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O ministro da Defesa encontra-se nesta terça-feira na Amazônia, onde visita o Comando Militar da Amazônia. Às 11 horas, embarca com destino ao Haiti, onde realiza visita oficial.
Segue a agenda:

  • 08h00 - Visita ao Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia (CECMA)
  • 10h00 - Deslocamento para aeroporto
  • 11h00 - Decola para Porto Príncipe
  • 13h40 - Previsão de chegada (Fuso horário -3h)
  • 14h50 - Boas vindas
  • 15h10 - Instalação na organização militar da Força de Paz do Contingente Brasileiro
  • 16h20 - Briefing Minustah
  • 16h35 - Briefing Componente Militar
  • 17h10 - Briefing Contingente Brasileiro
  • 17h40 - Visita às Bases das organizações militares da Força de Paz

Porto Príncipe (Haiti) – No dia 12 de janeiro, data do segundo aniversário do terremoto que vitimou centenas de milhares de pessoas no Haiti, foi realizada uma formatura em homenagem aos militares brasileiros mortos na catástrofe, nas dependências do 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz. Na oportunidade, foi depositada uma corbelha de flores no Memorial às Vítimas do Terremoto de 12 de janeiro de 2010.

A solenidade foi presidida pelo Comandante do Contingente Brasileiro no Haiti, Coronel Luciano Mendes Nolasco, e contou com a presença do Comandante do 2º Batalhão de Infantaria de Força de Paz, Coronel Enio Machado Martins Júnior, do Comandante da Companhia de Engenharia de Força de Paz, Tenente-Coronel José Sirnando Cavalcante das Neves, e do Comandante do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, Capitão de Fragata Fuzileiro Naval Claudio Eduardo Silva Dias.

FONTE: EB

Brasília, 02/01/2012 – Um soldado brasileiro que integrava a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) faleceu na última sexta-feira (30/12), em um acidente de carro em Porto Príncipe, capital do país.

A informação foi confirmada por militares que integram o segundo Batalhão Brasileiro no Haiti (Brabatt 2).

Diego Mendes dos Santos fazia a segurança de uma viatura que deixava a base do Brabatt 2 quando, segundo informações da unidade, se desequilibrou e caiu do veículo, batendo a cabeça no chão.

Socorrido no hospital militar da Organização das Nações Unidas (ONU), o soldado acabou não resistindo aos ferimentos. De acordo com o batalhão, o militar morreu em decorrência de traumatismo cranioencefálico.

Proveniente de São Paulo, Diego Mendes dos Santos tinha 22 anos de idade e estava desde setembro de 2011 no Haiti, onde permaneceria até o próximo mês de abril. O soldado integrava a tropa do 8º Batalhão de Polícia do Exército (BPE), localizado na capital paulista.

Seu corpo ainda se encontra em Porto Príncipe e só retornará ao Brasil após ser embalsamado em Santo Domingo, na República Dominicana. Existe a possibilidade também de que o corpo seja submetido a necropsia na capital dominicana, o que retardaria em cerca de um mês seu envio ao Brasil.

De acordo com o Brabatt 2, um inquérito policial militar foi aberto para apurar as circunstâncias do acidente. O processo costuma durar 40 dias. A ONU deve adotar procedimento similar.

O contingente militar brasileiro no Haiti reúne cerca de 2.200 homens. Os efetivos se dividem entre os batalhões Brabatt 1 e 2, uma companhia de engenharia (Braengcoy), um grupamento de fuzileiros navais e um pelotão da Aeronáutica.

Cabe ao Brabatt 2 a tarefa de realizar o patrulhamento diário de áreas previamente determinadas em Porto Príncipe. O batalhão foi enviado ao Haiti em fevereiro de 2010, em atendimento ao pedido de aumento de efetivo após o terremoto que devastou o país em janeiro do mesmo ano.

Recentemente, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a redução de efetivos das tropas de paz no Haiti e anunciou que, a partir deste ano, cerca 3.300 soldados serão retirados do país.

FONTE: Ministério da Defesa

O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta sexta-feira a redução das tropas de paz no Haiti e anunciou que, a partir do ano que vem, cerca 3.300 soldados serão retirados do país.

Com a decisão, o total de militares da missão será reduzido para 10.500 – mesmo número de soldados que estava no país antes do terremoto, que devastou partes do país em janeiro de 2010.

Segundo a ONU, a redução se justifica porque, apesar de frágil, a situação da segurança do país melhorou.

O porta-voz do Itamaraty, embaixador Tovar Nunes, confirmou à BBC Brasil que 257 dos 2.200 militares brasileiros deixarão o país.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, já havia anunciado a retirada parcial, em março de 2012, dos brasileiros da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti), cujo comando militar é liderado pelo Brasil.
“Essa posição, que já havia sido coordenada com a Defesa, foi aprovada por consenso hoje”, afirmou Nunes.

“E o chanceler (Antonio Patriota) aproveitou a visita da primeira-dama haitiana, Sophia Martelly, ao Brasil para elogiar a formação do novo governo e para reiterar o engajamento do Brasil com o desenvolvimento do Haiti, seguindo os desejos da população.”

Popularidade em queda

O plano da ONU prevê a redução dos atuais 7.340 soldados para 3.241 no próximo ano. Muitos haitianos, no entanto, vêm pedindo a retirada total das forças da ONU no país.

Isso porque a popularidade da Minustah entre os haitianos vem caindo os últimos meses, principalmente pelas acusações de que os soldados da ONU vindos do Nepal foram os responsáveis por levar a cólera ao país, que matou cerca de 6 mil pessoas.

A situação da missão se agravou no mês passado, quando foi publicado na internet um vídeo nas quais militares da força de paz uruguaios supostamente estupraram um haitiano de 18 anos.

O governo do Uruguai determinou o retorno imediato dos cinco “capacetes azuis” do país acusados de envolvimento no caso.

Progressos

A Minustah foi criada pelo Conselho de Segurança em 2004 e desde então vem auxiliando as policiais a manter a segurança do país, especialmente durante as eleições, que foram marcadas por fraude e revoltas.

A missão é formada por soldados provenientes de 18 países, principalmente latino-americanos.

Apesar da melhora na segurança do país, a resolução da ONU expressou “preocupação com os novos crimes que se popularizaram após o terremoto, como assassinatos, estupros e sequestros na capital Port-au-Prince e nos departamentos no oeste.”
Mas o conselho afirmou que o Haiti “teve progressos consideráveis” desde o tremor: “Pela primeira vez em sua história, o Haiti está passando por uma transferência pacífica de poder.”
O país ainda enfrenta um imenso desafio no que diz respeito à reconstrução pós-terremoto, que matou mais de 250 mil pessoas.

FONTE: BBC Brasil

Nota do Editor: A retirada dos 257 soldados brasileiros já era esperada pois esse contigente “extra” foi enviado para auxiliar os trabalhos de resgate e reconstrução do Haiti após o terremoto sendo mantido a Tropa para Manutenção da Paz.

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Novo ministro pensa em estratégia para a retirada dos militares brasileiros que estão no país caribenho desde 2004

O ministro da Defesa, Celso Amorim, pensa em uma forma de programar a saída das tropas brasileiras do Haiti. O ex-chanceler já tem em mãos o relatório sobre os custos da manutenção da Força de Paz nos últimos seis anos. Desde 2004, quando a ocupação teve início, pouco mais de R$ 1 bilhão saiu dos cofres brasileiros para bancar as despesas dos militares que participam da missão. São gastos que incluem compra de material para os alojamentos, treinamento de pessoal, viagens, palestras e manutenção de equipamentos. Uma conta considerável, segundo especialistas, principalmente no momento em que a pasta reclama dos constantes contingenciamentos orçamentários e da falta de recursos.

No ano passado, a manutenção das tropas no Haiti custou R$ 426 milhões aos cofres públicos. A conta inclui os R$ 140 milhões das despesas anuais previstas e outros R$ 286 milhões gastos com a ajuda humanitária enviada pelo Brasil depois que um terremoto devastou o país caribenho.

Na matemática dos gastos entram reembolsos feitos pela Organização das Nações Unidas (ONU) ao Brasil. Segundo relatório do Ministério da Defesa enviado à Câmara dos Deputados, nos últimos anos esses ressarcimentos somaram cerca de R$ 168 milhões: 16,45% do que foi executado pelo governo brasileiro. O percentual, considerado baixo, vinha gerando sucessivas reclamações do antigo comandante da pasta Nelson Jobim, demitido na semana passada.

Divergências

Segundo o professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) Pio Penna Filho, não é apenas pelas despesas criadas para manter suas tropas na missão no Haiti que o Brasil precisa pensar em deixar Porto Príncipe. “O custo não é o grande problema. Está no momento de sair, mas não se sabe como sair. É necessário haver um processo de transição. O que não se pode é deixar o tempo passar de forma que a permanência das tropas se torne eterna. Há questões políticas envolvidas nesse processo e até os haitianos já declararam que não querem uma intervenção eterna”, pondera o especialista.

O fim da participação brasileira na Força de Paz do Haiti deve ser uma das primeiras medidas adotadas pelo novo ministro. Em reunião com os comandantes das Forças Armadas no último sábado, Amorim disse que é hora de pensar em estratégias de retirada das tropas, que estão no país desde junho de 2004. Atualmente, 2.160 homens trabalham pela segurança interna do Haiti, abalada depois da queda do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide. Por ano, os salários desses militares consomem pouco mais de R$ 41 milhões — valores não incluídos nas cifras sobre os gastos com a missão, pois, se estivessem no Brasil, também iriam receber os soldos.

A saída das tropas, no entanto, está longe de ser unanimidade entre especialistas. Alguns deles defendem o tratamento da questão não apenas pelo aspecto de gastos, mas também pelo fator político que a decisão pode ter no momento em que o Brasil pleiteia uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Para Geraldo Cavagnari, integrante do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade de Campinas (Unicamp), não há qualquer prejuízo em deixar os efetivos em Porto Príncipe, principalmente o Exército. “Acho que as tropas devem permanecer, pois não está implicando nenhum risco e há muitos aspectos diferentes em jogo”, observa.

FONTE: Correio Braziliense

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Pela primeira vez, uma tropa de Infantaria da Aeronáutica participará de uma missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU). No próximo dia 9 de fevereiro, um pelotão com 27 militares embarcará em Recife para integrar, ao lado de militares do Exército e da Marinha, o contingente da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH). O Brasil participa dos trabalhos naquele país desde 2004 e a Aeronáutica mantém uma linha aérea regular de apoio aos militares brasileiros.

Os militares da Infantaria da Aeronáutica que estarão no Haiti enfrentaram uma rigorosa seleção e bateria de exames físicos, médicos e psicológicos. Depois, passaram por um programa de preparação no Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife (BINFAE-RF) e no 14º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército Brasileiro.

Do efetivo que estará na missão histórica da Aeronáutica, 22 são do próprio BINFAE-RF e cinco vieram de unidades de Infantaria da Base Aérea de Fortaleza, da Base Aérea de Natal e do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno. “No período de preparação, os militares tiveram instruções especiais sobre regras de engajamento, sobre a garantia da lei e da ordem, instrução de tiro, patrulhas e treinamento físico, dentre outras atividades”, explica o Tenente-Coronel de Infantaria Júlio Cezar Pontes, comandante do BINFAE-RF.

Importância – Reconhecimento e aprendizado. As duas palavras sintetizam a importância da participação do primeiro pelotão de Infantaria da Aeronáutica em uma missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU), segundo o Major-Brigadeiro-do-Ar Hélio Paes de Barros Júnior, comandante do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR), sediado em Recife (PE). “É uma experiência importantíssima para o Batalhão de Infantaria de Recife, para a Infantaria da Aeronáutica, porque os conhecimentos adquiridos serão disseminados para outras unidades”, afirma.

No Haiti, as tropas do Exército e da Marinha trabalham para a garantia da lei e da ordem desde 2004, modelo que, hoje, está sendo aplicado no Rio de Janeiro, no Morro do Alemão, em apoio ao governo do Rio de Janeiro para a pacificação da região. Desde o início da missão de paz, os militares brasileiros ajudam na reconstrução do país e no socorro à população – como ocorreu no ano passado, após o terremoto que devastou Porto Príncipe. A Aeronáutica participa desse esforço com militares e aeronaves que fazem o transporte de todo o tipo de suprimentos para as tropas do Brasil.

Os militares da Aeronáutica serão integrados ao contingente do Exército que está no Nordeste e que iniciou neste o mês o deslocamento para o Haiti. Mais de mil homens embarcam até o mês que vem para a substituição do efetivo que está naquele país desde a metade do ano passado. “A participação da nossa tropa terrestre é um reconhecimento de que a Infantaria da Aeronáutica é uma opção a ser aplicada pelo país”, destaca o Comandante do II COMAR.

FONTE: Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Despachos diplomáticos vazados pelo WikiLeaks revelam que os EUA pediram ao governo brasileiro, em 2005, a substituição do general brasileiro Augusto Heleno Ribeiro Pereira do comando militar da Minustah, a missão da ONU no Haiti.

O pedido era parte de uma tentativa americana de pressionar o Brasil para aumentar a violência contra rebeldes e gangues haitianas.

Em um dos textos, de maio de 2005, o então embaixador dos EUA no Brasil John Danilovich justifica a pressão argumentando uma expansão das ações de gangues, que estariam “perdendo o medo”, e uma onda de sequestros em Porto Príncipe.

A pressão incluiu ainda a ameaça dos EUA de enviar tropas ao Haiti caso o Brasil não fosse “mais firme”.

Em 2005, a Minustah havia vencido uma tropa de ex-militares e começava a combater guerrilheiros. A favela de Bel Air estava pacificada e a resistência migrava para a favela de Cité Soleil.

“Surgiu um novo líder de gangues, em Cité Soleil, que pretendia se transformar em um mito: Dread Wilmé. Daí a impaciência e o apelo da embaixada americana e outras por “operações robustas”", disse nesta quarta-feira à Folha o general Heleno, hoje no Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.

“O resultado de ações desse tipo, em uma área miserável, superpovoada, com milhares de crianças e mulheres pelas ruas, era imprevisível. Por isso, eu jamais cedi.”

O general disse ter recebido apoio incondicional do Itamaraty, do Ministério da Defesa e do Exército.

“As pressões eram evidentes e aconteceram desde o início da missão, em 2004. Por isso, eu deixava bem claro que a agenda de operações era de minha exclusiva competência”, disse.

A operação que resultou na morte de Wilmé só ocorreu em julho de 2005, quando a ONU obteve informações seguras sobre sua localização. A favela foi cercada e tropas especiais peruanas abordaram a gangue. Wilmé morreu no confronto junto com cerca de 40 rebeldes.

O general cumpriu normalmente seu mandato regular de cerca de um ano.

“Uma força de paz, na minha concepção, não poderia se comportar como uma força de ocupação. Resisti às pressões, na certeza de que a estratégia que traçara daria certo, desde que reuníssemos operações militares e ações humanitárias”, disse.

A Folha e outras seis publicações têm acesso ao material antes da sua divulgação no site do WikiLeaks.

FONTE: Folha de São Paulo

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Por Hudson Corrêa (Rio) e Maurício Simionato (Campinas)

Viúvas dos militares brasileiros mortos no terremoto do Haiti em janeiro exigem pagamento em dobro do seguro de vida porque os maridos estavam a serviço. Responsável pelas apólices, a Poupex diz que há “um equívoco de interpretação”.

A entidade, gerenciada pela Fundação Habitacional do Exército, quer pagar entre R$ 100 mil e R$ 250 mil, como publicou no domingo o colunista da Folha Elio Gaspari.

“O fato de os militares terem falecido no cumprimento de uma missão humanitária do Exército Brasileiro não altera o valor concedido, uma vez que a origem dos óbitos foi um terremoto”, diz em nota a entidade.

A Poupex afirma que a apólice não prevê pagamento em caso de terremoto. Alega que, mesmo assim, “em lugar de adotar postura mais confortável”, se propôs a pagar o seguro, porém não em dobro como querem familiares das vítimas.

O Exército confirma as informações da Poupex e diz que, em “caráter excepcional”, foi proposto o pagamento do seguro.

Dezoito militares brasileiros morreram no terremoto do Haiti. Eles participavam de missão da ONU no país.

O governo brasileiro prometeu indenizar com R$ 500 mil cada família de militar morto, além de dar auxílio de R$ 510 mensais por filho em idade escolar. Até hoje, a promessa não foi cumprida.

Ontem o Ministério da Defesa afirmou que, no dia 5 passado, o governo pediu ao Congresso autorização para liberar R$ 10,1 milhões e pagar as indenizações.

AÇÃO JUDICIAL

A professora e bancária Cely Zanin –viúva de um oficial morto no terremoto– disse ontem que entrará com ação judicial para receber o seguro por morte acidental do marido.

O coronel João Eliseu Souza Zanin, 46, morreu quando o quartel general da ONU desabou durante o terremoto.

Cely, 43, diz que ela e as outras 17 viúvas dos militares receberam das seguradoras metade do que ela diz acreditar ser de direito porque a morte deles foi considerada “natural” pelas seguradoras.

“Já estamos providenciando a ação porque não achamos justo. Nós não vamos recuar e vamos lutar até o final pelo direito dos nossos maridos. Provavelmente serão as 18 viúvas e será neste mês.”

Ela afirma também não ter recebido os R$ 500 mil prometidos pelo presidente Lula logo após o terremoto nem a ajuda de custo mensal para os filhos. Cely tem dois, um de 17 e outro de 18 anos.

“Foi noticiado, saiu na imprensa internacional, mas até hoje não recebemos nada. A ajuda de custo também prometida de R$ 510 aos filhos para o estudo também não recebemos e o ano está acabando”, disse.

“Essa ajuda prometida pelo Lula é muito importante também. Da Poupex [seguro pago por cerca de 30 anos, segundo ela] recebi por morte natural, em torno de R$ 280 mil.”

Se fosse por morte acidental o pagamento teria sido de pelo menos R$ 560 mil.

“O problema da Poupex e do Bradesco em nos pagarem a diferença é abrir precedentes para os 2.000 homens que estão lá no Haiti hoje. Porque eles estão descobertos pelo seguro. Aí vem o seguro e diz que foi morte natural”, disse ela, que contou ter recebido US$ 50 mil da ONU dois meses após a morte.

A Folha não conseguiu contato com a seguradora do Bradesco.

FONTE: Folha de São Paulo

NOTA do EDITOR: É esse o tipo de tratamento que as famílias dos nossos heróicos soldados merecem?

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Porto Príncipe (Haiti) – Em 19 de maio, o BRABATT 2 realizou escolta e segurança para uma comitiva de militares do Exército dos EUA, acompanhados pelo Force Commander da MINUSTAH, General Paul Cruz, e pelo Deputy do Force Commander, General Mezano, em visita a Porto Príncipe.

Durante a atividade, foi realizada a segurança e balizamento para aterragem de 03 helicópteros (Black Hawk) na base do porto (Região portuária de Bel Air) e escolta para o deslocamento ao Palácio Nacional e ao Forte Nacional, área de operações do BRABATT 2.

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FONTE/FOTOS: Exército Brasileiro

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