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Índice de liberdade econômica 2013: Brasil em 100º lugar

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1. Os dez primeiros: Hong Kong, Cingapura, Austrália, Nova Zelândia, Suíça, Canadá, CHILE, Maurícia, Dinamarca, Estados Unidos.

2. Ranking completo.

3. Análise do centésimo lugar do Brasil.

4. Portal.

8 COMMENTS

  1. Gostaria que bolivarianos e tipos semelhantes tirassem lições deste ranking. Infelizmente não irão.

    Países com economia livre (ou seja, sem ou com mínima intervenção na economia) SEMPRE foram e SEMPRE SERÃO mais desenvolvidos economicamente. Está aí o Chile, país que arrisco dizer exceção na América Latina, que caminha totalmente contra a maré bolivariana, intervencionista, etc.

  2. Fui lá ler a “análise” sobre o Brasil. Os problemas, aliás os de sempre: quadro legal frágil, com intervenções econômicas e políticas sobre o Judiciário; excesso de intervenção do Estado, que já se mostraram ineficientes; corrupção generalizada.

    O Brasil, dadas sua extensão territorial e riqueza deveria ser o que é hoje a China. Deveríamos estar próximos do que é os EUA. Mas não, somos um país de araque, corrupção generalizada, vivemos ainda no tempo das Capitanias Hereditárias.

  3. Quem conhece o Chile sabe o porquê que esse país está indo de vento em popa. O Chile é um exemplo de como um país pobre, mas organizado, livre e com um povo com vontade de trabalhar pode se tornar rico e dar boa qualidade de vida para seu povo sem depender de um Estado gigantesco, verdadeiro Leviatã, que determina todos os aspectos da vida da sociedade civil.

    Não tenham dúvidas senhores: o Chile será muito em breve uma potência regional, talvez a maior potência da América do Sul. Mesmo sendo um país relativamente pobre em recursos naturais e assolado por catástrofes que vão de vulcões ativos e terremotos (tive o desprazer de passar por um lá) a tsunamis.

    É uma pena que ao invés de nos filiarmos a esse bom exemplo em nossa vizinhança estejamos fazendo tremenda força para ficar parecidos com a Venezuela e com Cuba.

  4. Lembram da ALCA, pois é, o CHILE soube escolher, taí o resultado. Enquanto nós, nos alinhamos com Venezuela, Bolívia, Argentina, etc, num sonho (deles petralhas, bolivaristas, comunistas), de formarem a “URSAM – União das República Sul Ameicanas”, sigla esta por minha conta, um bloco único nas américas, tentando assim recriar o jurassic park da antiga URSS e Cuba.

    Estamos vivenciando um momento que os governos sul americanos parecem “curva de rio”.

    Ainda bem que tudo passa!

    Diria ainda, que a Colombia caminha também para ser no futuro outra forte potência no continente, pois sabe fazer suas escolhas.

    Afinal, pobreza só gera pobreza!

  5. Pois eh, mas a gerentona tem parametros de desenvolvimento da decada de 60.

    Por que nao se inspirar, e estabelecer metas de governo, no indice de facilidade de negocios do Banco Mundial, ou do indice de Desenvolvimento Economico, ou o indice de competitividade? Alguns paises fazem isto.

    Basta olhar o time: Dilma (cv falsificado?), Mantega, Pimentel…

    []s!

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