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EMPREGO DE TROPA EM GARANTIA DA LEI E DA ORDEM NA BAHIA

Autorizado pela Excelentíssima Senhora Presidente da República, o Exército Brasileiro empregará tropa federal no Estado da Bahia, nos termos do que está previsto na Lei Complementar nº 97/1999 e no Decreto nº 3.897/2001, em caráter episódico e temporário, em ações de garantia da lei e da ordem, para a preservação da ordem pública e incolumidade das pessoas e do patrimônio, em estreita coordenação com a Secretaria de Segurança Pública, atendendo à solicitação do Governador do Estado.

O Exército empregará os recursos operacionais militares necessários, enquanto permanecer a situação de greve da Polícia Militar da Bahia.

As tropas federais do Exército sediadas em Salvador já iniciaram as ações de patrulhamento ostensivo nas principais vias da cidade e outras tropas do Comando Militar do Nordeste, sediadas em Recife, Garanhuns, João Pessoa, Maceió, Aracaju e Natal; e da Brigada de Infantaria Paraquedista, do Rio de Janeiro, iniciaram seus deslocamentos por via aérea e terrestre em direção a Salvador e outras cidades do interior do Estado.

Serão empregados, ainda, meios aéreos do Comando de Aviação do Exército, com sede em Taubaté-SP.

O efetivo total a ser empregado pelo Exército é de cerca de 2.000 militares.

Atenciosamente,

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
EXÉRCITO BRASILEIRO
BRAÇO FORTE – MÃO AMIGA

NOTA do EDITOR: Decolam amanhã do CAvEx duas aeronaves HM-1 Pantera, pertencentes ao 1°BAvEx, com a finalidade de apoiar as tropas na Bahia.

Brasília, 02/01/2012 – Um soldado brasileiro que integrava a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) faleceu na última sexta-feira (30/12), em um acidente de carro em Porto Príncipe, capital do país.

A informação foi confirmada por militares que integram o segundo Batalhão Brasileiro no Haiti (Brabatt 2).

Diego Mendes dos Santos fazia a segurança de uma viatura que deixava a base do Brabatt 2 quando, segundo informações da unidade, se desequilibrou e caiu do veículo, batendo a cabeça no chão.

Socorrido no hospital militar da Organização das Nações Unidas (ONU), o soldado acabou não resistindo aos ferimentos. De acordo com o batalhão, o militar morreu em decorrência de traumatismo cranioencefálico.

Proveniente de São Paulo, Diego Mendes dos Santos tinha 22 anos de idade e estava desde setembro de 2011 no Haiti, onde permaneceria até o próximo mês de abril. O soldado integrava a tropa do 8º Batalhão de Polícia do Exército (BPE), localizado na capital paulista.

Seu corpo ainda se encontra em Porto Príncipe e só retornará ao Brasil após ser embalsamado em Santo Domingo, na República Dominicana. Existe a possibilidade também de que o corpo seja submetido a necropsia na capital dominicana, o que retardaria em cerca de um mês seu envio ao Brasil.

De acordo com o Brabatt 2, um inquérito policial militar foi aberto para apurar as circunstâncias do acidente. O processo costuma durar 40 dias. A ONU deve adotar procedimento similar.

O contingente militar brasileiro no Haiti reúne cerca de 2.200 homens. Os efetivos se dividem entre os batalhões Brabatt 1 e 2, uma companhia de engenharia (Braengcoy), um grupamento de fuzileiros navais e um pelotão da Aeronáutica.

Cabe ao Brabatt 2 a tarefa de realizar o patrulhamento diário de áreas previamente determinadas em Porto Príncipe. O batalhão foi enviado ao Haiti em fevereiro de 2010, em atendimento ao pedido de aumento de efetivo após o terremoto que devastou o país em janeiro do mesmo ano.

Recentemente, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a redução de efetivos das tropas de paz no Haiti e anunciou que, a partir deste ano, cerca 3.300 soldados serão retirados do país.

FONTE: Ministério da Defesa

Caro(a) senhor(a), bom dia,

Sou o Tenente – Coronel Rubens, Oficial de Comunicação Social do Comando Militar da Amazônia. Com muita preocupação, li a matéria acima, relatando um suposto acidente com helicóptero do 4º Batalhão de Aviação do Exército, Manaus – AM, Afirmo que se trata de uma informação inverídica. Esclareço que notícias sobre acidentes aéreos ganham repercução nacional e internacional, já que são objeto de investigação por parte de órgãos federais, da Força Aérea Brasileira e do próprio Exército.

Cabe ressaltar as questões jurídicas afetas, particularmente por envolver nomes de militares, mesmo que fictícios, tais como os reportados. Solicito, pois, que, em nome da verdade dos fatos e da seriedade com que tratamos esse meio de comunicação, que esta matéria seja retirada. De qualquer forma, deixo a sugestão de que deem uma especial atenção ás suas fontes para que fatos lamentáveis como este não venham a se repetir. Por fim, indico a Seção de Comunicação Social do Comando Militar da Amazônia como contato legítimo para essas e outras questões envolvendo tropas do CMA.

(92) 91165653 e (92) 36591150/1151/1152.
Atenciosamente.

Líbia: o contra-ataque rebelde

Rebeldes informaram ter dominado cidades estratégicas de Ajdabiyah e Brega

As forças do ditador líbio Muammar Gaddafi continuam a atacar Misrata, neste sábado, segundo os rebeldes. Em resposta, caças franceses da coalizão internacional destruíram, na cidade, cinco aviões de combate Galeb e dois helicópteros de ataque Mi-35 das forças do ditador, anunciou, em Paris, o Estado-Maior das Forças Armadas. No resto do país, os rebeldes já conseguiram tomar a cidade de Ajdabiyah e Brega, dois estratégicos enclaves petroleiros do país.

“As forças de Gaddafi estão atacando Misrata a partir do oeste e leste. (Há) bombardeio pesado”, afirmou um rebelde, chamado Saadoun, por telefone à Reuters.

Do oeste, segundo ele, tanques estavam avançando em direção à cidade. “Eles também estão tentando trazer soldados”, disse.

“Do leste, eles estão bombardeando com morteiros e artilharia o porto e áreas próximas. Há no porto o principal tanque de combustível que alimenta a parte central da cidade e (há) também milhares de trabalhadores, em sua maioria egípcios, que fugiram e permaneceram no porto aguardando resgate”, disse.

Caças franceses destruíram neste sábado, em Misrata cinco aviões de combate Galeb e dois helicópteros de ataque Mi-35 das forças de Muamar Kadhafi, anunciou em Paris o Estado-Maior das Forças Armadas.

Nas últimas 24 horas, indicou o Estado-Maior em seu site, os aviões frances realizaram várias incursões nas regiões de Zintan e Misrata.

Rebeldes líbios, apoiados por ataques aéreos das forças aliadas, retomaram neste sábado a estratégica cidade de Ajdabiyah, depois de uma batalha que durou toda a madrugada e que sugere que a maré está mudando contra as forças do líder Muammar Gaddafi no leste do país.

Combatentes dos grupos rebeldes dançaram sobre os tanques, balançaram bandeiras e dispararam para o alto perto de edifícios crivados por balas. Seis tanques danificados ficaram estacionados perto da entrada leste da cidade, e o solo estava cheio de cartuchos de bala vazios.

Havia sinais de intensos confrontos no portão oeste de Ajdabiyah. Corpos de mais de uma dezena de soldados de Gaddafi ficaram espalhados pelo chão. Uma carga de munição abandonada sugeria que as forças do líder líbio tiveram de fazer um rápido recuo.

“Toda Ajdabiyah está livre e todo o caminho até Brega está livre”, afirmou Faraj Joeli, um estudante de ciências da computação de 20 anos que se tornou combatente rebelde.

Havia escassos sinais de destruição no centro da cidade, e os poucos moradores que ainda permaneciam lá começaram a sair de suas casas. Rebeldes dirigiram seus carros disparando para o alto ou distribuíam pão, farinha e água aos habitantes.

Conquistar Ajdabiyah, passagem da líbia ocidental para o reduto rebelde de Benghazi e à cidade petrolífera de Tobruk, é um grande incentivo para os rebeldes após duas semanas na defensiva.

Governos ocidentais esperam que os ataques aéreos, lançados há uma semana com o objetivo de proteger civis, mudarão a balança do poder a favor da revolta popular que resultou em incidentes mais violentos do mundo árabe.

Brega

Os rebeldes líbios também anunciaram a reconquista da cidade de Brega. Abdelsalam al Maadani, que combate com os insurgentes, disse por telefone à AFP que a cidade havia sido retomada. “Estamos no centro de Brega”, afirmou.

“As forças de Gaddafi bateram em retirada, devem estar agora em Al Bisher (a 30 km de Brega), e os rebeldes também estão avançando para esta região”, explicou.

Os Estados Unidos, por sua vez, anunciaram ter lançado 16 mísseis Tomahawk contra alvos líbios nas últimas 24 horas.

Os aviões da coalizão internacional já contam 153 incursões pelos céus da Líbia: 67 com caças americanos e 86 com caças dos outros países participantes, como França, Reino Unido, Itália, Canadá, Espanha, Bélgica, Dinamarca e Qatar.

Segundo o vice-almirante americano Bill Gortney, “Gaddafi já quase não tem mais dispositivos antiaéreos”.

“Sua aviação não pode voar, seus navios estão no porto, seus depósitos de munição continuam sendo destruídos, as torres de comunicação caíram e seus bunkers de comando estão inutilizáveis”, acrescentou.

O regime líbio declarou na sexta-feira que está disposto a aceitar um plano de negociações, estimulado pela União Africana (UA), que propõe um cessar-fogo e o início do diálogo entre os líbios para alcançar uma transição democrática.

FONTE: UOL News, com informações das agências internacionais

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Terremoto no Haiti – Complemento

O Comando do Exército informa que, no início da tarde de hoje desembarcaram no aeroporto de Cumbica-SP, dezesseis militares, a seguir nominados, feridos durante o terremoto ocorrido no Haiti:

- Ten Cel ALEXANDRE JOSÉ DOS SANTOS;

- Cap RENAN RODRIGUES DE OLIVEIRA;

- 1º Ten RAFAEL ARAÚJO DE SOUZA;

- 1º Sgt RÔMULO CESAR DE MIRANDA CARVALHO;

- 3º Sgt TARECK SOUZA DE PONTES;

- 3º Sgt GILBERTO EMÍLIO MARAFON;

- 3º Sgt WILLIANS MENDES PEREIRA;

- 3º Sgt CARLOS ALBERTO FONSECA;

- Cb ADRIANO DE BARROS CAVALCANTE;

- Cb EUGENIO PESARESI NETO;

- Cb LAUIS PAULO DAS CHAGAS LIMA;

- Cb CARLOS MICHAEL PIMENTEL DE ALMEIDA;

- Cb ALCIBIADES ORLANDO DOS SANTOS FERREIRA;

- Sd DANIEL COELHO DA SILVA;

- Sd DIOVANI DE SOUZA SILVA THOMAZ; e

- Sd WELINGTON SOARES MAGALHÃES.

Seis militares com ferimentos de menor gravidade permanecem no aquartelamento do BRABATT, um militar continua baixado no Hospital Argentino, em Porto Príncipe, e dois em hospital na República Dominicana.

As buscas aos quatro militares desaparecidos continuam.

Brasília, 15 de janeiro de 2010.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

EXÉRCITO BRASILEIRO – BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA

FONTE: Exército Brasileiro

Estado geral dos feridos militares que regressaram é bom, diz médico do Exército

Dezesseis militares feridos no terremoto que atingiu o Haiti desembarcaram às 12h36 de hoje na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Área de São Paulo, no bairro do Cambuci, na capital psulista.

O médico do Exército que atendeu os feridos ainda a bordo da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fez uma primeira avaliação dos militares.

“O estado deles, no geral, é bom. Eles passarão por um rastreamento para verificar traumas cranianos e farão exames de sangue e tomografia”, disse o major Carlos Pama “Há vários casos de fraturas e escoriações, mas que já estão sendo atendidos por nossa equipe médica”, complementou o oficial do Exército.

FONTE: CECOMSAER

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Ministério da Defesa – Nota à Imprensa nº 5

Brasil deflagra plano emergencial de socorro ao Haiti

O governo brasileiro inicia nesta quinta-feira (14/01) um plano emergencial para enfrentar os cinco problemas mais graves detectados pelas autoridades brasileiras que atuam no Haiti, atingido por forte terremoto na última segunda-feira: sepultamento dos mortos; socorro médico aos feridos; remoção de destroços; reforço da segurança nas operações; e distribuição de suprimentos, principalmente água e comida.

O Plano foi traçado em reuniões do ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, e representantes de órgãos do governo brasileiro que integram sua comitiva em viagem ao Haiti, com o general brasileiro Floriano Peixoto, que comanda a Força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) a Minustah, formada por aproximadamente 7 mil homens de diversos países. Deste total, 1.266 formam o Batalhão Brasileiro (Brabatt), comandado pelo Coronel João Batista Carvalho Berbardes.

O Plano foi elaborado também com a participação do embaixador do Brasil no Haiti, Igor Kipman, da embaixatriz Roseana Kipman, do ministro-interino da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Rogério Sotili, e do representante do Ministério da Saúde Guilherme Franco Neto, entre outros.

O ministro Jobim, após receber uma avaliação da situação em Porto Príncipe das autoridades brasileiras, explicou que tinha sido enviado pelo presidente Luis Inacio Lula da Silva para avaliar a situação e estabelecer uma estratégia de auxílio, após as ações de emergência adotadas nos primeiros momentos da tragédia. Jobim observou que a população associa a missão de paz ao Brasil, mais que aos organismos internacionais.

Portanto, caberia ao Brasil empreender suas próprias iniciativas, possíveis de serem realizadas com seus próprios meios, e paralelamente buscar reforço dos demais países e organismos internacionais. A avaliação é que, como o terremoto matou integrantes da ONU e de outros setores que atuam no Haiti, pode haver alguma demora na resposta desses organismos. “Não podemos esperar; se há problemas, temos de passar por cima dos problemas”, disse Jobim. Nesta quinta-feira o ministro discutirá o plano com o presidente do Haiti , René Préval, e com líderes religiosos.

O ministro Jobim e os comandantes do Exército, General Enzo Peri, e da Marinha, Almirante Moura Neto, também visitaram as tropas atingidas pelos desabamentos. Muitos estavam feridos e outros deprimidos pela perda de companheiros. “Sabemos do trabalho que vocês realizam aqui, a embaixatriz nos contou do empenho com o qual vocês ajudam nas atividades sociais. Viemos trazer os nossos parabéns e os nossos agradecimentos, e esperamos a pronta recuperação de vocês”.

Nesta manhã, Jobim fez relato das medidas ao presidente Lula e recebeu deste a informação de que serão enviados 50 bombeiros e cães farejadores.

Essas são os principais ações:

1) Escombros – O Batalhão de Engenharia do Exército deverá receber reforço de 15 engenheiros e equipamentos pesados da construtora OAS, que realiza obras no Haiti e se ofereceu a ajudar nas ações emergenciais. As equipes trabalharam na remoção de escombros de prédios destruídos, para liberar o trânsito, e para resgatar corpos e feridos ainda vivos. A obstrução das ruas no primeiro dia impediu o deslocamento de máquinas para os pontos de maior gravidade, onde o socorro só podia ser feito por civis e militares que chegavam a pé. Também serão enviados 50 bombeiros brasileiros, com caes farejadores;

2) Atendimento médico – Há um colapso nos serviços de saúde, já que os hospitais também desmoronaram. Em frente do batalhão brasileiro há um acampamento de pessoas que buscam socorro. Diante das limitações de meios, os militares brasileiros socorreram as que apresentam maior gravidade e montaram um hospital de emergência sob a cobertura de uma garagem. Nesse cenário de guerra, iluminado por holofotes de emergência, cerca de 70 pessoas são atendidas dia e noite por médicos militares. Algumas estão mutiladas.

De imediato, foi determinado à Aeronáutica o envio de um hospital de Campanha, operado por 40 profissionais de saúde e com mil metros quadrados. A expectativa é de que seja embarcado nesta quinta-feira, do Rio de Janeiro. Também deverá ser enviado hospital de campanha da Marinha. O Ministério da Saúde também já embalou kits de medicamentos para atendimento básico de 10 mil pessoas, e a partir das avaliações da comitiva complementará com outros produtos. Foi solicitada também às autoridades americanas ajuda imediata com medicamentos e também o envio de médicos e hospitais de campanha.

3) Corpos – Há grande preocupação com a existência de cadáveres abandonados nas ruas, o que pode provocar epidemias. Algumas pessoas estão sepultando seus mortos em encostas, com risco de exposição dos cadáveres nas chuvas. As autoridades brasileiras irão propor ao governo haitiano que indique uma área para instalação de um cemitério, para que os engenheiros brasileiros ajudem nos sepultamentos.

Um cuidado especial será tomado com os praticantes do Vodu, religião com forte presença no Haiti. Os parentes não aceitam que toquem em seus mortos enquanto não forem concluídos seus rituais. Nesse caso, a saída será os engenheiros abrirem as covas no novo cemitério e oferer aos familiares para que eles próprios procedam os rituais e o sepultamento naquele local, em condições sanitárias adequadas.

Os brasileiros mortos estão em câmara frigorífica do Brabatt. A ONU cuida dos procedimentos burocráticos necessários ao traslado para o Brasil. O procedimento é necessário para evitar que haja atrasos na tramitação dos processos de indenização às famílias.

4) Suprimentos – Há falta de água e comida para a população. O Brasil começa hoje a enviar ajuda ao Haiti e outros países prometem o mesmo. Mas é necessário montar uma estrutura de armazenamento e distribuição dos alimentos. Ainda hoje o Brabatt deverá concluir levantamento de áreas para armazenamento e de pontos de distribuição nas comunidades.

5) Segurança – Será necessário reforçar a segurança dos comboios de ajuda humanitária e de distribuição de alimentos e de ajuda médica. A avaliação é que, com o agravamento da situação, a população desesperada possa saquear os comboios e invadir os hospitais de campanha, o que paralisaria o trabalho de socorro. Mesmo antes do terremoto, já fazia parte da rotina dos militares fortalecer a segurança das equipes que distribuiam comida e brinquedos nos eventos em Porto Príncipe.

Brasília, 14 Janeiro de 2010

Assessoria de Comunicação Social

Ministério da Defesa

 

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
GABINETE DO COMANDANTE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

ESCLARECIMENTO AO PÚBLICO INTERNO NR 003 – 14 DE JANEIRO DE 2010

Atualizando as informações transmitidas no dia 13 de janeiro, a propósito da tragédia ocorrida no Haiti, o Comando do Exército informa que o número de vítimas entre os militares brasileiros é o seguinte:

Foram confirmados os óbitos de 13 (treze) militares do BRABATT:

5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena-SP.

- 1º Tenente BRUNO RIBEIRO MÁRIO;
- 2º Sargento DAVI RAMOS DE LIMA;
- 2º Sargento LEONARDO DE CASTRO CARVALHO;
- 3º Sargento RODRIGO DE SOUZA LIMA;
- Cabo DOUGLAS PEDROTTI NECKEL;
- Cabo WASHINGTON LUIS DE SOUZA SERAPHIN
- Soldado TIAGO ANAYA DETIMERMANI;
- Soldado ANTONIO JOSÉ ANACLETO;
- Soldado FELIPE GONÇALVES JULIO; e
- Soldado RODRIGO AUGUSTO DA SILVA.

2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente-SP.

- Cabo ARÍ DIRCEU FERNANDES JÚNIOR e
- Soldado KLEBER DA SILVA SANTOS.

37º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lins-SP.

- Subtenente RANIEL BATISTA DE CAMARGOS

MINUSTAH.

- Coronel EMILIO CARLOS TORRES DOS SANTOS, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília-DF.

Além disso, encontram-se desaparecidos 04 (quatro) militares que estavam no Quartel da MINUSTAH (Hotel CRISTOPHER):

- Cel JOÃO ELISEU SOUZA ZANIN, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília-DF;
- Ten Cel MARCUS VINICIUS MACEDO CYSNEIROS, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília-DF;
- Maj FRANCISCO ADOLFO VIANNA MARTINS FILHO, do Departamento-Geral do Pessoal, sediado em Brasília-DF; e
- Maj MÁRCIO GUIMARÃES MARTINS, do Comando da Brigada de Infantaria Paraquedista, sediada no Rio de Janeiro-RJ.

Há 12 (doze) feridos que serão repatriados para o Brasil e 02 (dois) outros militares foram evacuados para a República Dominicana.

Brasília, 14 de janeiro de 2010.
Gen Bda CARLOS ALBERTO NEIVA BARCELLOS
Chefe do CCOMSEx

 

Nota oficial – Terremoto no Haiti – Homenagem – (17 horas)
Brasília, 13/01/2010

Sob o impacto da tragédia que se abateu sobre o povo do Haiti, presto meu tributo especial aos militares brasileiros que tombaram no cumprimento da missão delegada, antes de tudo, pelo povo brasileiro: levar a solidariedade e o calor da nossa gente aos irmãos haitianos.

Eles carregavam em seus corações um pouco do amor e da compaixão semeada por D. Zilda Arns, mulher exemplar que teve sua vida também ceifada neste triste acontecimento.

D. Zilda, num sacerdócio que contagiou e mobilizou multidões, tinha em comum com os militares brasileiros da Missão de Paz da ONU, em seus últimos momentos, a voluntariedade na dedicação à tarefa.

Ali, ninguém estava obrigado, mas movido pelo interesse no crescimento pessoal, trazido pelas novas experiências e, especialmente, pelo esforço solidário para tornar o mundo melhor e mais seguro para os seus semelhantes.

Este é o grande legado que nos deixam esses homens e mulheres sacrificados pela missão no Haiti. E a eles prestamos as nossas homenagens.

Nelson A. Jobim
Ministro de Estado da Defesa

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MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
GABINETE DO COMANDANTE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

ESCLARECIMENTO AO PÚBLICO INTERNO NR 002 – 13 DE JANEIRO DE 2010

Atualizando as informações transmitidas nesta manhã, a propósito da tragédia ocorrida no Haiti, o Comando do Exército informa que o número de vítimas entre os militares brasileiros é o seguinte:

Foram confirmados os óbitos de 10 (dez) militares do BRABATT:

5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena-SP:

- 1º Tenente BRUNO RIBEIRO MÁRIO;

- 2º Sargento DAVI RAMOS DE LIMA;

- 2º Sargento LEONARDO DE CASTRO CARVALHO;

- Cabo DOUGLAS PEDROTTI NECKEL;

- Cabo WASHINGTON LUIS DE SOUZA SERAPHIN;

- Soldado TIAGO ANAYA DETIMERMANI; e

- Soldado ANTONIO JOSÉ ANACLETO,

2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente-SP:

- Cabo ARÍ DIRCEU FERNANDES JÚNIOR e

- Soldado KLEBER DA SILVA SANTOS;

37º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lins-SP.

- Subtenente RANIEL BATISTA DE CAMARGOS,

Um militar da MINUSTAH:

- Coronel EMILIO CARLOS TORRES DOS SANTOS, do Gabinete do Comandante do Exército, sediado em Brasília-DF.

Além disso, encontram-se desaparecidos 04 (quatro) militares que estavam no Quartel da MINUSTAH (Hotel CRISTOPHER) e mais 03 (três) sob escombros, não localizados no Ponto Forte 22 (Casa Azul), próximo ao bairro Cite Soleil.

Há 07 (sete) feridos em atendimento no Hospital Argentino da MINUSTAH e 02 (dois) outros militares foram evacuados para a República Dominicana.

Gen Bda CARLOS ALBERTO NEIVA BARCELLOS

Chefe do CCOMSEx

 

 

 

Todos Serviam no 5° BIL em Lorena/SP

.

MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
GABINETE DO COMANDANTE
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO

ESCLARECIMENTO AO PÚBLICO INTERNO NR 001 – 13 DE JANEIRO DE 2010

O Comando do Exército lamenta profundamente informar que o terremoto que atingiu o Haiti no dia de ontem provocou sérios danos estruturais à cidade de Porto Príncipe e em algumas das bases do contingente brasileiro da MINUSTAH, causando vítimas fatais e ferimentos em vários militares.

Foram comprometidos os sistemas de telefonia fixa e de celular o que vem dificultando o repasse das informações.

Os deslocamentos motorizados, até o momento, estão praticamente inviabilizados em razão da grande quantidade de escombros nas ruas de Porto Príncipe. Tal fato, aliado à escuridão, falta de energia elétrica e iluminação pública tem prejudicado sobremaneira os levantamentos mais pormenorizados, bem como a avaliação da real extensão dos danos.

A população civil tem se deslocado em massa em direção à base do Comando do Batalhão Brasileiro (BRABATT), menos atingida pelos abalos, em busca de socorro e de auxílio no resgate dos feridos.

Desde o início dos abalos sísmicos, o BRABATT, usando todos os meios disponíveis, está empenhado em atender as vítimas da tragédia.

Foram confirmados os óbitos de 04 (quatro) militares do BRABATT:

1º Tenente BRUNO RIBEIRO MÁRIO

2º Sargento DAVI RAMOS DE LIMA

Soldado ANTÔNIO JOSÉ ANACLETO

Soldado TIAGO ANAYA DETIMERMANI

Todos do 5º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em Lorena-SP.

Os nomes dos militares feridos confirmados até o momento são os seguintes:

- Tenente Coronel ALEXANDRE JOSÉ SANTOS, da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, de Boa Vista-RR, com escoriações;

- Capitão RENAN RODRIGUES DE OLIVEIRA, do 6º Batalhão de Infantaria Leve, de Caçapava-SP, com fratura do úmero e fêmur;

- o 3º Sargento DANILO DO NASCIMENTO DE OLIVEIRA, do 28º Batalhão de Infantaria Leve, de Campinas-SP, com escoriações;

- Cabo EUGÊNIO PESARESI NETO, do 28º Batalhão de Infantaria Leve, de Campinas-SP, com escoriações; e

- Soldado WELINTON SOARES MAGALHÃES, do 5º Batalhão de Infantaria Leve, com fratura no nariz e na clavícula.

O Exército Brasileiro, consternado e imbuído do mais alto sentimento de solidariedade, está empenhado em prestar todo o apoio necessário às famílias dos militares vitimados pela tragédia.

O CCOMSEx distribuirá boletins complementares, nesta página, à medida que sejam confirmadas novas informações.

Gen Bda CARLOS ALBERTO NEIVA BARCELLOS
Chefe do CCOMSEx

 
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