O sistema de Defesa Aérea de Moscou e da região econômica central russa vai receber novos sistemas, incluindo os S-400 e S-500.

A região econômica central é localizada na parte européia da Rússia, sendo a maior região industrial do país. Além de Moscou, as maiores cidades são Nizhny Novgorod, Smolensk, Yaroslavl, Vladimir, Tula, Dzerzhinsk, e Rybinsk.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

52 Responses to “Defesa aérea de Moscou receberá sistemas S-400 e S-500” Subscribe

  1. OTAVIO 14 de agosto de 2010 at 16:17 #

    Luxo !

  2. Colt 14 de agosto de 2010 at 17:20 #

    Vá lá que tenha alguma capacidade de destruir ogivas de reentrada na atmosfera mas, parece que esses sistemas são, essencialmente, para defesa contra ataques aéreos convencionais (aviões bombardeiros, mísseis de cruzeiro, etc).
    Um ataque com mísseis MIRV, levaria a centenas de ogivas sendo lançadas sobre um país.
    Imagine a quantidade desses sistemas “S-400/500″ necessários para a defesa contra um ataque desse tipo! Simplesmente, o número de lançadores teria que ser gigantesco ( e caro! ), sem contar que ineficaz, não precisa deixar passar todos os MIRV, somente uma percentagem, que passasse pela defesa, já traria destruição suficiente.
    Agora, como defesa contra aviões deve ser formidável

  3. Bosco 14 de agosto de 2010 at 18:28 #

    Colt,
    Embora esse sistema tenha mísseis com capacidade antibalística semelhante ao PAC-3 (pesando em torno de 400 kg) do sistema Patriot, ele só é adequado para interceptar mísseis balísticos de curto e médio alcance na fase terminal, endoatmosférica.
    Ele não consegue interceptar ICBMs que preferencialmente deve ter seus veículos de reentrada interceptados na fase intermediária, exoatmosférica.
    Os russos não possuem nenhum sistema operacional hoje dotado de veículos de interceptação exoatmosférico.
    Um abraço.

  4. Galileu 14 de agosto de 2010 at 18:49 #

    Bosco
    E o Tio San tem algum sistema de interceptação exoatmosférico?

  5. angelo jr 14 de agosto de 2010 at 18:57 #

    da discussão sobre misseis eu me retiro, mas q ficou uma bela de uma animação ficou.

    bosco, esse ICBM q tás falando, é akele msm q a gnt faz no Rise Of Nations?

  6. Colt 14 de agosto de 2010 at 19:34 #

    Bosco
    Ué…!
    Então o vídeo tá errado?
    Claramente, ele mostra uma ilustração de trajetória de ICBM e a representação de 10 ogivas de um MIRV se dirigindo para o solo.
    Os S400/500 não são adequados para interceptar o que o vídeo mostra?

  7. dieter91360 14 de agosto de 2010 at 20:32 #

    O que que saiu dos rumores sobre a suposta compra pelo Brasil de sistemas anti-aereo russos??? E verdade mesmo,ou so boato??
    Quem quiser,de uma olhado do meu canal do Youtube.

    http://www.youtube.com/user/joaodobrasil805

  8. Marcelo 14 de agosto de 2010 at 21:29 #

    Bosco,
    o S-400 possui sim capacidade ABM (Anti Ballistic Missile). Essa capacidade foi limitada pelo tratado ABM, ou seja para mísseis balísticos com alcance de até 3500km. Como o ABM não está mais valendo. O S-500 terá capacidade superior, imagino que para mísseis ICBM, com alcance na faixa dos 10000 km.

  9. Bosco 14 de agosto de 2010 at 21:43 #

    Como diz o velho Jack, vamos por partes.rsrsrsr

    Galileu,
    Os EUA têm o THAAD que é endoatmosférico alto (quase exo), o Standard SM-3 (lançados por navios e futuramente por terra) e o GBI que são exoatmosféricos (lançados de silos subterrâneos no Alaska e na Califórnia)

    Colt,
    pra mim tá errado sim. Esse vídeo é estranho. Mostra um ICBM lançado simultaneamente 10 veículos de reentrada. Isso não é comum de ocorrer. Só se for do tipo MRV (véiculos multiplos de reentrada) ou do tipo MARV (véiculos de reentrada manobráveis) . O mais comum são os MIRV (veículos de reentrada múltiplos contra alvos independentes).
    Os MRV estão ultrapassados e já não se usam mais, principalmente pelos EUA.
    Os MRAV estão ainda em fase de desenvolvimento e não consta que os EUA os tenha operacionais.
    O que os americanos usam são os MIRV. Ou seja, mísseis ICBM com ogivas múltiplas contra alvos independentes. Esse tipo de míssil não larga as 10 ogivas ao mesmo tempo. Ele larga uma de cada vez, geralmente impulsinada por um sistema de molas, aí, ele manobra e lança outra contra outro alvo, assim fazt por tantas vezes que for necessário até que acabem as ogivas.
    Hoje, o míssil americano com maior quantidade de ogivas é o Tridend II com 5 ou 6 (embora possa levar até 14), limitadas pelo tratado.
    Esse vídeo começa errado mostrando um míssil ICBM que não se comporta como um ICBM com ogiva MIRV.
    Quanto a interceptação, não se pode deixar pra fase terminal a interceptação de uma ogiva de reentrada de um míssil balístico. O ideal seria ter fazê-lo na fase intermediária, além da atmosfera, lançando mísseis com veículos de interceptação cinéticas.
    As que sobrassem, levariam alguns segundos para percorrer a camada atmosférica tida em geral como de 100 km. Uma ogiva que viesse a 8 km/s levaria alguns segundos para atravessar a atmosfera e atingir seus alvos. Não existe nenhum sistema atualmente que consiga fazer essa interceptação endoatmosférica com tal rapidez de reação.
    O S-400 com certeza não possui capacidade de interceptação exoatmosférica.
    Já o S-500, por tudo que já li também não parece possuir essa capacidade.
    Vale lembrar que as coisas lá na Rússia são muito nebulosas. Se você digitar “S-500 missile” no Google, não vai achar nenhuma foto ou informação dizendo que ele leva veículos de interceptação exoatmosféricos.
    Mesmo o grande alcance do sistema S-400 com mísseis de mais de 2,5 t, é apenas contra aeronaves. Contra balísticos, ele usa um míssil menor, do tamanho de um PAC-3 com uns 400 kg, que não deve poder interceptar mísseis balísticos além de 50 km de alcance e uns 40 km de altitude.
    Agora, pode ser que o sistema S-400 e S-500 venham a ter a opção de mísseis com capacidade exoatmosférica, mas até hoje isso não foi divulgado.
    Espero ter ajudado. Ou complicado. rsrsrsr.

    Um abraço a todos.

  10. Bosco 14 de agosto de 2010 at 21:54 #

    Marcelo,
    É isso mesmo. É dito que o S-400 seria capaz de interceptar mísseis balísticos de alcance intermediário, mas como disse, se ele o faz, o faz dentro da atmosfera.
    Eu acho exagero essa afirmação russa. Um míssil com 3500 km de alcance deve ser interceptado de preferência também na fase intermediária.
    Quanto ao S-500, ainda deve levar uns 10 anos pra ficar pronto. Aí a gente vê.
    Provavelmente ele deverá contar com veículos de destruição manobráveis no espaço, mas não acredito que seja capaz de interceptar mísseis ICBM. Acho que deverá ficar mais pra um SM-3 com capacidade de interceptar mísseis intermediários.
    Um abraço.

  11. Bosco 14 de agosto de 2010 at 22:04 #

    “O S-500 é uma nova geração de sistema de mísseis ar-superfície, projetado para interceptar mísseis balísticos intercontinentais e para defesa contra aeronaves AWACS. Não é uma versão atualizada do S-400 . Com um alcance previsto de 600 km (373 milhas), o S-500 será capaz de detectar e, simultaneamente, interceptar até 10 alvos balísticos supersônicos voando a uma velocidade de 5 km/s.”

    Texto extraído do Wikipédia em inglês.

    Como se pode ver há muitas contradições. Um míssil com 600 km de alcance capaz de interceptar AWACS e ICBMs?

  12. Bosco 14 de agosto de 2010 at 22:06 #

    Correção: onde se lê “ar-superfície” leia-se “superfície-ar’.
    Coisa do tradutor do Google. rsrsrs

  13. Colt 14 de agosto de 2010 at 22:12 #

    Bosco,
    Complicado não… de maneira nenhuma! rs
    Na verdade, acho sempre muito interessante poder fazer uma análise mais apurada das notícias que nos chegam – neste caso através desse vídeo – e pelas informações que vc conpartilhou conosco.
    Um sistema de defesa contra ICBM, se implementado, seria um grande negócio para as empresas produtoras, afinal, teríamos que ter milhares deles pra dar conta de tanta ogiva. rss
    Um abraço.

  14. Galileu 14 de agosto de 2010 at 22:18 #

    Valew Bosco..

    Nossa o S400 e seus mísseis só tem 40km de alcance de altitude contra icbm……
    Poxa e eu achando que o S400 era o bixo, 40km se tratando em ogivas a grande velocidade……essa altitude de interceptação é bem pequena, bem eu acho haha…

    A verdade é que se um ICBM ou SLBM for lançado, já era!!

  15. aquino 14 de agosto de 2010 at 23:27 #

    caro bosco eu naõ acho que moscou naõ tenha um sistema anti-misseis eficaz e nem um endoatmosférico e o sistema thaad naõ esta totalmente operacional por ser um projeto dos anos oitenta e de medio alcance o gbi naõ se sabe sua real capacidade por ter cometido varias falhas em testes naõ podemos esqueser o novo icbm russo que esta teste e já preocupa muito os americanos afinal discussaõ continua….

  16. Bosco 14 de agosto de 2010 at 23:42 #

    Eu exagerei um pouco na velocidade de uma ogiva de ICBM atravessando a atmosfera. Disse ser de 8 km/s. Na verdade é menor, cerca de 5km/s. Mesmo assim sobra muito pouco tempo de reação para a defesa. Por isso é preferível que um ICBM seja interceptado no meio do caminho, já que leva mais de 20 minutos na fase intermediária, após a queima do propulsor.

    Hoje está praticamente descartada a hipótese de defesa contra um ataque maciço de ICBMs. Por exemplo, os russos não têm como se defenderem dos americanos e nem o inverso.
    O que se busca é uma capacidade limitada de defesa contra um “país pária” que tenha capacidade de ataque limitada. Ou seja, os EUA procuram se defender da Coréia do Norte, Irã, etc, contra um ataque limitado.
    Contra um ataque maciço como o que poderia ter ocorrido no passado, com mais de 2000 ogivas vindo em sua direção, é impossível haver defesa segura baseada em tecnologia de mísseis antibalísticos. Quem sabe com lasers em órbita, etc, mas aí é outra estória. rsrsrs
    Só de curiosidade, na época do projeto Guerra nas Estrelas do Reagan, a defesa dos EUA se daria por camadas. A primeira camada seria por lasers baseados em órbita que iriam destruir a maior quantidade possível de ICBMs tão logo subissem a mais de 30 km de altura, antes de desligarem seus motores e largassem as ogivas múltiplas.
    Os que conseguissem passar teriam suas ogivas destruídas por satélites dotados de veículos de destruição cinética ou com canhões eletromagnéticos, já que as ogivas em si são pouco vulneráveis a lasers.
    Os que conseguissem passar seriam atingidos por mísseis interceptadores exoatmosféricos lançados do solo.
    Ou seja, não foi pra frente devido a alta complexidade e custo.
    Os russos pensam da mesma forma que os americanos. Se querem proteger Moscou contra mísseis balísticos não é pensando em um ataque americano e sim em um ataque limitado de alguma ex-república, etc.

  17. Bosco 14 de agosto de 2010 at 23:57 #

    Aquino,

    O THAAD está operacional sim, embora com poucas unidades. Tem capacidade contra mísseis de alcance intermediário.
    O GBI já está operacional embora o sistema como um todo de forma limitada. Mas já há mísseis instalados em seus silos no Alaska e na Califórnia. Protege o território continental americano contra ICBMs.
    O SM-3 está de vento em popa nos AEGIS e logo terá uma versão lançada por lançadores móveis de terra.
    O Patriot PAC-3 também está bombando dando proteção contra mísseis táticos, de curto alcance e provavelmente até de médio alcance.
    O Standard SM-2 Block IV, baseado em navios, tem capacidade antibalístico endoatmosférico contra mísseis de curto e médio alcance que possam ameaçar a frota. Seria melhor instalar PAC-3 e/ou THAAD nos navios.

    Moscou com certeza deverá possuir um sistema antimíssil eficaz, embora não contra ICBMs, pelo menos por enquanto.
    Ao contrário dos EUA, a Rússia é vulnerável a IRBMs, MRBM, SRBMs, TBMs. Os EUA só são vulneráveis a ICBMs.
    É mais fácil defender Washington que Moscou.

  18. aquino 15 de agosto de 2010 at 13:34 #

    eu naõ acho que os eua saõ vulneraveis só aos icbms pois seus sistemas ainda naõ foram testados contra misseis com boas performasses e também saõ vulneraveis ao tbms – sbrms–mrbm -irbms moucou tem misseis contra para si defender nos seus navios apesar de poucos recursos .

  19. Bosco 15 de agosto de 2010 at 13:54 #

    Aquino,
    Eu me referi ao território dos EUA, continental, este pode ser atingido por mísseis TBM, SRBM, MRBM e nem por IRBM, porque nem o Canadá e nem o México ameaçam os EUA e sequer possuem esses meios de ataque. Nem Cuba, Venezuela, etc.
    Ao contrário, a Rússia é vulnerável a todos esses mísseis já que faz fronteira ou está próximo a um monte de países que possuem essas armas e poderiam usá-las.
    Tirando o Alaska, que é vulnerável a mísseis SRBM russos.rsrsr
    Agora, as forças americanas distribuídas pelo mundo são vulneráveis a todos esses mísseis. Embora para todos, haja uma contrapartida americana já operacinal ou em vias de estar.
    A rigor os EUA continental só é vulnerável a ICBMs e SLBMs.
    Um abraço.

  20. Bosco 15 de agosto de 2010 at 15:10 #

    Correção:
    “Eu me referi ao território dos EUA continental, este NÃO pode ser atingido por mísseis TBM, SRBM, MRBM e nem por IRBM, porque nem o Canadá e nem o México ameaçam os EUA e sequer possuem esses meios de ataque.”

  21. Biel 15 de agosto de 2010 at 19:17 #

    E nós não temos nada !
    Estamos com nosso espaço aereo desprotegido ,não temos baterias anti-aéreas e nossa unica defesa são os Mike(F-5) .
    Lamentavel

  22. aquino 15 de agosto de 2010 at 19:42 #

    agora voc~e esclareceu bem cara uma perguta fica si moscou tem misseis para abater satelites posssui sim defesas eficazes contra como thaad mas a verdade é que nem eua e russia consiguiriam destruir os missies com varias ogivas seria o fim mas naõ si esqueça moscou mesmo com mundo defamando seus armamentos eles saõ muito capazes vamos experar e muitas novidades de moscou agora com sua recuperaçaõ economica um abraço bosco………….

  23. Bosco 15 de agosto de 2010 at 20:17 #

    Aquino,
    Eu pelo menos não defamo os armamentos russos não.
    Acho só que existe pouca informação daquele lado. Embora o tradutor do Google tem ajudado muito já que se pode entrar em sites russos, chineses, etc, e formar uma base.
    Quanto aos armamentos ocidentais, há mais informações disponíveis.
    Eu acho por exemplo, os armamentos de terra dos russos, iguais ou até melhores que seus congêneres ocidentais.

    Quanto à defesa antimíssil de Moscou, salvo engano, era baseada em mísseis antimísseis nucleares, que devem ter sido retirados por força de algum tratado ou por obsolência mesmo.

    Em relação a defesa antimíssil americana ela jamais daria conta de um ataque maciço russo. Além do grande número de mísseis existem o problema que você citou que é o grande número de ogivas e pra piorar a situação cada míssil ainda leva dezenas de decoys (falsas ogivas) que são capazes de saturar qualquer sistema defensivo.
    Agora, não há como negar o avanço americano em relação à Rússia na sua capacidade antimíssil. Gostando ou não, não podemos fazer nada. Se os russos estão bem adiantados em algumas área, nessa infelizmente para os entusiastas da tecnologia russa, eles perdem de goleada.
    Não há uma relação direta em “capacidade antisatélite’ com “capacidade antibalístico”, embora sejam realmente duas faces da mesma moeda.
    Em geral quem domina a capacidade antibalístico domina a antisatélite, mas o inverso não é necessariamente verdadeiro.
    Para abater um satélite não se faz necessário dezenas ou centenas de sistema de reação rápida. O mesmo pode ser interceptado em um processo que leva horas, mesmo dias de antecedência, por uma série de sistemas.
    Um abraço.

  24. MA 16 de agosto de 2010 at 8:59 #

    Bosco, os russos possuem sim ABM para interceptação de ICBM, digo isso pois, salvo engano, possuem capacidade para interceptação de ICBM no ápice da tragetória. Sistemas antigos, alguns baseados no R-7, eram empregados principalmente no círculo de defesa do distrito de moscow, mas não é fácil achar informações detalhadas desses sistemas, aparentemente alguns estão inativos, mas há sistemas que foram instalados a relativamente pouco tempo (finais dos 70) então eu acho que podem estar operativos, sim, como alguns analistas internet afora também creêm.

    Outra coisa são os sistemas anti-aereos de longo alcance com ogiva nuclear opcional, que são, teoricamente, viáveis para a interceptação de MIRV.

    Posso estar engano, por favor me corrija se estive equivocado.

    Dentre os modelos estão o A-350, PRS-1 e A-135. A evolução desse tipo de sistema (ABM) realmente estagnou na Rússia, por força do destino econômico e político da nação, mas o status a que chegaram na guerra-fria, nesse ramo, é inegável. Logo creio que o gap não seja tão grande em relação aos americanos, especialmente porque os soviéticos se mostravam bastante pioneiros quanto a tecnologia espacial.

    PS:. Quanto aos “ataques maciços de destruição mútua”, com certeza nenhum desses países tem capacidade de detê-lo. O máximo que conseguiriam num cenário desses é evitar a total destruição instantânea da nação, protegendo pontos chave ou minimizando os danos nestes… Mas creio que os efeitos posteriores tornariam impossível a continuidade de qualquer tipo de operação no caso de um armageddon.

  25. Bosco 16 de agosto de 2010 at 9:48 #

    MA,
    Valeu.

  26. MA 16 de agosto de 2010 at 18:44 #

    Uma errata,
    o míssel exoatmosférico do mais novo sistema russo, o A-135, que é o ОKB 51T6, aparentemente possui alcance exoatmosférico de ~600km e teto de +100km, sendo assim fica muito longe de conseguir interceptar um ICBM no ápice de tragetória.
    Contra MIRV já apresenta problemas, assim como o americano, RIM-161, a única alternativa são as ogivas nucleares, que são opcionais nesse sistema.

    Abs

  27. aquino 16 de agosto de 2010 at 19:44 #

    eu sabia que moscou tinha capacidade de se defender dos icbm com alacance exoatmosferico mesmo um pouco inferior ao dos eua esse sitema a-350 foi estalado na ucrania na época da guerra fria depois retirado após a guerra fria agora naõ sei si foi estalado em moscou a verdade é saõ poucas as informaçaões sobre os sistemas russos….

  28. MA 16 de agosto de 2010 at 20:10 #

    Aquino,
    os mísseis do A-350 passaram por um processo de descomissionamento a algum tempo. Eram lentos e tinham alcance demasiado limitado e passaram a ser substituídos por novos sistemas. O mais novo é o A-135, mas há tb o S-225 e outros, salvo engano.

    Os radares de vigilância e aquisição do A-350 que não foram sucateados foram reaproveitados no A-135

  29. angelo jr 16 de agosto de 2010 at 21:00 #

    cara, os russos não vão falar o sistema de defesa deles. os caras tem coisas q nem msm eles sabem. eu vi uma matéria um tanto velha da national geographic q mostrava armas biológicas russas guardadas em latas de ervilha velha em bases abandonadas. naum duvido q eles tenham um sistema capaz de derrubar ICBMs, só não são idiotas de contar =D

  30. angelo jr 16 de agosto de 2010 at 21:04 #

    e bosco, infelizmente vc naum me respondeu diretamente a pergunta, mas acho q deu pra sacar q o ICBM q vcs falam aki naum é o msm do Rise of Nations (como vc disse em outro tópico, vc joga joguinho de guerra, então eu tava na esperança q pudesses me responder)

  31. Bosco 16 de agosto de 2010 at 21:22 #

    Angelo,
    Me desculpe. Não tinha lido sua pergunta.
    Mas também não saberia responder não. Não tenho familiaridade com esse jogo. Me mostra uma foto que eu te digo.
    um abraço.

    MA,
    Esses sistemas russos usavam ogivas nucleares e não devem estar operacionais mais. Devem ter sido retirados após o término da Guerra Fria. Os mísseis são chamados de Gazelle (ABM3) e Gorgon (ABM4).
    Quanto a defesa dos EUA existe sim e está operacinal. É o GBI (interceptador baseado no chão). Ele é capaz de interceptar veículos de reentrada no espaço, na fase intermediária e atinge uma altura de até 2000 km. O apogeu de um ICBM não passa de uns 1500 km.
    Ele é limitado ainda porque não usa véiculos de destruição múltplos, mas apenas 1 por míssil. Até 2012 estarão disponíveis mísseis que poderão levar até 8 MKVs para fazer frente a mísseis ICBM com ogiva MIRV.
    Eles são baseados no Alaska e na Califórnia.
    Futuras versões do SM-3 poderá também ser usado contra ICBMs, mais precisamente o SM-3 Block IIA, que só deverá estar operacional a partir de 2012.
    Um abraço.

  32. Bosco 16 de agosto de 2010 at 21:40 #

    Uma rápida olhada num excelente site (http://www.missilethreat.com) sobre o tema e lá vai:
    O sistema que defende Moscou e algumas bases de ICBMs é o A-135. Ele é composto pelos mísseis Gazelle (ABM-3) e Gorgon (ABM-4). O Gazelle é endoatmosférico e o Gorgon é exoatmosférico.
    Eles são similares ao sistema americano já aposentado há muito tempo, o Safeguard que usava mísseis antimísseis nucleares, o Spartan e o Sprint.
    Ambos os mísseis russos, assim como os americanos, são dotados de ogivas nucleares e suas detonações poderiam comprometer a própria Rússia.
    Embora haja meio que uma “névoa” sobre o tema, parece que muitos foram retirados e alguns receberam ogivas convencionais. São da década de 70 e é muito pouco provável que os poucos que ainda estejam operacionais, se é que estão, sejam eficazes.
    Como o americano atual, não é efetivo contra ataques de saturação usando MIRVs e é de pouca utilidade mesmo contra ataques limitados, diferente do americano. Claro, sé é que ainda está operacional.

  33. angelo jr 16 de agosto de 2010 at 21:46 #

    infelizmente naum achei uma imagem decente, mas acredito q naum seja. pelo oq entendi, o ICBM é um missel q se “divide” (as ogivas atingem diversos pontos), enquanto q na versão do jogo, é um ataque sólido

  34. Bosco 16 de agosto de 2010 at 22:05 #

    Angelo,

    ICBM é um míssil balístico de alcance intercontinental.
    É o míssil balístico de maior alcance que existe e ele pode ter várias ogivas.
    Ele pode ser de:
    Ogiva única (SRV)
    Ogivas múltiplas (contra um único alvo) ou MRV
    Ogivas múltiplas, contra alvos independentes (MIRV)

    Um ICBM ainda pode levar chamarizes (falsas ogivas) e chaffs. São os chamados “auxiliares de penetração”.

    Além dos ICBMs existem os SRBM, MRBM e IRBM.
    SRBM (míssil balístico de curto alcance) até 1000 km de alcance.
    MRBM (alcance médio) de 1000 até 3000 km mais ou menos
    IRBM (alcance intermediário) de 3000 até 5500 km.
    E o ICBM já falado, com mais de 5500 km. Alguns chegam a 15000 km.

    Um abraço.

  35. angelo jr 16 de agosto de 2010 at 22:09 #

    então era um ICBM SRV, pq era só um unico alvo. cara, tu arranjou tudo isso em jogo e google?

  36. Bosco 16 de agosto de 2010 at 22:30 #

    Angelo,

    É um caso típico de idade avançada rsrsrsr

    Um abraço.

  37. #Wagner 17 de agosto de 2010 at 14:54 #

    Isso aí, e assim a Russia vai se recuperando.
    Que fim levaram os Galosh ??? Não tinha um monte deles defendendo Moscou ??

  38. MA 17 de agosto de 2010 at 14:57 #

    Bosco, não há como comprometer a própria rússia, visto que as ogivas são detonadas acima de 40km de altitude e são chegam a ter 1Mt.
    ABM-3 é o sistema, conjunto de defesa anti-aerea que envolve os radares OTH, como o DON-2NP e os mísseis, que são os ОKB 51T6 para uso exoatmosférico. Isso ví procurando nos foruns russos com o Google Translator.
    Segundo os mesmos forúms, a última atualização que esse sistema sofreu foi no final dos anos oitenta, com enfase nos sistemas de vigilância e compartilhamento de dados e o ОKB 51T6 só passou a ser operacional no início dos anos 90. Muito provavelmente ainda estão operacionais e efetivos.

    Quanto ao GBI, tinha esquecido completamente dele… Já havia lido, mas muito pouco, recordava apenas de ter feito alguns testes mas não de performance.
    Os russos tem um gap quanto aos ABM de longo alcance (visando atingir ICBM em alta-orbita), por isso seus sistemas são tão concentrados, como no distrito de Moscow.

    Abs, acho que agora não há sequer mais exclarecimentos possíveis!

  39. aquino 17 de agosto de 2010 at 15:04 #

    caro ma.os novos misseis usam sim mesmo radar do a-350 esses novos misseis saõ uma modernização dos existentes a-135 ma com performas melhores que a do a-350 e tembém de alcance mas fontes citam que o a-350 ainda esta em operação em moscou com pucas unidades …………

  40. MA 17 de agosto de 2010 at 16:20 #

    Caro Aquino… Não sei onde viu que eu disse que o A-135 não usa alguns dos radares do A-35. Os próprios Don-2NP já eram usados no A-35.

    Um bom link, com um resumo da história:
    http://kursakov.narod.ru/a135.htm

  41. aquino 17 de agosto de 2010 at 22:14 #

    cara .naõ presciso de link da proxima vez explique melhor. e alcance do a-135 e o do s-225….

  42. #Wagner 18 de agosto de 2010 at 17:31 #

    Acho que os dois países ainda não tem condições de segurar um ao outro, pois as tecnologias anti-misseis ainda são duvidosas demais.
    Russia e EUA se equilibram com a mesma logica da guerra fria: se eu morrer, vc tambem morre.
    Por isso mesmo Obama e Medvedev concluiram que não vale mais a pena brigar, é melhor serem amigos, apesar de algumas diferenças ideologicas.
    Mas será interessante daqui a uns anos com o S500, se ele conseguir em algum teste fazer uma boa interceptação. O video mostrado pode provar ser correto daqui a uns anos.
    E Zabruska !!!!

  43. Bosco 18 de agosto de 2010 at 22:54 #

    MA,
    Eu ainda sugiro que dê uma olhada no site que eu referi.
    O http://www.missilethreat.com é bem balizado.
    Volto a afirmar que tenho dúvidas da operacionalidade do sistema antibalístico que protege Moscou.

  44. MA 19 de agosto de 2010 at 18:00 #

    Bosco, como você dúvida de sua operacionalidade se no próprio link que você colocou diz que os russos estão realizando, no “Sary-Shagan Test Range” no Cazaquistão, testes com o A-135?

  45. Bosco 19 de agosto de 2010 at 19:12 #

    Pois é MA. O problema é que esses mísseis foram testados em 2004. De lá pra cá não se falou mais neles.
    Eu não duvido da capacidade técnica dos russos. Eu duvido é que tenham dinheiro para manter esse sistema operacional tendo em vista o término da Guerra Fria e o baixo nível de prioridade atual.
    Mas como não há notícia também do término do sistema eu concordo que eles devam ter um sistema anti-balístico defendendo Moscou, mas que devem estar loucos para colocarem operacinais os S-500 e aposentarem esses “monstros”, relíquia da Guerra Fria.
    Um abraço.

  46. MA 19 de agosto de 2010 at 21:03 #

    Só se esse S-500 for um verdadeiro salto. Porque todos os sistemas com a designação S vêm sendo utilizados para interceptação de aeronaves e mísseis, normalmente em envelope endoatmosférico.
    Os A-135 foram modernizados nos anos 90, segundo o próprio site, e pelo visto eles não pretendem aposentá-los tão cedo…

    Mas esses sistemas são compatíveis com os radares OTH Pillbox e Don, a não ser que os S-500 também o sejam o A-135 ainda será o sistema de defesa ABM de Moscow.

  47. Bosco 19 de agosto de 2010 at 21:26 #

    MA,
    O problema é que adaptaram alguns Gazelle que antes levavam cargas nucleares, para portarem ogivas “convencionais”.
    Não me consta que tais mísseis aptos a destruirem por detonação nuclear, tenham capacidade hit-to- kill, possibilitando a destruição por impacto direto.
    Tais mísseis eram (e são) guiados por comando de rádio, sem nenhum tipo de homing terminal para refinar a orientação e possibilitar um impacto direto, além de serem dotados de espoleta de proximidade, o que não boto fé como método para interceptar veículos de reentrada de mísseis balísticos.
    O Patriot PAC-1 em 1991 não obteve grande sucesso contra simples SCUDS, que sequer são dotados de ogivas de reentrada, exatamente por não usar o método hit-to-kill (além de vetoramento de empuxo, etc), “problemas” que foram resolvidos na versão PAC-3.
    A menos que houve um programa secreto de aperfeiçoamento desses mísseis convencionais, a base da defesa continua sendo “nuclear”, o que não me parece uma boa idéia, mesmo sabendo que as detonações ocorrreriam a mais de 30 km de altitude.
    Também, salvo engano, sistemas ABM dotados de ogivas nucleares foi motivo de limitação por força de um desses tratados por aí. rsrsrsr
    Mas como disse, após esse post, mudei minha idéia que Moscou não conta com um sistema ABM operacional na atualidade, embora continue convicto que tal sistema protege única e exclusivamente a capital e no máximo alguma base de ICBM, não se estendendo para todo o território russo e nem para a proteção do exército russo, que somente agora irá contar com o sistema S-400, o que garante uma proteção limitada contra mísseis de curto alcance, embora também saibamos muito pouco sobre o sistema como um todo, e nos baseamos apenas em informações gerais.
    Um abraço.

  48. aquino 19 de agosto de 2010 at 22:41 #

    a verdade é que voceis naõ cairam na real há pouca informaçaõ sobre esse sistema mas vai aver muitas informaçaões logo um abraço…..

  49. MA 20 de agosto de 2010 at 14:42 #

    Bosco,
    Só reiterando; o último teste com o sistema foi em 2007, certamente é operacional; em 2005 há a notícia da modernização, citando que o míssel, radares e sistemas de compartilhamento de dados sejam os alvos da modernização.
    E eu também não creio como você pode acreditar que uma ogiva de fragmentação com pelo menos 1,5ton não seja o bastante para interceptar um ICBM ou MIRVs, mesmo com um déficit de precisão, apesar de eu achar que as ogivas nucleares ainda estão operacionais.

    Somando tudo, eu acho evidente que é um sistem antigo e em processo de obsolecência, o oficialado russo adquiriu a prática dos ambientalistas, tecer comentários tão estarrecedores e absurdamente inacreditáveis que se torna impossível não dar-lhes alguma atenção.

    Com sorte essa iniciativa dará algum resultado e os russos terão ABM mais modernos, contudo é tudo uma questão de necessidades… Atualmente com fim da guerra-fria, limitação econômica da federação e uma série de reformas a serem feitas, eu acho que o caminho preferível para as autoridades russas será a modernização dos sistemas vigentes, isso seria o que eu faria.

    Acho que já é possível enterrar o assunto!
    Abs

  50. LUFE 5 de novembro de 2010 at 23:34 #

    De td que li aqui o curisoso é que os melhores foguetes são russos. Os melhores sistemas de defesa anti-aérea são russos(os S-400,liquidam fácil os F-22 e similares, os futuros S-500 darão ampla cobertura e destruirão os mísseis balísticos na alta atmosfera antes de liberarem as suas ogivas há 75 km de altitude e 3 500 km de distância). O melhor míssel hipersônico do mundo o Bhramos é russo-indiano coloca o Nimitiz no fundo do mar só com carga convencional. A Rússia tem A Soyuz, o Porton-M e o Topol-M(impossível de ser derrubado) e o RS-24, pavor dos EUA. Se td isto que se encontra nos melhores sites militares for invenção pq tamanha preocupação dos EUA com os Russos? Ou vão me dizer que estão preocupados com o poderio bélico iraniano(kkkkkkkkkk).

  51. LUFE 5 de novembro de 2010 at 23:38 #

    Os estadunidenses tem tamanha paranóis dos russsos(mesmos tendo armas mais sofisticadas sob o pontro de vista tecnológico) que bastaram dois akulas chegarem próximo a costa leste dos EUA para eles entrarem em pânico. Outra curiosidade é se as defesas dos EUA são tão fabulosas como n derrubaram os aviões sequestrados em 11 de setembro de 2001? Há algo de errado nesta história. Tenho certeza de não destruiriam o kremilin com nenhum avião sequestrado pois os russos o abateriam a centenas de km de distância. Abçs nacionalistas. :)

  52. Reinaldo Deprera 21 de julho de 2014 at 16:17 #

    Eu não sei como Bosco tem tanta paciência com a ignorância alheia.

    Olha os comentários do LUFE. Mel Dels!

    Save Ferris!

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