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O sistema de Defesa Aérea de Moscou e da região econômica central russa vai receber novos sistemas, incluindo os S-400 e S-500.

A região econômica central é localizada na parte européia da Rússia, sendo a maior região industrial do país. Além de Moscou, as maiores cidades são Nizhny Novgorod, Smolensk, Yaroslavl, Vladimir, Tula, Dzerzhinsk, e Rybinsk.

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Os dez primeiros sistemas antiaéreos Pantsir S1 (SA-22 Greyhound) entraram em serviço na Força Aérea Russa, segundo um porta-voz do Ministério da Defesa.

O Pantsir S1 é um sistema de médio alcance que combina mísseis antiaéreos e artilharia, fabricado pelo Instrument Making Design Bureau (KPB), baseado em Tula. O novo sistema deve ampliar a efetividade, estabilidade e sobrevivência das defesas aéreas russas.

O vídeo acima começa mostrando as ameaças aéreas e depois o sistema que foi feito para enfrentá-las.

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O governo prevê a aplicação este ano de R$ 188,7 milhões em 25 projetos da área de defesa, desenvolvidos pelos centros de tecnologia das Forças Armadas em parceria com empresas privadas. Esses recursos serão oriundos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Para 2010, a previsão de investimentos públicos nos projetos de defesa será de R$ 492,4 milhões.

Entre os projetos estão o radar SABER M-60 e SABER-200, do Exército, e o Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), da Aeronáutica, e o de desenvolvimento de fibra de carbono de alto desempenho da Marinha. Os números foram apresentados na terça-feira (7) pelo diretor do Departamento de Mobilização (DEPMOB), general-de-divisão Adriano Pereira Jr., em palestra no seminário “Estratégia de Defesa Nacional e a Indústria Brasileira”, realizado na Câmara dos Deputados. O DEPMOB faz parte da Secretaria de Ensino, Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia (Selom) do Ministério da Defesa.

Ações

De acordo com o general, a Estratégia Nacional de Defesa trouxe várias ações que terão que ser apresentadas pelo Ministério da Defesa para o estímulo à indústria de defesa. Entre essas ações, estão a atualização da Política Nacional da Indústria de Defesa; criação de regimes jurídico e econômicos especiais que possibilitem o desenvolvimento da indústria nacional de defesa; alterações na Lei 8.666, Lei de Licitações, de forma a incentivar a compra de tecnologia nacional; e concessão de garantia para a exportação do produto de defesa nacional. Uma primeira proposta de atualização da Política Nacional da Indústria de Defesa para adequá-la à Estratégia, que já foi apresentada pela Selom ao ministro da Defesa.

O general Adriano lembrou que a ausência de recursos tem sido, ao longo dos anos, um problema que vem impedindo o reaparelhamento do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Segundo o general, tendo em vista os objetivos da Estratégia Nacional de Defesa, as Forças Armadas já vêm revisando seus antigos planos de reaparelhamento. Em troca, estão colocando metas de aparelhamento, a serem submetidas em breve ao Ministério da Defesa, com horizonte de longo prazo (até 2030).

Equipamentos

Essa mudança de procedimento tem algumas implicações. A primeira é que exige, por parte do governo, uma política previsível de compras, uma vez que material de defesa não constitui artigo “de prateleira”. Ao contrário, requer um planejamento de compras antecipadas de modo a dar à indústria nacional tempo para produzir os equipamentos. A introdução do fator previsibilidade, no entender do general Adriano, só será possível por meio de um “programa de governo de aquisição de produtos de defesa”. O programa de aquisição, conforme acrescentou, deve ter duas bases de apoio. A primeira delas em um programa orçamentário plurianual, que daria tranquilidade à indústria fornecedora. A segunda base seria o orçamento anual, fator que daria à indústria de defesa a segurança dos recursos para a cobertura dos gastos de curto prazo.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República – Boletim Em Questão nº 789

Foto: radar SABER 60 - Centro de Tecnologia do Exército

Segundo regimento de S-400 entra em atividade

O ministro da defesa russo disse hoje (17 de março) que um segundo regimento de defesa aérea com mísseis S-400 entrou em operação. O primeiro regimento de S-400, responsável por parte da defesa aérea da caítal Moscou e regiões industriais próximas, foi ativado em 2007, após lançamentos bem sucedidos ocorridos no complexo de Kapustin Yar.

O sistema S-400 ‘Triumf’ (SA-21 Growler pela OTAN), anteriormente denominado S-300PMU-3, é um desenvolvimento da família S-300, desenvolvida na URSS. O atual sistema é capaz de interceptar alvos aéreos distantes até 400 km. Este valor corresponde ao dobro do alcance do sistema norte-americano Patriot. Além disso, fontes russas informam que o sistema possui capacidade para derrubar aeronaves com baixo RCS (aeronaves ‘stealth’), mísseis de cruzeiro e MIRVs.

Um batalhão de S-400 comumente opera oito lançadores, com 32 mísseis, e uma unidade de comando e controle. A Rússia espera formar 18 batalhões equipados com sistemas S-400 até o ano de 2015.

FONTE: RIA Novosti

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A China Precision Machinery Import-Export Corporation passou a oferecer o míssil terra-ar CASIC HQ-9 para o mercado externo, sob o nome de FD-2000. O HQ-9/FD-2000 apareceu recentemente na African Ground Force Equipament Exhibition em Capetown (África do Sul) e também na Defense Exhibition, realizada em novembro, em Karachi (Paquistão).

A PLAAF (Força Aérea Chinesa) já implantou o sistema HQ-9 nas Bases Aéreas das províncias de Xi’an e Lanzhou. Uma brigada típica é formada por um veiculo de comando, seis veículos de controle, seis veículos com radar de direção de tiro, seis veículos com radar de busca, 48 veículos lançadores e 192 mísseis; além de um veiculo de posicionamento, um veículo com gerador de energia, um veiculo de comunicações e um veículo de apoio. Um batalhão usa oito veículos lançadores.

O programa HongQi-9/FD-2000 foi iniciado como um projeto “original” chinês, mas há rumores de que o projeto foi refeito para incluir melhorias no motor foguete, baseado no do S-300 russo, e no sistema de guiagem copiado do norte-americano MIM-104 Patriot.

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