. O BNDES Exim faz o papel de financiador de exportações e importações há décadas. Sugiro o trabalho “A atuação do BNDES-Exim como fortalecedor das exportações brasileiras no período 2000-2012”

André
André
Reply to  jose luiz esposito
1 ano atrás

Posso estar falando asneiras, mas existe algum problema com a contagem de afirmações positivas e negativas? Toda a vez que voto em um, o outro aumenta também

Camargoer
Reply to  André
1 ano atrás

Olá André. Eu acho que quando você insere o seu voto, a página é atualizada, aparecendo os votos dos outros colegas que foram inseridos depois que você abriu a página pela primeira. A outra possibilidade (que não acredito) é que algum hacker está querendo criar uma balbúrdia.

Eduardo Ribeiro
Eduardo Ribeiro
Reply to  GFC_RJ
1 ano atrás

Não há tributação sobre exportação, seja de IPI seja de ICMS. A questão da tributação no destino ou local de produção diz respeito à circulação interna de bens.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 ano atrás

“Boa tarde a todos os Senhores leitores! Uma excelente iniciativa governamental. No campo tributário para sermos competitivos, deve-se pensar em uma carga mais justa e real para a indústria e produtos de defesa. Investir pesado em parcerias com Universidades federais e privadas. Traçar metas realistas de médio e curto prazo, na pesquisa, desenvolvimento e produção de material que venham ao encontro das necessidades de nossas FFAA e que sejam atrativas ao mercado. Produtos de defesa sempre terão espaço no mercado internacional. Guerra e defesa fazem parte da natureza humana e de nossa evolução.

CM

Nemo
Nemo
1 ano atrás

Como diria o Cazuza.

“Eu vejo um museu de grandes novidades”.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Acho que tem espaço para todo mundo nesse mercado. Vide a Embraer que com inteligencia cria produtos/soluções que são sucesso mundial. Da para traçar um paralelo entre aviões e armamentos. Não precisamos fazer um “Avião Intercontinental”, o sucesso mundial foi alcançado com produtos talhados para a demanda no mundo… o mesmo se aplica para armamentos.

Camargoer
1 ano atrás

Olá Colegas. A Portaria original do PAED foi assinada pelo Celso Amorin em 20 de dezembro de 2011. Publicado Diario Oficial da União 20 Dezembro 2011
PORTARIA No- 3.907/MD, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2011.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

Se isso significar a entrada de dolares pra cá, o aumento em investimentos em P&D, exportações de produtos de alta tecnologia ( chega de passar a vida toda só exportando carne e grãos ) e se nossas FA’s se modernizarem, eu só posso desejar que dê realmente certo.

Camargoer
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Caro Wilber. Esse plano foi lançado no fim de 2011 com objetivos de curto prazo (até 2015), médio prazo (até 2023) e a longo prazo (até 2031). Nada de novo no front.

Gordo
Gordo
1 ano atrás

Uma meta ambisiosa, ainda mais se levarmos em conta o quanto o mundo mudou dos anos 80 pra cá. Lá na década de 80 o mundo era polarizado e tinhamos boas relações com ambos os lados, notem que reconhecemos a independência de uma Angola comunista nos anos 70 o que demonstra que nossas relações exteriores eram pautadas em nossos interesses. Grande parte das exportações eram para o mundo árabe com destaque para o Iraque que vivia um conflito de grandes proporções. Hoje o mundo está globalizado com Rússia vendendo para clientes Ocidentais e os EUA para clientes tradicionais da Rússia,… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 ano atrás

Será que agora sai o sistema de defesa aérea de média altura da Avibrás? Precisamos para ontem deste tipo de defesa aérea para as três forças armadas!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

Espero que possa sair mesmo…

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

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ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

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Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 ano atrás

Aí eu dou valor. 5 baterias com 8 lançadores cada e é GG. Mas só se for a versão ER.

CESAR ANTONIO FERREIRA
CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

O sentimento que tive ao ler a matéria… Riso, deboche, escárnio… A matéria fala em “intenção”, dado que “reativação” só existe mesmo no título do texto. Ora, pois! Disto o inferno está cheio! Aliás, nada neste governo sequer é iniciado, só se tem “intenções” afora o “Show de Besteiras”.(by Gal. Santos Cruz)…. Enquanto isso, a Embraer, que tem uma carteira de pedidos da ordem de 17 bilhões de dólares, é entregue para Boeing por 4,2 bilhões. Gostaria que um mágico viesse explicar como a EDS sobreviverá sozinha, sem os recursos da área de jatos comerciais… Teremos que estatizar o que… Read more »

Camargoer
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Olá Cesar. Os otimistas acreditam que a EDS terá vida longa. Eu sou pessimista. Talvez a EDS se torne a AEROBRAS/SAAB para continuar produzindo o F39.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

“Gostaria que um mágico viesse explicar como a EDS sobreviverá sozinha, sem os recursos da área de jatos comerciais”… A Embraer entregou a área de aviação comercial,que tem valor de mercado de e avaliada em US$ 5,26 bilhões. O segmento de Aviação Comercial representou 34,5% da receita consolidada da Embraer no terceiro trimestre, abaixo da fatia de 33,0% verificada há um ano e dos 45,7% observados no segundo trimestre deste ano. No período, foram entregues 17 aeronaves comerciais, e a receita líquida da divisão atingiu R$ 1,620 bilhão, um crescimento de 6,6% na comparação anual. Já em Aviação Executiva, a… Read more »

Gordo
Gordo
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Some a isso a diferença entre a situação geopolítica dos anos 80 com hoje e nossa política externa respectiva. Nos anos 70 reconhecemos a independência de Angola mostrando que nossa politica externa era pautada em nossos interesses. Graças a essa política externa conseguimos clientes no mundo Árabe, em especial o Iraque. Agora fico imaginando como avancaremos sobre o competitivo mercado Árabe prometendo embaixada em Jerusalém ou se recusando a abastecer um navio Iraniano carregado de milho. Com certeza para se lograr exito parcial nessa meta o governo vai ter que mudar muito sua postura.

Camargoer
Reply to  Gordo
1 ano atrás

Caro Gordo. Acrescente a sua lista os ataques a Argentina e ao Mercosul. Outra tolice foi se posicionar a favor ou contra um lado na Venezuela, comprometendo uma posição de mediador. O Brasil poderia ter abastecido o vizinho com produtos brasileiros e recebido petróleo como pagamento, além de colocar co contra partida conversações visando uma nova eleição. O barbudinho do Itamaraty e um anão de competência quando comparado aos gigantes que já foram chanceler.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Quem oferece produtos são os produtores e exportadores que precisam.receber dinheiro como pagamento. Diga-se de passagem que levaram calote da Venezuela.
O governo não é exportador de alimentos. Teria que comprar produtos para revender aos venezuelanos. Iríamos criar uma eatatal para isso?
O Brasil também não é comprador de petróleo. Iria comprar petróleo para revender? Revender para a Petrobrás? Mas a Petrobrás já produz petróleo para si e não precisa importar.
E as sanções americanas?
Enfim, muito voluntarismo da sua parte, mas era algo inexequível.

GFC_FC
GFC_FC
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Exato.

Camargoer
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Caro Rafael. Na década de 80, o Brasil comprou petroleio do Iraque que foi pago com carne e maquinários, inclusive automóveis (os famosos passat da VW). O problema da Venezuela era anos atrás menos grave e que apresentava problemas devido a necessidade de troca de moeda estrangeira. Para uma empresa brasileira que fabricasse papel higiênico, ela precisa vender sua produção e ser paga (mesmo que seja por uma agência intermediária ou por uma câmara de compensação). Quando a crise estava no começo, era mais fácil de resolver e o Brasil ainda era reconhecido como um negociador diplomático. A crise teria… Read more »

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camarger, existem tantos argumentos contra o seu ponto de vista que eu vou ter que enumerar: 1 – Não foi o Brasil que comprou petróleo e pagou com Passat, foi a própria Volkswagen que fez isso. 2 – Ademais, o petróleo iraquiano é diferente do venezuelano. 3 – A produção de petróleo na Venezuela despencou nos últimos anos. 4 – O Brasil não teria evitado a crise de abastecimento da Venezuela, pois a falta de democracia e a derrocada da economia resultaram num país em que as pessoas e empresas não possuem dinheiro para importar bens de consumo. 5 –… Read more »

Camargoer
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Caro Rafael. Perceba que o momento diplomático atual permite pouca coisa. A oportunidade foi perdida. No início da década de 90 (do século passado), a ONU coordenou uma iniciativa chamada “Oil-for-Food Programme” por meio da resolução 986 como alternativa para evitar uma crise humanitária no Iraque devido sanções. Li uma vez que a função dos burocratas é identificar os problemas, mas a dos estadistas visualizar soluções. Sobre o presidente fazer lobby pela empresa nacional, também acho que o problema seria deixar de faze-lo. Contudo, será preciso explicar isso para MP. Na investigação aberta contra o Collor, chamaram o motorista para… Read more »

João Moro
João Moro
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Análise parcial. Cheia de ideologia.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

O choro é livre…

O Lulla está solto, mas não está livre.

Camargoer
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
1 ano atrás

?

João Moro
João Moro
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Ele não pode várias coisas, Camargoer. Cito uma mais conhecida: não pode fazer viagens internacionais.

Camargoer
Reply to  João Moro
1 ano atrás

Olá João. Imagino que essa limitação inviabilize as viagens do o ex-presidente para promover as vendas das empresas brasileiras. Concordo que pode ser difícil encontrar pessoas com carisma para ajudar a resolver esse problema.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Só pode ser piada! Como querer ampliar as exportações de produtos de defesa, se os atuais “pensadores estratégicos” fazem atrelar nossa indústria, mais e mais, às vontades e desejos da indústria e governo dos EUA?! É, no mínimo, um contrassenso, para não dizer coisa pior.

Vão vendo!

Guilherme Poggio
Guilherme Poggio
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

É difícil, na atualidade, ter um produto de defesa complexo sem um único componente “made in USA”. Ter uma boa relação com eles é o mínimo para começar a vender.

CESAR ANTONIO FERREIRA
CESAR ANTONIO FERREIRA
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Dificuldade esta que a base industrial de defesa da Federação Russa não tem…
Dificuldade que a base industrial de defesa da República Popular da China,não apresenta…
Aliás, até o Yemen produz drones e mísseis de cruzeiro.
Estamos bem…
De desculpas e intenções o inferno está cheio.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Perfeito Cesar Antonio Ferreira.

Hoje mesmo , saiu reportagem sobre a fuga de cérebros do Brasil.
Sem pesquisa e desenvolvimento ficaremos para trás.
E isso já sacramentado tanto na área militar quanto na civil.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Base industrial se cria através de investimentos. Hoje China não tem dificuldade, mas há algumas décadas atrás os chineses eram dependentes dos soviéticos, depois começaram a desenvolver sua própria industria primeiro fazendo cópias licenciadas, e algumas não licenciadas, dos armamentos soviéticos e agora já desenvolvem seus próprios equipamentos. O Israel passou pela necessidade de desenvolver uma industria de defesa da noite para o dia ou deixaria de existir e hoje tem uma industria de defesa de primeira, o Irã esta apanhando, as vezes passando vergonha, mas esta desenvolvendo uma forte industria de defesa. Nós temos como fazer isso, se tem… Read more »

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Fabio Araujo
1 ano atrás

A diferença é que a Russia ajuda os seus parceiros a desenvolverem seus produtos, enquanto os USA mantem os seus vassalos, quer dizer aliados, na rédea curta. Só podem comprar o que eles querem vender. Vejam o exemplo da Turquia (compra dos S-400) e a pressão que os USA fizeram para impedir o negócio.
Ao Brasil só é permitido utilizar equipamentos obsoletos e/ou doados (por eles) sob certas condições.

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  francisco Farias
1 ano atrás

Egito e Índia também, quando os eua não conseguem vender, aplicam seu CAATSA Act para intimidar países

João Adaime
João Adaime
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Prezado Cesar
Teu argumento é super válido, mas precisamos ver que o atual governo não tem um ano ainda no poder.
Além do que, até recentemente, roubar era política de Estado. E os cleptocratas estão loucos para voltarem.
Antes de tudo, é preciso paciência. No momento o dilema é canhão ou feijão. Sem falar no algodão (para curativos). Ou no caderno borrão. Porque, onde falta o pão, ninguém tem razão.
Abração

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  CESAR ANTONIO FERREIRA
1 ano atrás

Para competir de verdade e não vender só para os países párias, precismos de tecnologias de verdade e elas não existem na China e na Rússia.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Não seria “made in China” ?

Edisio Filho
Edisio Filho
1 ano atrás

Como alcançar tal objetivo , se as nossas forças armadas , são as que mais desvalorizam o produto nacional ; vejam a escolha do exército ; deixou de comprar o 4×4 da avibras , para comprar o de uma multinacional ; a FAB cancela o míssil antirantiradiacao ; a marinha , compra fragatas com apenas 40% de conteúdo nacional ; e por aí vai

Guilherme Poggio
Guilherme Poggio
Reply to  Edisio Filho
1 ano atrás

Edisio, o 4×4 apresentado pela Avibrás era um produto da Renault francesa.

Camargoer
Reply to  Edisio Filho
1 ano atrás

Olá Edisio. Acho que não é por ai não. Seria muito difícil ter uma fragata 100% nacional. Os radares, canhões, talvez os motores (não sei), vários sensores… etc. Isso tem que ser tudo importado. O caso, parte elétrica (geradores, transformadores…), parte hidraulida (bombas, valculas…) todo o acabamento interno… etc.. e uma parte dos dispositivos poderá ser nacional. O 4×4 da Iveco poderá ser montado na mesma fábrica do Guarani, mas ai vai ser preciso regularidade nas compras. Será possível adquiri parte das peças no Brasil e outras virem do exterior. Talvez ele fique mais caro, mas ao menos o governo… Read more »

francisco Farias
francisco Farias
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

E por que não pode ser desenvolvido aqui? a China e o próprio USA nunca tiveram vergonha de copiar/clonar os produtos alheios. A engenharia reversa é praticada por todos, menos pelo Brasil, pois uma lei idiota do FHC sobre direitos autorais não permite.

Mano Jô
Mano Jô
Reply to  francisco Farias
1 ano atrás

A diferença é que se pegarem a China copiando, eles vão dar de ombros e falar “E daí? Vai me processar?” enquanto riem na sua cara.

Eles tem margem para serem cara de pau, nós não.

Camargoer
Reply to  francisco Farias
1 ano atrás

Caro Francisco. Claro que existe um problema de propriedade intelectual, mas isso é o mais fácil de resolver. A lei de propriedade intelectual tem sido uma exigência dos países desenvolvidos como contra-partida em acordos bilaterais, principalmente na área de medicamentos. O problema é o custo de fabricar peças quase artesanalmente. O Brasil tem várias industrias fornecedoras de autopeças que poderiam fornecer parte das peças. Então se o volume for grande, seria possível nacionalizar muitas partes do 4X4. Sendo poucas unidades, dá para adquiri-los desmontados para serem concluídos na fábrica da Iveco.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Edisio Filho
1 ano atrás

O EB e os Fuzileiros Navais usam são dois dos maiores usuários do Marruá que é tecnologia nacional, desenvolvemos uma versão do AT-4 nacional. As nos FA’a sempre que podem apoiam o desenvolvimento e usam os equipamentos nacionais, mas no caso do míssil antiradiação a Mectron foi comprada pela Odebrecht e terminou dançando por conta da Lava Jato, das cinzas da empresa surgiu outra empresa menor que esta levando a cabo alguns dos projetos, mas não deu para levar todos a diante. O maior problema é que projetos de defesa são de médio e longo prazo e os nossos políticos… Read more »

IBZ
IBZ
1 ano atrás

A indústria de defesa brasileira afundou nos anos 80 devido antes de tudo a crises econômicas fruto de políticas desastrosas e da elevada corrupção da época da ditadura militar. As perspectivas de melhoras ainda estão além do horizonte pois além de um governo altamente corrupto e incompetente como o de Bolsonaro, há o grave problema de maior parte dos recursos destinados à defesa serem engolidos por super salários e benefícios de marajas do oficialato. Outro problema grave é a fuga de mentes do país devido aos cortes de recursos em pesquisas no Brasil.

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
1 ano atrás

Bom,para começo de conversa,tem que haver senso de oportunidade,por exemplo,como o dólar está a R$4,20 o ministério das relações exteriores,juntamente com as empresas de defesa deveriam realizar contatos e convites para delegações de vários países conhecerem nossos produtos,e isto não está acontecendo,e depois focar no mercado do Oriente Médio,sudeste asiático e África do Norte para potenciais vendas,pois são mercados onde o Brasil pode ter boa penetração.

Camargoer
Reply to  Alexandre ziviani
1 ano atrás

Olá Alexandre. A ideia do governo ser um mascate para vender produtos brasileiros em países do terceiro mundo (America Latina, Africa, Sudeste asiático…) foi fortemente criticado e criminalizado há poucos anos. Qual será o presidente, ministro, etc, que irá se expor a uma escandalização do MP?

Alexandre ziviani
Alexandre ziviani
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

A ideia não é ser um mascate,como foi no governo do PT,mas divulgar mais os pro
dutos(o nosso marketing é péssimo),e tentar uma aproximação mais indireta,nos bastidores,promovendo nossos produtto,pois temos a vantagem de ter produtos mais baratos e que pode ser vendido quase sem restrição,tudo isso sem aquelas negociatas esquisitas da época da Estrela solitária.
Abraços

Camargoer
Reply to  Alexandre ziviani
1 ano atrás

Caro Alexandre. Não é mais necessário ocorrer uma ilegalidade. O processo de destruição de reputações via vazamentos ilegais e outros expedientes barra-pesada (escutas ilegais, capas de revistas, etc) é suficiente para a destruição um projeto. Você usou “aproximação indireta”, “promoção pelos bastidores”. Esses trechos vazados fora do contexto já seria suficiente para uma escandalização visando destruir uma imagem. Isso nada tem a ver com ideologia ou preferencia eleitoral. Quem irá explicar que há ou houve uma negociata esquisita pelo apoio dado a uma missão comercial brasileira.

nonato
nonato
1 ano atrás

Foi um erro ter vendido a Embraer.
A aviação comercial era a grande geradora de receita e divisas estrangeiras.
Por que não concluir o míssil ar-ar com a Denel?
Quem sabe o Brasil comprar o projeto ou o direito de fabricar aqui.
Sugiro investimentos na área de turbinas, ramo com poucos fornecedores e de alto valor.

Matheus
Matheus
Reply to  nonato
1 ano atrás

Essa “venda da Embraer” vai ser outro fantasma chato que nem o Osório.
Continue assim Brasileirinho, fique chorando pelo passado e não planeje o futuro.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Matheus
1 ano atrás

Oportuna associação. Os cães ladram mas a caravana passa.
Num mundo globalizado, o pessoal ainda pensa em produção de alta tecnologia na área de segurança 100% nacional, 100% com controle de brasileiros e 100% auditado (não controlado) pelo estado.
É triste porque não percebem o quão longe da realidade este pensamento está.