Home Divulgação AT4: Saab recebe novo pedido do Exército dos Estados Unidos

AT4: Saab recebe novo pedido do Exército dos Estados Unidos

2938
28
AT4CS RS
AT4CS RS

A Saab recebeu uma nova encomenda do Exército dos Estados Unidos para o sistema de armas anti-blindagem AT4CS RS (Espaço Confinado Reduzido de Sensibilidade, da sigla em inglês). O valor do pedido é de aproximadamente US$ 50 milhões (426 milhões de coras suecas). O pedido foi reservado durante o segundo trimestre de 2018.

A Saab recebeu um contrato de ID / IQ (sigla em inglês para entrega indefinida/quantidade indefinida) para o sistema AT4CS RS em 2008. Este pedido é um acréscimo a uma encomenda de entrega recebida em 2017. Esse pedido foi avaliado em US$13,4 milhões.

O AT4CS RS é um sistema de armas pré-carregado disparado do ombro, totalmente descartável, com uma ogiva de carga especialmente desenvolvida com um formato único, que proporciona excelente efeito pós-penetração no alvo. Ele pesa menos de 8 kg e tem um alcance efetivo de 20 a 300 metros.

“Este pedido demonstra a crença forte e contínua do cliente no sistema AT4”, diz Görgen Johansson, vice-presidente sênior e chefe da área de negócios de Dynamics da Saab.

“Estamos orgulhosos de continuar a fornecer esta ferramenta reconhecida e eficaz para os combatentes dos EUA”, diz Michael Andersson, presidente e CEO da Saab North America, Inc.

Desde 1987, a Saab já entregou mais de 600.000 AT4s, de forma direta ou sob licença, para as forças armadas dos EUA. A arma tem sido continuamente atualizada desde então para fornecer uma capacidade e um efeito ainda maiores para o usuário. As versões mais recentes atualmente em desenvolvimento oferecerão alcances ainda maiores e flexibilidade adicional.

28 COMMENTS

  1. Engraçado que vamos lá nos E.U.A e compramos de tudo, agora quando a situação é inversa não compram nada.
    Será que a versão nacional do AT4, não poderia atender essa encomenda?
    Pois a ALAC já está pronta e adotada pelo EB, e por ser um descendente direto do AT4 creio que até mais barato poderia e muito bem atender as FAAs Norte Americanas.
    Só não sei o comparativo entre a “granada” do AT4 em comparação a da ALAC (da ultima vez informaram que estavam desenvolvendo uma granada termo bárica para a mesma), mas a ALAC precisa de alguns refinamentos como Trilhos Picatinny para adoção de aparelhos ópticos, tubo em compósitos etc.
    Quem sabe com este exemplo o Brasil aprenda e para de doar sua empresas de defesa e ou adquiri de fora o que temos em casa!

    • Além da fabricação em território americano, os EUA tentam seduzir a Suécia a fazer parte da OTAN.
      Os ingleses querem a Suécia para participar do Tempest.
      Como é bom ser desenvolvido e independente. Como mulher bonita não falta pretendentes.

      • O nosso ALAC e até mesmo o próprio AT4 na sua versão padrão, não possui essa tecnologia de poder efetuar o disparo dentro de abrigos ou espaços confinados. Essa versão AT4 CS RS é destinada a ser empregada justamente em espaços confinados, pois tem o efeito de sopro ocasionado pelo disparo da arma bastante reduzido. Disparar um lança rojão em um ambiente fechado ou próximo a uma parede é suicídio. Há relatos desse tipo de falha com as tropas argentinas nas Malvinas.

    • Os americanos não precisam desenvolver nada, eles copiam tudo.

      O primeiro foguete da NASA a ir ao espaço era uma cópia alongada da V-2 nazista. Até o Ketchup é uma invenção roubada dos chineses kkkk

      Por isso não compram nada dos outros.

    • “”Engraçado que vamos lá nos E.U.A e compramos de tudo, agora quando a situação é inversa não compram nada.””
      Primeiramente nós não compramos de tudo, bem pelo contrário, compramos blindados alemães, helicópteros e submarinos dos franceses, caças da suécia, navio dos franceses e ingleses etc..dos EUA nós compramos muito pouco e normalmente armamento antigo através do FMS, produtos remanescentes, em bom estado e baratos.
      “”Não compram nada da gente”” kkk fala como se o Brasil fosse um grande produtor de armas. O Brasil quase não produz armas, principalmente armas complexas. Além disso, as feitas aqui em muitos casos pertencem a empresas estrangeiras fixadas nos EUA também.
      tirando essa realidade, os EUA tem interesse na compra do Super-Tucano da Embraer (Embraer defesa, aquela que não fará parte da joint-venture), caso essa venda ocorra ela será enorme em valores bruto, significará mais dinheiro do que todo o armamento que o Brasil já comprou dos EUA desde sempre kkkkk

  2. Acabei por dar uma pesquisadinha na wikki sobre o Alac(bem promissor por sinal), alguém sabe a quantas anda o desenvolvimento da tal carga termobárica e quantos já foram vendidos para o EB e outros clientes??

    Obs. na wikk. menciona 150 un pro EB e intenção de compra de milhares por parte de outros países(México ,Iraqui etc).
    Muito bacana ter um eqp tão bom e útil nacional.

    • Sempre digo que tecnologia não é nada do outro mundo.
      Só exige interesse, algum pessoal com um mínimo de qualificação e algum dinheiro.
      Não é gastando bilhões que se desenvolve tecnologia.
      Gastar bilhões é torrar bilhões.
      Quem quer faz.
      Quem não quer, gasta bilhões para alguém fazer um projeto inicial, passa uns dez anos “desenvolvendo” para depois dizer que precisa de mais bilhões e mais dez anos para corrigir falhas verificadas durante as operações iniciais. Tipo F 35. Mas não é o único caso.
      Aí já vamos contabilizando tinta RAM, sistema astros, a darter, submarino nuclear.
      KC 390…
      Nem tudo está concluído mas temos muita coisa boa.
      Basta ter interesse e arregaçar as mangas.

  3. Ivan BC 20 de julho de 2018 at 3:00
    “”Engraçado que vamos lá nos E.U.A e compramos de tudo, agora quando a situação é inversa não compram nada.””
    Primeiramente nós não compramos de tudo, bem pelo contrário, compramos blindados alemães, helicópteros e submarinos dos franceses, caças da suécia, navio dos franceses e ingleses etc..dos EUA nós compramos muito pouco e normalmente armamento antigo através do FMS, produtos remanescentes, em bom estado e baratos.
    “”Não compram nada da gente”” kkk fala como se o Brasil fosse um grande produtor de armas. O Brasil quase não produz armas, principalmente armas complexas. Além disso, as feitas aqui em muitos casos pertencem a empresas estrangeiras fixadas nos EUA também.
    tirando essa realidade, os EUA tem interesse na compra do Super-Tucano da Embraer (Embraer defesa, aquela que não fará parte da joint-venture), caso essa venda ocorra ela será enorme em valores bruto, significará mais dinheiro do que todo o armamento que o Brasil já comprou dos EUA desde sempre kkkk

    Caro Ivan, você realmente acredita que a EDS (Embraer Defesa e Segurança) não fará parte da doação da Embraer a Boeing?
    Li agora a pouco que o que mais chamou a atenção na Montaer (Embraer) pela Boing foi justamente o KC-390.
    A linha de montagem dos ST que serão adquiridos já está montado nos estados unidos, só estão escondendo a verdade para a insatisfação não ser geral.
    Deixa de ser inocente, a Boeing produz aviões diversos e não estaria interessado em uma empresa que fabrica jatos regionais, a não ser para sabotar um provável futuro forte concorrente.
    Vão adquirir todas as áreas da Embraer e depois de um tempo transformar a empresa em uma tremenda empresa de manutenção.
    E não me venha com aquele papinho para boi dormi, de que os Suecos não deixarão, a FAB muito menos, o GF nem pensar e por ai vai.
    Pois todos estão “dormindo” na mesma cama em um frenesi de acasalamento sem igual para minar o que restou de soberania e independência desse país.
    Lembo-me que várias vezes em outro fórum, após a privatização da Embraer criticar a entrega de programa estratégicos a essa empresa, pois a mesma não atendia mais aos interesses nacionais e tinha se beneficiado e muito de verbas nacionais.
    Que deveríamos investir e incentivar outra empresa aeronautica nacional de capital majoritário nacional para concorrer com a mesma.
    Além de alertar que a Embraer seria adquirida pela Boeing, após alguns acenos durante a primeira LAAD.
    Fui extremamente criticado e olha ai a verdade.
    O amigo acima disse certo, muitas tecnologias hoje utilizadas pelos americanos são engenharia reversa de tecnologias de países inimigos, pois é assim que o mundo funciona.
    Foi assim na segunda grande guerra, na guerra fria e assim será por mílenios, tanto para Americanos como para Russos e qualquer país que preze sua independência e autonomia verdadeira.
    Só países submissos como o Brasil que não pratica essa “arte”, países periféricos apresentam uma submissão disfarçada de independência, produzindo equipamentos de defesa extremamente caros comprados das grandes nações por empresa espelhos das multi estrangeiras.
    Mesmo havendo projetos similares e ou até melhores produzidos por empresas verdadeiramente nacionais.
    Quanto a compras americanas por nossas FAAs, cito algumas recente: C1 TRADER, MÍSSEIS HARPOON, CAMINHÕES SOCORRO BLINDADO, M109, M60 A3TTS, M-198, M113 COMANDO etc etc..
    Isto para não me alongar muito!
    Passar bem.

    • Foxtrot, você está tirando essas idéias da sua cabeça, nada disso é realidade.
      A joint venture criada pela Embraer e pela Boeing será apenas de aviões comerciais, NÃO inclusive os aviões executivos e os de defesa (que correspondem a 50% do faturamento da Embraer)
      Essa é a realidade, se você deseja criar um mundinho paralelo tudo bem!
      Os super-tucanos comprados pelos EUA serão feitos nos EUA, tem algo errado nisso? Nada! Serão centenas de aviões, você acha que eles deveriam ser feitos aqui? Os nossos Gripen serão construídos no Brasil, inclusive há fábrica em SP, isso para um contrato de apenas 36 aviões.
      Então, vamos para de hipocrisia, vamos enxergar a realidade. A Volkswagen faz carros e vende no Brasil, o dinheiro do lucro é da Volks… A Saab fará o gripen aqui e o lucro será da Saab. A Embraer fará aviões nos EUA e o lucro será da Embraer (não a joint venture).
      Essa a realidade dos fatos!
      ………..
      “”Quanto as compras recentes do Brasil “”
      Kkkkk você citou um monte de armamento que os EUA venderam a preço de banana para o Brasil. Os blindados m113, remuniciadores, caminhão socorro, blindado de comando e controle foram vendidos para o Brasil a preço de custo dos estoques excedentes, via FMS… O único custo que o Brasil teve nesses casos foi o custo de ir buscar nos EUA.
      Além disso o m-60 foi comprado a quase 30 anos atrás e custou preço de banana na época.
      Os aviões sherpa comprados dos EUA também são usados e muito baratos.
      Some os valores de todos esses contratos de armas e verás que não passa de 100 milhões de dólares.
      O contrato da Embraer sozinho será muito maior do que isso, além de vender armamento novo.
      O Brasil praticamente não compra armamentos dos EUA, o grande fornecedor do Brasil nas últimas 2 décadas foram França e Suécia.
      ……………..
      Por fim, é incrível como o seu comentário é viciado, totalmente sem nexo. Você apresenta os dados e tira conclusões diferentes do que os dados mostram. Para piorar cria um monte de teorias sem nexo para o acordo Embraer-boeing. Sinceramente mais da metade do seu texto foi criando situações que não existem e que dificilmente irão existir.
      Para ser sincero, há uma chance enorme da Boeing investir em fábricas e mão de obra no Brasil, primeiro para para fábrica além dos EUA, segundo para ter um leque de mercado no Brasil, terceiro para usar a mão de obra especializada da Embraer que é mais barata que a americana, quarto para fugir de possíveis embargos e sobretaxas de países, inclusive dos EUA; quinto para fornecer produtos e serviços no Brasil com fábrica própria; sexto porque ninguém sabe por aí destruindo o que comprou, isso não faz o menor sentido econômico. A Embraer complementa a Boeing, não é uma rival da Boeing. Se a Boeing quisesse acabar com a Embraer eles já teria feito isso há décadas impondo sua influência sobre as empresas de aviação e do governo de alguns países para dificultar o acesso da Embraer, isso poderia ser feito com a própria Airbus.
      O Brasil faz isso tempo todo, vivemos criando barreiras econômicas e legais para fechar o mercado é privilegiar empresários amigos do Estado.
      O grande cliente da Embraer é o mercado externo, particularmente os EUA, então a empresa é aceita lá e vai continuar sendo aceita.
      Abraço!

      • So lembrando, para vender pro governo norte americano vc tem que ter fabrica ou parceria la! senao eles nao compram…pode ver que todas empresas no segmento militar tem filial ou parcerias lá, senao nem teria chance de vender pra eles. isso vale pra outros segmentos fora o militar. e certo sao eles, se que vender aqui tem que prodzir aqui!

  4. Caro Ivan, você realmente acredita que a EDS (Embraer Defesa e Segurança) não fará parte da doação da Embraer a Boeing?
    Li agora a pouco que o que mais chamou a atenção na Montaer (Embraer) pela Boing foi justamente o KC-390.
    ……………….
    Acredito! A Embraer irá se fundir apenas na área de aviões comerciais, NÃO na área de aviões executivos e de defesa.
    O interesse da Boeing pelo kc390 é ruim na sua cabeça? Kkkkk essa notícia é excelente. A empresa proprietária do Hércules é a Lockheed Martin…a Embraer entrando com mais força no mercado americano, agora com apoio da gigante Boeing, pode concorrer com o hercules.
    A Boeing pode receber um porcentagem pela “ajuda” além de participar da construção dos aviões kc390 nos EUA. Isso é ótimo para a Embraer (não a joint venture).
    …….
    “Doação da Embraer para Boeing”???? Kkkkkk se quase 20 bilhões de reais e participação de 20% em uma joint venture de peso, além de apoio de outras frentes de negócios é doação, então eu quero mais doações como essa kkkkk
    Precisamos ver o que ela vai desenvolver com esses 20bi…provavelmente usará para reinvestimentos, talvez uma parte pagamento de dividendos. Talvez ela entre em setores de defesa etc…muita coisa pode acontecer!

  5. Caro Ivan busquei de forma cordial a amigável apresentar meu ponto de vista, diferente de sua postura.
    Não vou debater contigo uma coisa que já está arraigada em sua mente, como sempre digo ” o tempo é senhor da razão, e o dará a quem o merecer”.
    Sendo assim, vamos esperar e ver mais este episódio parodico da economia brasileira.
    Você defende com tanto afinco que me parecer fazer parte da minoria que está a favor e faz parte da folha de pagamentos da Embraer.
    O que para mim não interessa é nem me importo.
    Anote minhas palavras e daqui uns 15 anos ou mais conversamos novamento.

  6. “Doação da Embraer para Boeing”???? Kkkkkk se quase 20 bilhões de reais e participação de 20% em uma joint venture de peso, além de apoio de outras frentes de negócios é doação, então eu quero mais doações como essa kkkkk
    Precisamos ver o que ela vai desenvolver com esses 20bi…provavelmente usará para reinvestimentos, talvez uma parte pagamento de dividendos. Talvez ela entre em setores de defesa etc…muita coisa pode acontecer!

    6 bilhões de US$ por uma empresa que recentemente divulgou pedidos firmes e opções de compra na faixa dos 15 bilhões US$ não é doação, sinceramente não sei mais o que é.
    Se nossos economistas pensam como você, está explicado o porquê da eterna falência desse economia (dentre outros motivos).
    Contas que até mesmo uma criança no ensino fundamental sabe fazer kkkkk.
    Mas veremos os capítulos do próximo episódio “enlatado em Miame”.

  7. Meu Deus, no que transformaram o debate. Juntou a fome com a vontade de comer….
    Deus é pai, eles não cansam de achar que os problemas causados pelos são culpa de um abdução feita nos porões da Casa Branca.

  8. O meio militar é a ação de levar um país a realizar sua vontades.
    Ou seja, a política e diplomacia da intimidação.
    Quanto aos “porões da casa branca”, só não enxerga isto quem não quer, porque até cego já viu que todas as decisões do mundo são tomadas lá, ou na réplica do salão oval a bordo do força aérea 1.
    Quanta ingenuidade ou outra coisa pior (não comentado para não ser vetado rsrs).

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here