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No último dia seis, o sistema de mísseis superfície-ar SAMP/T, de fabricação conjunta francesa e italiana, destruiu com sucesso um míssil balístico falso durante teste de tiro em uma área de testes em Biscarrosse, na França. O experimento provou a capacidade do novo sistema para interagir com o centro de comando e controle da Balistic Missile Defense (BMD) da OTAN

Após diversos testes bem-sucedidos conduzidos com a plataforma para testes de integração à BMD, o recente experimento de fogo real conectou efetivamente o sistema SAMP/T à cadeia de comando da OTAN.

Trata-se da última verificação comprovando a interoperabilidade do SAMP/T com o centro de controle e comando. O novo sistema deve ser adicionado ao arsenal da OTAN no segundo semestre de 2013.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Forças Terrestres a partir de original em inglês)

Venezuela recebe autopropulsados russos 2S19 Msta-S

autopropulsado msta-s da venezuela

O Exército da Venezuela acaba de receber um lote de obuses autopropulsados 2S19 Msta-S de 152 mm, bem como veículos blindados do tipo “Posto de Comando” MT-LBu.

O Msta-S possui uma torre com canhão de 152 mm montada sobre um chassi de carro de combate T-72. O canhão pode disparar munição de diversos tipos até uma distância de 28,9 km.

Os 2S19 Msta-S reequiparão o “415 Grupo de Artillería de Campaña Autopropulsado “General de División Juan Jacinto Lara”, sediado em ‘Fuerte Paramacay de Naguanagua’, estado Carabobo, e orgânico da ’41 Brigada Blindada’.

Além dos Msta-S, desde maio do ano passado o Exército da Venezuela já recebeu da Rússia carros de combate T-72B1; sistemas de mísseis de defesa aérea S-125-2M ”Pechora 2M”, canhões antiaéreos ZU-23-2 de 23 mm; caminhões táticos Ural dos modelos 43206 (4×4) e 4320 (6×6); veículos de transporte de tropas BMP-3 e BTR-80 (8×8); morteiros de 120 mm 2s12 “Sani” (rebocados), e os autopropulsados 2s23 Nona-SVK; sistema de saturação de área BM-21 “Grad” de 122 mm e também munição, sobressalentes e equipamentos de apoio.

Os equipamentos russo recebidos deverão ser apresentados no desfile previsto para o dia 5 de julho na capital Caracas.

FONTE/FOTO: Notitarde (tradução e adaptação do blog das Forças Terrestres a partir do original em espanhol)

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Em outubro do ano passado, a Coreia do Sul firmou acordo com os Estados Unidos, permitindo que Seul desenvolvesse mísseis balísticos com alcance em torno de 800 quilômetros. A medida tem como objetivo tornar o país menos dependente das forças norte-americanas.

A princípio, o acordo entre os dois países possibilitva a criação de armas com alcance de até 300km. Porém, a conduta agressiva da Coreia do Norte, incluindo lançamentos de mísseis balísticos em dezembro passado e especulações sobre possíveis novos testes nucleares, forçaram o vizinho do sul a modificar e adiantar o cronograma para criação das armas.

Ainda não foram divulgadas datas para que os futuros mísseis entrem em operação – uma fonte do governo apenas disse à agência de notícias Yonhap News que os armamentos devem começar a funcionar o quanto antes. “Renovar nossa capacidade de segurança é uma questão urgente”, afirma Kim Jang-soon, representante do governo sul-coreano responsável por observar as movimentações do vizinho ao norte assim que a presidente recém-eleita, Park Guen-hye, tomar posse no mês que vem. Jang-soon também pediu à comunidade internacional medidas mais contundentes para isolar Pyongyang em caso de novos lançamentos de mísseis.

Durante sua campanha eleitoral, a então candidata Park enfatizou  a necessidade de aprimorar as Forças de Defesa sul-coreanas a fim de dar à nação – que, em tese, ainda está em guerra com o norte – um poder de dissuasão credível. É pouco provável que o discurso da nova presidente e o desenvolvimento dos mísseis acalmem os ânimos no lado sul.  Segundo uma pesquisa de opinião realizada por entidades representantes dos veteranos da Guerra da Coreia(1950-1953), quase 79% das pessoas entrevistadas veem um novo conflito como uma possibilidade concreta.

FONTE: The Guardian (tradução e adaptação do Força Terrestres)

 

Roberto Godoy

O Exército está criando em Formosa (GO) duas unidades especializadas de mísseis e foguetes para operar o Astros 2020, sistema de lançamento múltiplo desenvolvido pela Avibras Aeroespacial, de São José dos Campos (SP).

A nova base, o Forte de Santa Bárbara, vai receber o avançado míssil AV-TM com alcance no limite de 300 quilômetros – o primeiro da Força Terrestre, projetado e construído no País.

O programa prevê uma instalação de instrução, uma bateria de busca de alvos, os paióis de munições, e a revitalização do atual 6.º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes. As unidades terão, na área, um Comando e Estado Maior, uma bateria de Comando e três baterias de lançamento. Cada conjunto operaci0nal é integrada por 15 veículos: 6 carretas disparadoras, 6 remuniciadoras e ao menos mais três viaturas blindadas para o comando, a estação meteorológica e o apoio técnico.

O custo do complexo, abrangendo o núcleo habitacional para o pessoal permanente será anunciado até março. Só o desenvolvimento do míssil e do novo foguete balístico guiado AV-40, com 40 km de raio de ação, vai custar R$ 235 milhões dos quais R$ 195 milhões só para o AV- TM. O lote inicial será recebido em 2016. O programa exigirá cerca de R$ 1.246 bilhão, em etapas, até 2018.

Em nota, o Exército destacou que o Astros 2020 é a plataforma para que a Força tenha “apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade”. A navegação do AV-TM é feita por uma combinação de caixa inercial e um GPS. O míssil faz acompanhamento do terreno com um sensor eletrônico, corrigindo o curso em conformidade com as coordenadas armazenadas a bordo. Seu objetivo é uma instalação estratégica – refinarias, usinas geradoras de energia, centrais de telecomunicações, concentrações de tropa, depósitos, portos, bases militares, complexos industriais.

FONTE: O Estado de São Paulo

COLABOROU: Henrique C.O

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A secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton, espera que os aliados da Otan cheguem a um acordo nesta semana sobre a instalação de mísseis Patriot na Turquia para defender esse país contra eventuais ataques da Síria, segundo uma autoridade dos EUA.

Os 28 países da Otan –incluindo EUA e Turquia– se reúnem na terça e quarta-feira em Bruxelas.

A Turquia, que já oficializou um pedido de ajuda da Otan para reforçar suas defesas antiaéreas, apoia entusiasticamente os rebeldes que lutam para derrubar o presidente da Síria, Bashar al Assad.

A Turquia repetidamente mobiliza jatos na região da fronteira comum, e reage à altura quando projéteis disparados na guerra civil síria caem no território turco, em incidentes que reforçam os temores de que o conflito na Síria, iniciado há 20 meses, poderia desestabilizar toda a região.

“Estamos todos positivamente considerando (a solicitação)”, disse um alto funcionário do Departamento de Estado, falando a jornalistas a caminho da Europa, onde Hillary iniciou uma viagem com uma parada em Praga.

“Estamos esperançosos de que a Otan estará em posição de responder positivamente… e que os três países contribuintes que estão sendo considerados –Estados Unidos, Alemanha e Holanda– estarão em posição de também contribuir.”

O funcionário disse que os detalhes sobre o número de mísseis a serem instalados, onde e por quanto tempo não devem ser finalizados nesta semana, pois os locais ainda estão sendo avaliados.

Essa fonte disse também que provavelmente será “pelo menos uma questão de semanas” até que os mísseis Patriot estejam instalados na Turquia, por causa da decisões a serem tomadas em nível nacional.

A Rússia, que vai participar da reunião da Otan, tem atritos com a aliança a respeito de como lidar com a crise na Síria. Moscou já vetou várias resoluções da ONU que tentavam pressionar Assad a conter a violência, e o chanceler russo, Sergei Lavrov, deve manifestar preocupação com a possível instalação de mísseis da Otan na fronteira.

A Turquia gostaria também de implementar uma zona de exclusão aérea dentro do território turco, para conter os bombardeios de Assad contra os rebeldes. Mas o funcionário norte-americano disse que a instalação dos mísseis não seria parte de um “avanço inexorável” rumo à adoção dessa zona de exclusão aérea.

Paquistão

Hillary aproveitará a viagem para se reunir, nesta segunda-feira em Bruxelas, com a chanceler do Paquistão, Hina Rabbani Khar, e com o mais graduado militar desse país, general Ashfaq Kayani.

Autoridades dos EUA disseram que ela irá encorajar o que Washington vê como uma melhora no ambiente entre o Paquistão e o vizinho Afeganistão, onde forças sob o comando dos EUA tentam se desvencilhar de uma longa e sangrenta guerra.

Uma segunda fonte norte-americana observou também que as relações dos EUA com o Paquistão estão se recuperando, depois da crise causada pela ação militar norte-americana secreta que resultou na morte do militante Osama bin Laden em território paquistanês, em 2011.

FONTE: O Estado de S. Paulo

FOTO: Wikimedia Commons

 

Iron Dome em ação

Em 2011, Israel iniciou o uso do sistema anti-míssil Iron Dome que deixou os ataques palestinos menos custo efetivos. Em 2011, duas baterias foram deslocadas para a fronteira de Gaza.

Em 2010, foi anunciado que o Iron Dome não foi pensado para proteger cidades e vilas e sim bases militares. Os políticos citavam que seria usado para proteger civis próximos a áreas ameaçadas por foguetes. A experiência mostrou que leva 15 segundos para o sistema detectar, identificar e dispara os mísseis. A maioria dos alvos próximos da faixa de Gaza estão tão próximos, cerca de 13 km, que o foguete atinge o solo em menos de 15 segundos.

Então as baterias foram logo armazenadas e usadas apenas para treino e testes. Os militares preferiam proteger as bases militares, que depois defenderão Israel. As bases estão longe da fronteira e o tempo de reação permite que o Iron Dome seja efetivo.

Os terroristas preferem usar foguetes de curto alcance que não podem ser derrubados pelo Iron Dome. A única arma atual que pode derrubar foguetes de curto alcance é o Centurion americano, um sistema Phalanx instalado em terra já usado no Afeganistão para derrubar granadas de morteiros.

Os ataques de foguetes contra Israel iniciaram em 2001. Piorou quando Israel da Faixa de Gaza em 2005. Entre 2001 a 2005 foram 700 foguetes disparados. Depois foram 3.400 disparos. Foram 42 mortos no total em nove anos, sendo metade por foguetes e resto por morteiros. O fogo de contra-bateria da artilharia israelense fere ou mata um palestino para cada três foguetes ou morteiros disparados. A novidade recente é o uso de celulares pelos palestinos para disparar os foguetes, sem risco de ser morto pelos israelenses.

A tática palestina é disparar vários foguetes simultaneamente contra poucas cidades. Na teoria esta tática pode saturar uma ou duas baterias Iron Dome. Mas Israel mantém a faixa de Gaza sob vigilância constante de Aeronaves Remotamente Pilotadas e tem descobertos várias tentativas de ataques e bombardeado os lançadores.

O Hamas disparou cerca de 4 mil foguetes em 2006. O palestinos na faixa de Gaza dispararam mais de 600 foguetes nos últimos 9 anos. Mais de 90% deles atingiram áreas desabitadas e poucos infringiram baixas. Então, interceptar mil foguetes irá custar US$ 40 milhões, mas o que pode ser economizado com equipamento militar não destruído ou vidas salvas pode se muito compensado. Atualmente, é estimado que exista um estoque de 40 mil foguetes no norte do Líbano.

O conflito foi iniciado após Israel reiniciar a caçada de líderes terroristas em Gaza com o uso de Aeronaves Não Tripuladas. A outra opção seria uma campanha por terra, com o risco de muito mais baixas.

Agora o Hamas quer o cessar fogo, mas com garantias que Israel não vai realizar ataques contra sua liderança. Os ataques de “decapitação” mostrou ser o meio mais efetivo de destruir as organizações terroristas. Nos últimos oito dias, cerca de um líder do Hamas foi morto por dia. O Hamas pensava estar livre desse tipo de ataque por ser um governo eleito em Gaza.

Antes do conflito atual, o Iron Dome já tinha interceptado mais de 100 foguetes em direção a áreas habitadas, com 80% acerto. Na última semana, mais de 500 foguetes foram lançados nos primeiros dois dias, mas depois os ataques diminuíram com os ataques matando a maioria dos artilheiros. Foram 230 foguetes no dia 17 de novembro e depois 156 no dia 18 e 121 no dia 19. Depois foram menos de 100 dia 20 de novembro e antes do cessar fogo apenas meia dúzia foram disparados. Foram apenas quatro israelenses mortos enquanto os palestinos tiveram 140 baixas pelos ataques aéreos.

O Iron dome derrubou cerca de 90% dos foguetes dirigidos para áreas habitadas. Uma bateria consegui 100% acerto contra uma salva de foguetes.Foram mais de 300 foguetes interceptados.

Cada míssil mísseis Tamir (foto abaixo), usado no Iron Dome, pesa 90kg e foi projetado para contrapor foguetes com alcance de até 70km.  O míssil usa uma espoleta de proximidade para explodir próximo do alvo. Cada míssil custa US$ 50 mil. O primeiro teste foi em abril de 2011. Israel já comprou sete baterias da empresa Rafael. Quatro baterias estão em operação e outra entrou em operação este mês. Cada bateria Iron Dome custa US$ 37 milhões com quatro lançadores de 10, 15 ou 20 mísseis Tamir cada. O sistema usa dois radares para detectar a trajetória dos foguetes e não faz nada se a trajetória indica que irá cair em área desabitada. Se o computador prediz que o foguete irá atingir uma área habitada, um míssil é disparado.

Israel pretende comprar um total de 15 baterias de mísseis Iron Dome por US$ 1 bilhão. O Iron Dome será complementado pelo David Sling e o Arrow contra foguetes de maior alcance.

Os ataques de foguetes do Hamas não funcionaram como planejado não só devido ao Iron Dome. Israel sabia dos planos do Hamas e parece que conhecia onde os estoques de foguetes estavam escondidos. O Hamas tem cerca de 10 mil foguetes e na última semana a maioria foi destruída pelos ataques aéreos israelenses. Israel atacou cerca de 200 alvos por dia em Gaza com helicópteros e caças. Usaram apenas armas guiadas e canhões. As explosões secundárias na maioria dos alvos mostrou que eram alvos militares.

 

 

 

Segundo segundo informações divulgadas hoje por fonte oficial próxima ao primerio-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o país está preparado para invasão terrestre à região da Faixa de Gaza, mas ainda prefere uma solução pelas vias do diálogo.

“Nós gostaríamos de obter uma solução diplomática que garantisse paz à população do sul de Israel. Caso isso seja possível, uma invasão não seria mais necessária”, disse a fonte oficial à agência Reuters. “Mas se a diplomacia falhar, nós podemos não ter alternativa além de enviar forças terrestres”.

Abaixo também seguem videos de manifestações favoráveis e contrárias à intervenção de Israel em Gaza.

 

 

FONTE: Reuters (tradução e adaptação do Forças Terrestres a partir de original em inglês)

FOTO E VIDEOS: militaryphotos.net

 

O Exército de Israel informou que deu início neste domingo ao maior exercício militar conjunto com os EUA. A operação batizada de “Austere Challange 12″ inclui mais de 3.500 americanos e 1.000 israelenses. Os militares estão praticando suas habilidades em trabalhar em conjunto contra uma série de ameaças a Israel, o principal aliado americano no Oriente Médio.

“[As manobras] afastam a imagem de uma rusga entre os Estados Unidos e Israel”, declarou o cientista político da Universidade de Bar Ilan, Gerald Steinberg, “Elas demonstram que, apesar das diferenças de opinião, ainda há uma cooperação significativa em termos de defesa”.

Os atritos entre os EUA e Israel se agravaram nas últimas semanas, quando o primeiro ministro Benjamin Netanyahu e outros altos funcionários do governo começaram a deliberar sobre a demarcação de uma “linha vermelha” que deflagraria uma possível intervenção militar no Irã.

A operação entre os EUA e Israel estava originalmente programado para abril, mas foi adiada a pedido de Tel Aviv. Nenhuma razão foi dada para as manobras, mas elas ocorrem em meio a crescentes rumores de que o país está se preparando para atacar o Irã, caso Teerã não interrompa seu programa de enriquecimento de urânio. O contra-ataque por parte de Teerã e seus aliados do Hamas e do Hezbollah é atualmente a maior ameaça que o Estado israelense teria a temer.

O Irã nega as acusações de estar desenvolvendo armas atômicas, e reafirma que seus esforços são exclusivamente para fins civis. Porém, os líderes do país prometeram retaliações severas contra Israel em caso de ataque às instalações de seu programa atômico.

De acordo com generais americanos e israelenses, o “Austere Challange 12″ deve simular uma guerra de diversas frentes, com ataques de vários tipos, desde mísseis balísticos de longo alcance até morteiros. Estima-se que as três semanas de operações devem custar 30 milhões de dólares. Os Estados Unidos empregarão baterias de mísseis Patriot e um navio aequipado com o sistema anti-mísseis Aegis. Israel incluirá seus sistemas Arrow e Iron Dome.

FONTES: Associated Press via O Estado de S. Paulo e Wall Street Journal (tradução e adaptação pelo Forças Terrestres do original em inglês)

IMAGEM: Fox News

 

Curitiba – Com o objetivo de cumprir a missão de aprofundar o combate, coordenar e aumentar o apoio de fogo da 5ª Divisão de Exército (5ª DE), proporcionado pelos Grupos de Artilharia orgânicos das Brigadas da Divisão em operações militares de Defesa Externa, a Artilharia Divisionária/5 (AD/5) realiza, no período de 14 a 19 de outubro, no Campo de Instrução Marechal Hermes (Três Barras/SC), o Exercício de Centro de Operações Táticas e a “Operação Tupi/2012”.

O Exercício de adestramento avançado conta com a participação da Bateria de Comando da AD/5, do 15º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (15ª GAC AP), do 5º GAC AP, do 26º Grupo de Artilharia de Campanha e do 28º GAC. Os exercícios estão inseridos na “Operação Marechal Hermes” – Exercício de Adestramento Avançado da 5ª DE.

FONTE/FOTO:
EB

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Três Corações (MG) – No período de 29 de setembro a 6 de outubro, foi realizada a “Operação Santa Bárbara/2012”, no Campo de Instrução da Escola de Sargentos das Armas.

O exercício da 2ª Divisão de Exército (2ª DE) reuniu as Unidades de Artilharia da “Divisão Presidente Costa e Silva”, o 2º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (Itu/SP), o 12º Grupo de Artilharia de Campanha (Jundiaí/SP) e o 20º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (Barueri/SP), com efetivo de 650 militares.

O Tiro de Artilharia foi realizado com o obuseiro 105 mm M56 Oto Melara, o morteiro 120 mm e o obuseiro 155 mm M114, totalizando 24 bocas de fogo.

Neste ano, o 13º Regimento de Cavalaria Mecanizado também participou da operação, realizando tiros com morteiro 81 mm e canhão 90 mm (Cascavel).

FONTE: EB

As forças armadas da Turquia atacaram alvos na Síria nesta quarta-feira, em resposta a um morteiro disparado do território sírio que matou cinco civis turcos, informou o gabinete do primeiro-ministro Tayyip Erdogan.

“Nossas forças armadas na região de fronteira responderam imediatamente a este abominável ataque … alvos foram atingidos através de fogo de artilharia em locais na Síria identificados por radar”, disse o comunicado do governo turco.

“A Turquia nunca deixará sem resposta tais tipos de provocação feitos pelo regime sírio contra nossa segurança nacional.”

O chanceler turco, Ahmet Davutoglu, concordou com o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, sobre a necessidade de uma reunião de emergência com os integrantes da entidade, segundo a nota.

Davutoglu conversou por telefone com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e ministros de Relações Exteriores de vários países do Conselho de Segurança da ONU sobre o incidente.

Ban fez um apelo para que o governo sírio respeite a integridade territorial de seus vizinhos a advertiu que o conflito de 18 meses na Síria está prejudicando cada vez mais outros países na região, disse sua assessoria.

O morteiro disparado da Síria caiu em um bairro residencial na cidade de Akcakale, no sudeste da Turquia, e matou uma mulher e quatro crianças de uma mesma família.

FONTE: Reuters

 

Os requisitos a seguir,encontram-se no Anexo II e III da Portaria Normativa 2.387/MD, publicada no Diário Oficial da União em 12 de setembro de 2012 e foram o obtidos pela consolidação das características operacionais e técnicas comuns de emprego das três Forças Armadas, constantes em suas documentações orientadoras e normativas, após reuniões coordenadas pela Comissão de Logística Militar (COMLOG), realizadas no Ministério da Defesa, em 2012.

Os requisitos estão divididos em absolutos, desejáveis e complementares. Os absolutos são obrigatórios. Os desejáveis, não obrigatórios, devem ser buscados pelo incremento da operacionalidade e os complementares, não obrigatórios ou desejáveis, valorizam a melhor escolha.

MORTEIRO MÉDIO ANTICARGA 81 MM (Mrt Me A Cg 81 mm)

I- Absolutos (RA)

1. ser de calibre 81 (oitenta e um) mm.
2. possuir características necessárias de rusticidade que lhe permitam ser operado e manutenido sob quaisquer condições climáticas e em qualquer ambiente operacional.
3. apresentar desempenho normal mesmo quando empregado em ambientes providos de lama, areia, água, etc.
4. possuir peças com proteção e tratamento superficial (fosfatização) resistentes aos agentes ambientais e água salgada, bem como a exposição a névoa salina, de acordo com a Norma MIL-STD810-E Método 509, ou equivalente.
5. possuir acabamento externo que evite a reflexão da luz (Peso nove).
6. possuir índice de disponibilidade superior a 90 % (noventa por cento) (relação entre o tempo médio entre falhas e a soma deste com o tempo para a reparação das falhas).
7. possibilitar operação por uma guarnição de até 4 (quatro) homens.
8. possibilitar a execução, por guarnição adestrada, de todas as operações de entrada em posição, terreno plano e limpo, no tempo máximo de 5 (cinco) minutos, incluído pontaria inicial e disparo do primeiro tiro.
9. permitir ajuste do tiro, por guarnição adestrada, em tempo máximo de 5 (cinco) minutos e com no máximo 4 (quatro) tiros.
10. permitir a saída de posição em um tempo máximo de 3 (três) minutos com todo o material em ordem de marcha.
11. possuir mecanismo de pontaria que permita o ajuste em elevação na faixa de 800 (oitocentos) milésimos a 1.500 (mil e quinhentos) milésimos.
12. possuir mecanismo de pontaria que permita o ajuste em direção de, no mínimo, 100 (cem) milésimos à esquerda ou à direita, a partir do centro.
13. possibilitar a realização de tiro, por guarnição adestrada, com cadência mínima de tiro de 10 (dez) tiros por minuto, com munição adotada pelas Forças Armadas.
14. permitir o tiro com todos os tipos de munição padrão Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
15. possuir peso total menor que 450 N (quatrocentos e cinqüenta newtons) (aproximadamente 45 kgf).
16. ter o peso de cada componente transportável inferior a 150 N (cento e cinqüenta newtons) (aproximadamente 15 kgf).
17. possuir tubo com comprimento inferior a 1,45 m (um vírgula quarenta e cinco metros).
18. possuir alcance mínimo superior a 100 (cem) metros.
19. possuir alcance máximo maior que 5.500 (cinco mil equinhentos) metros.
20. propiciar condições seguras de operação à guarnição.
21. permitir firme ancoragem no terreno. 22. possuir tabelas de tiro para todo tipo de munição adotada pelas Forças Armadas.
23. permitir montagem e desmontagem para a manutenção de 1º escalão no campo, sem o uso de equipamentos especiais. 24. possibilitar o transporte pela guarnição de todo o material de limpeza necessário à manutenção de 1º escalão. 25. dispor de catálogo de suprimento contendo: número de identificação, descrição e quantidade por arma, relativos a todas as peças, componentes e sobressalentes.
26. possibilitar o seu transporte, quando a guarnição deslocar-se a pé por terreno irregular, a uma velocidade superior a 3 (três) km/h.
27. possuir bandoleira ou outro dispositivo que permita aos elementos da guarnição transportar as partes da arma de forma equilibrada e confortável.
28. possuir placa-base que permita o tiro em 6.400 (seis mil e quatrocentos) milésimos, sem refazer a ancoragem da peça.
29. possuir aparelho de pontaria que permita a realização de tiro diurno e tiro noturno.
30. possuir ferramentas, equipamentos, dispositivos e calibradores para todos os escalões de manutenção do material.
31. possuir, como acessório, equipamento para a remoção de granadas falhadas no interior do tubo (saca-granadas).
32. permitir a desabilitação do percutor durante a manipulação de granadas falhadas no interior do tubo.
33. dispor de catálogo de suprimento contendo: número de referência da empresa, número de estoque da OTAN (NSN), descrição e quantidade por arma, relativos a todas as peças, componentes e sobressalentes.

II- Desejáveis (RD)

1. possuir no máximo 6 (seis) peças para a desmontagem e montagem de 1º escalão.
2. possibilitar a montagem das peças que o compõem em uma única posição.
3. possuir simulador de tiro para adestramento da guarnição.
4. possuir proteção para a boca do tubo (coifa).
5. ser pintado nas cores e padrões estabelecidos pelo Exército Brasileiro.
6. permitir o uso de munição assistida. III- Complementares (RC) Ser pintado nas cores e padrões estabelecidos por cada Força
Armada.

MORTEIRO LEVE ANTICARGA 60 MM (Mrt L A Cg 60 mm)

I- Absolutos (RA)
1. ser de calibre 60 (sessenta) mm.
2. possuir características necessárias de rusticidade que lhe permitam ser operado e mantido sob quaisquer condições climáticas e em qualquer ambiente operacional.
3. apresentar desempenho normal mesmo quando empregado em ambientes providos de lama, areia, água, etc.
4. possuir peças com proteção e tratamento superficial (fosfatização) resistentes aos agentes ambientais e água salgada, bem como a exposição a névoa salina, de acordo com norma MIL-STD810-E Método 509, ou equivalente.
5. possuir acabamento externo que evite a reflexão da luz. 6. possuir índice de disponibilidade superior a 90% (noventa
por cento) – relação entre o tempo médio entre falhas e a soma deste com o tempo para a reparação das falhas.
7. possibilitar operação por uma guarnição de 2 (dois) homens.
8. possibilitar a execução, por guarnição adestrada, de todas as operações de entrada em posição, terreno plano e limpo, no tempo máximo de 4 (quatro) minutos, incluindo a realização da pontaria inicial e disparo do primeiro tiro.
9. permitir ajuste do tiro, por guarnição adestrada, em tempo máximo de 3 (três) minutos e com no máximo 4 (quatro) tiros.
10. permitir a saída de posição em um tempo máximo de 3 (três) minutos com todo o material em ordem de marcha.
11. possuir mecanismo de pontaria que permita o ajuste em elevação na faixa de 800 (oitocentos) milésimos a 1.500 (mil e quinhentos) milésimos.
12. possuir mecanismo de pontaria que permita o ajuste em direção de no mínimo 100 (cem) milésimos à esquerda ou à direita, a partir do centro.
13. possibilitar a realização de tiro, por guarnição adestrada, com cadência mínima de tiro de 10 (dez) tiros por minuto, com munição adotada pelas Forças Armadas.
14. permitir o tiro com todos os tipos de munição padrão Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
15. possuir peso total menor que 160 N (cento e sessenta newtons) (aproximadamente 16 kgf).
16. ter o peso de cada componente transportável inferior a 70 N (setenta newtons) (aproximadamente 7 kgf).
17. possuir tubo com comprimento inferior a 0,80 m (zero vírgula oitenta metros).
18. possuir alcance útil mínimo de 100 (cem) metros.
19. possuir alcance máximo maior que 2.000 (dois mil) metros.
20. propiciar condições seguras de operação à guarnição.
21. permitir firme ancoragem no terreno.
22. possuir tabelas de tiro para todo tipo de munição adotada pelas Forças Armadas. 23. permitir montagem e desmontagem para a manutenção de 1º escalão no campo, sem o uso de equipamentos especiais. 24. possibilitar o transporte pela guarnição de todo o material de limpeza necessário à manutenção de 1º escalão.
25. dispor de catálogo de suprimento contendo: número de referência da empresa, número de estoque da OTAN (NSN), descrição e quantidade por arma, relativos a todas as peças, componentes e sobressalentes.
26. dispor de Manual de Operação e Manutenção e publicações técnicas referentes a manutenção, incluindo descrição técnica, vista explodida do armamento, todos em língua portuguesa.
27. possibilitar o seu transporte, quando a guarnição deslocar-se a pé por terreno irregular, a uma velocidade superior a 3 (três) km/h.
28. possuir bandoleira ou outro dispositivo que permita aos elementos da guarnição transportar as partes da arma de forma equilibrada e confortável.
29. possuir placa-base que permita o tiro em 360º (trezentos e sessenta graus), sem a necessidade de se refazer a ancoragem.
30. possuir ferramentas, equipamentos, dispositivos e calibradores para todos os escalões de manutenção do material.
31. possuir aparelho de pontaria que permita a realização de tiro diurno e tiro noturno.
32. permitir a desabilitação do percutor durante a manipulação de granadas falhadas no interior do tubo.

II- Desejáveis (RD)

1. possuir no máximo 6 (seis) peças para a desmontagem e montagem de 1º escalão.
2. possibilitar a montagem das peças que o compõem em uma única posição.
3. possuir simulador de tiro para adestramento da guarnição. 4. possuir proteção para a boca do tubo (coifa). 5. possuir dispositivo que proteja a arma durante lançamento aeroterrestre.

III- Complementares (RC)

Ser pintado nas cores e padrões estabelecidos por cada Força Armada.

NOTA DO EDITOR: os dois morteiros que ilustram este post são atualmente empregados pelos Fuzileiros Navais, sendo o primeiro um Morteiro 81mm M29A1 e o segundo um M-60 BRANDT.

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Mercado de projéteis guiados de artilharia

Os países da OTAN devem comprar cerca de US$ 6 bilhões em projéteis guiados de artilharia entre 2012 e 2021, baseado em compra de 130 mil projéteis guiados ou kits de guiamento. Em 2012 as compras devem chegar a US$ 819 milhões. Os EUA devem ser o maior comprador com gastos de US$ 699 em 2012, para comprar 7.631 projéteis como o Excalibur, o XM395 Accelerated Precision Mortar Initiative (APMI) e o Guided Multiple Launch Rocket System (GMLRS).

A maior escala de produção estão reduzindo gradativamente os custos e tornados as novas munições mais aceitáveis. Por exemplo, o Kit Precision Guidance Kit (PGK) da ATK (foto) está custando apenas US$ 13.500. O custo da Excalibur Block 1B está custando US$ 45 mil contra 87 mil da Excalibur Block 1A. A Oto Melara pretende vender o Volcano por US$ 40 mil. O resultado final é uma grande melhoria da capacidade da artilharia da OTAN, mesmo com cortes nos custos.

 

A 43ª Brigada de Artilharia de Campo do Exército da Venezuela, ativada em março de 2011, continua com o seu processo de estruturação e dotação, com a ativação de novas unidades e a recepção de novos materiais de fabricação russa. Esta unidade, orgânica à 4ª Divisão Blindada, tem a sua sede em Fort Conopoima, na cidade de San Juan de los Morros, capital do estado de Guárico, na região central do país.

Quanto às novas unidades, foram ativados recentemente o 433º Grupo de Artilharia General Juan José Flores e o 434º Grupo de lançadores de foguetes múltiplos Geral Alberto Müller Rojas. Estas duas unidades táticas se juntam ao 431º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado General Bartolomé Salom e à 4301ª Bateria de Comando.

O 433º Grupo de Artilharia Mista 433 está equipado com o sistema de lançadores múltiplos 9K51 BMP-21 Grad (40 tubos) de 122 mm e com obuses autopropulsados 2S19 Msta-S de 152mm. Enquanto isso o 434º Grupo de lançadores múltiplos dispõe somente do sistema Grad.

Deve-se notar que os Msta-S são complementados pelo sistemas de controle de fogo Mashina-M instalado em um veículo blindado Posto de Comando/Controle  de Tiro de Artilharia MT-LBu. De sua parte, os BMP-21 Grad são complementados pelo sistema de controle de fogo Kapustnik-B, instalado em um caminhão tático de 6 toneladas, 6×6 Ural 4320.

Em relação ao equipamento da 43ª Brigada, está previsto o recebimento do sistema de lançadores múltiplos (12 tubos) 9A52 BM-300 Smerch de 300 mm. Também está previsto a ativação de novas unidades organizacionais, grupos de Artilharia de Campanha, Abastecimento e Transportes, Comunicações e Manutenção, entre outros.

FONTE: Infodefensa

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Forças Terrestres

NOTA DO EDITOR: o sistema 2S19 Msta-S é muito mais avançado do que qualquer outra peça de artilharia semelhante existente no Exército Brasileiro. Para saber mais sobre este sistema, veja a matéria especial aqui no blog das Forças Terrestres.

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G6 ainda em ação

Após 25 anos em operação o obuseiro auto-propulsado G6 ainda determina padrões para artilharia de longo alcance. Em 1987, a versão rebocada G5, mostrou sua grande capacidade de atingir alvos com precisão a longa distância no conflito contra Angola. A Denel Land Systems (DLS) da África do Sul cita que o G6 pode atingir alvos a 65km com uma razão 6 tiros por minuto.

Com uma série de modernização o G6 continua tendo boa capacidade de mobilidade, precisão, capacidade de disparar cinco projéteis para atingir o mesmo alvo simultaneamente, proteção e variedade de munição.

 

Recentemente foram apresentados ao Ministério da Defesa argentino os projtos do UAV Lipán M3 e do Simulador de Tiro para Artilharia Antiaérea SITARAN II. Ambos os sistemas devem ser operacionais a partir de 2012.

O Lipán M3 é considerado o primeiro do seu tipo a ser desenvolvido na América Latina, como o resultado de um acordo assinado em 1998 entre a Escola Superior Técnica do Exército, o INVAP — que específicamente desenvolveu o seu software de controle — e algumas empresas privadas. Possui uma autonomía de cinco horas e básicamente é utilizado para receber sinais de video de alta resolução e telemetria de radio a alcance próximo a 40 Km. Constituído de fibra de carbono e vidro, pesa 60kg, e possui envergadura de 4.60 m, o seu motor de 156cc levando-o a até 180km/h em uma altitude de 1.800m. Seu equipamento de vigilância é integrado por duas câmeras fixas e uma giratória, num ângulo de 360°. O Lipan decola e aterrisa manualmente, a seguir acompanhando uma rota com pontos de referência. O arteafato voou pela primeira vez dez anos após de iniciado o seu desenvolvimento.

Já o SITARAN II compõe-se do canhão Oerlikon 20mm BO, interface canhão/computador, e subsistemas de pontaria e de áudio. Pretende-se estender esse sistema sobre outras peças de AAA futuramente, de modo a melhorar a operacionalidade de todo o complexo de defesa antiaérea daquele país.

FONTE: M. Borches (infodefensa.com)

 
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