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Por Rosana de Cassia

O Ministério da Defesa está constituindo grupo de trabalho para elaborar, em 90 dias, minuta de decreto para regulamentar a Lei de Acesso à Informação, que autoriza a consulta de documentos públicos, inclusive da época do governo militar. Integram o grupo representantes do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, e dos comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica. Portaria nesse sentido foi publicada hoje, no Diário Oficial da União.

FONTE: Agência Estado, via Isto É Dinheiro

Em sua rápida passagem pelo Comando de Aviação, o Ministro Celso Amorim pode conhecer o projeto de ampliação do CAvEx e observar a necessidade da aquisição de uma aeronave de ataque para o Exército

 

No dia 21 de dezembro, o ForTe/Revista Forças de Defesa, cobriu com exclusividade a visita que o Ministro da Defesa fez ao Comando da Aviação do Exército, sediado na cidade paulista de Taubaté.

Pontualmente as 9:30hs, pousou o HM-3 Cougar EB-4008, do 2º BAvEx, trazendo a bordo o Ministro da Defesa Celso Amorim e comitiva, que contou com as presenças do Comandante do Exército, Gen. Ex. Enzo Martins Peri, e do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Gen. Ex. José Cralos De Nardi.

O Ministro foi recepcionado pelo Cel. Willian, Chefe do Estado-Maior da AvEx, e recebido em cerimônia militar pelo Gen. Bgd. Eduardo Diniz (AvEx), pelo Gen. Ex. Adhemar da Costa Machado Filho (CMSE), pelo Gen. Div. Carlos Alberto Santa Cruz (2ª DE) e pelo Gen. Bgd. Laerte de Souza Santos (DMAvEx).

Ainda no pátio das aeronaves, o Comandante da AvEx fez uma rápida explanação sobre a Aviação do Exército, apresentando ao MD a maquete do projeto final do CAvEx, com os novos hangares e o centro de simulador de voo.

   

A primeira parte da visita ocorreu no hangar do 1° BAvEx, onde a comitiva foi recepcionada pelo Cel. Silva Júnior, Comandante, e conheceu cada modelo de aeronave operada pela AvEx em Taubaté, com destaque para o novo HM-4 Jaguar (EC 725), além de conhecer os armamentos utilizados pelas aeronaves e os diversos materiais aeronaúticos.

   

 

   

Em seguida, a comitiva seguiu caminhando pelo pátio até o hangar do Batalhão de Manutenção e Suprimentos da AvEx, onde foi recepcionado pelo TC Gonçalves, Comandante.

Durante a visita, o MD pode conhecer toda a estrutura de manutenção do Batalhão para atender as aeronaves HA-1 Esquilo/Fennec, HM-1 Pantera e HM-3 Cougar, conferindo as excelentes condições das instalações e o alto grau de profissionlismo dos militares responsáveis por manter as nossas aeronaves prontas para atuar em qualquer parte do Brasil.

   

Do “Guardião da AvEx” a comitiva seguiu para o Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), sendo recepcionada pelo TC Alcides, Comandante. No CIAvEx o MD conheceu a sala de OVN (Óculos de Visão Noturna), que é uma sala totalmente escura, que possui uma maquete que simula além de uma área urbana, com aeródromo , litoral e relevo geográfico, as várias posições da lua. Utilizando um OVN, o MD pode ter uma noção de como funciona o equipamento eletro-óptico e a forma com a qual ele intensifica a luz existente.

Em seguida, conheceu a sala do simulador sintético, que possui 5 cabines da aeronave HA-1 Esquilo em escala 1:1, utilizada para treinamento de pilotos nos procedimentos de voo por instrumento (IFR), navegação por contato, radionavegação, maneabilidade das frações de helicópetros, planejamento e emprego de operações aeromóveis, procedimentos de emergência e CRM (Crew Resouce Management). O simulador também é utilizado para o treinamento de controladores de tráfego aéreo.

Como não podia ser diferente, o MD foi convidado pelo TC Alcides para experimentar o simulador e sentir as sensações de pilotar um HA-1 da Aviação do Exército.

   

Vale ressaltar que o simulador sintético do CIAvEx foi todo desenvolvido pelos próprios militares da AvEx e desde o ano passado está homologado pela ANAC, mantendo o adestramento das tripulações dentro dos padrões exigidos por esta agência, gerando economia de recursos sem perder a qualidade da instrução.

Encerrando a visita ao CIAvEx, o Ministro conheceu a sala de maquetes da Seção de Manutenção de Aeronaves, que possui componentes em corte e sistema hidroelétrico assistido, onde os alunos podem visualizar como funcionam os comandos do cíclico, coletivo e pedais, e as suas respectivas respostas no rotor principal e de cauda.

De volta à torre da Base de Aviação de Taubaté, o Ministro Celso Amorim encerrou a sua visita participando, junto com o Gen. Diniz, da cerimônia de inauguração do courinho do macacão, idêntico ao utilizado pelos aeronavegantes da AvEx, com o seu nome no quadro de honra da Aviação do Exército.

   

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao Ministro da Defesa Celso Amorim, pela gentileza que recebeu este editor, que retribuiu presenteando-o com a edição da revista Forças de Defesa. Agradecemos também ao Gen. Diniz, Cel. Willian e Maj. Neves (E5) pela autorização da cobertura realizada pelo ForTe/Revista Forças de Defesa.

Plano deve ser entregue ao ministro da Defesa até 31 de maio de 2012. Programa abordará recuperação de equipamentos e novas aquisições

 

O Ministério da Defesa criou um grupo de trabalho para planejar o aparelhamento das Forças Armadas brasileiras considerando os próximos 20 anos – até 2031. A instituição do grupo foi oficializada por meio de portaria publicada nesta terça-feira (20) no “Diário Oficial da União”.

A portaria visa a elaboração do Plano de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED), que deverá analisar pesquisa, desenvolvimento, manutenção operativa, recuperação da capacidade operacional, harmonização de projetos, preferência de aquisição de produtos de defesa no Brasil e transferência de tecnologia, quando a aquisição ocorrer no exterior.

Conforme o texto, o PAED deverá observar uma projeção de curto prazo, até 2015, de médio prazo, de 2016 a 2023, e de longo prazo, de 2024 a 2031.

O grupo que será criado terá 60 dias para apresentar a metodologia do PAED. Devem participar o chefe de Logística das Forças Armadas, a Secretaria de Produtos de Defesa, além de representantes de outras pastas, conforme a portaria.
O texto estipula ainda que o plano seja apresentado ao ministro da Defesa, Celso Amorim, até 31 de maio de 2012.

Presidente Dilma

Na segunda-feira (19), durante solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff defendeu o aparelhamento das Forças Armadas.

“Prosseguiremos com os projetos prioritários de aparelhamento das Forças sem deixar de valorizar os homens e as mulheres que tornam esses projetos possíveis. (…) O país com o qual sonhamos precisará cada vez mais de Forcas Armadas equipadas e qualificadas para cumprimento de suas funções”, afirmou a presidente em discurso para um público formado por militares e seus familiares.

Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada na semana passada mostrou que 50% dos entrevistados acreditam “totalmente” ou “muito” que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.

FONTE: G1

VEJA TAMBÉM:

Novo relatório da Defesa comprova sucateamento das Forças Armadas

Em março, um relatório feito pelo Ministério da Defesa mostrou a condição preocupante das Forças Armadas do Brasil. O documento revelava, segundo a Folha, que de todos os equipamentos de Aeronáutica, Exército e Marinha, apenas metade estava em funcionamento. Nesta terça-feira (22), o Estadão traz detalhes de uma versão atualizada do mesmo relatório que mostra uma situação ainda mais crítica das Forças Armadas.

Alguns itens que mostram a calamidade:

•Nenhum dos 23 jatos A-4 da Marinha pode voar. Isso significa que nenhum avião pode decolar do porta-aviões São Paulo.
•Dos 219 caças da FAB, 72 (32%) estão em operação. Em março, eram 85
•Dos 81 helicópteros da FAB, apenas 22 (27%) estão voando
Todas as nove baterias anti-aéreas do Brasil estão desativadas
De acordo com o Estadão, o ministro da Defesa, Celso Amorim, já reclamou do pequeno investimento do governo brasileiro no setor, fazendo eco ao que os comandantes militares dizem há décadas.

Segundo ele, proporcionalmente ao Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil é um dos países que menos investem em defesa entre os integrantes dos Brics, grupo que integra Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O orçamento atual da defesa no País representa 1,39% do PIB, enquanto a Índia investe nesta área 2,8% de seu PIB, e a China, 2,2%.

FONTE: Época, via Notimp

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Brasília, 10/11/2011 – Em audiência pública realizada ontem (9/11), na Câmara dos Deputados, o ministro da Defesa, Celso Amorim, informou que os manuais de contra-inteligência atualmente em uso nas Forças Armadas estão sendo revistos, de modo a garantir sua plena compatibilidade com o Estado Democrático de Direito.

A afirmação foi uma resposta ao questionamento de alguns parlamentares sobre o conteúdo do manual utilizado pelo Exército Brasileiro, que teve trechos divulgados em reportagem publicada pela revista Carta Capital, no final de outubro. O documento tem caráter reservado.

“Temos de dispor de uma publicação que seja aceita por toda a sociedade”, afirmou Amorim, para quem o manual editado pelo Exército sofre de um “problema de vocabulário”, contendo alguns termos “inadequados, que vêm de outra época” e que precisam ser ajustados.

Segundo o ministro, já foi constituído um grupo de trabalho, no âmbito do Ministério da Defesa, para atuar na adequação da linguagem utilizada nos textos. Atualmente, tanto o Exército quanto a Marinha dispõem de manuais de contra-inteligência.

Amorim informou também que a própria doutrina que serve de fonte para a elaboração dos manuais passa por um processo de revisão. “O Brasil vive hoje um momento de democracia e com funcionamento pleno do Estado de Direito. Nossos documentos têm de estar adequados às atuais circunstâncias”, declarou.

Necessidade da contra-inteligência

Durante sua exposição, no entanto, o ministro da Defesa alertou para a importância de não confundir os problemas (de redação) apontados com os procedimentos que pautam, de fato, a atuação das Forças Armadas. E rechaçou a possibilidade de ocorrerem atividades militares de contra-inteligência que violem a Constituição. “Não há bisbilhotagem”, garantiu Amorim. “Jamais recebi denúncia de malfeito praticado com base no que está previsto nos manuais.”

Celso Amorim chamou atenção para a importância de o Brasil dispor de um serviço de contra-inteligência, sobretudo em função das riquezas de que o país dispõe e dos avanços obtidos em áreas estratégicas. Segundo o titular da Defesa, atividades dessa natureza são praticadas nos mais diversos países e precisam ter sua importância e legitimidade reconhecidas também no Brasil.

“Vivemos em um mundo multipolar em que os grandes países têm de estar preparados para proteger suas riquezas”, explicou o ministro. Segundo ele, o Brasil tem tecnologia avançada em certos setores, que podem ser objeto de espionagem industrial. “Ninguém pode ter dúvida sobre a necessidade da contra-inteligência. O Brasil é um país grande e tem que se defender.”

FONTE: Assessoria de Comunicação do MD

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O Ministério da Defesa vai promover em dezembro uma reunião com representantes das Forças Armadas para identificar as prioridades de investimento no Exército, Marinha e Aeronáutica. O anúncio foi feito pelo ministro Celso Amorim em audiência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional para discutir o estágio atual do reequipamento das Forças Armadas, a situação do Centro de Lançamento de Alcântara (MA) e a licitação (que vem sendo adiada desde os governos FHC) para a aquisição de caças pela Força Aérea Brasileira.

Ele admite que um dos principais problemas tem sido a descontinuidade na aplicação dos recursos, o que provoca prejuízos na execução de ações e programas. Ele citou, como exemplo, os projetos de construção do submarino nuclear e do lançador de foguetes da base de Alcântara.

O ministro explicou que os profissionais que atuam nesses projetos são especializados e atrasos ou descontinuidade de orçamento acabam desfazendo as equipes. Apesar dos problemas orçamentários, Celso Amorim prevê que o projeto do lançador de foguetes dever estar concluído em 2015 e o do submarino, em 2025 .
Ele defendeu também uma revisão urgente dos salários nas Forças Armadas. Ele lembrou que um segundo-tenente hoje ganha cerca de R$ 6 mil – valor menor do que o pago a várias carreiras de estado.

Contrainteligência
Amorim também informou, durante a audiência, que determinou a revisão dos manuais de contrainteligência do Exército e da Marinha para adequação da linguagem utilizada nos textos. Ele considera os serviços de contrainteligência ‘absolutamente necessários”, mas defende a separação entre as ações internas e externas nessas área.

FONTE: Agência Câmara de Notícias

Em visita ao Brasil, ministro da Defesa chileno, Andrés Allamand, propõe cooperação nas áreas estratégica e industrial

Brasília, 25/10/2011 — O ministro da Defesa da República do Chile, Andrés Allamand, quer usar a experiência brasileira para montar um plano de fronteiras para seu país. A solicitação foi feita no encontro com o ministro da Defesa, Celso Amorim, durante almoço de trabalho na tarde de hoje, em Brasília.

Lançado em junho, pela presidenta Dilma Rousseff, o Plano Estratégico de Fronteiras foi desenvolvido para combater o narcotráfico, o tráfico de pessoas e o contrabando de armas. Em apenas quatro meses, a iniciativa apresentou resultados expressivos.

“Temos problemas semelhantes e podemos nos beneficiar do trabalho desenvolvido pelo Brasil”, afirmou Allamand, que viajou, em seguida, para Manaus para conhecer os sistemas de Proteção (Sipam) e de Vigilância da Amazônia (Sivam).

Durante o encontro, o ministro Celso Amorim prometeu dar todo o apoio necessário ao futuro programa chileno, que se encontra em fase de elaboração. O modelo brasileiro envolve o uso integrado de veículos aéreos não-tripulados, satélites de sensoriamento remoto, radares de terra e aviões de vigilância eletrônica e de reconhecimento.

Cooperação industrial

No almoço, os dois ministros discutiram também a possibilidade de incrementar a cooperação industrial nas áreas naval e de manutenção de blindados.

Celso Amorim solicitou ao secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, uma breve explanação sobre as medidas de incentivo ao setor, recentemente promulgadas em medida provisória.

Após a apresentação, o secretário ressaltou a necessidade de maior integração dos países da América do Sul na produção militar e dual: “Todos devem se beneficiar com o aparelhamento da indústria de defesa do subcontinente.”

Presente também à reunião, o comandante da Marinha, almirante de esquadra Júlio Soares de Moura Neto, lembrou que os estaleiros chilenos já realizam alguns trabalhos de manutenção em navios brasileiros e destacou a necessidade de uma maior cooperação entre as duas esquadras.

Haiti e estratégia

No decorrer da conversa, Andrés Allamand mencionou também a questão do Haiti, para onde o Chile, à semelhança do Brasil, enviou efetivos militares para compor a missão das Nações Unidas para a estabilização do país (Minustah). O ministro chileno destacou a necessidade de uma política integrada na nação caribenha. Ele acredita que sejam necessários entre cinco e dez anos para o final da missão. “Mas uma coisa tem que ficar certa. Não sairemos um dia antes e nem permaneceremos um dia depois do Brasil”, garantiu.

O ministro chileno terminou a conversa com dois convites ao colega brasileiro. Solicitou que Celso Amorim mostre a experiência da Estratégia Nacional de Defesa em seu país e, em seguida, visite a Antártida.

O ministro brasileiro aceitou os convites e propôs que haja um maior intercâmbio de pessoal entre os centros tecnológicos militares e de estudos estratégicos dos dois países.

FONTE: Ministério da Defesa

Participação no evento é aberta e gratuita. As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de novembro

Brasília, 25/10/2011 - Tema em ascensão na agenda pública, a indústria nacional de defesa será o tópico a ser debatido na 11ª edição do Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (XI ENEE), que acontece entre os dias 16 e 18 de novembro, no Rio de Janeiro.

O evento, promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), em parceria com o Ministério da Defesa, vai discutir políticas e perspectivas da indústria de defesa brasileira, abordando questões de interesse global do setor.

O objetivo, segundo os organizadores, é produzir insumos para a implementação de políticas públicas mais eficazes na área de defesa. O setor, que recentemente recebeu incentivos do governo para fomentar sua indústria de base, tem função estratégica para o país – tanto pela capacidade de incentivar as cadeias industriais de alta tecnologia, quanto pela pesquisa, desenvolvimento e inovação conduzidos em áreas sensíveis.

Além de reunir civis e militares em torno de uma agenda de interesse do Estado, o encontro pretende ampliar a participação de diferentes segmentos da sociedade em assuntos de defesa. Para tanto, irá reunir, num mesmo espaço, servidores públicos, autoridades, especialistas, acadêmicos, estudantes, membros da comunidade científica e representantes de organizações não governamentais e do setor privado.

Histórico

Idealizado como ambiente de discussão de questões estratégicas para o país, o ENEE teve sua primeira edição em 1994. Em 1998, um conjunto de instituições acadêmicas promoveu o último dos encontros da série, em bases mais modestas do que as primeiras edições, dado o esvaziamento da Secretaria de Assuntos Estratégicos – processo que resultou em sua extinção, em 1999.

Nesse meio tempo, por estímulo da antiga Secretaria de Estudos e de Cooperação do Ministério da Defesa, os encontros foram retomados anualmente. Desde 2005, as Escolas de Altos Estudos Militares e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR) organizaram cinco encontros. Em 2010, a organização do ENEE voltou a ficar sob responsabilidade da SAE/PR, recriada em 2008, o que realça o caráter multidisciplinar do evento.

Inscrições

A participação no XI ENEE é aberta e gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de novembro, por meio do site do XI ENEE.

Confira, abaixo, a programação do evento.

Dia 16 de novembro, quarta-feira

 

HORÁRIO
ATIVIDADE
13h-15h Credenciamento
15h-15h15 Boas-vindas do anfitrião
15h15-16h15 Abertura solene
16h15-18h Painel 1 – O Livro Branco de Defesa Nacional e a Base Industrial de Defesa no BrasilEste painel será um espaço para o Ministério da Defesa abordar o capítulo 5 do Livro Branco de Defesa Nacional, cujo tema é “Transformação da Defesa Nacional: resultados e impactos”, com ênfase no desenvolvimento da Indústria de Defesa.
18h-19h30  Confraternização

 

Dia 17 de novembro, quinta-feira

HORÁRIO ATIVIDADE
09h-10h45 Painel 2 – Indústria nacional de produtos de defesa: repercussões para o desenvolvimento econômico, social e tecnológico do BrasilNeste painel, pretende-se abordar os impactos da indústria de defesa para o desenvolvimento nacional, nas vertentes econômico-social (buy Brazil, emprego e renda, infraestrutura) e tecnológica (arrasto tecnológico e tecnologias duais).
10h45-11h15 Intervalo
11h15-13h Painel 3 – A indústria de defesa brasileira no contexto internacional:- Mecanismos de compensação comercial, tecnológica e industrial
- Transferência de tecnologias
- Integração da BID na América do Sul e conquista de mercados externos

As vertentes deste painel são os acordos com países desenvolvidos e as possibilidades de compensação comercial, tecnológica e industrial. Atenção especial será dada também à capacidade brasileira de absorver as tecnologias recebidas, ao papel do Brasil na integração da BID na América do Sul e à conquista de mercados externos.

13h-14h30 Almoço
14h30-16h15 Painel 4 – Índice de nacionalização de produtos de defesa- seleção de tecnologias estratégicas
- mecanismos de proteção de tecnologias críticas e propriedade intelectual
- estímulo à inovação

Este painel discutirá critérios para seleção de tecnologias a ser importadas e desenvolvidas nacionalmente. No caso das desenvolvidas no Brasil, buscar-se-á, também, abordar mecanismos de proteção de tecnologias críticas, de propriedade intelectual e estímulo à inovação.

16h15-16h45 Intervalo
16h45-18h30 Painel 5 – Recursos humanos: desafios e soluções para a indústria nacional de defesaEste painel buscará discutir formas de enfrentamento do problema de recursos humanos, desde o despertar do interesse de jovens estudantes para áreas de interesse da indústria de defesa, até políticas de retenção de mão de obra qualificada.

Dia 18 de novembro, sexta-feira

HORÁRIO ATIVIDADE
09h-10h45 Painel 6 – Ações do Governo Federal para o desenvolvimento da Indústria de Defesa do BrasilEste painel terá um foco mais direto nas ações de governo. O objetivo é que os ministros de estado das pastas da Defesa, da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência, Tecnologia e Inovação discutam formas de reorganizar as ações de defesa em prol de um grande programa de estímulo da base industrial de defesa brasileira.
10h45-11h15 Intervalo
11h15-12h Painel 6 – Debates
12h-12h30 Conferência de encerramento
12h30-12h45 Encerramento e entrega de certificados

 

Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070

ROMA, Itália (AFP) – (AFP) – A polícia reprimiu manifestantes violentos, alguns dos quais puseram fogo em um anexo do ministério da Defesa, neste sábado à tarde no centro de Roma, à margem da marcha dos “indignados”, constataram jornalistas da AFP.

Pouco antes das 17h local (12h de Brasília), era possível ver chamas saindo do anexo do ministério da Defesa, e nos arredores do prédio permaneciam cerca de cem pessoas encapuzadas.

Dezenas de milhares de pessoas seguiam protestando pacificamente contra a precariedade e o funcionamento das finanças, e gritavam aos vândalos: “Não à violência!”.

Três pessoas ficaram feridas, indicou à AFP um porta-voz da prefeitura.
No início da marcha, algumas pessoas quebraram as vitrines dos bancos com placas de trânsito e depois fugiram. Vários veículos foram incendiados.
As forças de ordem reprimiram os manifestantes em frente à basílica de São João de Latrão com bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água. Alguns dos manifestantes, encapuzados ou com panos no rosto, lançaram granadas de fumaça, coquetéis molotov e garrafas.

Os manifestantes pacíficos abandonaram a região, transformada em um campo de batalha.

As três principais confederações sindicais e os sindicatos de estudantes se uniram a este protesto, inspirado pelos “indignados” de Wall Street e da Espanha.

“Apenas uma solução, a Revolução”, “Não somos bens nas mãos dos banqueiros” eram frases que podiam ser lidas nos cartazes dos manifestantes. Um grupo levava um caixão com o nome do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.

FONTE: AFP Paris

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Para onde vai Celso Amorim?

Assis Moreira

O nome do ministro da Defesa, Celso Amorim, começou a circular imediatamente hoje em Genebra como um potencial candidato para substituir o chileno Juan Somavia na direção da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Somavi anunciou hoje que vai encurtar seu segundo mandato e abandonará o cargo em meados de 2012, em vez de ficar até março de 2014. Ele alegou “fortes razoes pessoais” e retornará ao Chile.

Amorim está informado da avenida que se abre para ele, com a saídad e Somavia. Ele foi presidente do Conselho de Administração da OIT e conhece bem a entidade. Além disso, o Brasil tem um papel de peso na organização e passou inclusive a contribuir financeiramente para alguns programmas em países mais pobres.

Existe uma prática nas Nações Unidas de rodízio geográfico entre os diretores das organizações internacionais. Oficialmente, porém, a regra básica é de a escolha ser pelo mérito, e não por região.

Neste ano, no espaço de três meses, o Brasil conseguiu eleger o diretor geral da Agência da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO), José G aziano da Silva, e o diretor da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Silva.

FONTE: Valor

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