Indicado por Obama, sua aprovação acentua rixa entre democratas e republicanos

 

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vinheta-clipping-forte1 Chuck Hagel foi confirmado ontem, pelo Senado dos EUA, como o próximo secretário de Defesa do país, após uma turbulenta disputa entre parlamentares democratas e republicanos.

A casa confirmou sua indicação por 58 votos a 41, sendo que quatro senadores republicanos se uniram à base de apoio democrata.

Os republicanos se opuseram a Hagel, indicado ao cargo pelo presidente dos EUA, Barack Obama, sobretudo por ele ter sido contra a Guerra do Iraque e por ter criticado a influência do lobby de Israel em Washington.

Os republicanos chegaram a barrar a votação, no último dia 15, adiando saída de Leon Panetta do posto.

“Seu histórico de serviço a este país é impecável. Os senadores republicanos atrasaram por quase duas semanas [sua confirmação] por uma razão: partidarismo”, criticou o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, antes da votação que coloca Hagel no cargo a partir de hoje.

Já os republicanos advertem que o novo secretário de Defesa assumirá o posto com o maior número de votos contrários de qualquer outro escolhido. A bancada alega que a disputa deixa seu nome politicamente mais fraco.

AMIGOS E RIVAIS

Apesar da oposição sofrida, Hagel, um veterano da guerra do Vietnã, é ex-senador republicano. Foi como colega de Obama quando ambos eram senadores que eles se tornaram próximos. Os dois chegaram a integrar juntos a Comissão de Relações Exteriores da casa.

FONTE: Folha de São Paulo

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vinheta-clipping-forte1Se pilotos de drones e especialistas na tecnologia aplicada na operação das aeronaves não tripuladas tinham alguma dúvida de que assumiram um papel central na nova era dos combates militares, o secretário de Defesa americano, Leon Panetta, usou ontem sua entrevista de despedida do Pentágono para deixar isso claro. Ele anunciou a criação de uma medalha especialmente destinada a condecorar esses profissionais.

A honraria vai conferir “reconhecimento pelas façanhas extraordinárias que têm impacto direto nas operações de combate, mas não envolvem atos de heroísmo ou risco físico”, afirmou Panetta.

“Vi em primeira mão como as ferramentas modernas – incluindo naves pilotadas remotamente e sistemas cibernéticos – mudaram a maneira como as guerras são travadas”, disse, citando sua experiência como diretor da CIA e chefe do Pentágono. “Elas conferiram a nossos homens e mulheres a possibilidade de enfrentar o inimigo e mudar o curso de batalhas mesmo de longe.”

Panetta afirmou que a nova medalha é reservada àqueles que comandam os drones de locais remotos, frequentemente dentro dos EUA, ou tenham a função de criar mecanismos de defesa para computadores ou códigos digitais nocivos para atacar redes de informática inimigas. Segundo o secretário, porém, as mais altas condecorações militares continuarão destinadas aos combatentes que arriscam suas vidas. / NYT

FONTE: O Estado de S. Paulo via Resenha do Exército

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O artefato disparado pela Coreia do Norte é um Taepodong-2, um míssil balístico intercontinental de alcance entre 6 mil e 9 mil km, anunciou nesta quinta-feira o comando da defesa aérea americana (Norad). “Indicações iniciais afirmam que o primeiro estágio do míssil caiu no oceano a 165 km a oeste de Seul, Coreia do Sul. Os demais estágios falharam e nenhum destroço caiu em terra”, completou. “Em nenhum momento o míssil ou os destroços representaram uma ameaça.”

A Casa Branca rotulou a ação do regime de Pyongyang de “provocação que ameaça a segurança regional” além de uma violação da lei internacional. “Apesar desta ação não nos surpreender dado o patrão de comportamento agressivo da Coreia do Norte, qualquer atividade de mísseis norte-coreana é uma preocupação para a comunidade internacional”, indicou o comunicado divulgado pelo governo americano.
A Casa Branca, que já advertiu anteriormente que o lançamento é uma violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU contra o desenvolvimento em tecnologia de mísseis norte-coreano, afirmou que o regime de Pyongyang está se “isolando mais com estes atos provocativos”. O comunicado ressalta que a Coreia do Norte só consegue com este tipo de ações “desperdiçar seu dinheiro em armas e desdobramentos propagandísticos enquanto o povo norte-coreano passa fome”.

O foguete norte-coreano Unha-3 decolou da base de lançamento de Tongchang-ri às 7h39 locais de sexta-feira (19h39 de quinta, no horário de Brasília), mas segundo fontes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos o projétil falhou menos de dois minutos depois. O comunicado da Casa Branca lembra que o presidente americano, Barack Obama, se mostrou disposto a iniciar relações construtivas com a Coreia do Norte, embora considere que o regime comunista deve “estar à altura de seus próprios compromissos, aceitar suas obrigações internacionais e atuar de maneira pacífica com seus vizinhos”.

FONTE: Terra/ com informações de agências internacionais

O Pentágono anunciou que não será permitida à imprensa acompanhar a chegada do avião que transporta os corpos de 30 soldados mortos em combate no Afeganistão, inclusive os que estavam a bordo do helicóptero abatido por talebans, no último sábado (6).

A porta voz do órgão militar, Jane Campbell, disse em comunicado: “Dado que os restos ainda não foram identificados neste momento, os familiares diretos não estão em posição de dar sua permissão para que a imprensa tenha acesso à cerimônia”. Campbell ressaltou que a decisão não se trata de restringir a atuação dos jornalistas na cobertura do fato e que o veto é condizente com as normas do Departamento de Defesa.

Segundo oficiais do exército norte-americano, a natureza “catastrófica” do acidente impediu a identificação dos restos mortais.

Em 2009, o presidente Barack Obama havia suspendido as restrições impostas à imprensa para acompanhar o retorno dos corpos de soldados que caíram em ação, deixando a decisão a cargo das famílias. A presidente da Associação de Imprensa do Pentágono, Nancy Youssef, disse que enviou uma queixa formal contra a restrição e espera que a situação ainda possa ser revertida.

O helicóptero Chinook foi derrubado por talebans com cinco tripulantes a bordo. Além dos soldados mortos no acidente aéreo, o avião irá transportar 22 integrantes do comando de Operações Especiais da Marinha (Seals) e três controladores das forças aéreas.

FONTES: EFE, AFP. e UOL

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Os ataques das forças de coalizão enfraqueceram as forças leais ao ditador líbio, Muamdar Kadafi, declarou nesta sexta-feira um alto funcionário do Pentágono, o vice-almirante Bill Gortney. Segundo ele, devido ao enfraquecimento, o ditador agora fornece armas a “voluntários” civis para que confrontem os rebeldes.

“Recebemos informações de que [Kadafi] começou a armar o que chama de voluntários para combaterem a oposição”, afirmou Gortney, do Estado-Maior americano, em uma coletiva à imprensa.

“Não estou certo de que sejam realmente voluntários, e também não sei quantos ele vai conseguir recrutar, mas considero revelador que ele julgue necessário buscar reforços entre os civis”, acrescentou.

O Exército líbio está bastante prejudicado, de acordo com o vice-almirante: “Kadafi quase não tem mais defesa anti-aérea e conta com uma capacidade reduzida de comandar e apoiar suas tropas em solo”.

“Seus aviões não podem mais voar, seus navios permanecem no porto, seus depósitos de munições continuam a ser destruídos, as torres de comunicação foram abatidas, os bunkers de comando foram inutilizados”, explicou o vice-almirante.

Forças da coalizão lançaram 16 mísseis de cruzeiro Tomahawk e realizaram 153 incursões aéreas sobre a Líbia nas últimas 24 horas, visando atingir a artilharia e as infra-estruturas de comando das forças leais ao ditador Muammar Kadafi, disse uma porta-voz do Exército norte-americano nesta sexta-feira.

Além dos Tomahawks, as forças da coalizão usaram quatro JDAMs — bombas guiadas por GPS — contra as forças militares do ditador, segundo Nicole Dalrymple, porta-voz do Comando para a África dos Estados Unidos, sediado na Alemanha.

Um avião norte-americano realizou 67 incursões aéreas, enquanto as outras 86 foram realizadas pelas outras equipes da coalizão. Os números registrados para um período de 24 horas até às 3h (horário de Brasília), disse Dalyrymple.

Aviões

Aviões ocidentais sobrevoaram Ajdabiyah (leste de Trípoli) nesta sexta-feira, e segundo rebeldes, bombarderaram as forças de Gaddafi na região.

Duas fortes explosões foram ouvidas perto da cidade, que é controlada pelos partidários do ditador, e foram observadas grandes colunas de fumaça. Não foi possível, no entanto, determinar a origem das explosões.

Segundo depoimentos de testemunhas ouvidas pela France Presse, rebeldes executam ataques cada vez mais frequentes na região de Ajdabiyah, tentando recuperar o controle da cidade estratégica, que fica 160 quilômetros ao sul de Benghazi, principal reduto dos insurgentes.

Cerca de 2.000 fieis compareceram às orações de sexta-feira em Benghazi. O imã que liderou a reza pediu solidariedade aos moradores das cidades controladas por Kadafi, e disse que a revolta popular será bem-sucedida. “A nova Líbia deve ser democrática. Não precisamos de um novo Kadafi”, disse o líder religioso.

Sequestros

Também hoje, um porta-voz rebeldes disse que forças do governo líbio sequestraram e espancaram moradores de Zawiyah desde que recapturaram a cidade próxima da capital, Trípoli, há duas semanas.

“Os batalhões (de Kadafi) montaram barreiras em cada esquina e rua da cidade,” disse, por telefone, o porta-voz Ibrahim, em Zawiyah.

“Eles sequestram homens jovens ou velhos, qualquer pessoa que tenha menos de 50 ou 60 anos, quer seja um engenheiro ou um simples operário da construção, e as pessoas são levadas para um lugar desconhecido,” disse o porta-voz, pedindo para ser identificado apenas pelo primeiro nome.

“Milhares de pessoas desapareceram assim desde que os batalhões tomaram a cidade,” disse ele à Reuters nesta sexta-feira.

Não foi possível confirmar independentemente o relato, já que o governo líbio restringe os movimentos nos territórios que controla.

Mohsen, de 35 anos, que na quarta-feira fugiu de Zawiyah, cidade a 50 quilômetros a oeste de Trípoli, também falou em sequestros e espancamentos.

“As lojas estão fechadas, e a situação humanitária está muito ruim. Os moradores têm medo de sair de casa. Há sequestros e espancamentos a toda hora,” disse Mohsen.

Negociações

Em Benghazi, o porta-voz dos rebeldes, Mustafa Geriani, afirmou que o regime de Kadafi tentou em várias ocasiões negociar com os opositores, mas que eles sempre o rechaçaram.

“Sempre pedimos que primeiro parem com os assassinatos para se sentar à mesa para dialogar”, disse.

Ele negou ainda que se tenha tido conversas com chefes tribais e que vão iniciá-las.

Ele afirmou ainda que o saldo de até 10 mil mortos nos confrontos pode ser maior. “Deve-se ver quando estes tipos forem embora, porque, por exemplo em Trípoli, de onde não temos dados, sabemos que 1.200 pessoas foram sequestradas em suas casas –ativistas políticos e gente originária de Benghazi– e podem ser usadas como escudos humanos”.

Ele lembrou ainda que em Benghazi, somente no final de semana passado, morreram 120 pessoas durante os confrontos.

FONTE: Folha.com / Agências Internacionais

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Por Phil Stewart

WASHINGTON (Reuters) – O Pentágono disse neste domingo estar preparado com uma equipe de 120 pessoas para avaliar um vazamento gigante de até 500 mil documentos sobre a guerra no Iraque, previsto para ser divulgado no site WikiLeaks neste mês.

O coronel Dave Lapan, porta-voz do Pentágono, disse à Reuters que a data do vazamento ainda é incerta, mas o Departamento de Defesa dos Estados Unidos está preparado para a divulgação dos documentos ainda na segunda ou terça-feira, uma possibilidade divulgada anteriormente em comunicados do WikiLeaks.

Ainda assim, pessoas familiares ao vazamento disseram à Reuters que não esperam que o WikiLeaks divulgue os documentos confidenciais por pelo menos mais uma semana.

Se confirmado, o vazamento poderá ser muito maior que a divulgação recorde de mais de 70 mil documentos em julho sobre a guerra do Afeganistão. Foi a maior quebra de segurança desse tipo na história militar dos Estados Unidos.

FONTE: Reuters/Brasil Online

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