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Imagens: cachorro de combate

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As imagens mostram um médico de combate e Luca, um cão militar, participando de treinamentos de evacuação realizados pelo Exército americano na base de Spin Boldak, no Afeganistão.

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FONTE: Militaryphotos.net

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Domingo, dia 03/02/2013, mais um encontro de praticantes de Airsoft foi realizado nas dependências do 2º BIL, em São Vicente/SP, para mais uma operação de MilSim.

Um grande número de participantes e equipes mais uma vez comparecerem abrilhantando o evento, entre elas a Black Ops Airsoft Team, Close Quarters Airsoft Team e Clube de Tiro Cubas Airsoft Team, entre  convidados de São Paulo e de Curitiba/PR.

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No TO foram desenvolvidos simulações de patrulhas de risco e operação com unidades de caçadores. O 2º BIL era até poucos anos denominado 2º BC e muitos jogadores foram seus infantes no passado.

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Este jogo foi incorporado uma inovação, uma operação ACISO (Ação Cívico-Social), cujo “ingresso simbólico” era doação de 1 Kg de alimentos não perecíveis para serem doados a intituição “Lar de Amparo Vovó Walquiria” em São Vicente/SP, uma associação de amparo e apoio a idosos carentes e sem local para ir http://vovowalquiria.blogspot.com.br/,

Os idosos e mantenedores do lar ficaram muito contentes com a visita, carinho e apoio dos jogadores e do Exército Brasileiro.

Agradecemos a todos os participante e tembém ao Comando, Oficiais e Praças do 2º BIL, Batalhão Martin Afonso, o “Sentinela da Baixada” e em especial ao 1º SGT INF Anderson pela possibilidade da simulação militar e da ação cívico social ao lar Vovó Walquiria, o qual nos deixou muito felizes.

Foi mais um grande dia, praticando airsoft/MilSim e ainda ajudando e prestando uma ajudas a uma instituição que ajuda muitos seres humanos, ou seja foi “One fine Day” ..

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ACISO – Lar Vovó Walquiria

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Fotos: Fabiana S. M. Lopes, Marcelo ‘MO’ Lopes, Richard Coatsworth, Jerry Masson e Sgt Anderson

 

 


O último sábado (2) marcou os 70 anos da Batalha de Stalingrado, uma das mais dramáticas da Segunda Guerra Mundial. O confronto entre as tropas nazistas e o Exército Vermelho começou em 17 de junho de 1942 e terminou em 2 de fevereiro do ano seguinte. O objetivo dos alemães era tomar as reservas de petróleo da região do Cáucaso, resultando em um dos episódios mais sangrentos da guerra, com um saldo de aproximadamente dois milhões de mortos em ambos os lados. Stalingrado derrubou o mito da invencibilidade do exército de Hitler, e sinalizou o começo da derrocada das forças alemãs. Abaixo você confere trechos de diários e cartas de combatentes e civis que viveram a realidade da batalha.

“Em 23 de agosto, começou um bombardeio maciço depois do almoço. Em dois dias, a cidade foi destruída. Primeiro lugar destruíram o bairro central onde eu morava. Fomos a um abrigo antiaéreo e, no dia seguinte, nossa casa deixou de existir.” (Das memórias de Boris Krjijanovski, natural de Stalingrado)

“23 de agosto. Temos uma ótima notícia: nossas tropas chegaram ao Volga e tomaram parte da cidade. Os russos têm apenas duas opções: recuar ao longo do rio Volga ou se render. Na verdade, verificamos algo incompreensível. Enquanto nossas tropas do norte tomaram a cidade e chegaram ao Volga, as divisões russas no sul continuam resistindo duramente. Eles são fanáticos…” (Do diário do soldado alemão William Hoffman)

“21 de setembro. Ontem dois soldados vieram para pedir água para beber. Perguntamos a eles: ‘Quando isso vai acabar?’ Responderam que não sabiam e que jamais haviam lutado antes durante tanto tempo quanto em Stalingrado. Hoje faz 30 dias desde o primeiro bombardeio e 30 dias que não saímos do abrigo.” (Do diário de Serafina Voronina, moradora de Stalingrado)

“26 de setembro. Depois de tomarmos o silo, os russos continuaram lutando de forma dura. Eles não podem ser vistos, estão escondidos em prédios e porões, disparando de seus abrigos em todas as direções e usando a tática de bandidos. Os russos pararam de se render. Se conseguimos fazer um prisioneiro, é só porque ele é mortalmente ferido e incapaz de se mover. Stalingrado está um inferno. Aqueles que ficaram feridos têm sorte, pois eles irão para casa comemorar a vitória em família…” (Do diário do soldado alemão William Hoffman)

“Lembro-me de meus companheiros dizendo na França: ‘Bem, agora vamos à Rússia, vamos provar ali a carne de urso, eles têm de tudo ali!’ Eles pensavam que iríamos continuar na Rússia com o mesmo sucesso de nossa campanha na França. Foi um verdadeiro choque ver como as coisas aconteceram.” (Das memórias do soldado de artilharia Heinz Hoon)

“25 de outubro. Estou aqui lutando há mais de um mês. Os combates são duros. Destruímos todos os dias uma centena de nazis. Vamos expulsá-los de Stalingrado! Vamos cumprir a ordem e defender o Cáucaso!” (De uma carta de Nikolai Danilov, oficial responsável pela educação ideológica de soldados)

“30 de novembro. Nossa situação é ruim. Os russos cercaram nosso corpo de exército. No último sábado, fomos atacados e perdemos muitos soldados entre mortos e feridos. O sangue corria como um rio. Nossa retirada foi terrível e o comandante está gravemente ferido. Agora não temos nenhum oficial.” (De uma carta do suboficial George Krieger)

“1º de dezembro. O tempo está ruim e os aviões com alimentos não conseguem chegar. Mesmo assim, continuo acreditando que tomaremos Stalingrado. Se conseguirmos ficar aqui até março, a situação vai melhorar.” (De uma carta de um soldado alemão)

“Ele chegou e disse: ‘Bem, adeus, é pouco provável que continuemos vivos…Ele me abraçou, mas não me beijou. Não é ocasião para nos beijarmos, mas para nos despedirmos dessa maneira.’” (Das memórias de Maria Fustova, operadora de rádio)

“26 de dezembro. Comemos todos os cavalos. Eu comeria um gato, dizem que a carne de gato também é deliciosa. Os soldados parecem cadáveres ou sonâmbulos buscando qualquer coisa que possam comer. Não se escondem mais de balas russas, não têm forças para se mover nem para se esconder.” (Do diário do soldado alemão William Hoffman)

“26 de dezembro. Hoje cozinhamos um gato por ocasião de festa.” (Do bloco de anotações do oficial Werner Clay)

“19 de janeiro. O barulho de tiros de canhão é contínuo. Recebemos o reforço de dois mil soldados. Estamos acabando com esses filhos da mãe dos nazi.” (Do diário do capitão Kornienko)

“24 de janeiro de 1943. Caro irmão, desculpe pela minha caligrafia ruim. Tenho as mãos queimadas pelo frio e a mente confusa. Só as recordações e pensamentos sobre minha Utah e a pequenininha Margo me aquecem. Não vou sair daqui. Não haverá nenhum rompimento do cerco. Já estamos todos mortos aqui e, se ainda não nos apodrecemos, é só por causa do frio russo.” (De uma carta do tenente Helmut Quandt)

“Eu te digo ‘adeus’ porque depois desta manhã tudo ficou claro. Não vou te escrever sobre a situação na frente, ela é evidente e está nas mãos dos russos. A questão é saber quanto tempo conseguiremos aguentar; alguns dias ou algumas horas.” (De uma carta de um soldado alemão)

“Eu entrei para falar a Paulus que chegou uma mensagem dizendo que ele foi promovido a marechal de campo. Ele disse: ‘Agora sou o mais jovem general do exército e tenho de me render’. Eu fiquei pasmo porque esperava, como Hitler, que ele se matasse. Mas Paulus me disse: ‘Sou crente, cristão e condeno o suicídio’, embora, há 14 dias, ele tivesse dito que um oficial não tinha o direito de acabar prisioneiro. Agora está dizendo outra coisa.” (Das memórias do tenente Gerhard Hindenlanga)

“2 de fevereiro de 1943. Stalingrado caiu.” (Do diário do sargento croata Eurich)

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Citações extraídas dos jornais Kommersant e Moskovskie Nóvosti

FONTE: Gazeta Russa (Adaptação do Forças Terrestres)

VIDEO: Russia Today

FOTO: Itar-TASS via Gazeta Russa

SAGE: videogame prepara para o campo de batalha

 

Para treinar contingentes do Exército e dos Fuzileiros Navais americanos, o Scalable Advanced Graphics Engine (SAGE) combina os gráficos sofisticados dos videogames com a mecânica do mundo real, para que as tropas estejam preparadas para situações de combate.

FONTE: Militaryphotos.net

 

Imagens da descarga dos veiculos transportados pelo Multipourpose Ro-Ro/Lo-Lo M/N Grande Amburgo de bandeira italiana de mais um lote chegando em Paranaguá/PR.

Este último lote de veículos adquiridos pelo EB é  composto por duas viaturas blindadas (Berge Panzer Leopard), de 39,2 toneladas, específicas para manutenção e utilizadas para apoio e socorro; uma viatura especializada de engenharia (DACHS), de 43 toneladas, – com lâminas e retroescavadeira – para trabalhos pesados e um “lança-pontes” (BIBER), de 35,1 toneladas. Esta última, segundo o 5º BLog, carrega uma ponte, montada em duas partes, de 22 metros de comprimento.

Além dos blindados, ainda compunham a carga do Exército Brasileiro, desembarcada no Porto de Paranaguá, três contêineres com outros suprimentos. Dois desses traziam a ponte que vai sobre o blindado BIBER, pesando, no total, dez toneladas.

http://shipsparanagua.blogspot.com.br/2012/12/porto-de-paranagua-recebe-veiculos.html

FONTE: APPA Portos do Paraná

FOTOS: Francisco José da Silva Filho e MO (M/N Grande Amburgo)

COLABOROU: Cleverson de Paula

 

KURATAS – O robô tripulável

 

O robô pilotável KURATAS participou em uma exibição de robótica realizada ontem (28) em Tóquio. A máquina, criada pelo designer e “ferreiro” Kogoro Kurata e produzida pela Suidobashi Heavy Industry,  é uma edição limitada feita sob encomenda, e pode ser controlada por um piloto ou via smartphone.

O robô – que mede 4 metros de altura, pesa 4 toneladas e vem em 16 opções de cores – propõe um sistema de armas futurista, com lançadores de foquetes que disparam cargas de plástico impulsionadas por água comprimida. Apesar da proposta de uma “máquina de batalha”, o KURATAS se aproxima mais de uma obra de arte ou experimento tecnológico, e ainda está longe de se adequar a funções militares. Mas como diz a abertura do primeiro video,  “ele pode realizar o seu sonho de pilotar um robô”.

 

 

Mais informações no site da Suidobashi Heavy Industry.

 

Na última segunda-feira (19), dia do 70º aniversário do início da contraofensiva soviética na Batalha de Stalingrado, em Volgogrado (antigamente Stalingrado), teve início uma ação sob o lema “Devolva ao soldado seu nome”, na Necrópole Memorial no Mamayev Kurgan (o Monte Mamyaev).

A intenção é instalar 1.500 placas comemorativas com os nomes de 17 mil soldados tombados na Batalha de Stalingrado e considerados anteriormente como desconhecidos. Seus nomes foram identificados nos últimos três anos, resultado de um enorme trabalho de investigação realizado pelo departamento de pesquisa do Museu da Batalha de Stalingrado local. As placas comemorativas serão colocadas nas muralhas erguidas no local das valas comuns Maior e Menor.

A vala Menor fica na encosta sul do monte. Construída nos anos de 1948 e 1949, a vala Menor abriga os restos mortais dos soldados mortos nos combates no Mamayev Kurgan. Foram 1.500 homens, soldados da 284ª Divisão em sua maioria, cuja missão era segurar o monte e não se deixar empurrar para o Volga. Na vala Maior, ao pé da estátua ” Pátria-Mãe Chamando”, jazem os restos mortais de 34,5 mil defensores de Stalingrado encontrados na cidade durante as obras de reconstrução no pós-guerra.

Muitas pessoas não sabiam até hoje onde os familiares mortos na cidade estavam enterrados.

“Nossa família buscou por 67 anos a sepultura do irmão mais velho de meu pai, Aleksandr Tsirulnikov “, diz Aleksêi Tsirulnikov, que mora na vila de Kumiljenskai, na região de Volgogrado.

“Ele foi comandante de um  pelotão de tanques e morreu ao destruir cinco casamatas e mais de 300 soldados nazistas. Foi condecorado postumamente com a Ordem da Estrela Vermelha. Minha avó recebeu uma carta dizendo que seu filho foi morto em um combate e enterrado no bairro de Voroshilovski, de Volgogrado. Mas a rua indicada na carta não existe mais. O pessoal do museu apurou que seus restos mortais haviam sido trasladados para o Mamayev Kurgan.”

O nome de Aleksandr Tsirulnikov está gravado na muralha da Necrópole Memorial do Mamayev Kurgan. Já o nome de Nikifor Fedorovitch Izrastsov está entre os 17 mil a serem gravados na muralha em breve.

“A colocação das placas é um momento de muita emoção”, diz Aleksandr Izrastsov, sobrinho-neto de Nikifor Izrastsov. “Nossa família já perdeu a esperança de encontrar sua sepultura. Ele lutou na 49ª Divisão de Infantaria e foi morto em Stalingrado em 1942. Não sabíamos onde seu túmulo ficava. Estamos muito agradecidos ao pessoal do museu por seu papel na busca.”

“Fiquei chocado ao saber que o cemitério alemão na aldeia de Rossochki, da Região de Volgogrado, tem identificados 117 mil nomes dos soldados da Wehrmacht mortos na Batalha de Stalingrado, enquanto o número dos nomes dos soldados soviéticos no Mamyev Kurgan mal chegava a 15 mil”, diz o diretor do Museu da Batalha de Stalingrado, Aleksêi Vasin. “Acredito que essa situação é ofensiva para os soldados soviéticos mortos, e para nós, seus descendentes. É algo, portanto, que deve ser corrigido”, salienta Vasin.

Para realizar os trabalhos de pesquisa e busca, a diretoria do Memorial Mamayev Kurgan conta com a ajuda funcionários e voluntários, entre os quais Gorgoni Podiakov, natural da Região de Vologda e veterano da Batalha de Stalingrado. Podiakov participou da busca e identificação de mais de 3.000 restos mortais de seus conterrâneos mortos em Stalingrado.

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Para impulsionar e melhor organizar os trabalhos, o Museu da Batalha de Stalingrado criou, em 2009, um departamento especial. Outro projeto que ajudou muito nos estudos foi a digitalização dos arquivos do Ministério da Defesa.

Mas uma coisa é estabelecer a identidade dos soldados tombados, outra coisa é imortalizar seus nomes. A Necrópole Memorial no Mamayev Kurgan  foi criada em 1995 e abriga os restos mortais dos soldados encontrados na Região de Volgogrado. Possui uma muralha de 100 metros de comprimento com as placas comemorativos exibindo os nomes dos soldados enterrados no Mamayev Kurgan.

Em 1995, a muralha ostentava apenas 6,5 mil nomes. Depois, o trabalho de pesquisa e identificação foi suspenso por muitos anos para ser retomado em 2011, quando outros 430 nomes foram adicionados . Em agosto de 2012, foram gravados outros 216. A presente ação vai imortalizar mais 17 mil.

O projeto é financiado pelo ministério da Cultura. “Nossos argumentos foram ouvidos e o processo deu a largada”, completa Vásin.

O projeto de instalação das placas comemorativas está orçado em 10 milhões de rublos (cerca de US$ 3 milhões). Todos os trabalhos devem estar concluídos até 2 de fevereiro, dia do 70º aniversário da Vitória na Batalha de Stalingrado.

FONTE: Gazeta Russa

 

Em um discurso sincero e objetivo, o comandante das Forças de Defesa dos Países-Baixos, general Peter van Uhm, explica porque ele escolheu a arma como instrumento para tornar o mundo um lugar mais desenvolvido e seguro, e também lança a reflexão do papel das Forças Armadas para promover a paz, soberania e auto-determinação da sociedade.

FONTE: TED Ideas Worth Spreading

 

A bela e melancólica coleção “Ghosts of History” (Fantasmas da História) foi criada a partir da sobreposição de imagens da Segunda Guerra Mundial na Europa, e fotos contemporâneas dos locais onde as tropas passaram. A historiadora holandesa Jo Teeuwisse teve a ideia para o projeto após encontrar 300 negativos antigos que retratavam lugares conhecidos, mas em uma época muito particular.

A tocante justaposição de imagens coloca caminhos cobertos por escombros contra placas de trânsito recém-pintadas e ruas bem pavimentadas. Belas casas e lojas elegantes foram construídas onde um dia estiveram corpos de soldados mortos, e combatentes alemães enfretaram tropas aliadas. Nessas fotos intensas, temos uma pequena janela para essa época.

Junto com cada montagem foi feito um trabalho de pesquisa sobre o que ocorreu em cada cena. Para a autora, tornar os eventos da guerra mais próximos, associando-os a locais conhecidos, causa um impacto especial. “Eu sei o que aconteceu nessas cidades, mas reconhecer o local exato de algum episódio é algo que fica gravado na memória visual”, explica.

Mas o trabalho vai além. No site da organização da autora, Historical Consultancy, consta que “durante anos nós viemos pesquisando a vida cotidiana antes e durante a Segunda Guerra Mundial, não apenas juntando informações, mas entrevistando pessoas que viveram a época e recriando certos aspectos históricos para obter um ponto de vista único dessa era”.

A organização trabalha junto com escritores, produtoras de cinema e TV, museus, escolas, documentaristas, designers, produtores teatrais, entre outros profissionais. E vem ajudando pessoas a descobrir mais sobre a história de suas famílias, pesquisando minuciosamente episódios desde 1900 ate 1950. Jo Teeuwisse explica que começou o projeto como ferramenta de pesquisa, mas seguiu adiante especialmente “pela paixão por História e fascínio por esse assunto em particular”.

Uma seleção das imagens de Jo Teeuwisse, retratando locais ao longo da Europa desde Roterdã até Utrecht e Sicília, estão disponíveis nas páginas da autora no Flickr e no Facebook.

FONTE/IMAGENS: Daily Mail (Tradução e adaptação do Forças Terrestres a partir de original em inglês)

 

Na tarde, de ontem, 01/10, o Ministério da Defesa por meio do Comando do Exercito respondeu ao pedido de informações de protocolo 60502.001000/2012-40 do Sistema de Acesso à Informação, correspondente ao pedido um mil (1000) destinado a este Ministério. O pedido de informações foi respondido dentro do prazo, sem pedido de prorrogação, enviado segundo o solicitado no formulário eletrônico e com as informações que foram solicitadas.

O que é o Sistema de Acesso à Informação?

O Sistema de Acesso à Informação é a ferramenta operacional elaborada pelas altas esferas governamentais para cumprirem o inciso XXXIII do artigo 5º da Constituição de 88,  “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.” Apesar desse e outros elementos jurídicos promoverem e preconizarem a transparência pública, faltava um marco regulatório jurídico para que o livre e responsável acesso a informação fosse garantido, o que veio na forma da lei 12527/11.

A lei 12527/11, conhecida como lei de aceso a informação, foi decretada pelo congresso e sancionada pela presidenta Dilma em 18 de novembro de 2011, possui 47 artigos dispostos em 5 capítulos. A lei busca assegurar o direito fundamental do cidadão ao acesso a informação sob a guarda do governo e suas instituições seguindo cinco princípios: o sigilo como exceção; divulgação de informações públicas como práxis; utilizar ao máximo a tecnologia da informação; fomento da transparência pública; e o controle social da administração pública. No entanto, algumas informações possuem acesso restrito, o que a primeira vista seria uma discrepância trata-se na verdade de uma ferramenta de proteção ao cidadão e sociedade. As informações sob sigilo são de duas ordens: as de carácter pessoal (RG, CPF, CNH e outras) e as de segurança nacional (aquelas que possam prejudicar as relações internacionais, a segurança pública e soberania nacional). As informações pessoais são preservadas por 100 anos, já as informações de segurança nacional possuem três níveis de sigilo: reservada (5 anos), secreta (15 anos) e as ultrassecretas (25 anos, prorrogáveis por igual período uma única vez).

Ministério da Defesa e a Lei de Acesso a Informação.

A atividade fim do MD é promover a defesa e a soberania Brasileira e de seu território, para tanto conta com dispositivos legais e operacionais que permitam o gerenciamento e execução do arcabouço que envolvam os meios para cumprir a atividade-fim citada. Nesse processo o MD lida e dispõe de informações que se de acesso público podem vir a prejudicar a execução e a manutenção da segurança nacional e defesa da pátria. No entanto, ver se no mundo um processo de transparência governamental que por vezes pode entrar em conflito com a tutela de tais informações, atentos a essa situação o Ministério da Defesa iniciou a alguns anos um movimento na abertura de informações que não comprometam a segurança nacional e ainda tenham o efeito dissuasório. Nesse sentido vemos as publicações da Política Nacional de Defesa, da Estratégia Nacional de Defesa e do Livro Branco da Defesa Nacional, no entanto, alguns casos não são cobertos por tais publicações e se faz necessária a perfeita integração ao Sistema de Informações ao Cidadão.

O milésimo pedido de informação destinado ao MD por meio do Comando do Exército foi formulado por Ícaro Luiz Gomes, colaborador do blog das Forças Terrestres, visando coletar informações sobre os laços institucionais entre o Exército e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A resposta encontra-se abaixo:

Prezado Senhor Ícaro Luiz de Araújo Gomes,
 
Ao cumprimentá-lo, cordialmente, o Serviço de Informação ao Cidadão do Exército Brasileiro (SIC-EB) acusa o recebimento do pedido formulado por V. Sa, registrado com o protocolo nº 60502001000201240.
A respeito do assunto o SIC-EB informa a V. Sa. que não há registro de convênio ou de parceria no âmbito do Departamento de Educação e Cultura do Exército com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
 
Cordialmente,
 
Serviço de Informação ao Cidadão do Exército Brasileiro (SIC-EB).

FOTO: MD

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Brasília, 11/09/2012 – Um pedido de informações protocolado no Comando do Exército sobre projetos de pesquisa e extensão atingiu a marca de 1 mil solicitações aos Serviços de Informações ao Cidadão (SIC) do Ministério da Defesa, dos Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, do Hospital das Forças Armadas (HFA) e da Escola Superior de Guerra (ESG). Essa inovação é fruto da Lei de Acesso à Informação (LAI) que entrou em vigor no dia 16 de maio de 2012.

No período de 119 dias de funcionamento do SIC – a inauguração do serviço aconteceu em 16 de maio de 2012 – apenas a Defesa recebeu 139 pedidos de informação, sendo 131 respondidos e oito em tramitação. Dos 68 pedidos respondidos pelo SIC/MD, ainda de acordo com o balanço, 37 se repetiam e tiveram respostas semelhantes. Entre eles, os temas recorrentes sobre questão salarial dos militares, OVNI (objetos voadores não identificados) e informações pessoais.
A Defesa também registrou 11 pedidos que não se enquadravam à pasta e foram repassados aos ministérios competentes para dar resposta aos cidadãos que demandaram as indagações. Dos oito pedidos que tramitam no MD, estão solicitações de André Diego Teixeira Brandão, referente a documentos dos valores gastos pelo MD com propaganda publicitária e quais agências responsáveis no período de 1994 a 2012.

Damásio Alves Linhares Neto pede informações sobre a quantidade de pareceres elaborados entre 2011 e 2012 pela Comissão de Ética, assim como “quantidade de censura aplicada” com base no Decreto 1.171 de 22 de junho de 1994, que trata do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. João Marcelo dos Santos pede informações sobre tramitação de ofício. Já Cláudio Manuel Rodrigues solicita dados referentes a concurso público para ciência e tecnologia militar.

Há outros quatro pedidos idênticos protocolados por Rosemeire Coelho Marôco sobre o Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP). O MD não tem pedidos de informações abertos em 1ª e 2ª instância na Administração Central na condição de recurso. No entanto, há um recurso em 2ª instância em trâmite no Comando do Exército e quatro em grau de 2ª instância no Comando da Aeronáutica.

Balanço do SIC

O primeiro pedido de informação registrado no SIC foi de Guilherme de Abreu Monteiro de Freitas Amado direcionado ao Comando do Exército. Guilherme pediu por meio eletrônico “cópia de todos os ofícios enviados pelo gabinete do ministro do Exército general Sylvio Frota, no ano de 1974, ao gabinete do presidente da República Ernesto Geisel”. A solicitação foi respondia por meio eletrônico em 5 de junho de 2012.

Já o pedido número 1.000 foi apresentado nesta terça-feira (11) por Ícaro Luiz de Araújo Gomes. Também endereçado ao Comando do Exército, Ícaro solicita “informações sobre projetos de pesquisa e extensão realizados entre o Exército Brasileiro e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (por meio de seus alunos, pesquisadores e professores)”. Ícaro deverá receber as respostas até o dia 1° de outubro de 2012.

Fonte: MD

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O maior exército do mundo pertence a um … partido

O Exército de Libertação Popular da China (ELPC), a maior força militar do mundo com aproximadamente três milhões de militares, não pertence a uma nação, mas sim a um partido.

O ELPC, que agrega as forças navais, terrestres, aéreas e estratégicas, é o braço armado do Partido Comunista da China (PCC). O comando do ELPC é feito por uma comissão do PCC e o Ministério da Defesa da China não possui nenhuma autoridade sobre as Forças Armadas.

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22 de setembro: dia mundial sem carro

(Pra você que tem carro refletir sobre onde vai conseguir andar e estacionar o seu, com cada vez mais carros por aí)

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Acerte o despertador

Finalmente um despertador com alarme que você pode acertar de manhã. No modo normal o despertador é desligado com apenas um tiro. No modo “hard”, é preciso acertar o alvo 5 vezes para desligar o alarme. Não sabemos se o produto já existe no Brasil, mas é anunciado aqui.

 

‘Cobrilo’ ou ‘Esquilobra’?

Foto interessante postada no site Vootatico, desta mistura entre um Cobra e um Esquilo, do 3º BAvEx:

“Outro dia, um amigo me enviou esta foto do Cobrilo. Nada mais é do que um cockpit do AH-1 “photoshopado” em um Esquilo do Exército.

A montagem ficou fantástica; um observador incauto não perceberia que não é uma imagem real. Notem os detalhes, como os mísseis da Mectron.

Além disso, tenho duas curiosidades particulares sobre esta foto:

Ela foi feita a partir de uma foto da EB1033, uma aeronave da Companhia de Reconhecimento e Ataque do 3º BAvEx, que eu comandei há alguns anos.

Após a montagem, foi colocado o número 12. A EB1012 foi a aeronave na qual fiz meu primeiro voo de instrução.”

FONTE: vootatico

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Obama agradece ao anfitrião Flamengo

Depois de receber uma visita do presidente norte-americano Barack Obama e, de quebra, ainda dar uma camisa oficial ao mandatário da terra do “Tio Sam”, a presidente Patricia Amorim foi agraciada com um quadro. O mimo foi entregue por Kevin Hunter, um mariner, homem forte do esquadrão de segurança de Obama, pessoalmente. Ele veio especialmente a Gávea para fazer a homenagem e, mais uma vez, agradecer ao Flamengo pela receptividade.

O quadro recebido, na última segunda-feira (21.03), por Patricia Amorim tem uma foto do helicóptero do presidente norte-americano, em frente a Casa Branca, além de um texto de agradecimento: “Presented to CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO, In apreciation for your loyal and dedicated support to Marine Helicopter squadron On. March 19th—21st, 2011″

FONTE: Clube de Regatas Flamengo.

Diversão nos anos 50

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