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Em sua rápida passagem pelo Comando de Aviação, o Ministro Celso Amorim pode conhecer o projeto de ampliação do CAvEx e observar a necessidade da aquisição de uma aeronave de ataque para o Exército

 

No dia 21 de dezembro, o ForTe/Revista Forças de Defesa, cobriu com exclusividade a visita que o Ministro da Defesa fez ao Comando da Aviação do Exército, sediado na cidade paulista de Taubaté.

Pontualmente as 9:30hs, pousou o HM-3 Cougar EB-4008, do 2º BAvEx, trazendo a bordo o Ministro da Defesa Celso Amorim e comitiva, que contou com as presenças do Comandante do Exército, Gen. Ex. Enzo Martins Peri, e do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Gen. Ex. José Cralos De Nardi.

O Ministro foi recepcionado pelo Cel. Willian, Chefe do Estado-Maior da AvEx, e recebido em cerimônia militar pelo Gen. Bgd. Eduardo Diniz (AvEx), pelo Gen. Ex. Adhemar da Costa Machado Filho (CMSE), pelo Gen. Div. Carlos Alberto Santa Cruz (2ª DE) e pelo Gen. Bgd. Laerte de Souza Santos (DMAvEx).

Ainda no pátio das aeronaves, o Comandante da AvEx fez uma rápida explanação sobre a Aviação do Exército, apresentando ao MD a maquete do projeto final do CAvEx, com os novos hangares e o centro de simulador de voo.

   

A primeira parte da visita ocorreu no hangar do 1° BAvEx, onde a comitiva foi recepcionada pelo Cel. Silva Júnior, Comandante, e conheceu cada modelo de aeronave operada pela AvEx em Taubaté, com destaque para o novo HM-4 Jaguar (EC 725), além de conhecer os armamentos utilizados pelas aeronaves e os diversos materiais aeronaúticos.

   

 

   

Em seguida, a comitiva seguiu caminhando pelo pátio até o hangar do Batalhão de Manutenção e Suprimentos da AvEx, onde foi recepcionado pelo TC Gonçalves, Comandante.

Durante a visita, o MD pode conhecer toda a estrutura de manutenção do Batalhão para atender as aeronaves HA-1 Esquilo/Fennec, HM-1 Pantera e HM-3 Cougar, conferindo as excelentes condições das instalações e o alto grau de profissionlismo dos militares responsáveis por manter as nossas aeronaves prontas para atuar em qualquer parte do Brasil.

   

Do “Guardião da AvEx” a comitiva seguiu para o Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), sendo recepcionada pelo TC Alcides, Comandante. No CIAvEx o MD conheceu a sala de OVN (Óculos de Visão Noturna), que é uma sala totalmente escura, que possui uma maquete que simula além de uma área urbana, com aeródromo , litoral e relevo geográfico, as várias posições da lua. Utilizando um OVN, o MD pode ter uma noção de como funciona o equipamento eletro-óptico e a forma com a qual ele intensifica a luz existente.

Em seguida, conheceu a sala do simulador sintético, que possui 5 cabines da aeronave HA-1 Esquilo em escala 1:1, utilizada para treinamento de pilotos nos procedimentos de voo por instrumento (IFR), navegação por contato, radionavegação, maneabilidade das frações de helicópetros, planejamento e emprego de operações aeromóveis, procedimentos de emergência e CRM (Crew Resouce Management). O simulador também é utilizado para o treinamento de controladores de tráfego aéreo.

Como não podia ser diferente, o MD foi convidado pelo TC Alcides para experimentar o simulador e sentir as sensações de pilotar um HA-1 da Aviação do Exército.

   

Vale ressaltar que o simulador sintético do CIAvEx foi todo desenvolvido pelos próprios militares da AvEx e desde o ano passado está homologado pela ANAC, mantendo o adestramento das tripulações dentro dos padrões exigidos por esta agência, gerando economia de recursos sem perder a qualidade da instrução.

Encerrando a visita ao CIAvEx, o Ministro conheceu a sala de maquetes da Seção de Manutenção de Aeronaves, que possui componentes em corte e sistema hidroelétrico assistido, onde os alunos podem visualizar como funcionam os comandos do cíclico, coletivo e pedais, e as suas respectivas respostas no rotor principal e de cauda.

De volta à torre da Base de Aviação de Taubaté, o Ministro Celso Amorim encerrou a sua visita participando, junto com o Gen. Diniz, da cerimônia de inauguração do courinho do macacão, idêntico ao utilizado pelos aeronavegantes da AvEx, com o seu nome no quadro de honra da Aviação do Exército.

   

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao Ministro da Defesa Celso Amorim, pela gentileza que recebeu este editor, que retribuiu presenteando-o com a edição da revista Forças de Defesa. Agradecemos também ao Gen. Diniz, Cel. Willian e Maj. Neves (E5) pela autorização da cobertura realizada pelo ForTe/Revista Forças de Defesa.

Clique aqui para acessar matéria do Poder Naval, em reportagem exclusiva dos editores Alexandre Galante e Fernando “Nunão” De Martini, da Forças de Defesa.

A batalha por Brega 70 anos atrás

Quando Brega caiu em 1941 o caminho para Rommel tomar Bengazi ficou livre

Atualmente o mundo todo volta suas atenções para a guerra civil em curso na Líbia. Um dos pontos onde os conflitos são mais intensos está no entorno de Brega, uma cidade portuária localizada no extremo sul do Golfo de Sidra (ver mapa abaixo). Castigada por tropas leais ao líder líbio Muamar Kadafi, a cidade vem sofrendo constantes ataques das forças governamentais nos últimos dois dias. Mas há 70 anos o mundo também voltava seus olhos para esta região.

No dia 10 de junho de 1940 a Itália invadiu a França e declarou guerra ao Reino Unido também. Com a queda da França, os esforços ingleses foram totalmente voltados para a defesa das ilhas britânicas e as colônias do norte da África ficaram em segundo plano.

Aproveitando o momento, Mussolini ordenou que suas tropas estacionadas na Líbia invadissem o Egito. O objetivo era atingir o estratégico Canal de Suez. Os combates começaram no início de setembro de 1940, mas as divisões do 10º Exército do “Regio Esercito” foram repelidas pelas forças britânicas estacionadas no Egito. Em dezembro daquele ano os britânicos lançaram sua contra-ofensiva (Operação ‘Compass’) e empurram os italianos para o interior da Líbia.

Houve a necessidade da intervenção alemã para salvar as fragmentadas forças italianas que ainda resistiam no norte da África. Assim, o Exército Alemão organizou uma força expedicionária comandada pelo general Ewin Rommel, que ficou popularmente conhecida com o nome “Afrika Korps”. Denominada “Operação Sonnenblume”, as primeiras unidades alemãs partiram do porto de Nápoles em 8 de fevereiro de 1941.

Dispondo apenas da 5ª Divisão Leve, apoiada por forças italianas, os alemães avançaram sobre as tropas do general britânico Richard O’Connor no final de março. Enfraquecidos após a mobilização de parte das suas forças para a Grécia, O’Connor recuou o seu exército e estabeleceu a linha de defesa em torno da cidade de Brega.

Rommel não se intimidou com as defesas e prosseguiu o seu avanço. Com a queda de Brega o caminho para Tobruk estava aberto, uma vez que a evacuação de Bengazi já havia sido determinada pelo comandante do Exército Britânico no Oriente Médio. Era uma questão de tempo até que Rommel chegasse às portas de Tobruk.

IMAGEM/FOTO: Wiki/AP

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Nota do ForTe:

Reparem que o soldado da PM está usando um Bushmaster AR-15 com mira do tipo Red Dot EOTech, Gripod e lanternas no trilho RIS e em uma das fotos também é possível ver um soldado usando o Imbel MD97; em outra foto, o Sd Xavier exibe a metralhadora Madsen que aqui no Brasil foi convertida para o calibre 7,62.

Nota 2:

Agradecemos ao pessoal do Batalhao de Polícia de Choque – BPCHq, da PMRJ, em especial ao Soldado Xavier pelas imagens e aproveitamos aqui para dar os parabéns a todos os policias militares, civis, federais, bombeiros, militares do Exército, da Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais e da Aeronáutica, pela excelente vitória ocorrida nesse fim de semana. Graças a vocês muitos de nós tem o orgulho de dizer que no Brasil acabou o tempo em que bandido dominava alguma região. Com vontade política e trabalho em conjunto das forças tudo é possível!!!!

BRASIL ACIMA DE TUDO!!!

O Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM) está situado na ilha homônima, localizada no extremo oeste da restinga da Marambaia, estado do Rio de Janeiro. A restinga da Marambaia representa o limite sul da Baía de Sepetiba, importante pólo econômico do estado.

No entorno da Baía de Sepetiba estão localizados, dentre outros, o porto de Sepetiba, a Base Aérea de Santa Cruz (BASC) e as instalações da NUCLEP. Futuramente, ao lado do porto de Sepetiba, também será instalada uma nova base naval e um estaleiro responsável pela construção de submarinos convencionais e de propulsão nuclear.

A restinga da Marambaia representa uma faixa arenosa que se estende por 45 quilômetros e que está orientada, grosso modo, no sentido leste-oeste. Toda a sua área é de propriedade da União e está subdividida em três partes.

No lado leste, próximo ao continente, está a área pertencente ao Comando do Exército (área destacada em verde na imagem abaixo) e na ponta oposta (lado oeste), está a área de propriedade do Comando da Marinha (área destacada em laranja). No centro da restinga, limitada pelas áreas do Comando da Marinha e do Comando do Exército, está a área pertencente ao Comando da Aeronáutica (área destacada em azul).

O relevo é bastante plano e sua monotonia é quebrada somente no extremo oeste da restinga, área pertencente à Marinha. O ponto mais elevado é o pico da Marambaia (480 metros acima do nível do mar). Além de ser uma área militar, também é um paraíso ecológico com rica fauna e flora, estando a cobertura vegetal muito bem preservada. A Restinga da Marambaia é considerada Área de Proteção Ambiental (APA), de vital importância para o meio ambiente.

O CADIM

O CADIM é uma OM (Organização Militar) subordinada ao Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais (CPesFN), sendo comandada atualmente pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra (FN) Marcos José Ferreira Viana. Sob seu comando estão 324 militares e duas dezenas de civis. Uma pequena parte destes homens e mulheres reside no local. A outra parte desloca-se do continente para a ilha durante o dia, utilizando uma embarcação que parte de Itacuruçá.

A missão principal do CADIM é contribuir para o aprestamento de Forças Navais e dos Fuzileiros Navais. Cabe destacar que o CADIM é o único local em todo o estado do Rio de Janeiro onde navios, aeronaves e veículos militares podem fazer uso de armamento real para adestramento. Em função da proximidade com várias outras OM, o deslocamento das unidades a serem adestradas é feito de forma rápida, economizando tempo e recursos.

As principais instalações do CADIM localizam-se em uma área voltada para o interior da Baía de Sepetiba, antigamente conhecida como Saquinho. Dentre as diversas edificações existentes, destacam-se o prédio do comando (antiga escola de pesca), a igreja de Nossa Senhora das Dores e o Hotel de Trânsito. Existe também diversas casas para os militares e suas famílias que moram no local, assim como instalações de apoio, heliponto e uma escola municipal que funciona em convênio com a Marinha.

Além de realizar atividades de adestramento, o CADIM recebe eventualmente o Presidente da República para períodos de descanso. Ali, o chefe da nação hospeda-se com privacidade e segurança.

Histórico

No período do Brasil colonial, a região da Marambaia (na língua indígena “cerco do mar”) era visitada por corsários que se abasteciam de víveres e mantinham suas naus abrigadas do mau tempo. Já na segunda metade do século XIX, no período imperial, o comendador Joaquim José de Souza Breves tomou posse das terras da restinga e instalou ali um centro de entreposto de escravos provenientes da África. O prédio que abriga atualmente o Hotel de Trânsito da Marinha (ver foto abaixo) foi, no passado, a antiga senzala da fazenda.

O Comendador Breves faleceu 1889, um ano após a declaração da Lei Áurea. Dois anos depois, familiares do Comendador Breves venderam à Companhia Promotora de Indústrias e Melhoramentos os terrenos da Marambaia. Quando a companhia foi liquidada em 1896 a propriedade da Ilha foi transferida para o Banco da República do Brasil.

A União adquiriu a Ilha da Marambai, com todas as suas benfeitorias, em 31 de dezembro de 1904. Cerca de dois anos depois a ilha foi posta à disposição da Marinha do Brasil. Em 1908, passou a funcionar na Marambaia a Escola de Aprendizes-Marinheiros.

No final da década de 1930, foi instalada ali a escola de pesca Darcy Vargas. A escola era mantida com os recursos da Fundação Cristo Redentor, que pertencia ao senhor Levy Miranda (nome da atual escola municipal da ilha). No início da década de 1970, a Fundação Cristo Redentor estava sem recursos para manter a escola e o terreno foi reintegrado ao patrimônio da União, sendo retransferido para a Marinha.

Em 1971, a Marinha ativou o “Campo da Ilha da Marambaia” e as instalações passaram a ser gerenciadas pelo CFN. A extinta escola de pesca passou a abrigar o Centro de Recrutas do Corpo de Fuzileiros Navais (CRCFN) até o ano de 1981, quando foi criado o Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM).

Apoio à população civil local

É parte integrante do trabalho da Marinha dar suporte à comunidade que vive na Ilha da Marambaia. Este apoio é conhecido como Ações Cívico Sociais (ACISO).

Como a única forma de se chegar e sair da ilha é por via marítima, a Marinha disponibiliza para a comunidade local transporte entre o CADIM e a localidade de Itacuruçá. Existe uma embarcação que faz o percurso duas vezes ao dia. Dependendo das condições de mar e do tipo de embarcação empregad,a a viagem leva entre uma hora e uma hora e meia.

Em relação às atividades educacionais, a Marinha mantém um convênio com a Prefeitura de Mangaratiba com o propósito de apoiar o ensino fundamental, ministrado na Escola de Ensino Fundamental Levy Miranda. Ali estudam dependentes de militares e crianças da comunidade local. Dentre outras tarefas, cabe à Marinha o transporte dos professores desde o continente até a ilha.

Também é prestada assistência Médico-Ambulatorial à população civil da Ilha. Quando quadros clínicos graves são diagnosticados, a Marinha pode empregar embarcações e lanchas rápidas para retirada dos pacientes. O CADIM também presta apoio às campanhas de vacinação aos programas de controle de epidemias e pragas.

LEIA TAMBÉM:

NOTA DO BLOG: aguardem! Ainda não esgotamos nosso material coletado no CADIM. Outras matérias relacionadas à Passex Ocean 2010 virão.

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O cartaz feito pelo Exército em comemoração ao Dia do Soldado, 25 de Agosto, trará uma grande novidade. Os soldados presentes no cartaz estarão empunhando o novo Fuzil Imbel IA2, que antes mesmo de ser lançado já ganhou o apelido de “SCAR Brasileiro”.

FOTOS: LeUZz / Defesa Brasil

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre esse e outros assuntos no ‘Xat’ do ForTe, clicando aqui.

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O Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx) concluiu, no período de 07 a 18 de junho de 2010, a formação de 21 oficiais-alunos do Curso de Piloto de Combate (CPC/2010).

A fase final do Curso foi realizada com o apoio da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), oportunidade em que houve o aproveitamento das horas de voo para a integração de exercícios com os Cadetes do Curso de Cavalaria e Curso Avançado, nas operações de Combate em Ambiente Urbano e Incursão Aeromóvel, respectivamente.

No dia 18 de julho, ocorreu a formatura operacional com a cerimônia de brevetação no pátio de formaturas da AMAN e foi presidida pelo Comandante de Operações Terrestres, General de Exército Antonio Gabriel Esper, piloto militar de helicóptero mais antigo em atividade no EB.

Na manhã de 25 de junho, ocorreu a formatura de conclusão do Curso de Piloto de Combate 2010, nas dependências do CIAvEx no Comando de Aviação do Exército, e foi presidida pelo Comandante da AvEx, Gen. Peternelli, contando ainda com a presença do Gen. Araújo Lima (Comte. 6º BIL), Cel Castro (Comte. do CIAvEx), demais militares e familiares dos formandos.

A cerimônia teve início com a inauguração da placa da turma 2010, na sala de instrução do CPC, realizada pelo TC PMDF Yamasaki, oficial-aluno mais antigo da turma.

Cabe ressaltar que, pela primeira vez, dois oficias aviadores da Força Nacional de Segurança Pública participaram e concluíram o CPC.

A turma 2010 foi composta pelos seguintes militares:

Exército Brasileiro:

Cap Art Eric Lessa, Cap Cav Thiago, Cap Art Coutinho, Cap Art Colares, Cap Inf Campos, Cap Inf Lázaro, Cap Inf Bottechia, Cap Cav Daniel Braga, Cap Cav Hermógenes, Cap Inf Peixoto, Cap Inf Medeiros, Cap Inf Guerra, Cap Art Guarnier, 1° Ten Inf Balles, 1° Ten Cav Jeferson, 1° Ten Inf Aleixo e 1° Ten Art Flecher.

Marinha do Brasil:

CT Rangel e 1° Ten (FN) Esteves

Força Nacional de Segurança Pública:

Ten Cel PMDF Yamasaki e o Major CBMERJ Rammon.

Instrutores:

Cel Cav Castro, TC Inf Danilo, TC MB Carvalho, Maj Inf Púppio, Maj Inf Donizetti, Maj Art Chan, Maj Cav Márcio, Maj Inf Amorim, Maj Cav Bomfim, Maj Cav Dizioli, Maj Inf Piffer, Maj Cav Tavares, Cap Cav Souza Júnior, Cap Cav Hirashima, Cap Com Fábio Araújo, Cap Inf Altair, Cap Eng Vinhote, Cap Inf Saraiva, Cap Cav Solano, Cap Eng Clayton Félix, Cap Inf Giordani, Cap Com Rodrigo Macedo, Cap Inf Calheiros, Cap Inf Angelo, Cap Inf Linares, Cap Inf Pelinsari, Cap Inf Barbosa, 1° Sgt Alexander, 1° Sgt Biondi e 1° Sgt Marco Aurélio.

Ao final da cerimônia, o 1º Ten Art Flecher (1º BAvEx), primeiro colocado da turma CPC 2010, recebeu os cumprimentos dos Comandantes da AvEx e CIAvEx e o seu brevê de Piloto de Combate.

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao Gen. Peternelli, Cel Castro e ao Maj. Piffer, pela permanente colaboração com o ForTe e parabenizamos a todos os formandos, que entraram para elite dos pilotos de helicópteros militares brasileiros.

Gen. Peternelli e Cel. Guilherme

vinheta-especial-forteOcorreu no dia 07 de janeiro a passagem de Comando do 1° Batalhão de Aviação do Exército, e o ForTe participou das solenidades que ocorreram nas dependências do Batalhão Falcão, no Comando de Aviação do Exército.

Assume o 1° BAvEx o TC Silva Júnior, comandante substituto, no lugar do Cel. Guilherme, comandante substituído, que foi transferido para o Gabinete de Comando do Comando do Exército em Brasília.

As nove horas da manhã, ocorreu a passagem aérea de Comando, tendo o Maj. Rodrigo (sub-comandante do 1° BAvEx) apresentado a tropa ao TC Silva Júnior, para que e em seguida, o Cel. Guilherme ordenasse o embarque dos tripulantes em suas aeronaves.

TC Silva Júnior e ex-comandantes do 1° BAvExCavEx_07.01.10 015

A passagem aérea de Comando é uma tradição nas unidades aéreas militares, quando o comandante substituído passa o Comando de sua Unidade ao comandante substituto, que a assume em voo.

Nesta cerimônia, com cobertura exclusiva do ForTe, foi realizado o voo de formatura em coluna tática pela Esquadrilha Falcão, composta por 14 aeronaves dos modelos HA-1 Fennec e HM-1 Pantera.

Esquadrilha Falcão em vooEsquadrilha Falcão em voo

Este voo foi abrilhantando pela presença de vários ex-comandantes do 1° BAvEx, em especial a do Cel. Telles (1° comandante do 1° BAvEx) que juntamente com os demais ex-comandantes, participaram do voo como 2P.

Esquadrilha Falcão em coluna tática

Tivemos o privilégio de embarcar no HM-1 Pantera, pilotado pelo Gen. Peternelli (também um dos ex-comandante do 1° BAvEx e atual Comandante da Avex) para participar deste voo e registrar a passagem aérea de Comando.

HM-1 Pantera EB 2006 voando em ala

Tendo a aeronave do Comandante da AvEx ocupado a sua posição no dispositivo, inicia-se a cerimônia de passagem aérea de Comando.

O HM-1 Pantera EB-2024 pilotado pelo Cel. Guilherme, deixa a liderança da Esquadrilha Falcão e se desloca para o seu lugar no dispositivo (a esquerda da aeronave do Comandante da AvEx).

Em seguida, o HM-1 Pantera EB-2012 pilotado pelo TC Silva Júnior, abandona a penúltima posição da Esquadrilha e se posiciona a direita da aeronave do Gen. Peternelli, ficando as aeronaves dos comandantes, substituto e substituído, hoverando uma de frente para outra.

HM-1 Pantera Cel. GuilhermeHM-1 Pantera TC Silva Júnior

Ao fim da passagem aérea de Comando, as aeronaves trocam de posição e o novo Comandante assume, pela primeira vez, o comando de sua Unidade, liderando a Esquadrilha Falcão para uma passagem baixa sobre a pista do CAvEx.

Após o pouso, o Cel. Guilherme e o TC Silva Júnior, foram recebidos com muita emoção pelas as suas famílias no pátio das aeronaves e, em seguida, se juntaram ao Comandante da AvEx, ex-comandantes e demais tripulantes para uma foto histórica no interior do hangar do 1° BAvEx.

Esquadrilha Falcão Comandantes e ex-comandantes do 1° BAvEx

1° BAvEx

Vídeo da Passagem Aérea de Comando

Cerimônia de Passagem de Comando

Passagem de Comando 1º BAvEx

Antes da cerimônia militar, foi realizada a inauguração da foto oficial do Cel. Guilherme, pelos seus filhos e esposa, que permanecerá exposta na galeria de fotos dos ex-comandantes do Batalhão Falcão e também o recebimento do Distintivo de Comando.

CavEx_07.01.10 055Condecoração de Distinção de Comando

As 17:30hs, deu-se a cerimônia militar de passagem de Comando, na presença de diversas autoridades militares e convidados.

Palavras de despedida do Cel. Guilherme

Passagem de Comando

Revista a tropa

Apresentação TC Silva Júnior ao Gen. Peternelli

NOTA DO EDITOR: Agradecemos ao Cel. Guilherme por toda a colaboração que nos deu durante o seu Comando, tendo a certeza de que teremos no TC Silva Júnior a continuidade deste trabalho junto ao 1° BAvEx. Desejamos aos Comandantes substituto e substituído muito sucesso nesta nova etapa de suas carreiras no Exército Brasileiro.

Agradecemos também ao Cap. Bruno Lopes (RP do 1° BAvEx) pelo apoio na realização desta cobertura.

FOTOS E VÍDEO: Guilherme Wiltgen/ForTe

selva-orientacao-foto-forte

Em um dos períodos do ensino fundamental a professora ensina seus alunos que durante o nascer do Sol, ao esticarmos o braço direito na sua direção teremos o Norte bem a nossa frente. Isto não é totalmente verdade e, dependendo da latitude, do mês do ano e da necessidade de uma orientação mais precisa, a pessoa estará cometendo um grande erro.

Para saber mais sobre este tema acesse a série exclusiva do Forças Terrestres sobre técnicas de orientação e navegação em ambiente hostil, em especial na selva. Os assinantes, além da leitura, podem comentá-lo também.

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