Cerimônia em Zocca

No dia 02 de junho foi realizada, em Zocca, uma cerimônia para comemorar a liberação da cidade pela Força Expedicionária Brasileira em 1945. Estiveram presentes o Sr Pietro Balugani, prefeito de Zocca; o Cel De Simone Adido do Exército na Itália; o CMG Goldstein, Adido Naval; o Sr Giovanni Sulla; o Sr Mario Pereira; representantes da sociedade, militares brasileiros e seus familiares.

A cerimônia constou de: palavras das autoridades; troca de brindes; desfile até a igreja Sacro Cuore di Gesù, onde foi realizado uma missa e a bênção das coroas de flores; deposição de coroas de flores nos monumentos dedicados aos mortos da 1ª Guerra Mundial, aos mortos de todas as guerras e à libertação da cidade de Zocca pela FEB; e almoço de confraternização.

FONTE: “… e a cobra fumou!” – Informativo da Aditância do EB na Itália

NOTA DE UM LEITOR: Assim são reverenciados os brasileiros em terras que libertamos. Assim é tratada a História Militar do Brasil naquelas plagas, reconhecidas que são ao glorioso trabalho realizado pela Força Expedicionária Brasileira.
Entretanto, aqui em Pindorama…

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ROMA, Itália (AFP) – (AFP) – A polícia reprimiu manifestantes violentos, alguns dos quais puseram fogo em um anexo do ministério da Defesa, neste sábado à tarde no centro de Roma, à margem da marcha dos “indignados”, constataram jornalistas da AFP.

Pouco antes das 17h local (12h de Brasília), era possível ver chamas saindo do anexo do ministério da Defesa, e nos arredores do prédio permaneciam cerca de cem pessoas encapuzadas.

Dezenas de milhares de pessoas seguiam protestando pacificamente contra a precariedade e o funcionamento das finanças, e gritavam aos vândalos: “Não à violência!”.

Três pessoas ficaram feridas, indicou à AFP um porta-voz da prefeitura.
No início da marcha, algumas pessoas quebraram as vitrines dos bancos com placas de trânsito e depois fugiram. Vários veículos foram incendiados.
As forças de ordem reprimiram os manifestantes em frente à basílica de São João de Latrão com bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água. Alguns dos manifestantes, encapuzados ou com panos no rosto, lançaram granadas de fumaça, coquetéis molotov e garrafas.

Os manifestantes pacíficos abandonaram a região, transformada em um campo de batalha.

As três principais confederações sindicais e os sindicatos de estudantes se uniram a este protesto, inspirado pelos “indignados” de Wall Street e da Espanha.

“Apenas uma solução, a Revolução”, “Não somos bens nas mãos dos banqueiros” eram frases que podiam ser lidas nos cartazes dos manifestantes. Um grupo levava um caixão com o nome do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.

FONTE: AFP Paris

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Londres caiu 1,03%; Frankfurt, 2,33%. Paris apresentou queda de 2,71%. Em Lisboa, a baixa chegou a 4,28% e Madri amargou perda de 2,69%. Milão despencou 3,96%

SÃO PAULO – As bolsas na Europa fecharam em forte queda nessa segunda-feira, depois que o risco de calote atingiu também a Itália. Londres caiu 1,03%; Frankfurt, 2,33%. Paris apresentou queda de 2,71%. Em Lisboa, a baixa chegou a 4,28% e Madri amargou perda de 2,69%. Milão despencou 3,96%.

O setor bancário foi o que mais sofreu impacto das preocupações com a crise europeia. BNP Paribas caiu 6,8% em Paris, Commerzbank recuou 8,6% em Frankfurt e Dexia cedeu 8% em Bruxelas. Em Milão, Intesa Sanpaolo declinou 7,7% e UniCredit perdeu 6,3%. “As preocupações com a Itália estão dominando tudo no momento”, comentou Joshua Raymond, estrategista do City Index.

O pessimismo provocou reflexos em vários ativos do mercado. O ouro, usado como porto seguro pelos investidores, chegou a 1.108,92 euros por onça-troy, rompendo brevemente o importante nível de resistência de 1.100 euros. Esse foi o preço mais alto já atingido pelo ouro em euros e representou um avanço de 8,4% sobre o valor do começo da semana passada.

A aversão ao risco também fez com que o rendimento dos títulos de 10 anos do governo da Espanha superassem 6% pela primeira vez desde a introdução do euro, chegando a 6,027%. Para se ter uma ideia, na semana passada o Brasil chegou a captar no exterior, no mesmo prazo, com juro de 4,188%.

No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) também sentiu os reflexos da piora no quadro internacional. Com investidores fugindo das opções de risco no mercado, a Bolsa cai para 2,08%, às 14h26, no patamar mínimo dessa segunda. O dólar sobe para R$ 1,58, com alta de 1,6%.

Crise. No domingo, a União Europeia convocou uma reunião de emergência para discutir o risco de calote em países europeus, principalmente na Itália. Na sexta-feira, o risco do país foi duramente atingido pelo mercado, que passou a apostar não apenas na quebra da periferia. As dúvidas em relação à saúde dos bancos italianos também ajudou a proliferar a tensão. As ações do Unicredit Spa, o maior banco da Itália, desabaram quase 8%.

Nos Estados Unidos, fundos de pensão que tinham investimentos na Itália iniciaram uma corrida para vender seus ativos, aprofundando ainda mais os temores em relação à Roma.

A chanceler alemã Angela Merkel disse que a Itália deve enviar um “sinal muito importante” aos investidores nervosos, garantindo a apresentação de um plano crível para consolidar os planos para o orçamento do país. Merkel disse ainda que conversou ao telefone ontem com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, sobre a posição da dívida da Itália e sobre o plano orçamentário.

“Acredito haver um sinal muito importante de que a Itália deve enviar – a aprovação de um orçamento que inclua a consolidação necessária”, disse Merkel. “Tenho completa confiança de que o parlamento italiano irá aprovar tal orçamento”, acrescentou.

Merkel afirmou que a reunião das autoridades da União Europeia e os ministros das finanças desta segunda-feira em Bruxelas precisa ter como foco a preparação de um novo pacote de ajuda para a Grécia, e que a zona do euro deve continuar a fazer o que for necessário para proteger a moeda comum.

“A Alemanha e seus parceiros na zona do euro estão completamente comprometidos em defender a estabilidade do euro de modo geral”, afirmou Merkel.

China tem confiança no euro e vai cooperar com a Europa, diz BC chinês

Danielle Chaves, da Agência Estado

FRANKFURT E HONG KONG – A China tem confiança no euro e está pronta para explorar “vários meios de cooperação efetiva” com a União Europeia para lidar com a crise de dívida soberana do bloco, afirmou Yi Gang, vice-presidente do Banco do Povo da China (PBOC, banco central do país). Separadamente, Fu Ying, ministra de Relações Exteriores chinês, declarou que a recuperação das economias desenvolvidas voltou a um “caminho saudável”.

“Nós apoiamos todas as medidas adotadas pela União Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional para solucionar a crise de dívida soberana”, disse Yi durante uma conferencia no banco central da Alemanha, o Bundesbank. Os bancos centrais da China e da Alemanha pretendem fortalecer a cooperação entre eles para manter a estabilidade financeira.

“Nós estamos preparados para explorar, junto com a União Europeia, várias formas de cooperação efetiva”, acrescentou. Segundo Yi, a China “sempre considerou a Europa um importante destino de investimentos” e vai continuar ativamente protegendo “a estabilidade do mercado financeiro internacional” como um investidor de longo prazo responsável.

Em um discurso em Hong Kong, Fu observou que o desemprego em alguns países europeus ainda é uma preocupação. Em Junho, Fu havia informado que a China aumentou a quantidade de bônus europeus que possui desde a crise financeira – uma retórica padrão que mostra que Pequim apoia os países debilitados da Europa. As informações são da Dow Jones.

FONTE: Estadão

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Rio de Janeiro, 15 jun — O ministro das Relações Exteriores de Itália, Franco Frattini, afirmou hoje que Itália apresentará uma queixa contra o Brasil no Tribunal Internacional de Haia até ao dia 25 de junho.

A Itália contestará a decisão da Justiça brasileira de não extraditar o ex-ativista italiano Cesare Battisti, libertado na semana passada, depois de quatro anos preso no país.

De acordo com o chanceler italiano, até à data mencionada serão apresentados os primeiros documentos ao Comité de Conciliação do Tribunal Internacional de Haia, que terá quatro meses para se pronunciar sobre o caso.

“Falei com o embaixador La Francesca, (embaixador da Itália em Brasília), e em poucos dias prepararemos a demanda (queixa) ao Comité de Conciliação”, afirmou o chanceler aos jornalistas, em Roma.

O Comité de Conciliação foi instituído pelo Tratado de Conciliação e Regulamento Judicial, assinado por Itália e pelo Brasil em 1954 e representa a primeira etapa pela qual qualquer queixa na Tribunal de Haia deve passar.

Caso as conclusões proferidas pelo Comité não sejam aceites, abre-se o caminho para que a nação que apresenta a queixa entre com o pedido diretamente no Tribunal Internacional de Haia.

Battisti foi condenado a prisão perpétua em Itália pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970, quando fazia parte de uma organização de extrema-esquerda PAC (Proletários Armados pelo Comunismo). O italiano, no entanto, alega inocência.

Na última semana, o Supremo Tribunal Federal do Brasil decidiu — por seis votos a favor e três contra — manter a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não extraditar de Battisti e aprovou a sua libertação imediata.

FONTE: Lusa

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ROMA, 9 JUN (ANSA) – O subsecretário das Relações Exteriores da Itália, Alfredo Mantica, disse que o Brasil “ainda não está pronto” para ser uma potência mundial, devido à decisão de manter no país o ex-militante italiano Cesare Battisti.

“Esta libertação demonstra que o Brasil ainda não está pronto para entrar no círculo das grandes potências mundiais, e isto a Itália vai recordar em todas as oportunidades e fóruns internacionais”, afirmou o diplomata.

Segundo ele, a decisão sobre Battisti “é um grave erro político e estratégico, além de judiciário. Um erro que outras potências emergentes, como China, Rússia ou Índia, jamais cometeram”.

Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, foi solto nesta madrugada, após o Supremo Tribunal Federal (STF) validar a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não extraditar o ex-militante.

O italiano foi detido no Brasil em 2007 e, dois anos depois, recebeu o status do refugiado político do então ministro da Justiça, Tarso Genro, o que automaticamente impediu sua extradição.

O caso foi analisado em 2009 pelo STF, que autorizou a extradição, mas decidiu que a palavra final caberia ao presidente. A determinação para manter Battisti no Brasil foi anunciada no último dia de mandato de Lula.

“A libertação de Battisti demonstra como, no Brasil, a dependência entre o sistema judiciário e a política limita fortemente os padrões democráticos deste país emergente”, afirmou Mantica.

O subsecretário das Relações Exteriores da Itália também destacou que o gesto brasileiro é um “bruto sinal” para “as empresas italianas e europeias que olham o Brasil como um potencial parceiro para os investimentos”.

Ontem, o STF decidiu, por 6 votos a 3, validar a determinação de Lula e aprovou a libertação do italiano, que estava sob prisão preventiva na penitenciária de Papuda, em Brasília.

FONTE: ANSA

NOTA DO FORTE: Parabéns aos nossos Governantes por enlamear o nome do Brasil no exterior.

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avanti azzurra

Soldados italianos, no Afeganistão, deixaram um pouco de lado os combates contra o Taliban para apoiar seus compatriotas contra um outro inimigo, a seleção da Nova Zelândia! O jogo da Copa do Mundo terminou empatado 1×1.

Fonte / Imagem: Reza Shirmohammadi/AP

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