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Exército Brasileiro analisa compra de aviões C-23B Sherpa do US Army

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C-23 Sherpa: Cheap, versatile, at-risk

O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4o da Lei Complementar no 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar no 136, de 25 de agosto de 2010, combinado com o art. 1o do Decreto no 8.798, de 4 de julho de 2016, e considerando o disposto no art. 20, inciso VI, alínea “i”, da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto no 5.751, de 12 de abril de 2006, e o que prescreve a Portaria no 545-MD, de 7 de arço 2014, resolve:

Art 2o Designar o Gen Ex GUILHERME CALS THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA, Comandante Logístico, e o Cel QMB WASHINGTON ROCHA TRIANI, do COLOG, para realizar a apresentação do Exercício Amazon Log 2017 no United States Southern Command (USSOUTHCOM), em Miami e, em prosseguimento, na Junta Interamericana de Defesa (JID), em Washington; participar de reunião de trabalho e acompanhamento de contrato de manutenção da família de blindados M109-A5, estabelecido com o Governo dos EUA, sob o programa de compras militares no exterior (Foreign Military Sales), em York e em Washington; verificar a situação de aeronave C23B – Sherpa e a possível negociação com o Exército Norte-Americano, em San Antonio; além de participar da Exposição Internacional de Produtos de Defesa da Association of the United States Army (AUSA), em Washington, Boletim do Exército no 38, de 23 de setembro de 2016. – 57 tudo nos Estados Unidos da América (Atv PVANA Inopinada W16/135), no período de 25 de setembro a 5 de outubro de 2016, incluindo os deslocamentos.

FONTE: DOU/Boletim do Exército

96 COMMENTS

  1. Poxa vida, podiam fabricar o CASA em SP, serviria para futura substituição do Bandeirante e fornecimento para o EB e MB. Durante o governo Lula havia essa proposta que ele não aceitou.

  2. Alexandre foi a FAB que não aceitou, porque ensaiou o 212 e ele tinha um desempenho tático inferior ao do Bandeco, em síntese não valia a pena investir, até porque em breve verá uma redução significativa no número de ETAs e por conseguinte vão sobrar células.

    G abraço

  3. Acho interessante o exército ter sua aviação própria de asa fixa. Se for para ser com Sherpas, que seja. Mais para frente quando criarem doutrina e tiverem mais experiência podem evoluir para algo mais novo ou mais apropriado.

  4. Juarez, não foi assim e tu sabes disso. O Brig. Bueno era o idealizador da ideia, ainda no primeiro mandato do Molusco (2003 a 2006), aliás, ideia esta que vinha sendo proposta desde o Batistinha.

    A FAB queria e muito, foi justamente outro pessoal (mais próximo da AEL) quem brigou para refutar a ideia, que fora sepultada no comando do Saito (entendeu?! AEL/Elbit, Saito, Burnier, filhos, etc…). Eu fui um dos que apoiaram a modernização dos bandecos, ao invés da montagem dos C-212-400, agora percebo o peixe pobre que comprei. Não tem nada haver com esse papo de desempenho inferior, aliás, se tem algum aparelho inferior, este é o Bandeirante (em relação ao Casa).

    Tivéssemos montado os C-212-400, as unidades de fronteira estariam muito melhor apoiadas, além desta aeronave ter sido oferecida a aviação regional de passageiros (uma das justificativas à época). Hoje o PAMA-SP, ou outra empresa que pudesse nacionalizar a aeronave, estaria abocanhando o mercado regional de passageiros de aviação turbo hélice, agora relegada pela Embraer (que prefere produzir aeronaves a reação).

    Por favor Juarez, a história não é esta, putz, depois sou eu quem desinforma.

    Até mais!!!

  5. Dei uma olhada bem rápida quando abrir o site e pensei que era um v22 osprey, tenho que parar de ficar sonhando acordado..

  6. O Bandeirante tem suas limitações, porém produzir o Brasilia para transporte de tropas é mais fácil no meu ponto de vista, ainda que existam restrições em pistas de terra batida (hélices).

    Acredito que um Brasilia e um Bandeco “NG” seria melhor do que uma velharia importada. Os custos com manutenção seriam menores, e a própria FAB poderia dar apoio de suprimentos.

  7. Wellington, a única coisa que tu sabe é que nada sabe. O 212 foi testado pelo EAV e seus parâmetros de voo são inferiores ao do Bandeco,não tem nada a ver com AEL, até porque ela poderia fornecer os aviônicos de missão caso ele fosse escolhido. Não haveria recursos para tal empreitada, nem mercado e muito menos condições competitivas fiscais e tributárias para produzir a anv aqui, pois com nossa carga tributária iria custar mais caro que um KC 390.
    Eu me surpreendo com tuas afirmativa de julgamento, se nem aviador tu és, vou avisar o EAV que não precisa mais checar anv e só falar contigo.
    Vendar 212 para a aviação regional, em que mercado Wellington???? Quem vai comprar, se nem infraestrutura aeroportuária descente no interior nós temos, acorda Wellington, blém, blém , blém

    Passe bem

  8. Sinceramente, acho este Shorts Skyvan feio pra burro!!!

    Não poderíamos começar com o PZL M-28 ou até a FAB, transferir alguns Bandeirantes para o EB? Uns 20 modelos modernizados, por exemplo, já que vários ETA`s vão ser fundidos??

  9. Vamos “chutar” que um C-23B devidamente modernizado saia por U$ 2 milhões a unidade e, em paralelo, um C-212 400 custe U$ 10 milhões novo, nos dias de hoje.
    .
    16 C-23B dariam U$32 milhões.
    16 C-212 400 dariam U$ 160 milhões.
    .
    Em questão de comprar, acho que sabemos que é o mais interessante.

  10. Gente, querem dar mais mobilidade à tropa terrestre, então mobile a FAB com mais C-295 (com o dobro, ou o triplo de unidades, simples assim). Ao EB alguns Chinooks seriam muito mais proveitosos e importantes.

    Eita mânia de querer reinventar a roda e criar mais estrutura administrativa em cada uma das forças. Ah tá, o problema são só a END e os projetos estratégicos como PROSUB, caças birreatores, etc….. :/

  11. Juarez, realmente não sou piloto (ainda), mas qualquer simples levantamento no melhor estilo Super Trunfo pode te responder. Tu também não é piloto e nem por isto deixa de afirmar algumas coisas por aqui (algumas com uma dose de loucura).

    Aliás, um dos objetivos dos C-212 era apoiar a aviação regional para aeródromos sem muita preparação, aeródromos, inclusive, com pistas de terra batida/grama, muito comuns na Amazônia e Pantanal. Com demandas para até 20-25 passageiros. Quanto a isto eu possa afirmar com total certeza, pois trabalhei com o projetos de avião regional para dois aeródromos no Amapá (Amapá e Oiapoque), que não foi pra frente por causa das incompetências políticas e das amarras administrativas e burocráticas de sempre (comuns Brasil a dentro).

    Da próxima vez, tente debater com fatos críveis, com argumentos e não com esta mânia infantil de querer diminuir o outro colega. Vê se aprende (sei que é difícil pra ti, mas não custa dar esta fica mais uma vez).

    Até mais!!! 😉

  12. Aviação regional ?
    Quem vai comprar o 212 ?
    Quem vai manter o 212 ?
    As regionais do Norte e Centro Oeste estão falidas, raras exceções.
    Não conseguem manter EMB 110,
    não conseguem ter EMB 120
    Pasmem, não conseguem ter e manter Gran Caravan,
    salvo raras exceções,
    ai vão comprar e manter 212 ?
    Nem o Let 410 conseguiram pô, e era “baratinho”.
    Acorda Brazil !
    _____________________________________________

    Asa fixa para o EB,
    pega os C 95 e passem para o padrão M, tantos quantos o EB necessite.
    Já estão mofando na FAB.
    Em conta de padaria sai por volta de R$ 1.700.000,00 cada Retrofit/Overhaul para padrão M
    A atualização o verde oliva paga !

    ——————————————————-

    http://www.aereo.jor.br/2013/08/14/afa-2013-bandeirante-modernizado/
    __________________________________

    http://www.aereo.jor.br/2011/12/09/primeiro-c-95-bandeirante-modernizado-e-entregue-no-rio-de-janeiro/
    __________________________________

    http://www.aereo.jor.br/2012/01/13/c-95cm-bandeirante-primeiro-lancamento-de-paraquedistas/

  13. junior 26 de setembro de 2016 at 19:52
    .
    Um V-22 não nos sairia por menos de U$ 100 milhões…
    E isso é chutando beeeem baixo.
    .
    Seria bonito de ver. A tropa mal vestida, sem equipamentos de qualidade e armada com FAL voando de V-22 pela amazônia.

  14. Procurei fotos do Bandeirante C-95A, conhecido na FAB como “Bandeirante cargueiro”, se não me engano estavam no 1º/5ºGAv – Esquadrão “Rumba”, creio serem aqueles com grandes portas laterais, procurei fotos, não achei. Creio esses serem de interesse para o EB.
    Alguém tem fotos ?

  15. Specifications (Series 300)

    Data from Jane’s All The World’s Aircraft 1988–89[70]

    General characteristics
    Crew: Two (pilot and co-pilot)
    Capacity: 26 passengers (civil version), 24 paratroops or 2,700 kg (5,952 lb) cargo
    Length: 16.20 m (53 ft 1¾ in)
    Wingspan: 20.28 m (66 ft 6½ in)
    Height: 6.30 m (20 ft 8 in)
    Wing area: 41.0 m² (441 ft²)
    Airfoil: NACA 653-218
    Aspect ratio: 10.0:1
    Empty weight: 3,780 kg (8,333 lb)
    Max. takeoff weight: 7,700 kg (16,975 lb)
    Powerplant: 2 × Garrett AiResearch TPE-331-10R-513C turboprop engines, 617 kW (900 shp) each

    Performance

    Maximum speed: 370 km/h (200 kts, 230 mph)
    Cruise speed: 300 km/h (162 knots, 186 mph) (econ cruise)
    Stall speed: 145 km/h (78 knots, 90 mph)
    Range: 1,811 km (978 nmi, 1,125 miles) econ cruise, max fuel
    Service ceiling: 7,925 m (26,000 ft)
    Rate of climb: 8.3 m/s (1,630 ft/min)

    https://en.wikipedia.org/wiki/CASA_C-212_Aviocar

  16. Specifications (EMB 110P1A/41)

    Data from Jane’s All The World’s Aircraft 1988–89[12]

    General characteristics
    Crew: 2
    Capacity: 18 passengers
    Length: 15.10 m (49 ft 6½ in)
    Wingspan: 15.33 m (50 ft 3½ in)
    Height: 4.92 m (16 ft 1¾ in)
    Wing area: 29.10 m² (313.2 ft²)
    Airfoil: NACA 23016(mod) at root, NACA 23012 (mod) at tip
    Aspect ratio: 8.1:1
    Empty weight: 3,393 kg (7,480 lb)
    Max. takeoff weight: 5,900 kg (13,010 lb)
    Powerplant: 2 × Pratt & Whitney Canada PT6A-34 turboprop engines, 559 kW (750 shp) each

    Performance

    Cruise speed: 341 km/h (184 knots, 212 mph) – econ cruise at 3,050 m (10,000 ft)
    Range: 1,964 km (1,060 nm, 1,220 mi)
    Service ceiling: 6,550 m (21,500 ft)
    Rate of climb: 8.3 m/s (1,640 ft/min)

    https://en.wikipedia.org/wiki/Embraer_EMB_110_Bandeirante

  17. Nem de longe o Aviocar tem um “desempenho tático” pior do que o Bandeirante. Putz, depois sou eu o ufanista. As características da aeronave em si falam por si só, ainda mais para função de transporte de tropas e cargas.

  18. Reportagem na RFA mostrava que o C-95M não era a melhor opção em termos de desempenho, e sim na ponta do lápis.
    Saía mais barato modernizar, aproveitava-se os PAMA e a formação dos mecânicos.
    .
    EB não viaja na maionese, pensa que o que é bom pros EUA é bom pro Brasil. E tá certo.

  19. Wellington, o teu problema é o teu ego, ele te supera. Tchê não viaja na maionese, o EB mal e porcamente tem condições de operar um Gran Caravam e Esquilos, e tu vens propor comprar Chinook para abastecer pelotão de fronteira, só na tua cabela biruta.
    O EB acabou de afirmar que levar suprimento em anv de asa fixa stol de pequeno porte custa as vezes 20% do que custaria levar de S Puma, imagina fazer isto corriqueiramente de Chinook, no segundo mês de operação acaba o dinheiro de horas de voo.
    Aí tu vens com a solução mágica de criar uma linha de produção de anv que tem vários concorrentes mundo afora, num país como o Brasil que não cujo aço produzido aqui é 23% mais caro que nos EU, para vender 30 e poucos anv s para a FAB e esperar pelo mercado civil.
    Aí te pergunto a trolha que nós estamos levando com a picaretagem do EC 725 não te abriu os olhos, pois eu vou te lembrar que tu era um dos iluminados que defendia que alinha aqui no Brasil proporcionaria vendas para o mercado civil e para exportação, pois muito bem depois da bendita instalação da linha do EC 725 quantos células o mercado o mercado civil Brasileiro absorveu:

    NENHUMA

    Quantas vendas foram feitas para o mercado externo seja militar ou civil:

    NENHUMA

    Quanto custa um EC 725 by Brasil sem aviônica de missão:

    45 MILHÕES DE EUROS

    Quanto custa um EC 725 na linha de montagem na França:

    15 MILHÕES DE EUROS

    Wellington, acorda 2 blém, blém, blém

    G abraço

  20. O preço tem que ser levado em consideração a relação custo x benefício, nesta questão em específico, não sou, ou fui, contra a modernização, mas a justificativa em dizer que o Aviocar tem um “desempenho tático” inferior ao Bandeirante, é querer forçar a barra.

    Se o objetivo de modernizar os Bandeirantes fosse dar tempo para o desenvolvimento de um vetor que pudesse substituí-lo no futuro (argumento muito ventilado à época), seria mais um argumento factível, mas infelizmente não é este, ou foi, o principal argumento. Hoje modernizamos alguns Bandeirantes, que a muito tempo já não é mais produzido, e não temos nada para substituí-lo. Daí vem outra pergunta, foi efetivamente válido, ou eu acredito que a relação custo-benefício não foi das melhores, ainda mais pelo custo de modernização que acabou saindo, especialmente dos Bandeirulhas, levando em consideração o tempo de vida útil pela frente.

    Vale dizer que alguns Bandeirantes modernizados já estão mais pra lá do que pra cá, daí volta a perguntar, qual será o seu substituto?!?! Espero ter feito entender o meu questionamento.

    Grande abraço!!! 😉

  21. Bardini 26 de setembro de 2016 at 18:39

    Vamos “chutar” que um C-23B devidamente modernizado saia por U$ 2 milhões a unidade e, em paralelo, um C-212 400 custe U$ 10 milhões novo, nos dias de hoje.
    .
    16 C-23B dariam U$32 milhões.
    16 C-212 400 dariam U$ 160 milhões.
    .
    Em questão de comprar, acho que sabemos que é o mais interessante.

    Bardini, eu andei perguntando sobre isto durante o dia e recebia seguinte informação de uma fonte:

    O US Army está oferecendo estas anvs praticamente de graça, o número ventilado é que com o valor de aquisição de um único Gran Caravan seria possível adquirir sete células de C 23, sendo quatro ou cinco operacionais e duas para Scrapper.
    A ideia do EB é adquirir três ou quatro Gran Caravan usados e montar um esquadrão misto, com os Caravan fazendo ligação e re suprimento leve e os C 23 ficando com o serviço de “carroceiro”.

    G abraço

  22. Meu Deus quanto mais eu tento abrir a tua mente Wellington mais ela se fecha, que coisa.
    Tchê para de falar bobagem, o C 95 é uma modernização barata, eficiente e que vai levar nas costa um bom tempo. As células escolhidas foram Beta e Charlie, com menor número de horas e ninguém pensou desenvolver coisa nenhuma aqui, pois SEM ESCALA DE PRODUÇÃO não vai adiante, bem como com as regras fiscais e trabalhistas vigentes no país.
    Wellington, acorda, a Embraer está transferindo linhas e mais linhas para o exterior e está com agua pelo nariz justamente porque não consegue ter competitividade, nomeou o Schneider presidente, que era o negociador sindical da VW com bandidos dos sindicatos do metalúrgicos e mesmo assim não conseguiu se livrar dos intermináveis problemas trabalhistas desta bosta de CLT.
    Os idiotas não entenderam que estão matando a galinhas dos ovos de ouro.

    G abraço

  23. Juarez, não mude o foco do debate, releia o que eu coloquei, aliás, tente entender o que seja cronologia dos fatos (2003 a 2006), se tu não conseguir entender, só prova o quão teu entendimento é destorcido.

    Quanto aos Chinooks, uma coisa é a necessidade (e tenho a total certeza de que o EB, MB e FAB necessitam de um helicóptero desse porte, especialmente por aqui na Amazônia e no Pantanal), outra coisa é fazer o que deveria ser feito (diminuir os gastos com pessoal, administrativos, dentre outros) para ter dinheiro sobrando e operá-los. Dinheiro tem, o que falta e fazer o que tem que ser feito para sobre e aplicar naquilo que é importante (para o país e não às filhotas).

    Quanto ao H225M (EC-725), já que tu o citaste, para o teu desgosto, que eu saiba, ainda estão vendendo por ai, ou estou errado também?!?! Mesmo que tu não goste, o fato é, apesar do acidente lamentável ocorrido no Mar do Norte, os helicópteros militares não tiveram nenhuma baixa, ou estou enganado?! Se sim, cite uma fonte, por favor e não “relatórios secretos que só tu sabe”.

    Até mais!!! 😉

  24. Wellington não bastaram as dois acidentes o do mar do norte e o da Noruega…
    Quanto mortos tu quer ainda para defender esta imundicia….
    Sabe porque os militares não se acidentaram porque voam dentro do envelope desenhado agora pela Airbus, sem, G, nivelado, velocidade limitada,tempo de voo limitado e payload limitado
    Legal né, vamos escolher um combate que se adeque as limitações operacionais do vetor.

    Para o teu saber, os principais operadores off shore estão se livrando dele, tanto aqui como lá fora e substituindo por outras anvs que tenham confiabilidade e disponibilidade, coisa que nem uma da duas ele tem.

    Na Europa ele não voa mais off shore.

    G abraço

  25. As coisas aqui no Brasil são tão inusitadas, pra não dizer outras coisas! É fato que o EB precisa de um suporte aero logístico muito maior do que atualmente é oferecido pela FAB. Mas isso não embasa o EB de querer ter sua própria aviação de asa fixa. Vamos criar outra cadeia logística? Se essa aquisição for a frente, daqui a cinco anos vamos ver, na melhor das hipóteses, 60% da frota indisponível. Temos uma boa experiência em aviação de asas rotativas no EB, e mesmo assim temos muitas dificuldades em manter a frota com bons índices de disponibilidade. O que devemos fazer é investir os parcos recursos que temos e adquirirmos helicópteros de grande porte, que com certeza devem estar disponíveis via FMS. Ainda se fala em integração de Forças por aqui! Que a FAB receba os meios e recursos necessários para atender as demandas a ela atribuídas, e nesse contexto esta inserido o apoio aero tático e logístico ao EB. Quanto ao nosso exército, desejo que ao invés de ficar inventando moda, tenha mais foco e cuide primeiro do que já existe! A nossa artilharia de tubo esta ai aos frangalhos, causando uma total frustação em nossos artilheiros. Se realmente formos priorizar alguma coisa, que seja a substituição dos M101 e M114! Tonos nós aqui nesse espaço sabemos, a artilharia vem assumindo um papel preponderante nos conflitos modernos. Sou um velho discípulo de Sampaio, mas reconheço que no atual senário a arma de Mallet vem se mostrando como uma das principais armas no campo de batalha moderno. E isso não pode ser negligenciado pelo EB!

  26. OFF – assinado acordo de paz que encerra as atividades das FARC.
    Mais um cravo no sonho esquerdista latino-americano.

  27. Não dá para entender…
    O país nessa pindaíba, o exército sem grana para trocar o equipamento individual dos soldados, para adquirir os Guaranis planejados, para dar um mínimo de condições dos soldados darem um mínimo de disparos por ano, para modernizar os blindados, e vão comprar um monte de aviões velhos, para modernizar e “criar doutrina”.
    Os generais começaram a beber a mesma água dos almirantes…

  28. EduardoSP 26 de setembro de 2016 at 21:25
    .
    Não é por ai.
    O que o EB quer é, deixar de fazer com um helicóptero o que poderia ser feito por uma fração do custo por uma aeronave de asa fixa.
    .
    A hora de voo de um BH ou de uma Kombi não é barata…

  29. Engraçado a aquisição do avião pode em até 5 anos comprometer até 60% da frota de helicópteros do EB, agora o helicóptero pesado comprado via FMS não????
    FMS não dá desconto nenhum no preço, é somente uma forma de financiamento.

  30. Mauricio, pelo FMS você compra o equipamento militar pelo mesmo custo que as FAs Americanas adquirem se valendo da escala de produção do volume dos pedidos americanos.

    G abraço

  31. Delfim Sobreira 26 de setembro de 2016 at 22:02
    Mencionei isso quando o Jr postou
    _____________________________________________

    WG
    Price ?
    Tá difícil ?
    Used for sale
    Price,price ?

    ____________________________________________

    Maionese por maionese, este é muito melhor:
    https://www.youtube.com/watch?v=qR-ypSvPRBI
    ____________________________________________

    Que venham os Shepard, a rampa na cauda é um diferencial.

  32. Soares.
    Mencionei o quê, que vc mencionou primeiro ? Sobre os custos do C-95 sim, sobre o motor PT-6 não. Mas não brigarei por isto.
    .
    PZL eu tive um… da Revell, o PZL-11, que enfrentou heroicamente os nazistas.

  33. Juarez, é perda de tempo debater contigo quando te falta argumentos. Mas fique tranquilo, viva feliz no seu mundo encantado, acredite no que quiser.

    Voltando ao assunto de aviação de asa de fixa ao EB, sou contra. Se querem dar mais mobilidade aéreo, então comprem mais C-295 e dêem à FAB simples assim. Ao EB deixem-o apenas com asas rotativas, existem muitas outras prioridades à frente. Só como exemplo temos o Peru, que opera 24 helicópteros Mi-17 no exército, mais do que o mesma categoria (Cougar e Caracal) dos que o EB possui hoje, daí a pergunta, será que os desafios e necessidades do exército peruano são maior do que o brasileiro?! É evidente que não. Ah tá, mas o EB precisa mesmo é de aviões doados pelos EUA, putz!!!

    É o que eu penso.

  34. Wellington,
    .
    Acho que o ponto que você não pegou é que o EB quer é: deixar de fazer com um helicóptero o que poderia ser feito por uma fração do custo por uma aeronave de asa fixa.
    .
    Você mesmo diz que a hora de voo dos BH é beem cara. Imagine ser obrigado a fazer transporte de carga e pessoal com estas aeronaves, quando poderia fazer com algo muito mais rentável.
    .
    E os próprios peruanos que citastes operam asa fixa…

  35. Exclusivo :
    Apuramos que o desenho dessa maravilha surgiu num de um desafio a um projetista irlandês que bêbado dizia poder fazer qualquer coisa voar e lhe disseram :
    – Aposto que vc não faz um container voar !
    E o projetista ganhou a aposta …

  36. Gambiarras do Brasil!
    O EB tá querendo comprar asa fixa, porque a asa rotativa tá muito cara para operação na Amazônia e a FAB não está ECD apoiar como deveria, até porque tem suas prioridades.
    Falta é MD nisso! Nem q vá recurso pra FAB só pra apoiar o EB na fronteira. O fato é q pra GTE não falta hora de vôo…

  37. Wellington, o teu problema , eu já afirmei, é o teu ego, pois tu não passa de um “mimadinho” que quando é contrariado atira para o todo lado que nem criança.
    Tchê, tu nunca sentou esta teu rico traseiro num cockpit, tu não sabe para que lado se aperta um parafuso, tu não sabe a diferença entre um rotor de turbina e uma melancia, e mesmo assim, determina com uma autoridade técnica que não tens o que se deve ou não comprar ou fazer.
    Talvez tu tenhas algum problema de discernimento, pois o EB foi claro, o custo de suprir ou atender pontos longínquo com heli transporte é caro, muito caro, um Caravan poderia fazer o que um SP faz por um quinto do custo.
    A tua implicância é porque o EB vai olhar um vetor americano, pois se fosse um europeu da Airbosta de preferência tu iria ter um orgasmo pleonástico aqui e elogiar até as últimas, mas como tu não consegue sair do armário e expor a tua verdadeira ideologia ecogaymarxista, fica enchendo a paciência da gente,aqui com afirmativas repetitivas e cansativas tipo:

    Porque a FAB deveria suprir, porque o Peru tem trocentos MI 17, porque o Chinook, porque não sei o que.

    Cada um no seu quadrado, o EB quer fazer sua própria logística tática e ligação, a FAB continuará fazendo a estratégica e apoiando em grandes operações.
    O EB, hoje e nos próximos sete ou oito anos não terá condições nem de comprar e muito menos de operar Chinook ou outra anv do mesmo porte por questões orçamentárias.
    Eu sou contra comprar o C 23 agora, pelas razões que já expliquei, para mim o EB deveria começar com Gran Caravan ou Bandeco, pois as doutrinas de operação e manutenção já existem aqui, mas se vierem os C 23 tão barato quanto, não é o fim do mundo.

    G abraço

  38. Vamos parar com essa ideia do que o que voa é da FAB e o que navega em águas é da marinha. A FAB já tem Infantaria e Artilharia Antiaérea para atender as suas necessidades. O EB precisa de aeronaves de asa fixa para atender as suas. Simples assim… É muito desgastante depender da FAB para operações que dependam de aeronaves de asa fixa.

  39. Gente, o Peru tem bastantes helos de transporte, agora, descobrir quantos deles voam é que é difícil. Além do mais, eles tem problemas de guerrilha na selva e as necessidades deles pedem esse tipo de aviação. Tem outros exércitos na região que tem as suas próprias Asas fixas pra operar com um custo menor em grandes distâncias. Acho que o EB precisa sim de asa fixa pra suporte dos postos de fronteira.

  40. Juarez 27 de setembro de 2016 at 20:47

    C 95 p/ M e/ou C 98A com certeza.
    Doutrina, temos disponível e/ou em curto tempo, manutenção
    custo de aquisição ou transfer, custo H/V etc etc etc
    ___________________________________________

    http://www.aereo.jor.br/2013/07/05/c-98-caravan-da-fab-leva-alimentos-a-indios-isolados-em-roraima/
    ___________________________________________

    http://airway.uol.com.br/cesna-caravan-o-jipe-dos-ares/
    ___________________________________________

    Padrão M:
    Execução Embraer com AEL
    Avionicos Elbit Systems
    Substituição dos motores, novos PW PT6A-34 750 shp
    Revisão completa da célula e reforços estruturais
    Novo sistema elétrico
    Troca de todo interior.
    Já temos em casa o C 95, é só atualiza-los !

  41. Wellington, você colocou as especificações e capacidades do C-212 e do C-95. Mas nada do que você colocou se refere ao que é analisado, testado e provado pelo EAV. Ali são analisadas as aeronaves em todas as suas cpacidades, através de voos e missões com pesos e cargas diversas, trstadas todas as possibilidades de emprego…..isso é o que podemos chamar de desempenho tático, ou seja, aquilo que cada aeronave é capaz de fazer em missão, voando e operando……e não comparações super-trunfo…….sua birra com o Juarez vem desde muito tempo, desde o Forum Base Militar…..só que lá, como moderador, tu podia barrar ele, como acabou fazendo……aqui tu tem que debater e não pode calar a boca dos outros só porque pensam diferente de ti….

  42. C 95A é uma ótima opção mas não há células disponíveis na FAB.
    ______________________________________________

    C 95 p/ M
    Avionica moderna AEL/ELBIT
    Parte elétrica nova e atualizada
    Revisão completa da célula e reforços estruturais
    Interior novo e remodelado
    Novos motores PT6A-37 – 750 shp
    ______________________________________________

    Ambos com doutrina de nosso domínio,
    manutenção, peças de reposição etc com domínio completo no nosso solo,
    cumpre a missão.
    Cito que trata-se de um produto que temos domínio completo,
    nem preciso falar dos seus mais de 40 anos de ótimos serviços.
    Muitas células disponíveis !

  43. Juarez, quando tu aprender a debater igual a um homem, a gente conversa. Não banque o moleque.

    Flanker (André), pare de bancar o advogado, aliás, sugir reler o que eu coloquei. O Juarez por si só se enforca, voltou de uma suspensão a poucos dias e, como tu bens colocasse, aqui eu não sou moderador e mesmo assim ele foi suspenso, será que tenho tanta influ também por aqui?! Sugiro parar de querer bancar o advogado, tem que melhorar muito as argumentações.

    No mais, tu não explicou patavinas do que eu coloquei. Até porque que mesmo havia colocado que era uma simplória comparação no melhor estilo Super Trunfo. Avaliação Tática é muito mais complexa, inclusive avaliando capacidade volumétrica, facilidade de embarque e desembarque de carga, tropas, raio de ação com determinada carga, etc e tal, achar que nestes quesitos, por exemplo, dentre outros que as comparações simplórias postadas também evidenciam, não há como o Aviocar ser inferior ao Bandeirante, isto é algo surreal.

    Bardini, a hora de vôo de um Chinook não é tão maior assim do que de um BH e entre ter meia dúzia de BHs ou meia dúzias de Chinooks, eu fico com os segundos. Não é a toa que o EB nunca quis aumentar o número de BH, ensaiou pedir mais três unidades, mas que estão no limbo agora, só os quatros mesmo é olhe lá. É só aqui, por conta dos bajuladores de sempre, que acham BHs são baratos de adquirir, operar e manutenir, o Chile só tem um (há boatos por aqui que havia selecionado mais alguns l, através da Sikorsky da Polônia, mas que até hoje não há confirmação de nada). A Colômbia e México possuem um monte, mas possuem doações vultosas dos EUA para comprar e manter, por motivos óbvios (combater ao narcotráfico).

    De resto, dá pra ver que o pessoal não tem ideia de como é montar uma nova estrutura administrativa e orçamentária, muito menos a execução financeira, para que o EB possa usar uma nova aeronave. Treinamento de pessoal, parque de material aeronáutico, hangar, etc, etc…, só porque alguém resolveu “doar” umas tranqueiras. Aliás, não sabem nem como é uma operação logística nas regiões de fronteira que, mesmo implantado aeródromos (pista de pouso), o uso de helicópteros é indispensável. Mais ainda, que o número disponível é insuficiente para uma demanda minimamente descendente. Putz, estou falando de mais de 16 mil km de fronteira, querer tratar estas questões de forma simplória, só mostram que não conhecem minimamente está problemática.

    Quanto ao Peru, sugiro se atualizarem das informações, os 24 Mi-17 que citei, são de novos pedidos, afora os que já operam. Vale lembrar, também, que temos problemas ainda mais problemáticos com as nossas fronteiras, tão perigosas quanto os problemas de guerrilha que há no Peru, Bolívia, ou Colômbia. Pelo visto o pessoal tem baixo discernimento sobre os assuntos fronteiriços. Depois não sabem como há tanta droga e armamentos pesados nas favelas dos grandes centros urbanos brasileiro. Devem acreditar que isto brota da terra.

    Sem mais!!! 😉

  44. Esse “tchê” Juarez é um típico representante da “lenda do gaúcho macho”. Macho a 3000 km de distância.

  45. Quer saber?! O EB quer se aventurar na asa fixa?! Quer “receber em doação” estas tranqueiras voadoras?! Que vá em frente, pronto, estas joças acabarão com o problema de mobilidade do EB, as fronteiras serão impenetráveis, tudo estará resolvido, detalhe, sem gastar tanta grana assim, é isto que querem ler?! Então está feito, eu concordo com vocês. Putz!!!!

    O resto?! O resto fica pra quando jorrar rios de dinheiro às FFAA, pois só assim acabará está pindaíba. #Sóquenão.

  46. “De resto, dá pra ver que o pessoal não tem ideia de como é montar uma nova estrutura administrativa e orçamentária, muito menos a execução financeira, para que o EB possa usar uma nova aeronave. Treinamento de pessoal, parque de material aeronáutico, hangar, etc, etc…, só porque alguém resolveu “doar” umas tranqueiras. Aliás, não sabem nem como é uma operação logística nas regiões de fronteira que, mesmo implantado aeródromos (pista de pouso)….”
    +++++++++++++++++++
    Corrobora o C 95M
    +++++++++++++++++++
    “….verificar a situação de aeronave C23B – Sherpa e a possível negociação com o Exército Norte-Americano….”
    +++++++++++++++++++
    Por enquanto ninguém comprou nada !
    +++++++++++++++++++
    Eita EB burro esse o nosso, faz tudo nas coxas !
    E Quem disse que com poucas unidades essas aeronaves vão resolver a peneira das fronteiras ?
    +++++++++++++++++++
    O C 212 resolveria isso ? Jamais e mais: Voltem ao 1º parágrafo, “….uma nova aeronave. Treinamento de pessoal, parque de material aeronáutico, hangar, etc, etc…….”
    Replica no Aviocar, além de ser caro.
    +++++++++++++++++++
    Essa aquisição se acontecer é para transporte de cargas e efetivo de menor monta, portanto não será a primaria que como foi afirmado ai para cima continuará a cargo da FAB.
    +++++++++++++++++++
    C 95M é a melhor solução.

  47. Wellington vamos desmestir as tuas invenções:
    O BH hoje e primeiras opção do EB para futuras, já tem autorizadas tres células que o EB trabalha com o US Army para acomodar os valores no FMS.

    A hora de vôo de um Chinook e equivalente a de um F 16, algo como 2.5 vezes a do BH.

    O Exército de Chile não está supostamente, mas efetivou a compra de mais seis celuas de BH.

    Vigilância de fronteira não está atrelada a número de helicópteros, mas sim ao sensoriamento remoto.

    A avaliação feita pelo EAV e pela Dirma no Casa 212 foi negativa, pois quando lastreado, efetuando vôos táticos com manobras de evasão e de ele apresenta um desempenho aerodinâmico inferior ao Bandecos, pois assim como seu irmão maior o 295 tem Power train sub dimensionado para, pois ele um caixote voador.
    De nada adianta postar ficha técnica da Wiki sem conhecer os parâmetros de missão, até porque se fosse assim era só fazer um comparativo no computador e compra o melhor pontuado.

    Mais uma vez, a compra de uma anv leve pelo EB para missões de ligação e ressuprimento tático são com o intuito de baixar custo.

    E finalizando, aprende a ser humilde.

    G abraco

  48. Carlos, em momento algum eu apoiei a compra, pelo EB, de unidades do Aviocar, sugiro reler o que eu havia escrito, mas tão somente discordo da “informação” de que este tem um desempenho operacional inferior aos Bandeirantes. Se for inferior é só em transporte de passageiros (talvez este deva ser o tal desempenho operacional tático inferior que o Juarez afirma, ou seja, os C-95M são melhores para os ETAs do que o C-212-400 – pra tá levando o oficialato para passear). Vale lembrar que o Aviocar tem DNA militar (argumento muito usado por alguns para defender certas opções), então porque neste caso esta argumentação não vale?! Os Bandecos foram feitos para atender ao transporte regional de passageiros, passou por algumas adaptações para atender à FAB em determinadas funções/missões (como patrulheiro marítimo, com certeza deve ter um desempenho operacional melhor), é e foi uma aeronave importantíssima para a consolidação da Indústria aeronáutica nacional (a FAB se entupiu de aparelhos para ajudar nisso), mas nem de longe tem um desempenho operacional tático para o transporte militar de cargas e tropas, melhor do que o Aviocar, aeronave este talhada para missão. É muita forçacão de barra achar o contrário, ou ‘puxassaquísmo’ mesmo.

    O que eu defendo?! Simples, que se forneça mais unidades do C-295 à FAB, ela já possui toda a expertise, pessoal, estrutura administrativa e orçamentária para tal, o que precisa é só de mais aeronaves. Quer melhorar mais ainda o atendimento aos pelotões de fronteira?! Então que também se invista na FAB, quando da troca dos Bandeirantes mais surrados, por aparelhos como o próprio C-212, ou o PZL-M28, ou equivalentes. Ao EB, no meu entendimento, ainda é investir em helicópteros, de preferência em mais unidades das que já possui e, se for para investir em um aparelho novo ao seu inventário (que não necessariamente de unidades novas, podem ser usadas e, quem sabe, doadas pela USArmy mesmo, como desejam alguns), que sejam em helicópteros de categorias que hoje o EB não possui, ou seja, helicópteros de grande porte.

    Existem muitas unidades de fronteira que não são só pessimamente apoiadas por aviões, mas pela falta de mais unidades de helicópteros, lembrando que em muitas missões o helicóptero vai aonde o avião não vai, não porque não queiram, mas porque não dá, simples assim. Muitas missões, seriam melhor apoiadas se o EB tivesse helicópteros de grande porte, missões na qual aviões não podem atender decentemente, como no caso do acidente com o vôo da Gol (que completa este ano 10 anos).

    Entendo perfeitamente a necessidade do EB de ser melhor apoiado por aeronaves de asa fixa, mas o problema não está em o EB não ter estas aeronaves em seu inventário, mas de que há poucas unidades disponíveis na FAB que tal, simplesmente, o MD/GF aumentar este número?! Ao invés de seguirmos numa maior integração operacional entre as forças, buscando a maximização dos recursos disponíveis, estamos regredindo neste quesito, criando mais estruturas administrativas para fazer a mesma coisa e isto custa muito, muito dinheiro do contribuinte, ou seja, de nós.

    No meu entendimento, estaremos regredindo se está opção de dotar o EB com asa fixa for aceita. Daqui a pouco vão querer algumas unidades de Super Tucano, para fazer um melhor apoio de fogo aproximado, porque a FAB não poderá deslocar suas unidades de patrulhamento aéreo, para apoiar às tropas em solo nesta função (ah, porque a USArmy está fazendo isto, devemos fazer também). Repito, penso que está visita de avaliação a estas unidades é desnecessária, simples assim.

    Outra coisa, patrulhamento aéreo de fronteira não se faz com dois ou três VANTs, muito menos apenas com este tipo de aeronave. O apoio às ações de patrulhamento fronteiriço se faz, também, com o deslocamento e mobilização de tropas e equipamentos aonde é quando for preciso, se fazer presente quando necessárioe e hoje esta prontificação é deficiente, vão querer usar paraquedista o tempo todo para cumprir este tipo de missão?! Jogar máquinas e equipamentos de paraquedas?! Eu prefiro ver o EB e as FFAA fazendo uma melhor ação nas fronteiras, do que querendo subir morro, entrando em favela para prender traficantes (pra mim isto é uma desculpa para não deixar a praia). Os generais vivem dizendo (e concordo com isto) que o EB não é para este tipo de ação, mas não investem em que é onde deveriam investir e sempre voltam a ocupar as favelas no Rio sem pestanejar.

    Grande abraço!!! 😉

  49. Não adianta Bardini, é a mesma coisa que discutir com pombos.

    Wellington, a FAB modernizou Bandeirante porque sabia que logo ali adiante ela precisaria fazer escolhas e que e que não haveria recursos para tudo, portanto, por uma infinita parte do custo de uma anv nova, a FAB está modernizando seus Bandecos e que vão cumprir a missão por mais tempo a custos compatíveis sem precisar criar novas doutrinas de operação e suprimento com nova linhas logísticas.

    O fato de o C 212 ter ou não ter DNA militar não o coloca como apto a realizar determinadas missões que são cumpridas pelo Bandeco de forma melhor e mais econômica, tanto é que o 212 tá fora de linha é produzido na Indonésia com baixíssima cadência.
    O T 6 II é uma aeronave de formação militar, mas não cumpre a missão COIN, mesmo tendo um DNA militar.

    Quanto C 295 fora comprados mais três aeronaves que vão ser entregues a conta gotas porque NÃO VAI TER DINHEIRO nos próximos oito anos para compras de vulto.

    Muitas das missões de suprimento de batalhões de fronteira compreendem em cargas divisíveis, pequenos volumes com payloads baixos, na sdos 2.000kg, porque vamos surrar célula de 295 com payload de 7000kg, gastando o dobro de combustível e ir sub utilizado???

    Eu já te explique trinta vezes que a FAB vai continuar apoiando o EB, nas missões que se fizerem necessárias.

    O sensoriamento remoto, ao contrários das besteiras que tu costuma vomitar boca afora, não é feito com duas ou três ARPs, será feito com radares SAR, com satélites, Anv tripuladas e com UAVS.

    Tchau Wellington, dá o prefixo, curva na perna do vento, proa 040 e vai te embora.

  50. O E B possui um propósito que foi retirado a muito tempo. Dá suporte logístico as suas guarnições de fronteira. Há necessidade de aterrissagem como se faziam com os C115 Buffalos (Ledo Engano a cargo da FAB). A FAB necessita sim é de controle de espaço aéreo através de aviação de caça(principalmente). O E B apenas está complementando outro tipo de transporte para sua Força. Penso que há espaços para conciliar as três Forças. Abraços e Deus os abençoe.

  51. Sim Bardini, eu sei que haveria uma diferença a maior, mas com resultados operacionais muito melhores e aí temos que botar no lápis, na melhor relação custo benefício, tenho certeza que os resultados operacionais para a manutenção dos esforços na fronteira serião superiores. O que estão querendo fazer é a mesma maquiagem de sempre, continuarão a enxugar gelo, vão criar uma nova estrutura administrativa e orçamentária que vai inchar, inchar, até ficar difícil de se voltar atrás e depois vai ser aquele choro para se extinguir. Quanto ao dinheiro pra isto, te garanto que há no próprio orçamento do EB, é só pararem de gastar em esforços duplicados, estruturas administrativas inchadas, ou com algumas benesses (travestidas de “direito adquirido” com o dinheiro do contribuinte).

    Cara não entendo o que vocês acham absurdo o EB operar uma meia dúzia de Chinooks, putz, até países como Argélia, Marrocos, e outros tantos nanicos os operam com uma certa tranquilidade, aqui o pessoal acham algo do outro mundo, putz!!! Ô síndrome de vira latas dos diabos!!!

    Até mais!!! 😉

  52. Wellington, qual foi a parte de o EB não tem dinheiro para comprar Chinnoks você não entendeu? Acorda Wellington, para de sonhar, o país tá no buraco.

  53. Segundo o Sr Roberto Lopes o E B está comprando o C23 Sherpa por ser uma das opções mais baratas( dentro da realidade). no meu entender existe também a facilidade de manutenção e motorização estarem mais acessíveis no país.Abraços a todos.

  54. Srs

    Os fatos são:
    A FAB abandonou a capacidade de operação em pistas curtas e improvisadas quando dasativou os Buffalos pois entendeu tal capacidade não ser mais necessária ou de pouca prioridade.
    Isto pode ser considerado como o resultado de uma tendência onde a FAB se baliza por aplicações mais gerais e dá pouca prioridade a necessidades específicas, entre elas algumas relativas ao EB. Em parte, estas funções passaram a ser realizadas por helicópteros, mas parte ficou na copa do pinheiro.
    Infelizmente, o EB está apenas buscando resolver algumas lacunas geradas, o que naturalmente implicará em custos adicionais devido a duplicação eventual de recursos.
    O mais correto seria a FAB parar de focar apenas em seus interesses e nos da cúpula dirigente e olhar com mais carinho o seu cliente EB, porém isto parece duvidoso se observarmos a evolução do transporte na Amazonia, onde antes havia aviões anfíbios e próprios para operar em pistas curtas e de terra e hoje temos os C295, mais adequados a pistas pavimentadas e mais longas.

    Sds

  55. Pra isto que deveria servir o MD, pra identificar as deficiências de cada Força e adotar soluções comuns que otimizem a parca verba de Defesa.
    No caso, adotar um cargueiro leve único, com treinamento e manutenção comum às três Forças.

  56. “Bardini 29 de setembro de 2016 at 13:11
    Wellington, a diferença da sua proposta para a do EB é de algumas centenas de milhares de dólares…”
    Concordo
    ++++++++++++++++++++++++++++++++
    “Juarez 29 de setembro de 2016 at 13:31”
    Concordo em 95%
    ++++++++++++++++++++++++++++++++
    “Wellington Góes 29 de setembro de 2016 at 12:33”
    WG
    Discordo e explico:
    Boa parte do que tú propõe será cumprido pela FAB,
    Seja no transporte principal, apoio nas fronteiras, PQD Inf, etc etc etc
    O SISFRON contempla a integração das três forças, portanto …..
    Portanto II, para o que o EB pretende e necessita, associado com disponibilidade
    em solo tupiniquim + Log + Doutrina = C 95M (Bandeco) !
    Shalom

  57. Carlos, tu concordas com o Control, mas discorda do que eu escrevi?! Então a implicância é comigo e não com o que escrevo. Já entendi então….

    Control, é nesta direção que vou, aonde o MD deveria dizer – “Ô FAB, eu quero que vocês se integrem mais ainda e não que tu cries mais dificuldades”, como ela tem feito com a MB, no caso da patrulha marítima.

    Dando mais condições (meios) à FAB ampliar a aviação de transporte, o EB podeira se dedicar aquilo realmente importa, dar mobilidade as tropas, especialmente em regiões de fronteira, com mata fechada e rios, os melhores meios para se dar este suporte são os helicópteros, ponto.

    Investir, por menor que sejam os custos numa aviação própria de asa fixa, é desperdício de tempo, pessoal e recursos orçamentários e financeiros. No final, onde o MD é administrado por mais um ministro que não entende de defesa, apenas para chancelar as vontades do alto oficialato, para não se indispor politicamente, estes estão aproveitando para fortalecer suas posições, se distanciando daquilo que todo mundo vinha pedindo (mas que diminuiria o poder de cada comando), que é a maior integração das forças e padronização de meios, afora toda a sua estrutura administrativa. Mas claro, “o EB sabe o que é melhor pra si”, faça-me o favor, é muito não saber racionar por si mesmo.

    Volto afirmar, se o MD aceitar que o EB tenha uma avião de asas fixas, por menor que seja, estará comentando ainda mais o distanciamento e despadronização das forças, naquilo que eles poderiam se distanciar. O efeito negativo não é imediato e sim futuro, escrevam o que estou afirmando, esta bagunça tende a piorar. Mas claro “é o melhor para o país” o meu ovo.

    Até mais!!! 😉

  58. Vou repetir o que já vinha escrevendo sobre isto a muito tempo. Entendo perfeitamente a necessidade do EB em ser melhor apoiado com a aviação de transporte, mas isto não é desculpa para querer sua própria aviação de asas fixas. É claro, cabe aqui ao MD chamar a FAB no saco e fornecê-la as condições pra isto, ou seja, mais e melhores aviões, ponto.

    É o que penso e um ponto final da minha participação sobre este assunto.

  59. Excelente aquisição, não apenas pela grande necessidade e utilidade dos aparelhos em apoio às tropas e populações isoladas, como também pela oportunidade de gerar doutrina.
    Há muito tempo é necessário e já deveria ter sido implementado, creio que isso já deveria ter sido criado há pelo menos uns 20 anos atrás, com o Bandeirante ou Búfalos, mas nunca é tarde.
    O ideal seria a compra dos C-295, como o momento econômico não permite, que seja com este avião, ridicularizado por alguns, certamente alguém que não sabe como é a vida de um combatente dentro de um “Pel Fron”, ou alguém que vive na imensidão da Hiléia, quase como um ermitão, isolado de tudo.
    E no meio do isolamento completo, eis que lá se vem ajuda pelo ar, chacoalhando de um lado para o outro, roncando lentamente, intermitente como regime semi automático do Para Fal, apenas aquela silhueta verde no ar, anunciando com o ruído de seus motores que a ajuda está chegando, trazendo com ele o alento, um saco de arroz que seja, um fardo de carne seca e um punhado de farinha de mandioca, renovando as esperanças, remédios anestésicos quando muito, uma cartela de comprimidos contra malária seria de grande valia, com gente vestida de verde, verdadeiros herdeiros de Antônio de Sampaio, aquele que mesmo após o terceiro ferimento se recusou a abandonar seus homens no campo de batalha. Brancos, índios, negros e mulatos, lhes dizendo sem abrir a boca: “Vocês não estão sozinhos, nós estamos aqui.”
    Digam que esse avião não presta a um combatente dentro de um Pel Fron, ou alguém que foi picado por uma cobra, no meio do nada.
    Brasil acima de tudo. Amazônia!
    Selva!

  60. A FAB escolheu modernizar o Bandeirante não por ser superior ao CASA ou a qualquer outro avião, a principal razão foi custo. A incorporação de um novo modelo de aeronave em qualquer força aerea do mundo envolve custos além do preço da aeronave, envolve o suporte logístico, ferramental, treinamento,etc.
    As células modernizadas vão voar por alguns anos até que seja possivel a aquisição do avião substituto. No momento foi a melhor solução.

  61. Boa tarde gente,

    Eu estou vendo gente comentando que poderia produzir o CASA aqui em SP para não ter que comprar esses aviões norte-americanos. Bem… O CASA que a FAB tem era para substituir o C-105 Buffalo. E o que aconteceu? Esse novo avião não pousa em monte de lugares que o anterior pousava evidenciando a burrada da FAB na compra deste último.

    Vamos ver com um pouco de critério antes de criticar! A burrada da FAB já foi consumada. Compraram um mini-Hércules aonde ficou evidente que ele só serve para pista pavimentada ou no máximo de terra bem compactada! Jamais aonde o Buffalo pousava. E o que dizer do Catalina que nunca mais o substituiram?

  62. A substituição dos anfíbios “Catalina” foi em parte desnecessária devido aos trabalhos da COMARA, ocorre que com a crise esses trabalhos estão se perdendo.
    O clima amazônico tem se mostrado inclemente para com a aeronave espanhola, além também de algumas mancadas do pós-vendas da Airbus.
    A aeronave mais adequada apesar de maior e mais cara, seria o C-27J devido a elasticidade de seu desempenho.
    A vantagem da modernização do “Bandeirante” era a pré existência das células, somente.
    As necessidades de suporte logístico e manutenção em uma aeronave mais antiga, de produção seriada descontinuada são bem mais intensas e portanto caras, que em uma aeronave mais nova.

  63. Jr (26 de setembro de 2016 at 17:35)
    Saberia dizer ( ou talvez algum outro forista ) qual avião é aquele que aparece ao fundo a esquerda na segunda foto ( 94-0314 ) ?!

  64. Obrigado Mauricio R. e Jr.
    Perguntei pq achei que fossem eles mesmo. Alias, sempre gostei muito desta aeronave. Mas achei que tinham sido tranferidos para a Tailandia ja a algum tempo…

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