QG Airsoft

Preso capitão que denunciou transferência de militares

O capitão Luis Fernando Ribeiro de Sousa, que em entrevista à Folha em dezembro denunciou manobra do Exército de transferir militares que concorreram nas eleições municipais, foi detido pelo comando da unidade em que trabalha, em General Câmara (RS).

Segundo o advogado de Sousa, Vilmar Quizzeppi, a defesa não teve acesso às razões da detenção, publicadas em um boletim reservado. Desde a entrevista, em 28 de dezembro, o capitão havia sido vítima de quatro procedimentos de punição disciplinar.

Sousa participa de um movimento que pretende eleger representantes que ajudem a tornar as Forças Armadas “mais democráticas”. Entre as demandas, estão mudanças no regimento disciplinar, para que sejam compatíveis com a Constituição de 1988.

Quizzeppi disse ontem que vai entrar com pedido de habeas corpus, dificultado, segundo ele, pela falta da nota de punição e do boletim em que ela foi publicada -não informados pelo Exército à defesa, segundo o advogado. Ele afirmou que seu cliente foi informado verbalmente que a punição tem a duração de 15 dias.

Transferências

O advogado, que atua em defesa de diversos militares, afirmou que é comum o Exército não cumprir a norma de entregar a nota de punição. “É uma ação intencional, que dificulta muito a defesa”, disse.
Quizzeppi representa parte dos militares transferidos depois de terem concorrido a cargos eletivos em outubro. Ele diz que já conseguiu reverter uma das transferências depois de entrar com ação na Justiça.

Transferido para Lages (SC) depois de concorrer a vereador em União da Vitória (PR), o sargento Haroldo Alves de Lima espera há 40 dias por um recurso para permanecer na cidade. Mais do que se manter perto dos votos, ele alega estar no último ano do curso de direito.

O procurador militar aposentado João Rodrigues Arruda, autor do livro “O Uso Político das Forças Armadas” e coordenador do Centro de Estudos de Direito Militar, afirma que é um direito dos militares questionar detenções e transferências. Ele confirma que há uma ausência do direito de defesa na disciplina militar. “As autoridades [militares] têm inabilidade em tratar do assunto”.

Arruda acha que entrevistas com ataques à corporação não são uma boa forma de mudar as Forças Armadas. “Causam uma reação contrária muito forte”.

Mesmo assim, o procurador não concorda com o argumento de que militares optam pela carreira sabendo das restrições disciplinares. “O fato de a pessoa saber que vai levar chibatada não legitima a chibata”, diz.

Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, o Estatuto dos Militares (lei de 1980) estabelece o que é considerado transgressão disciplinar por parte de integrantes da ativa. Entre elas estão se manifestar, sem autorização, sobre assuntos político-partidários, provocar discussão na imprensa sobre temas políticos ou militares e publicação de fatos militares que causem desprestígio às Forças Armadas.
“Ao ingressar nas Forças Armadas, o militar tem de obedecer a normas disciplinares e a estritos princípios hierárquicos, que condicionam toda a sua vida pessoal e profissional”, diz nota do Exército, afirmando ainda que age com “impessoalidade” e segue “rigorosamente os instrumentos legais”.

Regras são detalhadas nos EUA

Nos EUA, diretrizes detalhadas do Departamento de Defesa dos EUA definem a participação de militares da ativa nas vidas pública e política. Sem autorização, não podem concorrer a cargos eletivos nem aceitar indicações a cargos públicos. As proibições incluem falar em comícios, defender ou atacar candidatos na mídia e até pôr banners em suas casas ou carros. Há limitações até para militares da reserva.

FONTE: Folha de São Paulo

 

Presidente norte-americano decreta fim de Guantánamo em um ano e assina medidas que proíbem a tortura e os maus-tratos nos interrogatórios e detenções

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira, 22, em seu segundo dia de governo, um decreto que estabelece o fechamento da prisão de Guantánamo em um ano. O novo chefe de Estado também assinou outras duas ordens executivas que proíbem a tortura e os maus-tratos nos interrogatórios e o encarceramento de presos. Criada durante o governo George W. Bush em 2002, Guantánamo, localizada em uma base naval em Cuba, era usada para prender suspeitos de terrorismo do mundo todo sem uma acusação formal. O presidente afirmou que com estas ordens “os Estados Unidos têm como intenção prosseguir a luta atual contra o terrorismo de maneira vigilante, efetiva e de acordo com seus valores e seus ideais”. “Estamos decididos a vencer esta luta, e vencê-la em nossos termos”, explicou.

O fechamento da prisão militar, muito criticada por denúncias de tortura de presos, era uma das principais promessas de campanha de Obama. Segundo o jornal The New York Times, a medida executiva deve enviar ainda ordens diretas para que a Agência Central de Inteligência (CIA) feche todas as prisões secretas dos EUA. A ação, um dos primeiros passos para desmontar as políticas prisionais de Bush, deve reescrever as leis americanas para prisão de suspeitos de terrorismo. Ela pede a revisão imediata dos processos dos 248 presos mantidos na base naval em Cuba, e determinará se eles serão transferidos, libertados ou julgados.

Um rascunho da ordem de Obama foi obtido na quarta-feira pela agência de notícias Associated Press, e tratava das questões levantadas pelas detenções na prisão militar. O texto dizia que o fechamento de Guantánamo “aumentaria a segurança nacional e os interesses da polícia externa dos Estados Unidos e da justiça.” Na quarta-feira, após uma solicitação de Obama, juízes responsáveis por julgamentos militares na base confirmaram a suspensão por 120 dias das audiências dos processos contra seis réus mantidos na prisão – cinco deles acusados de envolvimento nos atentados de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos. Segundo a BBC, os processos legais no campo de prisioneiros têm sido muito criticados porque os militares americanos estariam atuando ao mesmo tempo como carcereiros, juízes e jurados.

Considerada um símbolo de abuso dos direitos humanos, a prisão de Guantánamo desgastou a imagem dos EUA no mundo. A principal crítica aos julgamentos das comissões militares para os presos de Guantánamo era a possibilidade de serem aceitas provas ou confissões obtidas por coerção, por meio dos chamados “métodos aprimorados de interrogatório”, considerados tortura por muitos e defendido pelo governo Bush.

Destino dos presos

Após o fechamento da prisão, o novo governo deverá decidir para onde os presos serão mandados. Na quarta-feira, a Suíça anunciou que considerava receber esses detentos se isso ajudasse no fechamento de Guantánamo. Em nota, o governo suíço disse que a detenção de pessoas em Guantánamo está em conflito com as leis internacionais e que os suíços estão prontos para contribuir com a solução do problema no local. O porta-voz do Conselho Federal (Executivo), Oswald Sigg, deixou claro, no entanto, que as decisões de acolher ou não cada detido serão tomadas após análises “detalhadas e minuciosas” de cada caso.

Também na quarta-feira, o comissário de Justiça da União Europeia (UE), Jacques Barrot, elogiou as ações de Obama para o fim da prisão. “Eu estou feliz com o fato de que um dos primeiros atos do presidente Obama foi virar a página neste triste episódio da prisão de Guantánamo”, disse Barrot em comunicado. “Para mim é um símbolo muito forte. Em um Estado legítimo todos devem ter o direito à defesa”, acrescentou. O comissário da UE apontou que agora os prisioneiros de Guantánamo devem ter direito a todos os procedimentos legais, para que se saiba a verdade sobre suas ações. Para Barrot, lutar contra o terrorismo “deve ser uma prioridade para os Estados Unidos e a Europa, mas com total respeito aos direitos humanos.” Ainda nesta quinta-feira, Obama deve visitar o Departamento de Estado, para se encontrar com a nova chefe do departamento, Hillary Clinton, e seus principais conselheiros de segurança nacional.

Fontes e fotos: Estadão e AP

 

Mesmo sendo um país neutro desde a 2º Guerra Mundial, a Áustria desdobra pequenos contingentes no exterior, em especial no apoio a missões de paz. A necessidade de possuir viaturas táticas resistentes a explosões de minas e dispositivos explosivos improvisados chegou ao topo da lista de prioridades do seu Exército.

Foi assinado um contrato de 104 milhões de Euros para a compra de 104 “jeeps” Iveco LMV (Veiculo Leve Multipropósito), conhecido também nas forças armadas britânicas como Panther e na Espanha como Lince.

São muito semelhantes aos Hummves americanos, no tamanho e no numero de ocupantes, mas o seu custo unitário maior é reflexo de uma serie de diferenças fundamentais de projeto para uma maior proteção contra explosões e disparos de armas leves. Podem ser equipados com uma torreta de vigilância ou com uma arma acionada por controle remoto, mas a Áustria ainda não decidiu qual configuração ira usar.

Cerca de 1.500 “jeeps” desse modelo já foram encomendados pelas forças armadas da Itália, Áustria, Bélgica, Grã-Bretanha, Noruega e Espanha. As primeiras unidades devem ser entregues ao Osterrichs Bundesheer ainda em 2009, e deverão estar operacionais em 2010.

E o EB, como fica?
Não poderíamos pegar uma carona no projeto do Urutu III com a IVECO e aproveitar para fabricar o LMV sob licença no Brasil?

Poderíamos equipar com o LMV as unidades de choque, como a Brigada de Cavalaria Blindada, as Brigadas de Cavalaria Mecanizada e de Infantaria Blindada e os Regimentos e Esquadrões de Cavalaria das outras Brigadas. O Marruá poderia ser padronizado como viatura de emprego geral para todo o Exército e o Gaúcho ficaria para ser usado nas Brigadas de Operações Especiais, Pára-quedista e de Infantaria Leve (Aeromovel).

 

Nesta terça-feira, 20 de janeiro, a versão de lançamento terrestre do míssil cruise supersônico BrahMos teria sido testada com sucesso pelo Exército Indiano, conforme informaram os sites Defense News e Indiaserver. O campo de testes de onde o míssil foi lançado por volta das 10h20 (hora local), localiza-se próximo a Pokhran, no deserto que faz fronteira com o Paquistão. O Exército Indiano está constituindo três baterias equipadas com o armamento, cada uma composta por quatro veículos lançadores Tatra 12×12. Recentemente, foi testada pela Marinha Indiana, pela primeira vez, a versão VLS do míssil a partir de um navio em movimento, o destróier INS Ranvir Antes,o míssil havia sido lançado por outro navio da classe, o INS Rajput em um lançador instalado em ângulo.

Segundo o jornal Times of India, contudo, o lançamento teria sido um completo fracasso, conforme  informações colhidas ao longo do dia junto a oficiais de alta patente do exército, por não atingir os parâmetros estabelecidos para o teste. Oficialmente, o Exército Indiano nega as informações do jornal. A notícia do fracasso do míssil seria literalmente uma “bomba” num momento em que, segundo o Times of India, o Exército do Paquistão estaria próximo a introduzir em grandes números o novo míssil de cruzeiro de ataque terrestre Babur, desenvolvido em conjunto com a China, com alcance de 500 quilômetros.

Quanto ao BrahMos terrestre, em uma coisa as fontes citadas acima concordam: ele pode carregar uma ogiva nuclear e atinge velocidade de Mach 2,8 e alcance de 293 quilômetros. Um oficial do Exército Indiano destacou que o míssil pode ser preparado para disparo em apenas dois minutos, para o que contribuiria o fato de utilizar sensores térmicos para guiagem final. A Índia já opera mísseis com capacidade nuclear que vão do Prithvi, de 150 quilômetros de alcance, passando pelo Agni I que alcança até 800 km até o míssil balístico Agni-II.

 

Poder Naval fora do ar

Um problema no nosso provedor Locaweb deixou o Poder Naval Online e o BlogNAVAL fora do ar. A informação que nos foi passada é que houve um problema no servidor e o serviço será normalizado a partir das 23:30h de hoje.

 

Observar a quantidade de SAM, caças, carros de combate e mísseis Exocet

Fornecedor Designação da arma Descrição
Ano da entrega
Quantidade
Austria GHN-45 155mm Towed Gun 1983 200
Brazil EMB-312 Tucano Trainer aircraft 1985-1988 80
Brazil Astros II MLRS Multiple rocket launcher 1984-1988 67
Brazil EE-11 Urutu APC 1983-1984 350
Brazil EE-3 Jararaca Recon vehicle 1984-1985 280
Brazil EE-9 Cascavel Armoured car 1980-1989 1026
Brazil Astros AV-UCF Fire control radar 1984-1988 13
Canada PT-6 Turboprop 1980-1990 152
China Xian H-6 Bomber aircraft 1988 4
China F-6 Fighter aircraft 1982-1983 40
China F-7A Fighter aircraft 1983-1987 80
China Type-63 107mm Multiple rocket launcher 1984-1988 100
China Type-83 152mm Towed gun 1988-1989 50
China W-653/Type-653 ARV 1986-1987 25
China WZ-120/Type-59 Tank 1982-1987 1000
China WZ-121/Type 69 Tank 1983-1987 1500
China YW-531/Type-63 APC 1982-1988 650
China CEIEC-408C Air surv radar 1986-1988 5
China HN-5A Portable SAM 1986-1987 1000
China HY-2/SY1A/CSS-N-2 Anti-ship missile 1987-1988 200
Czechoslovakia L-39Z Albatross Trainer/combat aircraft 1976-1985 59
Czechoslovakia BMP-1 Infantry fighting vehicle 1981-1987 750
Czechoslovakia BMP-2 Infantry fighting vehicle 1987-1989 250
Czechoslovakia OT-64C APC 1981 200
Czechoslovakia T-55 Tank 1982-1985 400
Denmark Al Zahraa Landing ship 1983 3
East Germany T-55 Tank 1981 50
Egypt D-30 122mm Towed gun 1985-1989 210
Egypt M-46 130mm Towed gun 1981-1983 96
Egypt RL-21 122mm Multiple rocket launcher 1987-1989 300
Egypt T-55 Tank 1981-1983 300
Egypt Walid APC 1980 100
France Mirage F-1C Fighter aircraft 1982-1990 72
France Mirage F-1E FGA aircraft 1980-1982 36
France SA-312H Super Frelon Helicopter 1981 6
France SA-330 Puma Helicopter 1980-1981 20
France SA-342K/L Gazelle Light helicopter 1980-1988 38
France Super Etendard FGA aircraft 1983 5
France AMX-GCT/AU-F1 Self-propelled gun 1983-1985 85
France AMX-10P Infantry fighting vehicle 1981-1982 100
France AMX-30D ARV 1981 5
France ERC-90 Armoured car 1980-1984 200
France M-3 VTT APC 1983-1984 115
France VCR-TH Tank destroyer 1979-1981 100
France Rasit Ground surv radar 1985 2
France Roland Mobile SAM system 1982-1985 113
France TRS-2100 Tiger Air surv radar 1988 1
France TRS-2105/6 Tiger-G Air surv radar 1986-1989 5
France TRS-2230/15 Tiger Air surv radar 1984-1985 6
France Volex Air surv radar 1981-1983 5
France AM-39 Exocet Anti-ship missile 1979-1988 352
France ARMAT Anti-radar missile 1986-1990 450
France AS-30L ASM 1986-1990 240
France HOT Anti-tank missile 1981-1982 1000
France R-550 Magic-1 SRAAM 1981-1985 534
France Roland-2 SAM 1981-1990 2260
France Super 530F BVRAAM 1981-1985 300
West Germany BK-117 Helicopter 1984-1989 22
West Germany Bo-105C Light Helicopter 1979-1982 20
West Germany Bo-105L Light Helicopter 1988 6
Hungary PSZH-D-994 APC 1981 300
Italy A-109 Hirundo Light Helicopter 1982 2
Italy S-61 Helicopter 1982 6
Italy Stromboli class Support ship 1981 1
Jordan S-76 Spirit Helicopter 1985 2
Poland Mi-2/Hoplite Helicopter 1984-1985 15
Poland MT-LB APC 1983-1990 750
Poland T-55 Tank 1981-1982 400
Poland T-72M1 Tank 1982-1990 500
Romania T-55 Tank 1982-1984 150
Yugoslavia M-87 Orkan 262mm Multiple rocket launcher 1988 2
South Africa G-5 155mm Towed gun 1985-1988 200
Switzerland PC-7 Turbo trainer Trainer aircraft 1980-1983 52
Switzerland PC-9 Trainer aircraft 1987-1990 20
Switzerland Roland APC/IFV 1981 100
United Kingdom Chieftain/ARV ARV 1982 29
United Kingdom Cymbeline Arty locating radar 1986-1988 10
United States Bell 214ST Helicopter 1987-1988 31
United States Hughes-300/TH-55 Light Helicopter 1984 30
United States MD-500MD Defender Light Military Helicopter 1983 30
United States MD-530F Light Helicopter 1985-1986 26
Soviet Union Il-76M/Candid-B Strategic airlifter 1978-1984 33
Soviet Union Mi-24D/Mi-25/Hind-D Attack helicopter 1978-1984 12
Soviet Union Mi-8/Mi-17/Hip-H Transport helicopter 1986-1987 37
Soviet Union Mi-8TV/Hip-F Transport helicopter 1984 30
Soviet Union Mig-21bis/Fishbed-N Fighter aircraft 1983-1984 61
Soviet Union Mig-23BN/Flogger-H FGA aircraft 1984-1985 50
Soviet Union Mig-25P/Foxbat-A Interceptor aircraft 1980-1985 55
Soviet Union Mig-25RB/Foxbat-B Recon aircraft 1982 8
Soviet Union Mig-29/Fulcrum-A Fighter aircraft 1986-1989 41
Soviet Union Su-22/Fitter-H/J/K FGA aircraft 1986-1987 61
Soviet Union Su-25/Frogfoot-A Ground attack aircraft 1986-1987 84
Soviet Union 2A36 152mm Towed gun 1986-1988 180
Soviet Union 2S1 122mm Self-Propelled Howitzer 1980-1989 150
Soviet Union 2S3 152mm Self-propelled gun 1980-1989 150
Soviet Union 2S4 240mm Self-propelled mortar 1983 10
Soviet Union 9P117/SS-1 Scud TEL SSM launcher 1983-1984 10
Soviet Union BM-21 Grad 122mm Multiple rocket launcher 1983-1988 560
Soviet Union D-30 122mm Towed gun 1982-1988 576
Soviet Union M-240 240mm Mortar 1981 25
Soviet Union M-46 130mm Towed Gun 1982-1987 576
Soviet Union 9K35 Strela-10/SA-13 AAV(M) 1985 30
Soviet Union BMD-1 IFV 1981 10
Soviet Union PT-76 Light tank 1984 200
Soviet Union SA-9/9P31 AAV(M) 1982-1985 160
Soviet Union Long Track Air surv radar 1980-1984 10
Soviet Union SA-8b/9K33M Osa AK Mobile SAM system 1982-1985 50
Soviet Union Thin Skin Air surv radar 1980-1984 5
Soviet Union 9M111/AT-4 Spigot Anti-tank missile 1986-1989 3000
Soviet Union 9M37/SA-13 Gopher SAM 1985-1986 960
Soviet Union KSR-5/AS-6 Kingfish Anti-ship missile 1984 36
Soviet Union Kh-28/AS-9 Kyle Anti-radar missile 1983-1988 250
Soviet Union R-13S/AA2S Atoll SRAAM 1984-1987 1080
Soviet Union R-17/SS-1c Scud-B SSM 1982-1988 840
Soviet Union R-27/AA-10 Alamo BVRAAM 1986-1989 246
Soviet Union R-40R/AA-6 Acrid BVRAAM 1980-1985 660
Soviet Union R-60/AA-8 Aphid SRAAM 1986-1989 582
Soviet Union SA-8b Gecko/9M33M SAM 1982-1985 1290
Soviet Union SA-9 Gaskin/9M31 SAM 1982-1985 1920
Soviet Union Strela-3/SA-14 Gremlin Portable SAM 1987-1988 500

FONTE: Wikipedia

Tagged with:
 

The Fog of War

Sob a Névoa da Guerra: Onze Lições da Vida de Robert S. McNamara é um documentário dirigido por Errol Morris lançado em dezembro de 2003. O filme inclui trilha sonora original de Philip Glass e ganhou o Oscar de melhor documentário. A expressão “névoa da guerra”, popularizada por Carl von Clausewitz no seu livro Da Guerra (1832), indica a nuvem de incerteza que recobre um campo de batalha assim que a luta tem início.

O filme mostra a vida de Robert McNamara, secretário de defesa dos Estados Unidos de 1961 a 1968, através de imagens de arquivo, gravações da Casa Branca e, em primazia, uma entrevista com McNamara aos 85 anos de idade. A entrevista trata dos trabalhos de McNamara como um dos Whiz Kids durante a Segunda Guerra Mundial e como presidente da Ford, e do seu envolvimento na Guerra do Vietnam enquanto foi secretário de defesa dos presidentes Kennedy e Lyndon Johnson.

Durante uma aparição em 2004 na UC Berkeley, Morris disse que se inspirou para criar o filme após ler o livro de 2001 escrito por McNamara (com James G. Blight), Wilson’s Ghost: Reducing the Risk of Conflict, Killing, and Catastrophe in the 21st Century. O webcast completo pode ser visto em UC Berkeley News.

O conceito de formular o filme em “11 lições” se originou do livro de 1996 de McNamara In Retrospect: The Tragedy and Lessons of Vietnam. Morris criou o filme através de lições das várias regras que McNamara se utiliza durante sua entrevista (Morris entrevistou McNamara por mais de 20 horas). As lições proporcionam uma estrutura a Sob a névoa da guerra, no entanto, essas lições não foram explicitamente criadas por McNamara (como anteriormente citado, durante o evento na UC Berkeley, McNamara declarou que não concordava com todas os aspectos das interpretações de Morris). Após a conclusão do filme, McNamara respondeu a Morris complementando as 11 lições do filme com mais 10 lições feitas por ele próprio. As lições estão inclusas no DVD.

Durante o evento em Berkeley, McNamara foi convidado a aplicar suas lições originais(do seu livro de 1996) para a Invasão do Iraque, e ele se recusou, argumentando que ex-Secretários de Defesa não deveriam comentar a política dos atuais Secretários de Defesa. McNamara sugeriu que outra pessoa aplicasse as suas lições ao Iraque se assim desejavam, mas que ele próprio não faria isso explicitamente, e comentou que suas lições eram muito generalizantes para qualquer conflito militar em especial (e ele havia as escrito algum tempo antes da guerra do Iraque).

As 11 lições do filme

1. Sinta empatia pelo inimigo.
2. Racionalidade não irá nos salvar.
3. Existe algo superior em uma pessoa.
4. Maximize a eficiência.
5. Proporcionalidade deve ser uma meta da guerra.
6. Consiga a informação.
7. Acreditar e ver, os dois podem falhar.
8. Esteja preparado para reanalizar seu pensamento.
9. Para fazer o bem, você pode ter que fazer o mal.
10. Nunca diga nunca..
11. Você não pode mudar a natureza humana.

NOTA DO BLOG: O documentário é OBRIGATÓRIO para todos os estudiosos de assuntos militares. Se você ainda não assistiu, alugue esta semana mesmo na sua locadora. Quem já assistiu, por favor, deixe um comentário com suas impressões. Abaixo, dois trechos do filme.

Tagged with:
 

No final de julho de 2008, a US Defense Security Agency tornou publico o interesse formal do Iraque em adquirir Carros de Combate do modelo M-1 Abrams, assim como veículos associados, peças de reposição, serviços de manutenção e logística. Provavelmente esses CC serão de construção nova e não transferidos dos estaques americanos. Com essa compra o Iraque será o quarto operador do modelo na região, junto com o Egito (M-1A1), Kuwait (M-1A2) e Arábia Saudita (M-1A2 SEP). O modelo ser adquirido, em um numero de 280 veículos, deve ser o M-1A1M, que deve ser um M-1A1 com algumas características da versão A2 e A2SEP.

 

Carros elétricos para o Exército dos EUA

O US Army planeja adquirir 400 unidades de carros elétricos da Columbia ParCar Corp., Native American Biofuels International e outros fornecedores em 2009. Essa quantidade pode subir para 4.000 unidades no Ano Fiscal de 2010, chegando ao final do programa talvez na casa das 10.000.

Estimativas apontam que cada veículo desse tipo em média gaste cerca de US$ 400 em eletricidade/ano, gerando uma economia de 2.875 galões de combustível.

Essas “viaturas verdes” serão para uso exclusivo dentro de bases e instalações militares no território continental do EUA. Se por um lado elas irão gerar economia em divisas e não são agressivas ao meio ambiente, por outro, são limitadas em termos de autonomia (80 quilômetros) e carga útil (menos de meia tonelada) e não tem a mesma flexibilidade do HUMVEE, que pode ser usado em funções “administrativas” do dia-a-dia ou em operações de campo.

 

SÃO PAULO – O ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, rejeitou uma sondagem da equipe do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a possibilidade de as Forças Armadas brasileiras ajudarem a policiar a América do Sul e o Caribe no combate ao tráfico de drogas. “As Forças Armadas do Brasil têm a tarefa de defender o Brasil, não de servir de polícia do mundo”, disse o ministro.
Autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Mangabeira encontrou-se com futuros auxiliares de Obama no início da semana passada para tratar de possíveis acordos com os EUA. Não houve consenso sobre o uso das Forças Armadas para ajudar a combater o tráfico de drogas no continente, mas foram iniciadas conversas a respeito de defesa, educação e biocombustíveis, entre outros temas.
Mangabeira pediu que os EUA, em vez de insistir em vender caças e outros armamentos ao Brasil, façam acordos de cooperação na área da defesa. “Senti que, na questão dos caças, eles ainda não querem oferecer a tecnologia. Mas admitiram colaborar com o Brasil na construção de tecnologia, pesquisa e produção. Podemos fazer uma troca de ideias e de pessoas”, afirmou. “Não vi arrogância na superpotência. Pelo contrário. Os Estados Unidos estão muito receptivos. Nada ajuda mais a abrir caminho do que as crises.

FONTE: Estadão

 
Page 2 of 41234