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EMPREGO DE TROPA EM GARANTIA DA LEI E DA ORDEM NA BAHIA

Autorizado pela Excelentíssima Senhora Presidente da República, o Exército Brasileiro empregará tropa federal no Estado da Bahia, nos termos do que está previsto na Lei Complementar nº 97/1999 e no Decreto nº 3.897/2001, em caráter episódico e temporário, em ações de garantia da lei e da ordem, para a preservação da ordem pública e incolumidade das pessoas e do patrimônio, em estreita coordenação com a Secretaria de Segurança Pública, atendendo à solicitação do Governador do Estado.

O Exército empregará os recursos operacionais militares necessários, enquanto permanecer a situação de greve da Polícia Militar da Bahia.

As tropas federais do Exército sediadas em Salvador já iniciaram as ações de patrulhamento ostensivo nas principais vias da cidade e outras tropas do Comando Militar do Nordeste, sediadas em Recife, Garanhuns, João Pessoa, Maceió, Aracaju e Natal; e da Brigada de Infantaria Paraquedista, do Rio de Janeiro, iniciaram seus deslocamentos por via aérea e terrestre em direção a Salvador e outras cidades do interior do Estado.

Serão empregados, ainda, meios aéreos do Comando de Aviação do Exército, com sede em Taubaté-SP.

O efetivo total a ser empregado pelo Exército é de cerca de 2.000 militares.

Atenciosamente,

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO EXÉRCITO
EXÉRCITO BRASILEIRO
BRAÇO FORTE – MÃO AMIGA

NOTA do EDITOR: Decolam amanhã do CAvEx duas aeronaves HM-1 Pantera, pertencentes ao 1°BAvEx, com a finalidade de apoiar as tropas na Bahia.

Fim da linha para os AH-64A do US Army

Após 30 anos de serviço no Exército Americano (US Army), a versão AH-64A do helicóptero de ataque Apache não mais existirá.

Os últimos 16 exemplares do modelo AH-64A que ainda operam em algumas unidades da Guarda Nacional seguirão em maio deste ano para as instalações da Boeing. Segundo o coronel Shane Openshaw, os helicópteros serão atualizados para o padrão AH-64D Block II.

Enquanto isso os trabalhos no desenvolvimento da versão Block III continuam. Esta versão terá a capacidade de controlar UAV, cujos testes começarão em março deste ano. Se os testes forem bem sucedidos, o Exército poderá decidir pela produção do Block III em julho ou agosto.

Além disso, a Boeing responderá ao RFP do governo coreano para um novo helicóptero de ataque , além de trabalhar na venda de 48 Apaches do US Army para a Arábia Saudita.

FONTE: Boeing

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Em sua rápida passagem pelo Comando de Aviação, o Ministro Celso Amorim pode conhecer o projeto de ampliação do CAvEx e observar a necessidade da aquisição de uma aeronave de ataque para o Exército

 

No dia 21 de dezembro, o ForTe/Revista Forças de Defesa, cobriu com exclusividade a visita que o Ministro da Defesa fez ao Comando da Aviação do Exército, sediado na cidade paulista de Taubaté.

Pontualmente as 9:30hs, pousou o HM-3 Cougar EB-4008, do 2º BAvEx, trazendo a bordo o Ministro da Defesa Celso Amorim e comitiva, que contou com as presenças do Comandante do Exército, Gen. Ex. Enzo Martins Peri, e do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Gen. Ex. José Cralos De Nardi.

O Ministro foi recepcionado pelo Cel. Willian, Chefe do Estado-Maior da AvEx, e recebido em cerimônia militar pelo Gen. Bgd. Eduardo Diniz (AvEx), pelo Gen. Ex. Adhemar da Costa Machado Filho (CMSE), pelo Gen. Div. Carlos Alberto Santa Cruz (2ª DE) e pelo Gen. Bgd. Laerte de Souza Santos (DMAvEx).

Ainda no pátio das aeronaves, o Comandante da AvEx fez uma rápida explanação sobre a Aviação do Exército, apresentando ao MD a maquete do projeto final do CAvEx, com os novos hangares e o centro de simulador de voo.

   

A primeira parte da visita ocorreu no hangar do 1° BAvEx, onde a comitiva foi recepcionada pelo Cel. Silva Júnior, Comandante, e conheceu cada modelo de aeronave operada pela AvEx em Taubaté, com destaque para o novo HM-4 Jaguar (EC 725), além de conhecer os armamentos utilizados pelas aeronaves e os diversos materiais aeronaúticos.

   

 

   

Em seguida, a comitiva seguiu caminhando pelo pátio até o hangar do Batalhão de Manutenção e Suprimentos da AvEx, onde foi recepcionado pelo TC Gonçalves, Comandante.

Durante a visita, o MD pode conhecer toda a estrutura de manutenção do Batalhão para atender as aeronaves HA-1 Esquilo/Fennec, HM-1 Pantera e HM-3 Cougar, conferindo as excelentes condições das instalações e o alto grau de profissionlismo dos militares responsáveis por manter as nossas aeronaves prontas para atuar em qualquer parte do Brasil.

   

Do “Guardião da AvEx” a comitiva seguiu para o Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), sendo recepcionada pelo TC Alcides, Comandante. No CIAvEx o MD conheceu a sala de OVN (Óculos de Visão Noturna), que é uma sala totalmente escura, que possui uma maquete que simula além de uma área urbana, com aeródromo , litoral e relevo geográfico, as várias posições da lua. Utilizando um OVN, o MD pode ter uma noção de como funciona o equipamento eletro-óptico e a forma com a qual ele intensifica a luz existente.

Em seguida, conheceu a sala do simulador sintético, que possui 5 cabines da aeronave HA-1 Esquilo em escala 1:1, utilizada para treinamento de pilotos nos procedimentos de voo por instrumento (IFR), navegação por contato, radionavegação, maneabilidade das frações de helicópetros, planejamento e emprego de operações aeromóveis, procedimentos de emergência e CRM (Crew Resouce Management). O simulador também é utilizado para o treinamento de controladores de tráfego aéreo.

Como não podia ser diferente, o MD foi convidado pelo TC Alcides para experimentar o simulador e sentir as sensações de pilotar um HA-1 da Aviação do Exército.

   

Vale ressaltar que o simulador sintético do CIAvEx foi todo desenvolvido pelos próprios militares da AvEx e desde o ano passado está homologado pela ANAC, mantendo o adestramento das tripulações dentro dos padrões exigidos por esta agência, gerando economia de recursos sem perder a qualidade da instrução.

Encerrando a visita ao CIAvEx, o Ministro conheceu a sala de maquetes da Seção de Manutenção de Aeronaves, que possui componentes em corte e sistema hidroelétrico assistido, onde os alunos podem visualizar como funcionam os comandos do cíclico, coletivo e pedais, e as suas respectivas respostas no rotor principal e de cauda.

De volta à torre da Base de Aviação de Taubaté, o Ministro Celso Amorim encerrou a sua visita participando, junto com o Gen. Diniz, da cerimônia de inauguração do courinho do macacão, idêntico ao utilizado pelos aeronavegantes da AvEx, com o seu nome no quadro de honra da Aviação do Exército.

   

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao Ministro da Defesa Celso Amorim, pela gentileza que recebeu este editor, que retribuiu presenteando-o com a edição da revista Forças de Defesa. Agradecemos também ao Gen. Diniz, Cel. Willian e Maj. Neves (E5) pela autorização da cobertura realizada pelo ForTe/Revista Forças de Defesa.

Na semana passada o ForTe registrou com exclusvidade a visita do HM-2 Blackhawk EB-3003, pertencente ao 4º BAvEx sediado em Manaus, durante aula pratica para os alunos do curso de manutenção de aeronaves ministrada pelo Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx).

Infelizmente, podemos considerar como “Avis Rara”, pois não é todo dia que temos a oportunidade de ver esta máquina de guerra de nossa Aviação do Exército em Taubaté.

A última vez que o ForTe o registrou foi em 6 de dezembro de 2009 e desta vez nem o temporal que desabou durante os voos nos atrapalhou.


Entre 21 a 25 de novembro, foi realizada a Operação Poço Preto nos municípios de Salesópolis e Biritiba Mirim, a 100 km da capital de São Paulo, um  exercício com o foco voltado para o adestramento da tropa em ações de Garantia da Lei e da Ordem em ambiente rural. Com efetivo total de cerca de mil militares, o exercício foi conduzido pela 12ª Brigada de Infantaria Leve – Aeromóvel (OM baseada em Caçapava/SP), e coordenado pela 2ª Divisão de Exército, contando com a participação de outras Grandes Unidades das Forças Estratégicas de Ação Rápida do Exército: 11ª Brigada de Infantaria Leve – GLO (Garantia da Lei e da Ordem), Brigada de Infantaria Pára-quedista, Brigada de Operações Especiais, além do apoio da Aviação do Exército.

Nesse treinamento militar, foram desencadeadas missões como postos de bloqueio e controle de estradas, vasculhamentos, patrulhas de reconhecimento e combate, infiltrações por meios terrestres, aquáticos e aéreos, emboscadas e neutralização e destruição da força adversa.



A Operação Poço Preto teve como principais objetivos: desenvolver a capacidade de liderança militar e exercitar a ação de comando em todos os níveis, assim como consolidar o caráter coletivo, ampliar a experiência operacional em ambiente rural e cooperar na integração das tropas estratégicas do Exército Brasileiro em operações.


O Exercício demonstrou na prática a interação das Forças Estratégicas de Ação Rápida do Exército, garantindo o pronto emprego da tropa em qualquer localidade do território nacional.

FONTE: EB

 

Em outubro, o 53º Batalhão de Infantaria de Selva realizou a Operação Pegasus com aeronaves Super Puma do 4°Batalhão de Aviação do Exército (Manaus/AM). A operação visou ao adestramento em infiltração aeromóvel, assalto aeromóvel e defesa circular.

 

Fonte: EB

 

17ª Brigada de Infantaria de Selva, AvEx e órgãos governamentais contra delitos transfronteiriços

 

Está ocorrendo a “Operação Curare III”, com  a finalidade de intensificar a presença do Exército Brasileiro junto à faixa de fronteira da Amazônia Ocidental Brasileira, reprimindo os delitos transfronteiriços e ambientais. Além da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, e do 4º BaVEx, participam Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), além de órgãos similares sediados nos Estados da Região Norte onde acontece a operação, Rondônia e Acre.

Junto com ações repressivas, há missões de patrulhamento e fiscalização, sendo também desenvolvidas ações de caráter cívico-social, com destaque para o atendimento médico e odontológico aos residentes na área de operações. Outra edição da Curare -  nome de compostos químicos orgânicos conhecidos como venenos de flecha, extraídos da casca de certos cipós de plantas da região, que  intensa e letal ação paralisante, embora sejam utilizados medicinalmente como relaxante muscular ou anestésico - ocorreu no início do presente ano.

FONTE: EB

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Entre 5 e 10 de setembro um dos Destacamentos de Ações de Comandos do 1º Batalhão de Ações de Comandos do Exército Brasileiro adestrou-se com a Força Aérea Brasileira, como parte do Curso de Ações de Comandos. As ações compreenderam lançamentos noturnos de carga a partir de um C-130 do 1º Grupo de Transporte de Tropa, estacionado na Base Aérea dos Afonsos; o estabelecimento de balizamento de emergência, possibilitando o pouso de tal aeronave naquele aeródromo; missões simuladas de Guia Aéreo Avançado, em conjunto com as aeronaves de ataque A-1, orgânicas do 1º/16º Grupo de Aviação baseados em Santa Cruz; e, por fim, saltos operacionais a partir de um HM-3 do 2ºBAvEx, utilizando diversas técnicas. Fonte: EB

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Foz do Iguaçu (PR) – A 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Cascavel (PR), participa da Operação Ágata 2 com seus elementos de manobra desdobrados numa faixa de fronteira que se extende de Guaíra (PR) até Barração (PR), num total de aproximadamente 400 km de fronteira com a Argentina e o Paraguai.

Com a finalidade de garantir mobilidade e surpresa nas ações de combate aos crimes transfronteiriços e ambientais na fronteira oeste do Paraná, dentro do Plano Estratégico de Fronteiras, a 15ª Bda Inf Mtz está sendo apoiada por aeronaves de asa rotativa (helicópteros), do 2º Batalhão de Aviação do Exército (2 BAvEx), de Taubaté (SP).

O 2º BAvEx deslocou para a área de operações três aeronaves, sendo um helicóptero HA–1 Fennec, um HM–1 Pantera e um HM–3 Cougar, que permitem o deslocamento de frações de tropa para a ocupação rápida e inopinada de um Ponto de Bloqueio e Controle de Estradas, como está ocorrendo nos municípios nas próximidades de Foz do Iguaçu (PR).

O início da Aviação Militar – Breve Histórico

A origem da Aviação do Exército tem como cenário os campos de batalha de Humaitá e Curupaiti, na Guerra da Tríplice Aliança.

Ao patrono do Exército, Duque de Caxias, coube o pioneirismo de empregar balões cativos em operações militares na América do Sul, com a finalidade de observar as linhas inimigas.

Em 1913, foi criada a Escola Brasileira de Aviação, no Rio de Janeiro, e foram adquiridos os primeiros aviões do Exército. No ano seguinte, tiveram início suas atividades.

Em 1915, esses aviões foram empregados sob o comando do Gen. Setembrino, na Campanha do Contestado, durante a qual faleceu o Tenente Aviador Ricardo Kirk, promovido “post mortem” ao posto de Capitão, sendo considerado por todos os aviadores da Força Terrestre, como o maior herói da Aviação do Exército e por isso se tornou o Patrono da AvEx.

A Aviação Militar desenvolveu-se com grande intensidade. Diversas turmas de pilotos foram formadas e vários aviões foram incorporados ao seu patrimônio. No Campo dos Afonsos, situado no Rio de Janeiro, estava concentrado o espírito aeronáutico militar, influenciado pela evolução do emprego aéreo nos campos de batalha da Europa e pelos acontecimentos que caracterizavam o período entre guerras.

Diante da eclosão da 2ª Guerra mundial, em 20 de janeiro de 1941, foi criado o Ministério da Aeronáutica, extinguindo-se o Corpo de Aviação da Marinha e a Aviação Militar, encerrando-se, assim, a fase inicial da Aviação do Exército.

A Recriação da Aviação do Exército

Acompanhando a evolução da doutrina militar, em 1985, o Estado-Maior do Exército nomeou uma comissão de estudos para a implantação da Aviação do Exército e, em 03 de setembro de 1986, por meio do Decreto Presidencial n° 93.206, ela foi recriada.

O 1° Batalhão de Aviação do Exército (1° BAvEx) foi organizado como unidade de emprego e a Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) criada para proporcionar o gerenciamento logístico necessário à implantação.

Em 1989, o 1° BAvEx foi instalado na cidade de Taubaté/SP, escolhida pela sua proximidade do parque industrial aeronáutico de São José dos Campos e por estar entre o Rio de Janeiro e São Paulo, bem como nas proximidades da fábrica da Helibrás, em Itajubá/MG. A partir de então, foram concluídos os processos de aquisição das aeronaves Esquilo e Pantera.

21 de Abril de 1989 entra para a história, pois nesta data foi realizada a entrega da primeira aeronave da Aviação do Exército, o Helibrás Esquilo HB-350L1, designado HA-1 Esquilo que recebeu a matrícula EB-1001.

Em julho de 1993, ocorreu a reorganização da Aviação do Exército, com a qual se extinguiu a Brigada de Aviação do Exército e criou-se o Comando de Aviação do Exército (ComAvEx e atual CAvEx).

Após o recebimento das 52 aeronaves iniciais (16 Esquilos e 36 Panteras) e a reorganização da AvEx, fez-se necessário adquirir mais aeronaves do consórcio Eurocopter/Helibrás, vindo a receber mais um lote de 20 aeronaves AS 550A2 Fennec, que também receberam a designação de HA-1.

Como consequência da participação do Exército Brasileiro na missão de observadores militares Peru-Equador (MOMEP), foram adquiridas quatro aeronaves S70-A (Black Hawk) em 1997.

Encerrada a missão, as aeronaves seguiram da Fronteira Peru-Equador para o Brasil e, em 1999, passaram a integrar o 4º Esquadrão de Aviação do Exército (atual 4° BAvEx), sediado em Manaus-AM.

Posteriormente também foram adquiridas 08 aeronaves Eurocopter As 532UE Cougar, que receberam a designação HM-3 e foram enviadas quatro aeronaves para o 2° BAvEx em Taubaté/SP e quatro para o 4° BAvEx em Manaus/AM.

Os pioneiros da aviação recente tiveram sua formação nas Forças irmãs e, após absorver, mesclar, adequar e aperfeiçoar os conhecimentos obtidos na Marinha e Aeronáutica, foi possível criar um pólo de difusão de tais conhecimentos na própria AvEx, que hoje, além de formular e estabelecer doutrinas inerentes à aviação, é capaz de formar seus próprios pilotos e especialistas.

Atualmente, centenas de alunos, oficiais e praças são possuidores de cursos ou estágios realizados na AvEx, muitos dos quais estão distribuídos pelo Brasil, levando consigo a semente dos ideais da aviação.

A cada dia a AvEx consolida-se como uma aviação capaz e exemplar, não somente no cenário nacional mas também no internacional.

São mais de 100.000 horas voadas, operando em regiões e climas diversificados, seja na caatinga ou nas imensidões amazônicas, nos pampas ou na cidade.

Surpreende pela capacidade de operar em distâncias ditadas pelas dimensões continentais deste país.

Destaca-se pela versatilidade, pois, além de apoiar a força militar terrestre, auxilia a comunidade na execução de ações de cunho cívico-social, no resgate aeromédico, na busca e salvamento, no apoio em calamidades públicas e em tantas outras atividades que elevam o nome da instituição.

O Comando de Aviação do Exército compreende, além dos 1°, 2°, 3° e 4° Batalhões de Aviação, a Base de Aviação de Taubaté (BAvT), o Batalhão de Manutenção e Suprimentos de Aviação e o Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx).

O atual Comandante é o Gen. Bgd. Eduardo Diniz.

A Aviação do Exército constitui-se num orgulho para todo o coração verde-oliva, pois trata-se de um centro de referência em eficiência e modernidade, símbolo do Exército Brasileiro no limiar do terceiro milênio.

“AVIAÇÂO!”

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