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SAGE: videogame prepara para o campo de batalha

 

Para treinar contingentes do Exército e dos Fuzileiros Navais americanos, o Scalable Advanced Graphics Engine (SAGE) combina os gráficos sofisticados dos videogames com a mecânica do mundo real, para que as tropas estejam preparadas para situações de combate.

FONTE: Militaryphotos.net

 

A repercussão positiva da atuação do Exército na Pacificação dos complexos do Alemão e da Penha e no Haiti e a futura atuação em grandes eventos no País estão levando a Força a ampliar o treinamento da tropa para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e de combate urbano.

Nessas situações, segundo a Constituição Federal, os militares assumem a coordenação da segurança pública, como no caso de eleições, greves de polícias militares, mediante pedido dos governadores, reconhecendo não ter os meios suficientes para garantir a segurança. O Exército se prepara para atuar em grandes eventos, como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo-2014 e as Olimpíadas-2016, sob a perspectiva da Garantia da Lei e da Ordem.

O iG acompanhou por dois dias um treinamento com cerca de 40 tenentes e sargentos do Exército do Comando Militar do Sudeste (CMSE), no Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem (CIOpGLO), em Campinas.

Outro foco de ação, mais moderno e recente, é o de treinamento para operações de combate urbano. Há cada vez mais uma tendência de os conflitos ao redor do mundo acabarem em uma cidade, em meio à população, a chamada “guerra no meio do povo”, como visto no Afeganistão e no Iraque.

Após experiências bem-sucedidas internas, como no Alemão, e da Força de Paz no Haiti, o Exército já não está mais tão reticente em protagonizar as ações de GLO em solo nacional, uma vez superado o desconforto dos militares que muitas vezes não se sentiam respaldados juridicamente para atuar assim.

Hoje em dia, essa atuação já é vista como prestigiosa, como forma de manter a tropa adestrada e até de levantar recursos para aparelhar a Força – embora o tipo de armamento de guerra de que o Exército mais carece seja o de guerra e não o leve, usado nessas circunstâncias.

Assim, desde o ano passado, a Força tem feito muitas grandes operações e treinamentos do gênero pelo País.

De olho nos grandes eventos, recentemente tropas do Comando Militar do Sudeste montaram a operação “Escudo Sagrado”, em Aparecida do Norte-SP, onde fizeram a segurança da Basílica de Nossa Senhora de Aparecida, como treinamento para a Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá no ano que vem, no Rio. São as chamadas “ações de não-guerra”.
A experiência no terreno levou o Exército a perceber que, por vezes, ações de GLO acabam se transformando, na prática, em combate urbano, “no meio do povo”. Portanto é preciso especializar a tropa para essa situação, em treinamento distinto daquele de GLO.

Um caso simbólico foi a Operação Arcanjo 6, no Alemão e na Penha. Em janeiro de 2012, a tropa justamente da Brigada de Campinas chegou ao Rio mais pronta para atuar em GLO do que em uma operação de combate urbano.

A realidade se impôs e acabou por tornar mais frequente a atuação dos soldados nesse tipo de operação de conflito, com traficantes remanescentes no local.

“O Alemão é um exemplo de situação em que entramos prontos para GLO e mudamos para combate em ambiente urbano”, conta o tenente-coronel Fernando Fantazzini, chefe da Comunicação Social da 11ª Brigada de Infantaria Leve, sediada em Campinas-SP.

É o chamado “Combate de 4ª dimensão”, que inclui as operações de GLO, de informação (com comunicação social, internet, mídias sociais), para aumentar o poder de combate.

Centro de Instrução de GLO treina tropas também para combate urbano

O CI Op GLO, na 11ª Brigada de Infantaria Leve, em Campinas-SP, é responsável por treinar os militares do Exército para esse tipo de atuação. A reportagem acompanhou um treinamento de combate urbano.

“Aqui se forma todo o tipo de tropa para o emprego no Brasil e em missões de paz. Está chamando a atenção dos estrangeiros. Eles nos perguntam como conseguimos operar no Haiti e no Alemão e ter tanta aceitação da população”, explica o tenente-coronel Vladimir Schubert, comandante do 28º Batalhão de Infantaria Leve.

Segundo ele, este ano, a Brigada já recebeu quatro visitas de representações dos Estados Unidos, entre elas a do general Simeon Trombitas, comandante do comando Sul do Exército daquele país, semana passada.

Na GLO, há uma preocupação grande com o efeito colateral – ou seja, o ferimento ou morte de inocentes. O primeiro princípio da Operação Arcanjo 6, nos Complexos do Alemão e da Penha, era “proteger a população”. O comandante da operação era o general-de-brigada Tomás Miguel Miné Paiva, comandante da 11ª Brigada de Infantaria Leve, onde fica o centro.

A todo momento, os instrutores destacam a diferença entre as operações de combate urbano (em teoria, uma guerra) e as de Garantia da Lei e da Ordem, quando as regras de engajamento e força proporcional são mais cautelosas.

Seguindo a tendência moderna, o centro tem se especializado cada vez mais em operações militares em ambiente urbano, além de GLO.

Nesse curso (estágio, na denominação militar), os militares aprendem a atirar com luneta de sniper (caçador, ou atirador de precisão), a fazer invasão tática de ambientes confinados, a atirar sob estresse (em uma simulação de tiroteio), entre outras atividades.

Tiro sob estresse tem bomba e berros no ouvido

Simulando um combate em cidade, os disparos são feitos a distâncias que variam de 50 a 100 metros, tamanho médio de um quarteirão urbano. No “tiro sob estresse”, os “estagiários” percorrem armados um circuito em que correm, fazem abdominais e flexões e memorizam objetos, antes de começarem a atirar de fuzil, sob gritos e apitos incessantes do instrutor e granadas de efeito moral.

“Vai, vai, corre! Atira! Atiiiiiiraaaaaa! Está esperando o quê? Você está levando tiro!”, berra o instrutor. “Vai morrer! Vai morrer! Tá levando tiro, atira!”

Na aula sobre invasão tática de ambiente com reféns, por exemplo, o militar aprende a lançar primeiro uma granada de luz e som, com o objetivo de atordoar os criminosos e provocar distração.

“Pisa, olha pela porta, identifica a ameaça e lança a granada no ponto cego”, explica o tenente instrutor.

“Tem que entrar os três caras juntos (na casa) senão vira tiro ao pato! Se o segundo amarelar, o cara fica no “sanhaço” (situação difícil)! Vira Fallujah (referência à cidade no Iraque com forte resistência local, onde ocorreram combates intensos durante a guerra)!”, ensina o sargento instrutor.

FONTE: Último Segundo – iG

NOTA DA EDITORA: Seguem os links dos dois videos que acompanham a matéria do iG, documentanto o treinamento do Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem:

 

No vídeo abaixo é apresentado o uso do Airsoft como ferramenta de treinamento durante o Curso de Ações Táticas Urbanas, os instrutores são policiais do COP de Santa Catarina. O airsoft é uma excelente ferramenta pois o policial treina com o equipamento semelhante ao usado no seu dia-a-dia sem o uso de munição real e com um custo bem abaixo de outros equipamentos para treinamento.

O curso de Ações Táticas Urbanas tem sua doutrina baseada no “Force on Force” que consiste na simulação da ação policial em que ocorra enfrentamento. Essa técnica é muito utilizada nas forças policiais pelo mundo, mas no entanto, aqui no Brasil ainda não é comum. A Polícia Civil do Estado de Santa Catarina é uma das pioneiras no uso dessa técnica e esperamos que as Secretarias de Segurança invistam cada vez mais no treinamento e aperfeiçoamento do nossos policiais.

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Bope visita BRT Transoeste para treinar ações com reféns

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Homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) visitaram, nesta terça-feira (17), o BRT Transoeste, corredor expresso que liga a Barra da Tijuca até Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para treinar ações com reféns.

Policiais conheceram o Centro de Controle, os veículos e as estações. Eles simularam um assalto em um ônibus. O BRT tem 28 estações em funcionamento. Até agosto, outras oito serão inauguradas.

FONTE/FOTO: G1

VEJA TAMBÉM:

 

O PARA-SAR utiliza, pela primeira vez, o dispositivo de Simulação e Engajamento Tático Eletrônico, o DSETE, durante a FAEX XII, realizada em Florianópolis (SC) até dia 20 de abril, equipamento cedido pelo Exército e pela Marinha que permite um ganho operacional importante nos treinamentos. É como se fosse uma guerra de paintball.
O DSETE é um equipamento acoplado ao armamento que transforma o disparo em um pulso laser, o qual é captado por um colete com sensores receptores que informa ao combatente se ele foi atingido e onde. Tudo é analisado por um observador militar, que controla e avalia o resultado do exercício e emprego operacional.

“O equipamento permite avaliar o desempenho tático dos integrantes dos Destacamentos de Operações Especiais, o que facilita a correção das condutas”, afirma o Tenente-Coronel Infantaria Ivandilson Diniz Soares, comandante do PARA-SAR, que chama a atenção também para a possibilidade de mensurar a precisão do disparo e seus efeitos sobre o homem.

FONTE: Agência Força Aérea

Costa Leste dos EUA é cenário de manobras anfíbias internacionais

Tropas e equipamentos franceses participam na operação “Bold Alligator”

 

Um desembarque, um assalto aéreo, 25 navios de guerra: os Estados Unidos e outros oito países realizam no litoral leste americano um grande exercício anfíbio, denominado ‘Bold Alligator’ e destinado a contra-atacar uma ameaça que recorda a do Irã.

Estas manobras, pela primeira vez abertas pelos americanos a outros países, constituem o exercício anfíbio mais importante dos últimos dez anos, segundo o almirante John Harvey, encarregado da gestão da frota americana.

Cerca de 20.000 americanos, entre eles uma brigada de marines, 650 soldados franceses, tropas da marinha canadense, holandesa e britânica, assim como oficiais de ligação italianos, espanhois, neozelandeses e australianos, tomam parte do exercício, que começou em 30 de janeiro frente ao litoral da Virgínia e Carolina do Norte e finalizarão em meados de fevereiro.

O chamado “dia J” ocorreu na manhã de segunda-feira, com os marines americanos desembarcando na praia da base de Camp Lejeune, na Carolina do Norte.

Oficialmente, o exercício tem como objetivo “revitalizar, refinar e reforçar as habilidades anfíbias americanas” depois de dez anos de guerra nas areias do Iraque e nas montanhas do Afeganistão, segundo os organizadores.
Indagado, o almirante Harvey reconheceu que este cenário seria aplicável a uma eventual crise no Estreito de Ormuz.

As tensões com o Irã e a ameaça de uma intervenção israelense contra seu polêmico programa nuclear aumentaram desde o início do ano e Teerã tem ameaçado com um eventual bloqueio do Estreito de Ormuz, passagem estratégica para o transporte mundial de petróleo.

FONTE: Yahoo Brasil / FOTOS: US Navy

Cristalina (GO) – Nos dias 14 e 15 de janeiro, o 1º Batalhão de Infantaria de Força de Paz do 16º Contingente Brasileiro, em preparação para a missão no Haiti, recebeu, em Brasília, o Pelotão das Forças Militares do Paraguai que integrará o efetivo do referido Batalhão.

Os militares do Pelotão das Forças Militares do Paraguai conheceram a capital do País e, no dia 16 de janeiro, realizaram o deslocamento para a 3ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Cristalina (GO), Grande Unidade responsável pelo preparo do Batalhão, e permanecerão neste município para participarem da concentração final da tropa e dos Exercícios Básico e Avançado de Operações de Paz.

A preparação da tropa é faseada e os Exercícios Básico e Avançado de Operações de Paz permitem aos integrantes do Batalhão aplicarem todas as técnicas, táticas e procedimentos aprendidos durante a fase de preparo, coroando o adestramento do Contingente, antes do embarque para o país caribenho.

FONTE: EB

O Batalhão de Blindados do Corpo de Fuzileiros Navais se uniu ao Exército em um adestramento organizado no Centro de Instrução de Blindados General Walter Pires, em Santa Maria (RS), durante o mês de julho, a fim de compartilhar experiências operativas com blindados.

Os fuzileiros navais conheceram as novas instalações e tecnologias empregadas nos sistemas de simuladores de carros de combate do Exército Brasileiro e observaram o processo de incorporação dos recém adquiridos carros de combate Leopard 1 A5. Foram apresentados, ainda, novos equipamentos de engenharia, e discutido o case sobre o apoio logístico prestado pelos fuzileiros à Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, no Complexo do Alemão.

Brasília, 28/07/2011 – Quando 2011 chegar ao fim, cerca de 16.500 jovens que prestam o Serviço Militar Obrigatório estarão aptos a enfrentar o mercado de trabalho em igualdade de condições com aqueles que não tiveram uma passagem da vida no quartel.

A projeção é feita pela Subchefia de Mobilização (SUBMOB) do Ministério da Defesa, órgão responsável por coordenar o Projeto Soldado Cidadão. Criado em 2004, o projeto visa investir na formação profissional do jovem, para que ele saia da corporação capacitado a realizar atividades mais integradas ao cotidiano civil. O Soldado Cidadão alcança 134 municípios de todo o país.

Somente na última quarta-feira (26), 91 diplomas foram entregues a alunos que passaram pela Escola Técnica da Ceilândia, cidade-satélite do Distrito Federal. Segundo o DEPMOB, a expectativa é de mais de 60% dos jovens que passam por essa experiência estejam empregados quando concluírem o serviço militar.

A qualificação oferecida pelo Soldado Cidadão se dá em diversas áreas. Há desde cursos em serviços gerais (eletricistas, pedreiros, marceneiros, pintores) até áreas mais específicas, como aprovisionamento (cozinheiros, padeiros, garçons), transportes (mecânicos, motoristas, pintura automotiva), saúde (auxiliares de laboratório e de farmácia) e informática (montagem e manutenção de redes, webdesigner).

A ação envolve organizações militares e entidades civis de ensino profissionalizante pertencentes ao Sistema “S”: SENAI, SENAC, SENAT e SENAR. Os militares realizam os cursos em dois meses, no horário do expediente. A qualificação é destinada, principalmente, a jovens carentes ou em situação de risco social.

Segundo o almirante Marcos Silva Rodrigues, que participa da coordenação do projeto, o Soldado Cidadão provou ser uma maneira eficiente de abrir novas oportunidades de vida para quem já deu baixa do serviço militar. “Quando se oferece um curso desses a um jovem que teve sua primeira experiência profissional nas Forças Armadas, abre-se o horizonte para que ele tenha um futuro melhor”, garante.

Somente em 2010, o Projeto formou 14.800 jovens. No mesmo ano, o Ministério da Defesa instituiu o “Prêmio Melhor Gestão do Projeto Soldado-Cidadão”, com a finalidade de incentivar e divulgar boas práticas de gestão no Projeto.

Anualmente, cerca de 1,6 milhão de jovens do sexo masculino atinge a faixa etária destinada à prestação do Serviço Militar Obrigatório. Desse total, cerca de 90 mil ingressam nas Forças Armadas.

FONTE: Ministério da Defesa

Forças Armadas dos EUA também estudam como montar redes wireless seguras em pleno campo de batalha, além de criar apps seguros

General Robert W. Cone, comandante geral do U.S. Army Training and Doctrine Command, pratica o disparo de mísseis Patriot numa aplicação de iPad, programada para treinar soldados

O exército americano tem três desafios tecnológicos: como dar a todo soldado um smartphone cheio de apps para fins militares; fornecer suporte para comunicações globais não apenas com redes comerciais como AT&T, Sprint ou Verizon e configurar rapidamente sua própria rede wireless em quase qualquer lugar do mundo.

“Queremos que todo soldado tenha um telefone”, afirma o diretor de operações da brigada de comando de modernização do Fort Bliss, no Texas, Michael McCarthy. Lá, os testes com tablets e smartphones comerciais têm acontecido há meses, algumas vezes com os soldados levando-os para deveres administrativos e treinamentos, ou até mesmo carregando-os para exercícios de campo nos arredores do áspero deserto. Além de McCarthy, Ed Mazzanti e a coronel Marissa Tanner estão liderando o projeto que o exército chama de “Connecting Soldiers to Digital Apps” (“Conectando Soldados a Aplicativos Digitais”).

Mas muitas questões precisam ser respondidas antes que o exército possa dar sinal positivo para os soldados receberem um smartphone. McCarthy afirma que analistas estão tentando descobrir se os smartphones, assim como os tablets, podem ser adaptados para atender considerações específicas de segurança e operação.

O exército quer saber se frequências de rádio designadas como militares podem ser usadas de modo seguro com a nova geração de aparelhos portáteis, de forma a suportar uma rede mais customizada que possa ser configurada em qualquer lugar.

Essa possibilidade está sendo explorada pelo exército, ao revisar três novas tecnologias wireless – uma chamada Monax (da Lockheed Martin), outra da Oceus Networks (em parceria com a Northrop Grumman), e a terceira, o equipamento de “rádio cognitivo” da xG Technology.

Técnicos do exército que estão supervisionando os testes foram encorajados pelo que viram com o equipamento de “rádio cognitivo” da xG, que permite “pulos de frequência” ao buscar continuamente por espectros não usados de frequência, uma técnica que, segundo McCarthy, reduz interferências. O equipamento da xG fornece dados e voz, suportando aproximadamente 4MB para cada usuário de smartphone, apesar de ser dependente do número de usuários e da distância de uma estação base.

“Nosso alvo a frente pode atingir 35 quilômetros da estação base”, explica McCarthy sobre as ideias do exército sobre como pode configurar uma rede de estações base portáteis on the go (em trânsito, em qualquer local). O exército gostaria de poder transportar equipamentos de estações base de rádio wireless de algum tipo para onde for necessário, rapidamente montando e desmontando uma rede para smartphones nas freqüências militares designadas.

O exército parece ser o primeiro dos serviços militares dos EUA a ter tanto interesse em usar smartphones, apesar de a força aérea e a marinha também estarem motivadas, afirma McCarthy, que completa dizendo que países aliados dos EUA, como parceiros da OTAN, também possuem “interesse significativo”.

Segurança dos aparelhos

Mas os smartphones comerciais conseguem realmente atender aos requisitos operacionais e de segurança do exército?
O exército está trabalhando para descobrir isso, testando cerca de 1.200 telefones e outros aparelhos (incluindo algo em torno de 15 modelos básicos de iPhones e iPads, aparelhos Android e Windows Mobile). “O pessoal da HP está lançando o Web OS (sistema) e vão nos mandar alguns dispositivos para teste”, diz McCarthy.

Mas o exército diz não querer escolher apenas um vencedor. Uma maneira prevista para alcançar a diversidade de smartphones envolve usar um framework de software baseado em HTML criado pelos desenvolvedores militares que permite que, uma vez escritos, os apps para smartphones rodem em vários sistemas móveis. Espera-se que esse processo elimine a necessidade do desenvolvimento de aplicativos por várias vezes, explica o diretor.

“Estamos tentando nos manter agnósticos quanto a aparelhos e sistemas móveis”, diz. “Nossa aspiração é comprar os telefones certos para as pessoas certas pelas razões certas.”

O exército espera se virar tanto para o setor comercial quanto para os seus próprios desenvolvedores por aplicativos que os soldados possam precisar. Há algum tempo os desenvolvedores do Fort Lee criaram algumas centenas de apps de logística para o iPhone e smartphones Android, enquanto especialistas miliatares do local escreveram duas dezenas de apps táticos, incluindo variantes de um pedido médico de evacuação.

Os testes mostrarem que a velocidade de preenchimento de formulários médicos de evacuação podem ser reduzidos de 15 minutos para 1,5 minuto usando os recursos de smartphones, alega McCarthy.

Se os smartphones forem usados em operações militares por soldados, esses aparelhos poderiam acabar sendo “tão importantes para eles como suas armas de fogo”, sugere o diretor militar. Ao mesmo tempo, também há a noção de que se os smartphones forem perdidos ou danificados, haveria uma maneira de tratá-los como descarte e ir para um novo. E como usam telas touchscreen, o exército pode precisar encontrar luvas diferentes para os soldados.

Os aplicativos de smartphones já estão mostrando seu valor em projetos-pilotos envolvendo o treinamento de soldados. Isso está melhorando as médias de notas deles em provas do exército, aparentemente porque os aparelhos ajudam a criar um pouco de competição entre os soldados, quase como um videogame, afirma McCarthy. “Antes, nós tínhamos entregas em power-point”, completa, o qual nem sempre foi tido como um formato tradicional atraente.

Mas os smartphones e tablets são “durões” o bastante em termos de segurança e resistência para “entrarem” para o exército?

Essa continua sendo a grande questão. A Agência Nacional de Segurança (NSA), maior agência de espionagem dos EUA, que também atua no departamento de defesa daquele país, está trabalhando para criar opções viáveis de segurança, como chipsets para criptografia que poderiam ser certificados para uso em smartphones.

Os militares também estão de olho em como elementos biométricos, incluindo escaneamento de voz, face ou íris, poderiam ser usados para validar identidades. Uma opção é uma plataforma 3G biométrica da Intel. “Queremos descobrir qual tecnologia funciona melhor e qual os soldados preferem usar”, afirma McCarthy.

Dessa forma, o exército não determinou um prazo para tomar uma decisão sobre os smartphones, e reconhece que a indústria de alta tecnologia, que está literalmente inundando o mundo com sua interminável variedade de aparelhos portáteis, poderia surgir com melhorias radicais em um curto espaço de tempo. Se há algo que dá uma pausa aos militares, é o fato de a maioria dos smartphones e tablets serem fabricados fora dos EUA, incluindo países que nem são aliados. “É uma preocupação”, confirma McCarthy, adicionando ainda que os militares estão compartilhando essas inquietações com as fabricantes. (Ellen Messmer)

FONTE: IDG NOW!

 

 

Na Operação Amazônia 2011, um dos eventos críticos realizados foi o ressuprimento aéreo às tropas destacadas em Yauaretê.

Neste caso, a atividade foi executada por meio do lançamento de carga, com a utilização de paraquedas. Trata-se de uma ação extremamente delicada e que exige um elevado grau de adestramento dos envolvidos.

Tarefas como essa permitem o aperfeiçoamento de procedimentos que exigem a preparação da aeronave e da carga de suprimentos, bem como sua colocação de forma adequada no avião, antes do lançamento.

Participaram dessa missão militares Esquadrão de Transporte ”ARARA”, da Força Aérea Brasileira, e da 3ª Companhia de Forças Especiais, do Exército Brasileiro.

  1. (Clarín, 07) O presidente Hugo Chávez reformou a lei das Forças Armadas para com isso dar formação de milícias a todos os níveis de educação. Os estudantes terão treinamento com armas. O objetivo é se preparar para defender a nação. “Pátria ou morte, ordenou o meu comandante!” devem repetir as crianças das escolas da Venezuela, onde aprenderão de forma obrigatória o treinamento militar, incluindo formação, desfile, doutrinação e treinamento em armas para defender a nação.
  2. O presidente Hugo Chávez reforçou legalmente o papel da milícia como uma força armada paralela, atribuindo a tarefa de formar crianças- soldados desde o ensino básico. “Dentro do sistema educativo nacional, será atribuído à milícia o papel de formação, preparação e organização do povo para a defesa geral da nação”, disse em defesa da mudança da lei o deputado governista Carlos Escarrá.
  3. Em 24 de Março, foi publicada no Diário Oficial a Resolução n º 0172621 do Ministério da Defesa, intitulada “Educação para a Defesa Integral”, em que se atribui a milícia nacional – quinto componente da Força Armada Nacional, FAN – a missão de dar aulas obrigatórias de instrução militar nas escolas, institutos e universidades.

FONTE: El Clarín/Ex-Blog do Cesar Maia

Paraquedismo Militar Brasileiro nos Estados Unidos

Arizona – (Estados Unidos da América) – A Seleção Militar Brasileira de Paraquedismo (SMBP) participou, em 12 e 13 de fevereiro, da competição de Formação em Queda Livre (FQL 4-Way), ocorrida no Centro de Treinamento Skydive Arizona.
A recém-formada equipe brasileira feminina foi a grande campeã da competição. Essa foi a primeira medalha de ouro internacional conquistada pelas paraquedistas brasileiras.
A equipe masculina brasileira, competindo na categoria principal, obteve a quarta colocação, sendo a Rússia, terceira colocada, a França, vice-campeã, e a equipe local Arizona Airspeed, grande campeã do evento.

FONTE: Exército Brasileiro

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O Exército de Libertação do Povo Chinês recentemente realizou um exercício de interceptação contra caças stealth F-22 Raptor dos EUA, segundo o jornal Apple Daily de Hong Kong.

A imprensa japonesa em 3 de outubro informou que os japoneses e os militares dos EUA iriam realizar um exercício conjunto para recapturar as Ilhas Senkaku ou Diaoyutai, em novembro, no caso dos chineses capturá-las num ataque surpresa. Foi dito dito que o porta-aviões nuclear USS George Washington e caças F-22 Raptor vão participar no exercício.

Em 8 de outubro, cinco dias após a notícia, uma brigada da Força Aérea Chinesa do distrito militar de Chengdu, treinou o disparo de mísseis HQ-9 (versão chinesa do S-300 russo), seu mais novo míssil terra-ar, para atingir um alvo assumido como um F- 22, segundo o Apple Daily.

O Diário de Ciência e Tecnologia, publicado em Pequim, publicou uma história sobre o exercício. “Logo após o radar mandar a informação sobre a localização da caça “stealth” para a equipe de lançamento de mísseis, o míssil Hong Qi 9 voou para as nuvens e uma explosão foi ouvida apenas 40 segundos depois. Houve muitos aplausos para o sucesso do exercício”.

FONTE: Chosun.com

Vai encarar?

O sujeito na foto está vestido com o Modern Army Combatives Kit (MACK), um equipamento usado pelo US Army para treinamento de combate pessoal nos níveis 3 e 4.

Ele pode ser usado para condução segura, de treinamento de combate realista para a missão individual, melhorando o desempenho e a confiança do soldado em batalha.

O MACK usa espuma, plástico, acrílico, couro e poliéster. Ele é preto e vem em tamanhos pequeno, médio, grande e extra grande.

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