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FONTE: Gizmodo/Aviation Week

HAVANA, 16 JAN (ANSA) – O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, está em Cuba para preparar a agenda que a presidente Dilma Rousseff cumprirá em sua visita ao país, informou à ANSA o assessor de imprensa da embaixada brasileira em Havana, Tulio Amaral.

“O chanceler terminará sua estada amanhã e a presidente Dilma começará sua visita oficial no fim deste mês”, informou Amaral.

Fontes do governo brasileiro anunciaram, no fim de semana, que a viagem da mandatária à ilha “terá um forte tom econômico”.

O comércio entre os dois países alcançou US$570 (cerca de R$1 bilhão) milhões entre janeiro e novembro de 2011, valor superior ao registrado ao longo de todo o ano de 2010, quando a balança registrou US$488 milhões (cerca de R$869 milhões).

O Brasil participa da construção de uma zona especial de desenvolvimento no porto do Mariel, a cerca de 40 quilômetros de Havana, uma obra considerada estratégica para a economia nacional, segundo o presidente Raúl Castro.

FONTE: ANSA

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Russo compra lenha e recebe fuzis

O morador de um vilarejo russo descobriu um estoque de fuzis Kalashnikov (AK-47) escondidos em caixotes de madeira que comprou por US$ 15,81 de um estranho para usar no seu fogão a lenha.

Setenta e nove armas e 253 cartuchos de munição estavam guardados em mais de 60 caixas de madeira compradas pelo morador do vilarejo de Sovkhozny, na Udmurtia, uma região 1,3 mil quilômetros a sudeste de Moscou, relatou a agência de notícias Interfax nesta sexta-feira.

O homem, de 57 anos, afirmou ter comprado as caixas de um motorista de caminhão para aquecer sua casa.

Os fuzis em perfeito estado, produzidos em 1959 e 1960, estavam a caminho de uma usina de reciclagem de Izhmash, uma das mais antigas fabricas de armas do país, quando acabaram nas mãos do homem, segundo a empresa.

O vice-primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Rogozin, indicado em dezembro pelo presidente Dmitry Medvedev para supervisionar a indústria de defesa do país, afirmou que abrirá uma investigação sobre o aparecimento misterioso dos fuzis automáticos.

FONTE: G1

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Pelo menos 6 meses em campos de trabalho forçado para quem não pareceu autêntico

 

SEUL – Durante dias, o mundo inteiro assistiu, intrigado, à onda de histeria coletiva que tomou milhões de norte-coreanos após o anúncio da morte de Kim Jong-il, no mês passado. Cenas como desmaios em praças de Pyongyang e do choro convulsivo de milhares de mulheres diante de monumentos em homenagem ao Querído Líder invadiram os jornais — oficiais ou não — enquanto muitos se perguntavam o motivo de tanta tristeza pela morte de um ditador que teria mergulhado o país num dos maiores episódios de fome de sua história.

Mas a resposta pode estar numa reportagem do jornal sul-coreano “Daily NK”, publicada nesta sexta-feira: os norte-coreanos que não participaram das homenagens — ou não foram convincentes na demonstração de tristeza — estariam sendo enviados a campos de trabalho forçado por no mínimo seis meses.

Segundo a reportagem do jornal, escrita com base na declaração de uma fonte da Coreia do Norte não identificada, o governo está organizando “sessões de críticas” para aqueles que transgrediram as normas durante as homenagens.

- As autoridades estão impondo uma pena de pelo menos seis meses em campos de trabalho pra qualquer um que não tenha participado das concentrações organizadas durante o período de luto ou para quem participou mas não chorou e não pareceu autêntico – diz a fonte ao jornal.

O número de pessoas afetadas não foi esclarecido, mas poderia chegar a milhares, de acordo com o “Daily NK”. Atualmente, estima-se que mais de 200 mil norte-coreanos trabalhem em campos — onde em geral sofrem de má nutrição.

O regime também teria reforçado a propaganda oficial, para convencer a população da “grandeza do novo líder, Kim Jong-un”.
— Todos os dias, das sete da manhã às sete da noite, carros em avenidas lotadas divulgam por alto falante propaganda do governo, e proclamam os feitos de Kim Jong-un — continua a fonte.

O norte-coreano citado pelo jornal acrescentou que as pessoas que estão sendo acusadas de espalhar rumores criticando a terceira geração da dinastia também estão sendo enviadas aos campos ou estão sendo banidas com suas famílias para áreas rurais remotas. As recriminações pelo comportamento “inadequado”, afirma, estão criando uma atmosfera de medo.

FONTE: O Globo

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As autoridades militares americanas interrogaram dois dos soldados que aparecem no polêmico vídeo publicado há dois dias no Youtube, no qual vários soldados aparecem urinando sobre corpos de possíveis integrantes do talibã, no Afeganistão, informou nesta sexta-feira a cadeia CNN. Os militares, que foram identificados nesta quinta-feira, foram entrevistados como parte das investigações que estão sendo realizadas pelo Departamento de Defesa. Os nomes dos soldados não foram informados, nem se eles foram detidos.

O Pentágono prometeu uma apuração exaustiva sobre o fato, que o Governo dos EUA classificou como “deplorável”. O comandante da Força Internacional de Assistência para a Segurança no Afeganistão, o general do Corpo de Infantaria da Marinha, John R. Allen, reuniu-se hoje com altos funcionários do Departamento de Defesa para expressar sua indignação pelo vídeo. “Estas ações vão contra tudo o que o USMC representa”, afirmou Allen. “Estes atos não refletem o padrão moral das nossas Forças Armadas”, acrescentou.

Segundo confirmou à Efe uma fonte do Pentágono, que pediu para não ser identificada, os soldados que aparecem na gravação pertencem ao terceiro batalhão do segundo regimento de Marines, baseado em Camp Lejeune, na Carolina do Norte. O vídeo, de 39 segundos, mostra os soldados urinando sobre três corpos ensanguentados, de prováveis integrantes do talibã, entre risos e galhofas. Um deles chega a dizer: “tenha um bom dia, amigo”.

FONTE: EFE, via Terra

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O ministro de Defesa do Equador, Javier Ponce, reconheceu nesta sexta-feira na Colômbia, onde realiza uma visita oficial, que no interior de seu país existe “presença intermitente” das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
“Nós sempre reconhecemos uma presença intermitente das Farc, eles entram para descansar, para abastecer-se. Sempre soubemos que isso existe, por isso realizamos constantemente operações na fronteira”, afirmou Ponce depois de reunir-se com seu colega colombiano, Juan Carlos Pinzón, na cidade de Villa de Leyva, a 173 quilômetros de Bogotá.

O ministro equatoriano acrescentou que “com 30% de presença militar na fronteira” estão “constantemente combatendo esta presença intermitente dos membros das Farc”.
Uma fonte do Ministério da Defesa equatoriano consultada pela Agência Efe em Villa de Leyva confirmou que essa percentagem de uniformizados custodiando a fronteira comum “corresponde a um total de dez mil homens desdobrados, dos quais sete mil são permanentes e o restante atua dependendo das necessidades”.

Os ministros da Defesa dos dois países avançam desde ontem na busca por mecanismos de cooperação em matéria de segurança na fronteira, uma vez superada o que consideram a primeira etapa do restabelecimento das relações diplomáticas, reconheceu Ponce na véspera.
Os Governos de Equador e Colômbia restauraram no final de 2010 as relações diplomáticas, quebradas em 2008 por causa de um bombardeio não autorizado das Forças Militares colombianas contra um acampamento das Farc em território equatoriano.
Naquele bombardeio, ocorrido no dia 1º de março de 2008, morreram pelo menos 26 pessoas, entre elas o porta-voz dessa guerrilha, conhecido como Raúl Reyes, um equatoriano e quatro mexicanos.

A ação militar foi denunciada pelo presidente do Equador, Rafael Correa, que a considerou uma violação à soberania nacional, o que o levou a romper as relações diplomáticas com o Governo do então presidente Álvaro Uribe.
Só quando Juan Manuel Santos sucedeu Uribe em 2010, os laços diplomáticos foram restaurados com a intenção de colaborar em matéria de segurança ao longo dessa complicada fronteira comum.

FONTE: EFE, via Terra

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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, se viu obrigado a classificar nesta quinta-feira, como “absolutamente deplorável” o vídeo divulgado um dia antes em que supostos soldados americanos aparecem urinando em corpos de militantes afegãos. Panetta disse que os envolvidos no incidente enfrentariam as punições cabíveis às suas ações, e afirma ainda ter pedido aos comandantes das forças americanas e da Otan, a aliança militar do Ocidente, no Afeganistão uma investigação sobre o caso.

Na quarta-feira, o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA afirmou que investigaria o vídeo postado em diversas páginas na internet. Nele, aparecem quatro homens vestindo uniformes de combate camuflados urinando sobre os corpos de três supostos combatentes do Taleban ensanguentados. Também é possível ouvir um deles dizendo “tenha um bom-dia, companheiro” para o corpo sobre o qual urina.

Em comunicado, o corpo de fuzileiros navais disse que ainda não pôde verificar a autenticidade do vídeo, embora já tenha adiantado que as ações não condizem com os valores das Forças Armadas dos EUA. Militares de Washington já avisaram que tal tipo de comportamento é punido pelo código de Justiça Militar.

O Pentágono afirmou que está checando a autenticidade do vídeo, mas há razões para crer que as imagens sejam genuínas. O órgão disse acreditar que identificou a unidade dos homens presentes, e eles já estariam nos EUA.

Reação

O porta-voz taleban Zabihullah Mujahid denunciou o vídeo como um “ato de barbárie”. Segundo o Conselho para as Relações Americana-Islâmicas, principal associação muçulmana americana, as imagens colocam em risco outros soldados e civis afegãos.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, também condenou na quinta-feira o vídeo, considerando o ato “completamente desumano”, segundo foi citado pelo jornal americano “USA Today”. Karzai se disse “profundamente chateado com a profanação dos corpos de três afegãos por soldados americanos” e pediu ao governo americano “a punição mais severa para os culpados”.

As imagens podem fazer o mundo muçulmano recordar do escândalo de Abu Ghraib em 2004, quando imagens de prisioneiros iraquianos humilhados por militares americanos deram a volta ao mundo. Nos últimos anos, vários casos similares de suposta profanação por soldados, como exemplares do Alcorão jogados no vaso sanitário, ou por jornais ocidentais, por exemplo com caricaturas de Maomé, provocaram revolta no Afeganistão e manifestações violentas que causaram mortes.

FONTE: Folhapress

Professor trabalhava em uma usina de enriquecimento de urânio no país. Autoridades iranianas acusaram Israel, que negou envolvimento no crime

 

O cientista nuclear iraniano e professor universitário Mustafa Ahmadi Roshan, de 32 anos, morreu nesta quarta-feira (11) após uma bomba explodir em seu carro no norte da capital do país, Teerã.
O atentado aumentou a tensão entre o Irã e países ocidentais, relacionada ao contestado programa nuclear iraniano, pois autoridades iranianas acusaram Israel, aliada do Ocidente, pelo ataque.

A bomba, cuja explosão feriu outras duas pessoas no bairro de Seyed Khandan, próximo à universidade, foi colocada no veículo por um indivíduo que circulava em uma motocicleta, contaram testemunhas citadas pela rede Press TV.
Roshan, professor da Universidade Tecnológica de Teerã, supervisionava a usina de enriquecimento de urânio de Natanz, na província de Isfahan.

Natanz é a principal central de enriquecimento do Irã e tem mais de 8.000 centrífugas.

Irã acusa Israel

O vice-governador de Teerã, Safarali Baratloo, acusou Israel pelo ataque.
“A bomba era de tipo magnética e semelhante àquelas usadas anteriormente para assassinar cientistas, e isso é obra dos sionistas (israelenses)”, disse , segundo a agência semioficial de notícias Fars.

O vice-presidente iraniano, Mohamad Reza Rahimi, afirmou que o assassinato de cientistas será incapaz de deter o programa nuclear iraniano.

“Atualmente, os que alegam lutar contra o terrorismo atacam nossos cientistas. Mas devem saber que os cientistas iranianos estão mais decididos do que nunca a avançar pelo caminho do progresso científico”, afirmou Rahimi.
A Organização de Energia Atômica do Irã, que não conseguiu persuadir o Ocidente de que sua busca por energia nuclear não tem um objetivo militar oculto, disse que o assassinato não a deteria: “Continuaremos nosso caminho sem nenhuma dúvida… nosso caminho é irreversível”, disse em comunicado transmitido pela televisão.
“O ato hediondo da América e do regime sionista criminoso não desviará nosso caminho glorioso… quanto mais vocês nos matam, mais nossa nação desperta”.

Preparando-se para a primeira eleição nacional desde que uma votação presidencial polêmica em 2009 provocou protestos de rua contra os 30 anos de governo clerical, os líderes do Irã lutam para conter a tensão interna. Desafiar Israel e as potências ocidentais cai bem entre muitos eleitores na nação de 76 milhões de habitantes.
Israel, cuja agência de inteligência Mossad tem um histórico de assassinatos secretos no exterior, não quis comentar o atentado desta quarta-feira.

O porta-voz da Casa Branca Tommy Vietor negou qualquer envolvimento de seu país no assassinato do cientista iraniano.
“Os Estados Unidos não tiveram absolutamente nada a ver com isso”, afirmou Vietor. “Nós condenamos fortemente todos os atos de violência, incluindo atos de violência como o que está sendo relatado hoje (quarta-feira).”
O Reino Unido, cuja embaixada em Teerã foi saqueada em novembro, descreveu as sugestões de um envolvimento de Londres como “infundadas” e condenou o assassinato de civis.

FONTE: G1

1. Na relação dos países com maior inflação em 2011, Venezuela e Argentina ficaram uma vez mais nos dois primeiros lugares, com, respectivamente, 27,6% e 21%. Este último percentual de acordo com estimativas de analistas privados, pois os dados oficiais permanecem distorcidos. As demais economias sul-americanas terminaram o ano com um índice inflacionário de um dígito. O Uruguai foi, dentre tais países, o com maior inflação, com 8,6%. Brasil, Peru, Colômbia e Equador revelaram aceleração de seus números de inflação, na comparação com 2010, enquanto Paraguai e Bolívia mostraram desaceleração da inflação.

2. (El País, 10) Ortega assume a presidência da Nicarágua com a ideia de perpetuar-se no poder. Ele quer eliminar as barreiras legais que limitam a continuidade indefinida no poder.

3. (Clarín, 10) Abraçados, de mãos dadas para as fotos, e sorridentes, se mostraram o presidente da Venezuela, Hugo Chávez e seu colega iraní, Mahmud Ahmadinejad no encontro que tiveram no Palácio de Miraflores em Caracas. Com esse tom exultante disseram que estão juntos “para frear a loucura imperialista”. “É o campeão da luta contra o império e oxalá sempre estejamos juntos”, disse referindo-se a Chávez, diante do aplauso generalizado dos funcionários venezuelanos.

4. (Cepal, 2011) Em conjunto, os países sul-americanos cresceram 4,6%, levemente mais que os centro-americanos (4,1%), enquanto que o Caribe se expandiu só 0,7%, devido principalmente à contração de Trinidad y Tabago, a maior economia da sub-região.

FONTE: Ex-Blog do Cesar Maia

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1. Expulsos da Bolívia pelo governo de Evo Morales, os serviços de inteligência da Grã-Bretanha e dos EUA passaram a depender das operações e da influência do Brasil no país vizinhos para combater o tráfico de drogas, um problema cada vez mais crítico na região. O que preocupa americanos e europeus é que a Bolívia vem se transformando em um importante produtor de cocaína. A Colômbia ainda lidera, mas a repressão ao cultivo causou uma queda drástica da área plantada de coca no país.

2. Uma das consequências foi a transferência da produção para a Bolívia. Em dez anos, a área de cultivo da planta boliviana dobrou, segundo a ONU. Para desembarcar nos mercados europeus e americano, parte da droga passa pelo Brasil. Na avaliação da Europol, 250 toneladas de cocaína a cada ano – 30% da produção mundial – entram na Europa ou nos EUA passando por portos brasileiros. A maior parte da cocaína que vai para os EUA não passa pelo Brasil. Já a droga que chega à Europa sai preferencialmente da Bolívia e, em segundo lugar, do Peru. Estima-se que 60% dela ficam no Brasil.

3. Produção em hectares de folhas de coca. Em 2000 eram 160 hectares na Colômbia contra 17 na Bolívia. Em 2009 foram 70 hectares na Colômbia contra 35 na Bolívia.

FONTE: Estado de São Paulo, via ex-blog do Cesar Maia

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