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É porrada!

Exército inaugura complexo de lutas no Batalhão de Polícia do Exército de Brasília

 

vinheta-clipping-forte1Cerca de 850 militares mato-grossense estão em fase final de preparação para uma missão de paz no Haiti. Eles devem ser enviados no mês de maio deste ano durante o período de eleições naquele país. Além da ação de segurança e patrulha, os militares também serão responsáveis por ações de assistência social e humanitária aos habitantes do Haiti.

As Forças Armadas Brasileiras estão no Haiti desde junho de 2004, integrando a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Desde então, mais de 20.000 militares brasileiros já passaram pela missão.

O major Sérgio Mattos explicou que a operação de preparação será realizada pela primeira vez na capital mato-grossense. “Serão 1.250 homens nessa operação, sendo cerca de 850 daqui de Mato Grosso. Eles ficarão entre seis e oito meses lá, já que este é um ano de eleição no Haiti”, disse.

As atividades em Cuiabá vão acontecer entre os dias 15 de abril e 2 de maio. Os militares irão escolher uma área carente para simular as ocorrências cotidianas daquele país, além de realizar atendimentos médicos e odontológicos à população em um determinado dia. Para isso, eles solicitaram a utilização de uma escola municipal, que ainda será definida, já que os locais das operações ainda não foram escolhidos.

Durante as simulações, que incluem abordagens e atendimento aos moradores, manifestações e atendimento a feridos, os soldados irão conhecer alguns dos problemas que podem vivenciar no Haiti.

Ainda conforme o Exército, além dos militares, também serão deslocados cerca de 100 veículos, entre caminhões e blindados. Os representantes do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil solicitaram o apoio da Secretaria de Trânsito e Transportes Urbanos para minimizar o impacto do fluxo de veículos no trânsito de Cuiabá.

De acordo com o Coronel Milton Lopes, é a primeira vez que Mato Grosso será base de treinamento para uma missão de paz internacional. “Além de militares de Mato Grosso, também estão sendo convocadas tropas do Exército de Mato Grosso do Sul e outros estados. O estado irá concentrar a última fase de treinamentos’’, explicou o coronel.

Além de militares mato-grossenses, participarão da missão outras unidades do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil, da Força Aérea Brasileira, do Exército Canadense, das Forças Militares do Paraguai e do Exército Peruano.

FONTE: G1 via Resenha do Exército

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amazonia_internagrande

vinheta-clipping-forte1Em sintonia com a diretriz da Estratégia Nacional de Defesa (END) que determina o adensamento da presença de suas unidades na região amazônica e nas áreas de fronteira, o Exército Brasileiro (EB) deverá criar um novo comando militar.

Trata-se do Comando Militar do Norte (CMN), que cobrirá uma área de cerca de 1,722 milhão de quilômetros quadrados, abrangendo os estados do Amapá, Maranhão e Pará.

Em decreto (nº 7.946) publicado np último dia oito no Diário Oficial da União, a presidenta Dilma Rousseff delega ao comandante da Força Terrestre, general Enzo Peri, competência para alteração de parte dos efetivos militares, de modo a permitir a transferência dos oficiais e praças que irão compor o novo comando.

O CNM será o oitavo comando militar do Exército, que já conta com os comandos do Sul (CMS), Sudeste (CMSE), Leste (CML), Oeste (CMO), Nordeste (CMNE), da Amazônia (CMA) e do Planalto (CMP). A criação do CMN, cuja sede será em Belém (PA), está prevista no plano de reestruturação da Força.

amazonia_internapequenaO estabelecimento doa novo comando, afirma o EB, ampliará a presença militar na Amazônia oriental, criando melhores condições para as ações de planejamento, gestão e execução das atividades de defesa, segurança e proteção sob responsabilidade da Força Terrestre na região.

Com a mudança, a grandes unidades do Exército existentes na área – 8ª Região Militar, 8ª Divisão de Exército e 23ª Brigada de Infantaria de Selva, com sedes nas cidades de Belém (PA) e Marabá (PA) – passam a se subordinar ao novo Comando.

Veja a íntegra do Decreto n° 7.946/13

FONTE: Ministério da Defesa

haiti

vinheta-clipping-forte1Dois blindados da Marinha brasileira avançam durante a noite pelas tortuosas e escuras ruas de Porto Príncipe com 14 fuzileiros fortemente armados; não há disparos e a aparente tranquilidade mostra a frágil paz vivida pelo Haiti quase uma década após a chegada da ONU, em 2004.

Os blindados Piranha abrem as portas e os soldados percorrem já sem o armamento pesado e à pé as ruas de uma favela e as passagens, como um labirinto, de um acampamento de desabrigados pelo terremoto de 2010, composto por centenas de barracas rudimentares construídas com pedaços de paus e sacos.

O silêncio de noite é interrompido pela tosse de um menino — o cheiro de fezes e de urina toma conta do local. Uma moto aparece em uma esquina, um grupo de homens na outra, a patrulha os cumprimenta, comprova que não há nenhum problema, continua.

Patrulhas como esta são rotina em um país dividido em setores entre as tropas que integram os capacetes azuis da ONU, boa parte delas sul-americanas.

Assim como ocorreu no conjunto de favelas do Caju e na Barreira do Vasco, favelas no Rio de Janeiro conquistadas neste último fim de semana sem que um só disparo fosse feito, o efeito dissuasivo da presença armada massiva é grande. Isso permite uma aproximação maior dos capacetes azuis que levam água potável, médicos e até animadas sessões de cinema às comunidades mais pobres.

A situação não era essa quando as tropas da ONU chegaram, em 2004, devido ao conflito desencadeado após a saída do ex-presidente Jean Bertrand Aristide.

— Muitos destes bairros foram sendo conquistados em confrontos a tiros, rua a rua — explica o comandante do contingente brasileiro, o de maior presença no Haiti, coronel Rogério Rozas.

Mas a dramática pobreza é uma porta aberta à violência, denuncia Leonard Gregory, um líder comunitário de Bel Air, o coração político da capital do Haiti, com grande incidência de violência.

— Se tivermos segurança, poderemos solucionar o resto dos problemas .

No Haiti, três em cada quatro dos dez milhões de habitantes são pobres, o acesso à água, à eletricidade ou inclusive à moradia em condições é muito deficitário e 350 mil pessoas ainda vivem em acampamentos miseráveis desde o terremoto que em 2010 matou 220 mil pessoas.

O país avança em direção a uma transição que levará a ainda precária Polícia Nacional a assumir a segurança.

— Um aspecto primordial do mandato da ONU é reestruturar a polícia. Uma polícia eficiente e capaz em todo o país é uma condição para que a missão da ONU termine seu mandato no que diz respeito à segurança— afirma o comandante da força militar da ONU no Haiti, o general brasileiro Fernando Rodrigues Goulart.

O governo acaba de lançar um plano para elevar de 10 para 15 mil os efetivos de sua polícia até 2016. Esta polícia já acompanha as patrulhas e assume parte da responsabilidade na segurança.

— Existe uma falta de confiança entre as comunidades e a polícia — conta Daniel Delva, haitiano que coordena programas de pacificação de favelas da ONG brasileira Viva Rio no Haiti — É um momento difícil, notamos que a delinquência, que com a entrada das tropas da ONU diminuiu, agora volta a aumentar. O terremoto desorganizou tudo, milhares de presos escaparam das prisões, o desemprego é gigante, não há programas para os jovens que deem alternativas à delinquência.

A Viva Rio, no Haiti desde 2004, acaba de lançar com as autoridades locais, a polícia e a ONU um programa para aproximar a polícia e as comunidades, como já faz nas favelas do Rio de Janeiro, dominadas durante décadas pelo tráfico e onde uma solução foi criar polícias comunitárias, com ações culturais e sociais incluídas, porque “para o desenvolvimento social é preciso ter paz e para a paz é preciso ter desenvolvimento social”, segundo o ex-comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro e coordenador da ONG, Ubiratan Angelo.

—Aplicamos a mesma aproximação que no Rio, porque é uma realidade parecida, embora aqui o motivo da vigilância não seja o tráfico, mas sim (um problema) econômico, social e político — esclarece Delva.

A violência doméstica e contra a mulher é grave, e também cresce o temor de que a convocação de eleições locais neste ano eleve os ânimos políticos.

Em 2012, voltou a crescer um problema de antigos membros do Exército dissolvido por Aristide, que, com a promessa do governo de reativar as Forças Armadas, voltaram a sair às ruas com suas velhas armas para recuperar sua força, explica Goulart. A ação da ONU e as negociações com o governo acabaram com esta situação, assegura.

Após quase uma década no país, a missão da ONU começou a reduzir seus efetivos militares (atualmente 6,7 mil) aos níveis de antes do terremoto, mas não tem data para sair.

FONTE: Zero Hora via Resenha do Exército

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Alugam-se fortes

Exército cobra por uso de espaços e por acesso à praia em pelo menos 10 unidades

 

Forte do Leme - 1

Antônio Werneck

vinheta-clipping-forte1Não é apenas no Forte de Copacabana que espaços públicos são arrendados para eventos comerciais sem licitação. O Comando Militar do Leste (CML) admitiu que outras unidades do Exército também alugam seus espaços para festas, casamentos, seminários etc. E pior: o acesso às praias que ficam em áreas militares é pago e tem critérios nem sempre transparentes. Apenas na Região Metropolitana do Rio, estão na relação do Exército oito fortalezas históricas, protegidas por leis ambientais e tombadas pelo patrimônio histórico: Duque de Caxias (no Leme), São João, São José e da Laje (na Urca), Santa Cruz, Barão do Rio Branco, São Luiz e Imbuí (em Niterói).

Na Restinga da Marambaia, por exemplo, um dos mais belos recantos da orla da cidade, o acesso é para poucos. Um civil precisa ser indicado por um militar para ingressar na base do Centro de Avaliação do Exército e usufruir do mar cristalino e limpo. Mesmo assim, a um custo salgado: a pessoa paga R$ 150 por trimestre. Em nota, o Exército informou que estão sob sua jurisdição “vários sítios históricos e culturais da União de grande valor e beleza”. O texto ressalta que, “seguidas as normas legais, e, desde que disponíveis, os espaços podem ser cedidos ao uso privado”.

O CML destaca que o Exército não faz propaganda, mas atende pessoas e empresas que procuram as unidades. Os interessados precisam preencher alguns requisitos, cujos critérios são estabelecidos pelo comando de cada unidade. No Forte Duque de Caxias, no Leme, o atual comandante suspendeu o aluguel para festas e casamentos. Atualmente, só empresas e entidades podem alugar os salões para reuniões e simpósios. O espaço mais caro, com 300 lugares, custa R$ 7 mil por quatro horas.

Na Urca, no Forte São João, o salão só pode ser alugado para casamento e comemorações de aniversário por militares da ativa lotados na unidade. É uma determinação do novo comandante. O valor é de mil reais. Já os interessados em ir à praia precisam preencher ficha, apresentar cópias de documentos e ser indicados por um militar, além de pagar, anualmente, R$ 300, mais R$ 150 por dependente.

O valores mais altos são os do Forte de Copacabana, que, além de ter alugado a praia por R$ 228 mil por três meses neste verão para um clube VIP, cobra de R$ 6 mil a R$ 12 mil por diária dos interessados em alugar um dos seus seis espaços. Um salão com 170 metros quadrados, com capacidade para 150 pessoas sentadas e 180 em pé, sai, por exemplo, por R$ 12 mil.

Os demais lugares para alugar são o Espaço Major Pradel (com capacidade para 400 pessoas), a Praça Siqueira Campos (até 600 convidados ao ar livre) e o Campo de Marte (com capacidade para oito mil pessoas). No Auditório Santa Bárbara, o ambiente para 144 pessoas é destinado a apresentações de peças de teatro e palestras. Existe ainda uma galeria de arte, cuja diária custa R$ 12 mil.

Professor defende licitação

Professor de direito constitucional da Uerj, Daniel Antônio de Moraes Sarmento lembrou que as praias são de uso comum do povo, exceto no caso de serem considerada áreas militares:

- Na medida em que o espaço está sendo usado para a realização de festas, já não é mais de uso exclusivo militar, e todo mundo poderia, em tese, entrar e usufruir. Constitucionalmente, a legislação obriga o Exército a seguir uma série de regras da Lei de Licitações quando oferece um espaço público para exploração comercial. A licitação tem por objetivo abrir espaço para outros interessados, que poderiam até oferecer mais, tornando o negócio mais vantajoso para a administração pública.

Com doutorado em direito do Estado pela USP, o professor Alexandre Aragão, da Uerj, acredita que uma atividade meramente lucrativa e que nada tem a ver com a atividade-fim do Exército tem que ser normalmente licitada.

- Acima de eventuais normas da força, está a Constituição e a Lei de Licitações. O artigo 10 da lei 7.661/88 estabelece que “as praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar” e que “não será permitida qualquer forma de utilização que impeça ou dificulte o acesso” – afirmou Alexandre.

Ele também lembrou que as únicas exceções são por razões de segurança nacional ou imposições de legislação específica, geralmente ambiental.

- No caso, ou a área continua sendo de segurança nacional, e então naturalmente não pode ser usada para fins recreativos tão intensos, ou a área não é mais de segurança nacional, como a prática, já faz algum tempo, tem demonstrado, e então toda a praia do Forte Copacabana deveria ser de livre acesso – garantiu o professor.

FONTE: O Globo, via resenha do EB

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Comitiva do Exército Canadense visita BRABAT 1/17

BRABAT recebe militares do canada

No período de 17 a 23 de fevereiro, o 1° Batalhão de Infantaria de Força de Paz recebeu visita de comitiva do Exército Canadense. A atividade teve por finalidade verificar as condições para que um pelotão daquele país amigo possa fazer parte do BRABAT 18, a partir de junho próximo. A atividade foi acompanhada por representantes do Comando de Operações Terrestres e do Estado-Maior do Exército.

Os militares canadenses, que foram recebidos pelo Comandante do Batalhão e por oficiais do seu Estado-Maior, tiveram uma visão geral do emprego da tropa brasileira no Haiti e da organização do futuro Batalhão.

Durante a semana, a comitiva conheceu as instalações do BRABAT 1; a provável localização do pelotão de seu país; a estrutura logística da Base General Bacellar (alojamentos, banheiros, refeitório, área de lazer, área de tratamento de água, lavanderia, reserva de armamento, enfermaria etc.); participou de exposições sobre as operações desenvolvidas pelo BRABAT 1; tomou parte de reconhecimentos aéreos e de ordem à patrulha; e acompanhou patrulhas a pé e motorizadas pelas Área de Responsabilidade (AOR) do Batalhão.

FONTE: EB

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Só faltou combinar com o Exército…

Aprovado-por-Cariocas-o-novo-Simbolo-dos-jogos-olimpicos-Rio-2016

Claudio Nogueira

vinheta-clipping-forte1Onde serão realizadas as competições de saltos ornamentais nos Jogos Rio-2016? Anteontem, em entrevista após a reunião com a Comissão de Coordenação do Comitê Olímpico Internacional (COI) para o megaevento, Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos, anunciou que a modalidade trocaria o Maria Lenk, na Barra, pelo Forte de Copacabana. Só faltou um detalhe: a autorização prévia do Exército, por meio do Comando Militar do Leste.

Ontem, a instituição militar deixou claro que só soube da ideia pela imprensa. A seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste informou: “O Museu Histórico do Exército/Forte de Copacabana está empenhado em cumprir o compromisso assumido pelo Exército Brasileiro para que essa unidade venha a apoiar as competições da maratona aquática e triatlo durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016, em conformidade com documento assinado pelo chefe de gabinete do Comandante do Exército, dirigido ao Sr. Jacques Rogge, Presidente do Comitê Olímpico Internacional, datado de 30 de janeiro de 2009″.

O documento, segundo o Comando Militar do Leste, garante o uso, sem custo, pelo Comitê Organizador, das instalações do Forte de Copacabana para maratonas aquáticas e triatlo. Depois de acrescentar que no Forte haverá ampla arquibancada e centro de mídia, o CML acrescentou: “Não existe, até o momento, compromisso relativo à competição de saltos ornamentais”.

Bem diferente, do que disse Nuzman: “vocês, fotógrafos e cinegrafistas, farão lá as imagens mais bonitas dos Jogos,” afirmou ele, anteontem.

Procurado pela imprensa, o Comitê Rio-2016 informou que, após “contatos informais” com representantes das Forças Armadas, o comitê informou à comissão de coordenação do COI para os Jogos propostas de alterações de locais de competição: “A partir da concordância do COI, o Rio 2016 formalizará às partes interessadas a solicitação de uso das instalações de Deodoro para as disputas de rúgbi, hóquei na grama e basquete, além do Forte de Copacabana para os saltos ornamentais.”

Ou seja: somente agora, depois de conseguir o aval do COI e de Nuzman anunciar o que não estava acertado, é que o comitê organizador da Rio-2016 vai formalizar, junto ao Exército, o pedido de cessão de novos espaços para modalidades, como rúgbi, hóquei, basquete e saltos ornamentais.

FONTE: O Globo via Resenha do Exército

68 anos da Tomada de Monte Castelo

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Ícaro Luiz Gomes

vinheta-especial-forteNo dia 21 de fevereiro é comemorada a vitória da Batalha de Monte Castelo na Campanha da Itália pela Forças Expedicionárias Brasileiras (FEB). Monte Castelo era um dos elevados fortificados que pertenciam à Linha Gótica, conjunto de montanhas italianas que formavam uma linha defensiva para o alemães e fascistas. Sua conquista permitiu que aos poucos essa linha defensiva fosse penetrada, proporcionando avanço das tropas aliadas em direção a Alemanha Nazista, aumentando assim a pressão ofensiva, acelerando a capitulação dos Estados Totalitários do Eixo e o fim da frente europeia.

A FEB já se encontrava a mais de 200 dias na Itália, o clima na região era de um inverno intenso (Chuva e neve), as vias de transporte tinham se transformado em verdadeiros lamaçais e o terreno era montanhoso. Essas características dificultavam o uso de meios blindados para o combate, sendo essa um batalha vencida principalmente pela infantaria com intenso apoio da artilharia. Os alemães e fascistas eram em sua maioria veteranos das frentes russa e italiana, essas tropas eram especializadas em montanha e se mostravam dispostas ao combate, mesmo com os diversos retrocessos que a guerra já os infligiram a aquela altura.

A Tomada de Monte Castelo foi uma batalha que durou cerca de 4 meses. Foram realizados 6 ataques que enfrentaram grande resistência das forças opositoras e  foram registradas grandes baixas brasileiras, sendo considerada por alguns estudiosos como uma das batalhas mais sangrentas da Campanha da FEB na Itália. O ataque que resultou na Tomada de Monte Castelo iniciou-se às 6 horas da manhã do dia 21 de fevereiro de 1945, realizado por toda 1º Divisão de Infantaria Expedicionária (grande comando/unidade da FEB).

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Na noite anterior posições táticas haviam sido tomadas que em muito facilitaram a ofensiva. O ataque foi apoiado pela 10ª de Montanha Americana que realizou um ataque coordenado ao Monte della Torracia, um dos flancos da ofensiva Brasileira. Foi notório para o sucesso do ataque da FEB os fogos de artilharia realizados pela Artilharia Divisionária para a Tomada do objetivo.

As condições climáticas e o estado do terreno e foram inimigos tão severos quanto os próprios nazi-facistas. A batalha pela conquista de Monte Castelo é considerada o grande marco da Campanha da FEB na Itália.

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facebook

vinheta-clipping-forte1Não precisou de uma hora para que soldados conseguissem invadir o sistema de usinas hidrelétricas da nação inimiga e interromper o abastecimento nacional de energia. A equipe responsável pela operação tinha como objetivo enfraquecer o adversário, que perpetrava diversos ataques contra seu País. E para conseguir o acesso à rede do alvo, foram necessárias, basicamente, informações sobre um funcionário, obtidas na rede social Facebook. A planta da usina foi conseguida via um documento oficial do governo, disposto na internet por conta de um processo licitatório. E a porta de entrada que inutilizou as soluções de segurança foi encontrada graças a um hábito cada vez mais recorrente na vida dos colaboradores: o home office.

A situação descrita acima trata-se de uma simulação, com base em premissas mais do que reais, feitas pela equipe de soldados brasileiros que utiliza o primeiro simulador nacional de operações cibernéticas (Simoc), da Decatron. A companhia venceu licitação para fornecer o a solução ao Exército Brasileiro há pouco mais de um ano, em dezembro de 2011, com o custo total de R$ 5 milhões.

A preparação para uma guerra online – um inimigo silencioso que fica cada vez mais próximo, especialmente com ataques como o do vírus Stuxnet e diversas invasões do Anonymous e LulzSec– tornou-se foco brasileiro no início de 2011, ganhando corpo depois de invasões de hackers a sites do governo.

“O único dado fornecido para essa simulação era o nome de um funcionário da usina. Foi criado um perfil falso no Facebook, pelo qual  foi descoberto o endereço IP da máquina e a rede de acesso Wi-Fi utilizada. Com esses dados os estudantes obtiveram as senhas de acesso à rede da usina”, contou Carlos Rust, sócio da Decatron. “Esta é uma operação muito barata – muito mais barata do que soltar uma bomba na usina para ter o mesmo efeito”, comparou. Não foi necessária, segundo Rust,  nenhuma iniciativa arrojada – como a criação de uma Advanced Persistent Threat (APT), onde um sistema silencioso e persistente espiona a rede corporativa em um ataque feito de forma direcionada, ou a descoberta de uma vulnerabilidade do tipo Zero-Day de softwares utilizados na corporação. Tudo foi possível graças à falta de governança de TI no acesso remoto à rede corporativa. “Tinha uma porta aberta na rede doméstica do colaborador”, detalhou.

O projeto do Simoc durou cerca de um ano e meio. “Aplicamos esses projetos em umas 30 pessoas, em média, entre doutores, engenheiros e analistas. Foi um desenvolvimento colaborativo”, explicou. O produto tem como objetivo trazer simulações de guerras cibernéticas, e permite o treino tanto de atacantes quanto protetores de rede. “O sistema guarda essas informações dos cenários e treinamentos realizados. Aprendendo com o tempo, vai ficando cada vez mais  rico em termos de informação”, comentou, detalhando que o produto foi criado com base em Java e se vale de bancos de dados relacionais para o armazenamento do conteúdo – neste caso específico, o SQL Server.

“Vamos investir nesse simulador, para comercializar em outras universidades e outras instituições militares, e empresas privadas e públicas de grande porte. Temos contato com países amigos, como Chile e Colômbia, através do suporte do Exército”, finalizou Rust.

FONTE: IT Web via Resenha do Exército

VEJA TAMBÉM:

*A PALAVRA OFICIAL DO EXÉRCITO*

INFORMEX NR 002 – DE 28 DE JANEIRO DE 2013

DISTRIBUIÇÃO: TODAS AS ORGANIZAÇÕES MILITARES

DIFUSÃO: TODOS OS MILITARES

ASSUNTO: NOTA DE PESAR

O Exército Brasileiro, profundamente consternado em razão do trágico incêndio
ocorrido na cidade de Santa Maria-RS, se associa à dor dos familiares e amigos das vítimas fatais. No triste episódio a Família Verde Oliva perdeu 8 (oito) de seus filhos:

  • - Cap Med DANIELLA DIAS DE MATOS, do HCE (Rio de Janeiro-RJ);
  • - 1º Ten Cav LEONARDO MACHADO DE LACERDA, do 1º RCC (Santa Maria-RS);
  • - 2º Ten OCT Com BRADY ADRIAN GONÇALVES SILVEIRA,da 13ª Cia Com Mec(São Gabriel-RS);
  • - 3° Sgt Cav DIEGO SILVESTRE, do 8° R C Mec (Uruguaiana-RS);
  • - Cb ROGÉRIO FLORIANO CARDOSO, do 29º BIB (Santa Maria-RS);
  • - Cb LUCAS LEITE TEIXEIRA, do 3º GAC AP (Santa Maria-RS);
  • - Sd EP LEONARDO DE LIMA MACHADO, do 1º RCC (Santa Maria-RS); e
  • - Sd EP LUCIANO TAGLIA PIETRA ESPIRIDIÃO, da 3ª Cia Com Bld (Santa Maria-RS).

Em nome da Força Terrestre, irmanada com a Nação Brasileira neste momento de dor,
apresento, às famílias enlutadas, nossas mais sinceras condolências. Por meio da 3ª Divisão de Exército, permanecemos prestando todo o apoio para mitigar essas perdas irreparáveis.

Gen Ex ENZO MARTINS PERI
Comandante do Exército

“FREI ORLANDO – SOLDADO DA FÉ”

NOTA DA EDITORA: Para ler a nota na íntegra, clique aqui.

 

Em 2009, participamos de um brainstorming para a definição da Estratégia do Exército Brasileiro até 2030. Abaixo seguem as questões levantadas pelo EB na sua pesquisa.

Dê sua opinião sobre os tópicos abordados.

1) REAÇÕES INTERNACIONAIS AO PROTAGONISMO BRASILEIRO

O mundo convive com vários focos de instabilidade, como os conflitos no Oriente Médio, na Ásia e no Continente Africano, com conseqüentes riscos à paz global. Além destes, delineia-se no futuro uma disputa pelo controle de recursos estratégicos (hidrocarbonetos, água, minérios, biodiversidade, etc.), dos quais o Brasil é um dos grandes detentores.

Enquanto países desenvolvidos mantêm suas posições usando o poder que detêm ou construindo acordos internacionais favoráveis a seus interesses, nações em desenvolvimento têm de lutar por acesso a novas oportunidades.

Embora não esteja envolvido em conflitos de vulto, o Brasil está inserido nesse contexto de desafios e pretende modificar sua posição no jogo internacional, superando barreiras típicas de quem se localiza na periferia do poder mundial. Esta atitude brasileira poderá propiciar o surgimento de situações conflituosas decorrentes de reações dos países forçados a ceder espaços e da própria cobiça internacional pelo grande volume de recursos naturais do País.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as reações internacionais ao protagonismo brasileiro intensifiquem-se ao ponto de criar obstáculos à consecução dos interesses nacionais.

2) RECONHECIMENTO EXTERNO DO PODER NACIONAL BRASILEIRO

O processo decisório desencadeado nos organismos multilaterais ou nas relações bilaterais cria situações que podem restringir ou facilitar a inserção internacional do Brasil como ator global.

Atendendo a legítimos interesses nacionais, a política externa brasileira se empenha para levar o Brasil a participar, significativamente, da elaboração da agenda internacional. Daí decorre o pleito por uma posição de membro permanente do Conselho de Segurança da ONU e a busca de acordos com blocos econômicos e grupos de países, visando à crescente inserção do País na construção daquela agenda.

As reuniões do G-20, pelo seu simbolismo político, parecem sinalizar para mudanças nas relações de poder mundial, cujos desdobramentos futuros poderão levar à emergência de novos pólos de poder. Os líderes dos países mais ricos perceberam que o enfrentamento dos grandes problemas globais dependem de coordenação política que envolva os países emergentes.

Nas relações internacionais, os estados costumam ter êxitos quando dispõem de poder nacional que respalde suas posturas – o que ainda não é, efetivamente, o caso do Brasil, em especial quanto ao componente militar do poder nacional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, o Brasil passe a dispor de poder nacional reconhecido internacionalmente ao ponto de ser capaz de respaldar suas pretensões de maior participação no processo decisório mundial.

3) NEUTRALIZAÇÃO DAS PRESSÕES INTERNACIONAIS SOBRE A AMAZÔNIA

As pressões internacionais sobre a Amazônia têm aumentado, sob a alegação de uma suposta defesa de “interesses maiores da humanidade”.

Países, autoridades e organizações estrangeiras ocultam suas pretensões em relação à importância geoestratégica e às riquezas da região, simulando preocupações com o desenvolvimento da área. Sugerem “direitos de ingerência”, insinuando não ter o Brasil capacidade de cuidar do patrimônio amazônico, com ênfase para o meio ambiente e a questão indígena.

A ameaça é de tentativa de imposição de soberania “compartilhada” mediante aplicação de diretrizes e pelo uso privilegiado dos recursos da região, deixando ao Brasil o ônus da administração sob fiscalização estrangeira.

A neutralização dessas pressões extrapola o campo militar, dependendo muito mais de ações governamentais nos campos político, psicossocial e econômico.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as ações implementadas pelo governo brasileiro no sentido da proteção e do desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira tenham sido eficazes ao ponto de neutralizar as pressões internacionais sobre a região.

4) INTERESSE INTERNACIONAL SOBRE ÁREAS ESTRATÉGICAS DO BRASIL

É interesse vital das potências de primeira ordem assegurar o acesso às regiões do mundo de valor geopolítico e onde estejam recursos naturais necessários ao seu desenvolvimento e manutenção do status quo.

O Brasil, além da Amazônia, tem outras regiões que podem ser alvo da cobiça internacional, pela riqueza ou posição estratégica. Entre essas áreas, destacam-se: a faixa de fronteira, a plataforma continental atlântica (jazidas de petróleo, biodiversidade, minerais,etc), o “saliente nordestino” e o Aquífero Guarani.

A liderança nacional atribui pouca importância e a sociedade tem dificuldade em perceber a ameaça embutida no interesse internacional, o que se reflete na baixa prioridade conferida ao setor de defesa do País.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as áreas estratégicas do Brasil sejam alvo de crescente interesse internacional ao ponto de suscitar ações por parte do Estado brasileiro para manter e reforçar sua soberania sobre essas áreas.

5) FORTALECIMENTO DA INTEGRAÇÃO DA AMÉRICA DO SUL

Coerente com princípio constitucional, a iniciativa brasileira de integração regional foi iniciada pela constituição do MERCOSUL e ampliada pelos macroprojetos de integração física da região, estruturados e implementados pela Iniciativa para a Integração Regional Sulamericana (IIRSA), e por empreendimentos de integração energética, dentre outros. O estabelecimento da UNASUL, que surge com o objetivo de construir um espaço de integração e união no âmbito cultural, social, econômico e político entre os países da América do Sul, é mais um marco do processo de integração regional. A criação do Conselho de Defesa Sulamericano (CDS) poderá contribuir para intensificar as medidas de cooperação e confiança mútua entre os setores de defesa dos países da região.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31 de dezembro de 2030, o processo de integração regional evolua ao ponto de permitir a efetiva consolidação da integração da América do Sul.

6) OCORRÊNCIA DE CONFLITOS NA AMÉRICA DO SUL

A paz na América do Sul, considerada uma das regiões do mundo menos sujeita a conflitos armados, pode vir a ser ameaçada pela instabilidade política e social existente em alguns países, pela ação de movimentos de cunho ideológico que apelam para a violência e pelas tensões latentes entre países limítrofes. Com isso, considera-se a possibilidade do Exército Brasileiro vir a participar de conflitos na região, integrando ou não organismos internacionais, como Força de Paz ou em defesa dos interesses nacionais.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorram conflitos na América do Sul ao ponto de envolver militarmente o Brasil.

7) AGRAVAMENTO DA QUESTÃO AMBIENTAL

As questões ambientais têm adquirido importância crescente na agenda internacional, envolvendo temas como as mudanças climáticas, as catástrofes ambientais e as consequencias sociais e econômicas decorrentes.

A ocupação e a exploração de recursos naturais nos principais biomas do território brasileiro, com reflexos no meio ambiente, poderão agravar a questão ambiental no Brasil, gerando inclusive reações internacionais.

No Brasil, a participação do Exército contra delitos ambientais, na faixa de fronteira terrestre, está prevista na Lei Complementar Nr 117, de 2 de setembro de 2004.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as questões ambientais e as mudanças climáticas tenham se agravado, ao ponto do controle e monitoramento ambiental venha a ser institucionalizado como atribuição, também, das Forças Armadas.

8 ) OCORRÊNCIA DE ATIVIDADES TERRORISTAS EM TERRITÓRIO BRASILEIRO

O Brasil, até o presente, tem se mantido a salvo de ações terroristas, nos moldes praticados por grupos em conexão com redes internacionais, com a finalidade de desestabilizarem Estados ou deles se vingarem em proporções que causem a generalização do pânico em suas populações. Apesar disso, não se afasta a possibilidade de que iniciativas do governo brasileiro venham a gerar disputas e maior exposição do País no cenário internacional.

Essa exposição tende a ser ampliada em face dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará os Jogos Mundiais Militares(2011), a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014), e as Olimpíadas (2016) e da crescente posição de proeminência do País no contexto mundial.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, atividades terroristas venham a ocorrer também no Brasil.

9) AGRAVAMENTO DA PROBLEMÁTICA DA SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA

As limitações e carências dos órgãos de segurança pública e o aumento do poder e da violência de grupos ligados ao crime organizado, ou a ilícitos transnacionais, contribuem para agravar a problemática da segurança pública brasileira e criam um ambiente propicio à demanda para emprego das Forças Armadas em segurança pública, ainda que em caráter eventual.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, a problemática da segurança pública brasileira se agrave ao ponto de ser institucionalizado o emprego das Forças Armadas.

10) DESENVOLVIMENTO DE UMA MENTALIDADE DE DEFESA NO BRASIL

A sociedade brasileira não demonstra grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.

A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas a de desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas vêm desenvolvendo iniciativas como programas de incentivo, congressos, seminários e simpósios, dentre outras.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, os assuntos de defesa passem a fazer parte da agenda nacional ao ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais.

11) FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA DE DEFESA DO BRASIL

O fortalecimento da indústria de produtos de defesa no Brasil se constitui em peça fundamental na redução das vulnerabilidades militares do País. Anseia-se que ela seja capaz de produzir parcela significativa dos materiais e equipamentos estratégicos com tecnologia agregada que atenda às necessidades das FA. Isso, no entanto, esbarra em desafios de toda ordem. Grandes conglomerados da indústria de defesa dos países mais ricos bloqueiam tentativas de desenvolvimento das empresas similares dos países menos poderosos.

O aumento dos investimentos em C&T, a competitividade dos materiais produzidos pela indústria de defesa, a transferência de tecnologia (offset) e o aumento do poder de compras das FA são os principais fatores para o fortalecimento da base industrial de defesa brasileira, contribuindo para a redução do hiato tecnológico e para a nacionalização dos materiais de defesa.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorra o fortalecimento da base industrial de defesa brasileira ao ponto de suprir no mínimo 50% das necessidades de material de defesa das Forças Armadas.

12) CRESCIMENTO E SEGURANÇA DE FLUXO DO ORÇAMENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO (EB)

A crescente projeção internacional do Brasil indica a necessidade de um poder militar bem equipado e adestrado.

A eficiência operacional das Forças Armadas é dependente de orçamento compatível e constante. Nas últimas décadas, a escassez dos recursos alocados para o Exército Brasileiro tem redundado em deterioração cada vez mais séria de sua operacionalidade.

Além disso, o orçamento do EB ainda sofre retardamentos, contingenciamentos e considerável volume de recursos são inscritos em restos a pagar, dificultando o cumprimento da sua destinação constitucional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31 de dezembro de 2030, o governo aumente os recursos orçamentários e assegure um fluxo mínimo destinado a investimentos do Exército Brasileiro.

13) ADEQUAÇÃO DA INFRAESTRUTURA CRÍTICA ÀS NECESSIDADES DE DEFESA

Os sistemas nacionais que constituem a infraestrutura crítica do Brasil, em especial energia, transportes e comunicações não podem entrar em colapso, pois são indispensáveis ao desenvolvimento do País, devendo também observar às necessidades de defesa nacional.

Atualmente, as obras de infraestrutura crítica não atendem na sua plenitude às necessidades de defesa, acarretando prejuízo ao planejamento estratégico operacional das FA, sobretudo no que tange a comando e controle, mobilização, logística, mobilidade estratégica e outras

O Exército dentre suas atividades subsidiárias executa obras da infraestrutura, mas não participa do planejamento de políticas públicas de forma a adequar as obras realizadas às necessidades de defesa.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorra a adequação da obras de infraestrutura crítica do Brasil para atender às demandas de defesa do país.

14) AGRAVAMENTO DA CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE NACIONAL

A História da humanidade tem mostrado que um dos alicerces da grandeza das nações é o respeito a um código tácito de valores morais e éticos. Riqueza, desenvolvimento e poder político, isoladamente, não lhes conferem coesão, bem-estar ou autorrespeito, nem lhes sustentam em desafios extremos.

Nações com vocação de grandeza cultuam pátria, liberdade, honestidade, dever, justiça, vida, família, educação, dignidade e disciplina, entre outros, como sínteses de princípios morais inspiradores de nobres ideais.

A sociedade brasileira enfrenta uma crescente crise moral com desprezo por aqueles e outros valores, disseminada sensação de impunidade e desrespeito ao princípio da autoridade, afetando com isso a coesão nacional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, a crise de valores na sociedade nacional se agrave ao ponto de contaminar as Forças Armadas.

15) AUMENTO DA INFLUÊNCIA DE ATORES NÃO GOVERNAMENTAIS

Atores não governamentais – ONGs, empresas transnacionais, movimentos sociais e organismos internacionais – têm assumido papéis ativos em temas sociais, culturais, econômicos, ambientais, de direitos humanos e outros. Desvencilhando-se agilmente da burocracia, alguns aproveitam as fragilidades do Estado e ocupam espaço crescente na sociedade brasileira, como se fossem parte do aparato oficial.

Vários deles são prestigiados, pois declaram estar a serviço de causas nobres: culturais, religiosas, comunitárias, ambientalistas, educacionais, de direitos humanos ou de defesa de minorias. Embora alguns deles não se submetam à aprovação popular, procuram influenciar, cada vez mais, a opinião pública e as decisões políticas, trazendo reflexos para todos os campos do poder nacional.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, os atores não governamentais tenham poder sobre o governo ao ponto de influir nas decisões relativas à segurança e defesa.

16) AGRAVAMENTO DAS TENSÕES SOCIAIS

Apesar dos esforços de sucessivos governos e da perceptível melhoria da qualidade de vida da classe mais pobre da população – fator relevante para a paz social -, continuam a existir desigualdades sociais e regionais, motivadas por questões ligadas ao desemprego, déficit habitacional, saneamento básico, saúde pública e educação.

Além disso, a problemática das tensões sociais no Brasil envolve outros fatores, como a ausência do Estado em algumas áreas críticas, a luta pela terra, as questões indígenas e quilombola, os problemas ligados à violência urbana, o crescimento desordenado das grandes cidades e a questão da segurança alimentar.

A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, o agravamento das tensões sociais seja de tal vulto que venham a comprometer a lei e ordem no Brasil.

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Tefé (AM) – Em novembro de 2012, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva participou da OPERAÇÃO BRACOLPER 2012, na região da tríplice fronteira entre o Brasil, a Colômbia e o Peru, intensificando a vigilância por meio de patrulhamentos terrestres, aéreos e fluviais para combater os crimes transfronteiriços e ambientais.

A Operação BRACOLPER é uma Operação Combinada entre o Exército Brasileiro e as Forças Armadas da Colômbia e do Peru, na qual cada país atua em sua área de responsabilidade, mas de forma coordenada, para combater os crimes citados, nos três países, e ao mesmo tempo.

A operação teve a finalidade de intensificar a presença do Exército Brasileiro e das Forças Armadas Colombianas e Peruanas junto à tríplice fronteira, além de reforçar, junto à população regional, o sentimento de nacionalismo, proteção ao meio ambiente e de defesa da soberania brasileira, colombiana e peruana.

Pela primeira vez, após a realização da experimentação doutrinária, o Comando Militar da Amazônia (CMA) disponibilizou as Embarcações Guardian para serem empregadas em operações na região Amazônica.

As GUARDIAN são embarcações táticas, com vocação para emprego em ações de interceptação, sendo dotadas de dois reparos para metralhadoras 7,62mm e um reparo para metralhadora .50, podendo transportar até 12 militares. Durante a Operação, as Guardian incrementaram a capacidade de interceptação do Comando de Fronteira Solimões e 8º Batalhão de Infantaria de Selva nos Postos de Bloqueio e Controle Fluviais, contribuindo para a segurança na Tríplice Fronteira.

Participaram da operação, cerca de 400 militares do Exército Brasileiro, 200 militares da Colômbia e mais 100 militares peruanos, totalizando cerca de 700 homens e mulheres. Concomitantemente, foram desenvolvidas ações de caráter cívico-social, com apoio médico, odontológico e educacional junto às populações ribeirinhas.

FONTE: Exército Brasileiro

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TÂNIA MONTEIRO E LEONENCIO NOSSA – Agência Estado

Sem previsão para deixar o Haiti, o Exército brasilero gastou, de abril de 2004 a novembro deste ano, R$ 1,892 bilhão na manutenção da tropa no país arrasado por uma guerra civil e, mais recentemente, por um terremoto. Desse total, a Organização das Nações Unidas (ONU) reembolsou R$ 556,5 milhões para o Tesouro Nacional. Os números são do Ministério da Defesa.

Na prática, um gasto de R$ 1,3 bilhão líquido em recursos do Brasil. Em 2004, o governo Lula justificou que a participação na missão de paz da ONU era uma forma de garantir um assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança, o que não ocorreu.

Atualmente, o Brasil mantém 1.910 homens das Forças Armadas na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah). A maioria do contingente brasileiro é do Exército. Ainda há militares da Aeronáutica (30 homens da Força Aérea Brasileira) e da Marinha (200 fuzileiros navais). A meta para 2013 é reduzir o efetivo para 1.200 militares, mesmo número do início da operação, em 2004 – o acréscimo ocorreu após o terremoto de 2010.

A redução da tropa de forma “responsável”, nas palavras do ministro da Defesa, Celso Amorim, é respaldada por uma resolução da ONU, de outubro. No começo deste mês, o presidente do Haiti, Michel Martelly, escreveu uma carta de duas páginas implorando à presidente Dilma Rousseff para negociar a manutenção do efetivo, argumentando que ainda não conseguiu formar uma polícia nacional para deter o avanço de gangues. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FONTE: O Estado de S. Paulo

 

Roberto Godoy

O Exército está criando em Formosa (GO) duas unidades especializadas de mísseis e foguetes para operar o Astros 2020, sistema de lançamento múltiplo desenvolvido pela Avibras Aeroespacial, de São José dos Campos (SP).

A nova base, o Forte de Santa Bárbara, vai receber o avançado míssil AV-TM com alcance no limite de 300 quilômetros – o primeiro da Força Terrestre, projetado e construído no País.

O programa prevê uma instalação de instrução, uma bateria de busca de alvos, os paióis de munições, e a revitalização do atual 6.º Grupo de Lançadores Múltiplos de Foguetes. As unidades terão, na área, um Comando e Estado Maior, uma bateria de Comando e três baterias de lançamento. Cada conjunto operaci0nal é integrada por 15 veículos: 6 carretas disparadoras, 6 remuniciadoras e ao menos mais três viaturas blindadas para o comando, a estação meteorológica e o apoio técnico.

O custo do complexo, abrangendo o núcleo habitacional para o pessoal permanente será anunciado até março. Só o desenvolvimento do míssil e do novo foguete balístico guiado AV-40, com 40 km de raio de ação, vai custar R$ 235 milhões dos quais R$ 195 milhões só para o AV- TM. O lote inicial será recebido em 2016. O programa exigirá cerca de R$ 1.246 bilhão, em etapas, até 2018.

Em nota, o Exército destacou que o Astros 2020 é a plataforma para que a Força tenha “apoio de fogo de longo alcance com elevados índices de precisão e letalidade”. A navegação do AV-TM é feita por uma combinação de caixa inercial e um GPS. O míssil faz acompanhamento do terreno com um sensor eletrônico, corrigindo o curso em conformidade com as coordenadas armazenadas a bordo. Seu objetivo é uma instalação estratégica – refinarias, usinas geradoras de energia, centrais de telecomunicações, concentrações de tropa, depósitos, portos, bases militares, complexos industriais.

FONTE: O Estado de São Paulo

COLABOROU: Henrique C.O

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No dia 4 de dezembro, o 4º Regimento de Cavalaria Blindado (4º RCB) e o Comando da 1ª Brigada Cavalaria Mecanizada (1ª Bda C Mec) realizaram a inauguração do Complexo de Tiro Couraça, no Campo de Instrução de Rincão em São Borja, que tem por finalidade aperfeiçoar o adestramento das guarnições blindadas e dos grupos de combate (GC) da Grande Unidade. Os estandes de tiro possibilitarão mais realismo e motivação na execução dos tiros de subcalibre e de metralhadora das VBR e VBC, assim como do tiro de combate avançado do GC. A criação dos mecanismos dos alvos coube ao 4º RCB e a construção do complexo de tiro foi um trabalho conjunto dessa Unidade com a 1ª Companhia de Engenharia, sob a coordenação da 1ª Bda C Mec e com o apoio do Campo de Instrução de Rincão.

Fonte: Exército Brasileiro

Nota do Blog: as VBC Leopards da foto estão com a camuflagem padrão do EB e não com a pintura com que chegaram da Europa.

 

 

Imagens da descarga dos veiculos transportados pelo Multipourpose Ro-Ro/Lo-Lo M/N Grande Amburgo de bandeira italiana de mais um lote chegando em Paranaguá/PR.

Este último lote de veículos adquiridos pelo EB é  composto por duas viaturas blindadas (Berge Panzer Leopard), de 39,2 toneladas, específicas para manutenção e utilizadas para apoio e socorro; uma viatura especializada de engenharia (DACHS), de 43 toneladas, – com lâminas e retroescavadeira – para trabalhos pesados e um “lança-pontes” (BIBER), de 35,1 toneladas. Esta última, segundo o 5º BLog, carrega uma ponte, montada em duas partes, de 22 metros de comprimento.

Além dos blindados, ainda compunham a carga do Exército Brasileiro, desembarcada no Porto de Paranaguá, três contêineres com outros suprimentos. Dois desses traziam a ponte que vai sobre o blindado BIBER, pesando, no total, dez toneladas.

http://shipsparanagua.blogspot.com.br/2012/12/porto-de-paranagua-recebe-veiculos.html

FONTE: APPA Portos do Paraná

FOTOS: Francisco José da Silva Filho e MO (M/N Grande Amburgo)

COLABOROU: Cleverson de Paula

 
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